quinta-feira, julho 30, 2026

Autor: Redação

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Chicago recua em dia de USDA, mas semana segue positiva



Os contratos futuros de soja recuaram nas negociações da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta sexta-feira (8), após uma sessão de realização de lucros. A queda ocorre após o mercado ter atingido o maior patamar em quase um mês na sessão anterior, impulsionado pela recuperação nos preços do óleo vegetal. Mesmo com o recuo no dia, a semana segue positiva, com ganhos acumulados.

Até o momento, os contratos com vencimento em janeiro de 2025 apresentam um ganho semanal de 2,7%. O movimento de realização de lucros foi esperado, já que os preços atingiram um pico recente, reflexo de uma recuperação significativa dos preços do óleo vegetal, que, por sua vez, tem sido impulsionada por uma menor produção de óleo de palma na Malásia e uma alta demanda por biodiesel nos Estados Unidos.

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Relatório do USDA

A expectativa do mercado está voltada para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será publicado nesta sexta-feira, às 14h (horário de Brasília). O relatório pode trazer novas estimativas para a safra de soja e os estoques finais para o ciclo 2024/25.

Analistas projetam uma redução nos estoques finais dos Estados Unidos de soja, com a previsão de 535 milhões de bushels para o ciclo 2024/25, ante os 550 milhões de bushels estimados pelo USDA em outubro. Além disso, a produção também pode ser revista para baixo, com a estimativa de safra caindo de 4,582 bilhões de bushels para 4,553 bilhões de bushels, devido a desempenho abaixo do esperado das lavouras americanas.

Em nível global, a expectativa é que os estoques finais de soja para o ciclo 2024/25 fiquem em 134 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo dos 134,7 milhões de toneladas projetados em outubro. Para o ciclo 2023/24, os estoques globais devem totalizar 112,3 milhões de toneladas, um pequeno ajuste para baixo em relação aos 112,4 milhões previstos anteriormente.

Mercado do grão

Ontem (7), a soja teve forte alta, impulsionada pelos ganhos expressivos do óleo vegetal, que subiu mais de 4% em razão de uma série de fatores. A menor produção de óleo de palma na Malásia, junto ao aumento da demanda por biodiesel na Indonésia e a expectativa de tarifas adicionais sobre o óleo proveniente da China, contribuíram para a valorização do óleo vegetal. Esse movimento acabou por beneficiar o preço da soja, já que a oleaginosa tem forte correlação com o óleo vegetal no mercado global.

A alta do óleo também foi motivada pela expectativa de que a vitória de Donald Trump na eleição presidencial possa resultar em tarifas adicionais sobre o óleo de soja importado da China, o que favoreceria a demanda interna dos Estados Unidos para a produção de biodiesel.

Contratos futuros da soja

Na sessão desta sexta-feira, os contratos de soja com vencimento em janeiro de 2025 eram cotados a US$ 10,20 1/4 por bushel, com uma queda de 6 centavos de dólar (ou 0,58%) em relação ao fechamento anterior.

Apesar da queda no dia, os contratos com vencimento em janeiro ainda acumulam um ganho de 2,7% na semana. Em contraste, na sessão de ontem, a soja teve uma alta significativa, com o contrato de janeiro a US$ 10,26 1/4 por bushel, um avanço de 22,50 centavos de dólar (ou 2,24%). A posição para março de 2025 também registrou ganho de 22,75 centavos, fechando a US$ 10,37 1/2 por bushel.



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País ultrapassa China e torna-se maior comprador de carne suína do Brasil; saiba qual é



As Filipinas se consolidaram como o maior importador de carne suína do Brasil em 2024, com um total de 206 mil toneladas adquiridas entre janeiro e outubro deste ano.

Esse volume representa um crescimento de 103,3% em comparação ao mesmo período de 2023, e marca a primeira vez que o país asiático ultrapassa a China, que até então era o principal destino do produto brasileiro.

Com um território de 300 milhões de km2 – pouco maior do que o do Rio Grande do Sul -, distribuído em milhares de ilhas, as Filipinas reúnem uma população de 117 milhões de pessoas.

Exportações de carne suína do Brasil

No total, o Brasil exportou 130,9 mil toneladas de carne suína em outubro, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é o segundo maior saldo mensal da história do setor, superando em 40,7% o volume registrado em outubro do ano passado, de 93 mil toneladas. A receita de outubro também foi recorde, alcançando US$ 313,3 milhões, um aumento de 56,4% em relação ao mesmo período de 2023, quando somou US$ 200,3 milhões.

No acumulado de janeiro a outubro de 2024, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 1,121 milhão de toneladas, com uma alta de 10,7% em volume em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita no período foi de US$ 2,482 bilhões, representando um aumento de 5,2% frente ao mesmo período de 2023.

Além das Filipinas e da China, outros países que importaram carne suína brasileira de forma significativa em 2024 foram o Chile, com 92,5 mil toneladas (+33,9%), Hong Kong, com 89,4 mil toneladas (-11,8%), e o Japão, com 75,8 mil toneladas (+137,2%).

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destaca que a expansão do mercado é uma conquista importante para a sustentabilidade das exportações brasileiras de carne suína, já que diversos países ampliaram suas compras em outubro.

“A China cedeu lugar para as Filipinas, em um momento em que vemos o setor ampliar significativamente a capilaridade de suas exportações. Dos dez principais importadores, apenas dois não registraram crescimento expressivo, o que coloca a suinocultura exportadora do Brasil em um novo quadro, com maior sustentabilidade comercial”, afirma Santin.

Estados exportadores

Entre os estados brasileiros, Santa Catarina manteve sua posição de líder nas exportações de carne suína, com 68,6 mil toneladas exportadas em outubro, um aumento de 45,7% em comparação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência estão o Rio Grande do Sul, com 27,6 mil toneladas (+25,6%), Paraná, com 20,6 mil toneladas (+44,5%), Mato Grosso, com 3 mil toneladas (-19,2%) e Mato Grosso do Sul, com 2,9 mil toneladas (+54,6%).



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Brasil habilita 19 novos frigoríficos para exportação de carnes à África do Sul



O governo brasileiro anunciou a habilitação de 19 frigoríficos para a exportação de carne brasileira à África do Sul, conforme confirmação do governo sul-africano. Com essa nova autorização, o total de estabelecimentos brasileiros habilitados para exportação ao país chega a 28, incluindo frigoríficos que tiveram suas condições de certificação atualizadas.

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As novas habilitações abrangem frigoríficos especializados em carnes bovina, suína e de aves, e estão localizadas em nove estados brasileiros. O estado de São Paulo lidera a lista com seis frigoríficos, seguido por Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Goiás e Rio de Janeiro. A distribuição inclui oito frigoríficos de carne bovina, dois de carne equina, cinco de carne suína e treze de carne de aves.

Em 2024, o Brasil continua a se afirmar como líder mundial na exportação de carnes, com mais de 7 bilhões de toneladas exportadas até o momento. As novas habilitações são resultado de um esforço conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), refletindo o reconhecimento da qualidade da carne brasileira e ampliando o acesso ao mercado sul-africano.



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Polícia interdita galpão que produzia azeite falsificado


A Polícia Civil do Rio de Janeiro fechou nesta quinta-feira (7) um galpão que produzia azeites falsificados e prendeu em flagrante quatro pessoas por crimes contra a relação de consumo e fraude no comércio. Eles usavam um galpão clandestino em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio, para fabricar e adulterar o produto, envasando 70% de óleo vegetal nas garrafas com marcas de azeite inexistentes.

No local, foi encontrado maquinário industrial e grande quantidade de garrafas, além de material para envase e rotulagem. Os  policiais encontraram muitos rótulos que foram arrancados de garrafas de lote supostamente impróprio com ordem de recolhimento pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

Os presos são de Minas Gerais e trabalhavam no galpão quando a polícia chegou ao galpão clandestino. Todos foram autuados por crime contra a economia popular e, em seguida, liberados.

A ação foi da Delegacia Policial de Campo Grande. O delegado titular, Marco Castro, disse que o produto era vendido em grande quantidade em redes de supermercados do Rio. “A pessoa, sem conhecer, levava o azeite falsificado para casa, com preço elevado para o consumidor”. O galpão em Barra de Guaratiba foi lacrado pela polícia.

Fraude

Recentemente, em outubro deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária emitiu um alerta de risco aos consumidores sobre 12 marcas de azeite desclassificadas por fraude. As marcas são: Grego Santorini, La Ventosa, Alonso, Quintas D’Oliveira, Olivas Del Tango, Vila Real, Quinta de Aveiro, Vincenzo, Don Alejandro, Almazara, Escarpas das Oliveiras e Garcia Torres.

As amostras foram analisadas no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária. Os testes físico-químicos desclassificaram os produtos por não atenderem os padrões de identidade e qualidade, sendo considerados impróprios para o consumo.

As análises do laboratório detectaram a presença de óleos vegetais não identificados na composição dos azeites, comprometendo a qualidade e a segurança dos produtos, além de representarem risco à saúde dos consumidores, devido à falta de clareza sobre a procedência desses óleos.



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AgroNewsPolítica & Agro

preço do feijão preto cai para produtores e atacadistas, mas sobe no varejo



Movimento de queda ocorre após aumentos registrados em setembro




Foto: Canva

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral), publicado nesta quinta-feira (7), em outubro, os preços do feijão preto tiveram comportamento misto no mercado. Enquanto a remuneração para produtores e os valores no atacado recuaram, o preço no varejo registrou alta. A média do valor recebido pelos produtores no Paraná foi de R$ 267,79 por saca, uma queda de 13% em relação a setembro, quando o valor era de R$ 306,88. No atacado, o preço do fardo de 30 kg recuou 2%, de R$ 182,33 para R$ 179,12. Já no varejo, o pacote de 1 kg subiu 4%, passando de R$ 7,38 para R$ 7,68.

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Esse movimento de queda ocorre após aumentos expressivos registrados em setembro, impulsionados pela entressafra e exportações em alta. No mês passado, o preço ao produtor chegou a subir 30%, enquanto o atacado aumentou 11% e o varejo, 3%. Essa alta foi especialmente sentida no Paraná, principal estado produtor de feijão no Brasil, onde o período de entressafra e a baixa disponibilidade pressionaram os preços.

Outro fator relevante foi a chegada do feijão carioca vindo de outros estados, o que ajudou a frear novos aumentos no atacado e no varejo. Além disso, o feijão preto ainda está com preço superior ao carioca, uma situação incomum que também reflete o ajuste de mercado. Para as próximas safras, as condições climáticas têm favorecido o plantio no Paraná, o que promete uma boa colheita, com área cultivada em expansão, fator que pode contribuir para uma queda nos preços.





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em dia de USDA e realizando lucros, Chicago recua; semana ainda é positiva



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado realiza parte dos lucros acumulados ao longo da semana, após ter alcançado seu maior nível em quase um mês na sessão anterior, impulsionado pela recuperação nos mercados de óleo vegetal.

Até o momento, os contratos com vencimento em janeiro/25 ainda registram um ganho semanal de 2,7%.

De acordo com a Reuters, outro fator que influencia as cotações é a diminuição das preocupações de que uma guerra comercial com a China, desencadeada pelo novo presidente eleito Donald Trump, possa prejudicar as exportações agrícolas dos Estados Unidos. Traders apontam que as vendas provavelmente não serão afetadas até as colheitas do próximo verão e que os importadores podem, inclusive, aumentar as compras antes da posse de Trump em janeiro.

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Os investidores estão atentos à expectativa de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduza suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja do ciclo 2024/25. O relatório mensal de oferta e demanda dos EUA e global será publicado nesta sexta-feira (08), às 14h.

Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 535 milhões de bushels em 2024/25. Em outubro, a previsão do USDA foi de 550 milhões.

Para a produção, o mercado espera um número de 4,553 bilhões de bushels para 2024/25. Em outubro, o Departamento apontou safra de 4,582 bilhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 134 milhões de toneladas. Em outubro, o número ficou em 134,7 milhões. Para 2023/24, a expectativa do mercado é de número de 112,3 milhões, levemente abaixo dos 112,4 milhões indicados no mês passado.

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 10,20 1/4 por bushel, baixa de 6,00 centavos de dólar, ou 0,58%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (07), a soja fechou em forte alta, liderados pelos ganhos acima de 4% do óleo. Informações de menor produção de óleo de palma na Malásia e aquecimento na demanda por parte da Indonésia impulsionara as cotações do óleo. Além disso, há o sentimento de a vitória de Trump resultará em tarifas adicionais ao óleo recuperado da China, com maior procura doméstica nos Estados Unidos para fabricação de biodiesel.

A alta do óleo ajudou na recuperação do grão, também lastreada pela boa demanda por grãos americanos.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 22,50 centavos de dólar, ou 2,24%, a US$ 10,26 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 10,37 1/2 por bushel, com ganho de 22,75 centavos, ou 2,24%.



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exportações de outubro são as maiores para o período



Apesar de terem caído em relação a setembro, as exportações brasileiras de carne de frango atingiram, em outubro, recordes tanto em volume como em receita para o mês, de acordo com a série histórica da Secex, iniciada em 1997. 

Foram 463,5 mil toneladas (incluindo produtos in natura e processados) embarcadas em outubro, queda de 4,4% frente ao mês anterior, mas expressivo aumento de 15,4% sobre outubro/23, segundo dados da Secex compilados pelo Cepea.

De janeiro a outubro, a quantidade escoada soma 4,38 milhões de toneladas, avanço de 2% em relação ao mesmo período de 2023. 

Além do bom desempenho das exportações, a demanda doméstica aquecida típica de início do mês (recebimento de salário) tem contribuído para elevar os preços internos da carne de frango, conforme apontam levantamentos do Cepea



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com novas quedas, preços voltam aos níveis de 2022



Em outubro, os preços da tilápia continuaram em queda em quase todas as praças acompanhadas pelo Cepea, voltando aos patamares observados em 2022. 

Pesquisadores do Cepea explicam que esse cenário é reflexo da oferta elevada de peixes e da demanda enfraquecida.

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Diante da alta disponibilidade interna, as exportações brasileiras de tilápia (filés e produtos secundários) aumentaram de forma expressiva. Segundo dados da Secex compilados pelo Cepea, foram 1,7 mil toneladas embarcadas em outubro, elevação de 8,1% frente ao mês anterior. Em relação ao mesmo período de 2023, o volume quase dobrou.



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IBPecan pede redução de impostos em reunião da Câmara Setorial da Noz Pecã


Uma proposta de redução no ICMS para a cadeia produtiva da noz pecã foi apresentada em reunião da Câmara Setorial da Noz Pecã, pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan). Também foi encaminhado para debate, o pedido de padronização por parte do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para uniformização da pecan, com base nos padrões norte-americanos.

O presidente do IBPecan, Eduardo Basso, explicou que, quanto ao ICMS, o ideal é que fosse zerado, até para dar fôlego aos produtores e indústrias que sofreram severas perdas após o evento climático que assolou o Rio Grande do Sul. Contudo, a redução para 4%, conforme foi feito para a olivicultura, já satisfaz a cadeia. “Eu acho que é um bom exemplo para nós, já seria uma arrancada. E se a Câmara estiver de acordo, então essa é uma proposta objetiva. Daqui a 15 dias, se entendermos que os 4% é um caminho para nós, só iremos esperar a aprovação. Enquanto isso, esse documento que foi elaborado, que tem o estudo sobre o ICMS, também pode ser avaliado por todos no encaminhamento (à Secretaria Estadual da Fazenda), mas que seja uma proposta objetiva. Acredito que a redução para 4% já responde em grande parte o benefício que estamos buscando”, ponderou o presidente.

O instituto também apresentou, na reunião, solicitação quanto ao encaminhamento junto ao Ministério da Agricultura para uma padronização da pecan. A justificativa são as exigências de mercados internacionais e até mesmo o atendimento à crescente demanda por produtos de melhor qualidade pelo mercado interno. “Nós temos que começar a fazer com que esses padrões sejam conhecidos por todos. E na medida que conseguirmos essa disciplina, vamos poder organizar a qualidade, mesmo tendo pequenos produtores, e aqueles que, para a indústria, podem entregar nozes mal conservadas, mal secas, não atendendo a essas normas, a própria indústria tem dificuldade de dialogar com as pessoas. Então isso tem que ser conhecido e a forma que eu vejo de lentamente de melhorar o padrão internacional e nacional de qualidade”, disse Eduardo Basso. Ele lembrou que o México utiliza um sistema de pagamento que remunera melhor quem atinge determinado padrão de qualidade e que o mesmo pode ser aplicado no Brasil.

Ao final da reunião, que também elegeu Carlos Scheibe como novo coordenador e Demian Costa como subcoordenador por um período de dois anos, houve o encaminhamento das propostas debatidas. A Câmara Setorial deu prazo de 15 dias para as manifestações de produtores e indústria para depois disso elaborarem os documentos que serão encaminhados à Secretaria da Fazenda, para tratar do ICMS e ao Mapa, referente à padronização da pecan.





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Termine a semana sabendo as principais notícias econômicas do Brasil e do mundo


podcast PicPay diário econômico

No morning call desta sexta (8), o economista do PicPay Igor Cadilhac, destaca o corte de juros pelo Fed e a postura cautelosa de Powell.

No Brasil, as incertezas fiscais elevam a volatilidade, enquanto o mercado aguarda o IPCA de outubro e possíveis impactos na Selic em dezembro.

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