quarta-feira, julho 29, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

cana-de-Açúcar alcança aumento nos rendimentos



Cana ganha espaço na alimentação animal no RS




Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (14), os produtores de cana-de-açúcar na região administrativa de Santa Rosa seguem com a colheita, especialmente para abastecer agroindústrias que produzem melado, açúcar mascavo e cachaça.

A área cultivada na região totaliza 2.234 hectares, com uma produtividade média inicial estimada em 55 toneladas por hectare (t/ha). No entanto, as variedades de ciclo médio em colheita estão registrando rendimentos superiores, entre 55 e 60 t/ha, refletindo a maturidade das plantas e o clima favorável.

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De acordo com o informativo,  rendimento na produção de melado e açúcar apresentou aumento, beneficiando diretamente as agroindústrias locais. Além disso, a cana tem sido vendida para alimentação animal, uso em mudas e para processamento industrial.

As áreas plantadas nesta safra continuam em bom desenvolvimento, impulsionando a expectativa de manter a qualidade da colheita nos próximos períodos. O preço médio recebido pelos produtores da região está em R$ 124,61 por tonelada, conforme os dados da Emater/RS.





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ajustes positivos no boi gordo e “boi China”



A pressão de alta nas praças pecuárias paulistas seguiu firme




Foto: Pixabay

A pressão de alta nas praças pecuárias paulistas seguiu firme nesta quarta-feira, com novos reajustes positivos para todas as categorias de bovinos. O valor da arroba do boi gordo subiu R$3,00, enquanto a vaca teve alta de R$5,00 e a novilha de R$10,00/@.

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A arroba do “boi China” também registrou elevação, com aumento de R$5,00/@. Apesar de negócios esporádicos apontarem valores de até R$350,00/@, essa cotação ainda não foi consolidada como nova referência de mercado.

Outras Regiões

  • Acre: Apesar de a oferta de bovinos ser limitada, os preços mantiveram-se estáveis na comparação diária.
  • Noroeste do Paraná: Após dois dias de alta na cotação do “boi China”, os preços se estabilizaram para machos e vacas, com a novilha registrando um aumento de R$3,00/@.
  • Alagoas: Em análise diária, os preços se mantiveram inalterados para todas as categorias. As escalas de abate ficaram na média para sete dias.






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Milho avança com baixa na produtividade dos EUA



No Brasil, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) registrou um movimento mais tímid



Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos
Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos – Foto: Sheila Flores

Segundo a StoneX, a semana foi de valorização para os futuros de milho, principalmente nos Estados Unidos. O mercado se beneficiou de fatores diversos, como o resultado das eleições americanas, decisões de política monetária do Federal Reserve e o Relatório de Oferta e Demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). Essas influências contribuíram para a alta de 3,5% no vencimento de março de 2025 na Bolsa de Chicago, que encerrou a semana cotado a US$444,25 por bushel.

Nesse cenário, o relatório afirma que um dos pontos centrais para a sustentação dos preços foi a revisão para baixo nas estimativas de produtividade da safra de milho dos EUA, em meio a uma demanda que segue em bom ritmo. O fortalecimento do dólar, após a vitória de Donald Trump, adicionou certa pressão às commodities norte-americanas, mas a expectativa de menor produção ajudou a compensar esse efeito, mantendo o milho em alta.

No Brasil, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) registrou um movimento mais tímido, já que o dólar forte também limitou os ganhos no mercado interno. Os contratos de milho para janeiro de 2025 encerraram a semana a R$76,82 por saca, registrando uma alta de apenas 0,1% no período, bem abaixo da valorização observada em Chicago.

Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos às variáveis internacionais, como a política monetária dos EUA e a relação entre oferta e demanda, que impactam diretamente a formação de preços e a competitividade das commodities agrícolas. As informações foram divulgadas no último relatório produzido pela StoneX.

 





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Óleos vegetais registram forte alta



A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumen



A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente
A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente – Foto: United Soybean Board

Segundo informações da StoneX, o mercado de óleos vegetais registrou uma valorização significativa na última semana, com o óleo de soja alcançando um aumento de 5,3%, encerrando o período a US¢ 48,8/lb. O movimento de alta teve início na quarta-feira (6), logo após a confirmação da reeleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos.

Com a vitória de Trump, surgem especulações sobre possíveis mudanças nas políticas de biocombustíveis, que no médio e longo prazo podem perder incentivos e ver o ritmo de crescimento afetado. Entretanto, no curto prazo, o maior receio é a adoção de uma postura protecionista, especialmente em relação à China.

A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente no próximo ano, devido à perspectiva de medidas que favoreçam o consumo interno. A situação gerou reações no mercado, com traders avaliando o possível impacto dessas políticas sobre as exportações. Além disso, a atualização recente do USDA reforçou a tendência altista para o complexo de soja, influenciando tanto o mercado de óleos vegetais quanto o de soja em grão.

Essas incertezas e expectativas no mercado impulsionaram os preços, à medida que os investidores tentam antecipar as consequências das políticas do governo reeleito. As variações nas cotações indicam um cenário de volatilidade, com previsões de ajustes de oferta e demanda para o próximo ano, o que pode consolidar a posição dos óleos vegetais como ativos de interesse estratégico nos Estados Unidos.

Por fim, a conjuntura altista também reflete a busca por estratégias de valorização no setor de óleos vegetais, impulsionada por fatores políticos e econômicos que moldam o ambiente de negócios internacional.

 





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chuvas desiguais influenciam semeadura de soja


O Informativo Conjuntural, publicado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, revelou um avanço na semeadura da soja no Rio Grande do Sul, que subiu de 23% para 40% da área projetada. Em algumas regiões, especialmente no Noroeste e na Fronteira Oeste, a redução das chuvas no início de novembro reduziu a umidade do solo, dificultando o plantio seguro, especialmente após o dia 7 de novembro.

No Estado como um todo, o clima favoreceu o cultivo, com condições ideais para a semeadura mecânica, germinação e emergência das plantas. A preservação da cobertura de palha no solo tem sido um benefício adicional, promovendo uma deposição de sementes mais uniforme.

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Na região de Bagé, na Fronteira Oeste, a ausência de chuvas e o aumento das temperaturas forçaram produtores a interromper ou desacelerar o plantio, enquanto algumas propriedades de maior porte seguiram o processo. Na região da Campanha, a baixa precipitação facilitou a entrada de maquinário e o replantio em áreas afetadas por chuvas anteriores.

Em Dom Pedrito, o plantio alcançou 35% da área estimada. Na região de Caxias do Sul, a semeadura avançou rapidamente, com germinação uniforme. Já em Erechim, 80% da área projetada foi plantada, com boa emergência e desenvolvimento vegetativo. A região de Frederico Westphalen registrou avanço, atingindo 40% da área.

Em Ijuí, a semeadura seguiu o ritmo das chuvas, alcançando 45% da área. Contudo, em localidades com menos precipitação, surgiram desafios no plantio devido à formação de torrões. Em Passo Fundo, 40% da área foi semeada, mas a diminuição das chuvas reduziu o teor de umidade e o ritmo de plantio.

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Na região de Santa Maria, a área semeada também se aproximou de 40%. Em Pelotas, chuvas nos dias 6 e 7 de novembro interromperam o plantio, que foi retomado em áreas com baixos volumes de precipitação. Em Santa Rosa, o plantio avançou 4%, alcançando 27% da área projetada, mas segue lento em áreas menores que aguardam chuvas para retomar o processo. Na região de Soledade, 45% da área projetada foi semeada antes de a umidade se tornar um obstáculo, mas, até o momento, o clima permanece favorável para o desenvolvimento das plantas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o valor médio da saca de 60 kg de soja registrou um leve aumento de 0,14% na última semana, passando de R$ 129,23 para R$ 129,41.





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Produção de trigo aponta queda de 36% no Paraná



Colheita de trigo está praticamente concluída




Foto: Seane Lennon

De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) nesta quinta-feira (14), a colheita de trigo está praticamente concluída no Paraná, restando apenas 2% da área a ser colhida. Esse percentual corresponde a aproximadamente 25 mil hectares dos 1,15 milhão de hectares plantados no estado em 2024. Com base na estimativa de safra de outubro, a produção deve atingir cerca de 2,3 milhões de toneladas, uma queda de 36% em relação às 3,8 milhões de toneladas colhidas em 2023.

Nas últimas semanas, os rendimentos médios se aproximaram do esperado, mas o volume colhido foi modesto, com avanço de apenas 3 pontos percentuais, passando de 95% para 98% da área. Esses resultados, embora positivos, não serão suficientes para reverter o cenário de perdas que impactou a safra de 2024.

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Com a queda na produção estadual, as importações de trigo pelo Paraná devem se manter em alta em 2025. Durante os meses de agosto e setembro de 2024, período de colheita no estado, foram importadas 194 mil toneladas de trigo — volume dez vezes maior que o registrado no mesmo período de 2023, que foi de 19,6 mil toneladas. A maior parte do trigo importado vem do Paraguai, seguido pela Argentina, que, desde 2018, têm suprido a demanda paranaense.

Além disso, o déficit de trigo no Paraná pode ser parcialmente atendido por outros estados, especialmente o Rio Grande do Sul, que já colheu mais da metade de sua safra, com resultados superiores aos do Paraná em volume e qualidade.





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News

Agricultura busca transformação para enfrentar mudanças climáticas


Pelo terceiro ano consecutivo, o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) trouxe para a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), em Baku, no Azerbaijão, a Casa da Agricultura Sustentável. É um espaço de debates sobre como o setor pode se transformar para enfrentar as mudanças climáticas.

O desafio vai muito além de novas práticas para a produção, afirma o diretor-presidente do IICA, Manuel Otero (foto). Para ele, é necessário também mostrar para o mundo que o setor é capaz de se comprometer com a sustentabilidade do planeta.

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“Para isso trabalhamos em diferentes dimensões. Uma delas está numa nova geração de políticas públicas que reconheçam os novos limites da agricultura como um setor que tem que ser ambientalmente responsável, nutricionalmente inteligente, que acompanhe o que ocorre no comércio internacional, mas também socialmente responsável. Além disso, estamos construindo uma nova narrativa”, disse.

Nessa direção, o IICA trouxe para o Azerbaijão visões e modelos de sucesso que ocorrem nos 34 países das Américas que integram a instituição. Ao longo dos 12 dias de conferência, o espaço receberá mais de 50 painéis e diálogos envolvendo a participação de centenas de produtores, acadêmicos e representantes de instituições governamentais e da sociedade civil.

Modelos

Entre eles, o ministro do Desenvolvimento Agrário do Brasil, Paulo Teixeira, que participou do painel Ação Climática: vozes dos produtores na luta contra a mudança climática.

Na apresentação, o ministro fez um balanço dos últimos quatro meses do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com a incrementação da produção de alimentos a partir do financiamento de iniciativas com menos emissões de gases do efeito estufa.

Na comparação com 2023 – os últimos quatro meses terminados em outubro -, segundo o ministro, os resultados já podem ser notados.

“Aumentamos em 28,5% o financiamento para a agricultura orgânica e agroecológica em uma redução de 23,7% para a agricultura transgênica. Nós também tivemos um crescimento de 20% em máquinas, equipamentos e implementos – R$ 6,3 bilhões no financiamento de máquinas para o pequeno agricultor. Tivemos um crescimento na produção de feijão, cebola, batata, repolho, cenoura e uma redução na produção de soja na agricultura familiar de 14%”, detalhou.

Junto com o Centro Agronômico Tropical de Pesquisa e Ensino (Catie) e RCC Caribbean – organização criada na estrutura da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança Climática para dar apoio aos pequenos estados insulares, particularmente mais vulneráveis às mudanças climáticas – o IICA também realizou, pela primeira vez, um painel dentro da programação oficial de abertura da COP29.

Financiamento

Com o título Adaptação pela Abordagem de Soluções Baseadas na Natureza para Medir a Vulnerabilidade e os Riscos na Região da América Latina e Caribe, o encontro debateu como tornar a agricultura mais sustentável e resiliente às mudanças climáticas.

“O que nós queremos é ter sustentabilidade. Essa sustentabilidade só acontecerá se tivermos uma visão de transformar o setor produtivo agrícola brasileiro e isso não vai acontecer por geração espontânea. Isso vai acontecer com uma estratégia de políticas públicas e de financiamento, que viabilize essa transição”, afirmou o ex-diretor geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), Roberto Azevedo.

Para ele, a criação de um marco regulatório com diversos instrumentos que recompensem financeiramente os investimentos na transição para a economia verde é uma forma de tornar o setor mais comprometido com formas de produção sustentáveis.

“Se você tem um sistema regulatório que prevê uma remuneração mínima, uma indexação do preço do produto final, uma mistura no combustível final que atende a um determinado patamar, todos esses elementos são pequenos e parecem independentes, mas não são. Dependendo do marco regulatório que você cria, o investidor vai fazer a transformação por ser interessante para ele”, explicou.

Roberto Azevedo acrescentou que tal estrutura serviria como uma complementação aos subsídios e financiamentos estatais.

“Eu particularmente não acredito que o incentivo tenha que ser sempre uma despesa do Estado. Porque o Estado não terá dinheiro. Sobretudo em países da região – Brasil, Argentina – não são países com um orçamento infinito. Essa transição tem que ser feita de forma inteligente, com um marco regulatório que ajude e promova, incentive [para que] o investimento venha do próprio produtor”, explicou.

Na viabilização da descarbonização da agricultura, Azevedo aponta ainda outro elemento complementar para as formas de financiamento que seria o desenvolvimento tecnológico do setor.

“Quando se fala de sustentabilidade, a tecnologia e a inovação têm um papel importantíssimo e elas estão mudando dia a dia. O que hoje é sustentável não é que vai passar a não ser. Você encontrará métodos de produção, tecnologias mais modernas que vão melhorar e acelerar essa transição. Então, não é um processo estático, é um processo dinâmico. A cada momento, a cada dia, aparece uma nova inovação, uma nova forma de produção”, acrescentou.

COP30 em Belém

Segundo Manuel Otero, além da troca de experiências, a IICA também trabalha para criar conexões entre as pessoas que podem promover essa transformação da agricultura. Uma reunião com o governador do Pará, Helder Barbalho, que receberá a COP30, em 2025, em Belém, também buscou alinhar, em Baku, as agendas para que o próximo encontro da Junta Interamericana de Agricultura, com os 34 ministros da Agricultura nas Américas, a cada dois anos, seja realizado em Belém, na agenda pré-COP.

Segundo Otero, acelerar a transição é uma urgência que deve ser compreendida pelo setor e fundamentada no bem-estar das próximas gerações. “O IICA se considera uma instituição construtora de pontes. Temos que fortalecer as pontes entre o agro e o meio ambiente, entre as cidades, as zonas rurais. Então, pequenos agricultores e médios produtores, grandes produtores, todos temos que ir atrás da causa do desenvolvimento sustentável. Todos, e ninguém pode ficar de fora, ninguém pode ficar para trás”, conclui.

Para o governador paraense, a proximidade do setor da agricultura com a pauta ambiental trará novas oportunidades para acelerar a transição em direção a uma economia mais sustentável.

“O uso da terra representa 96% das emissões em território paraense. Portanto, trabalhar para que haja um melhor uso da terra certamente está dentro das estratégias centrais para que o Pará possa reduzir as suas emissões”, disse.



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News

Mala localizada próximo à Câmara não tinha explosivos



A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) localizou, na manhã desta sexta-feira (15), uma mala considerada suspeita nas proximidades de um dos anexos da Câmara dos Deputados. Em nota, a corporação informou que o Esquadrão Antibomba, em meio a um patrulhamento preventivo na área, acionou a Operação Petardo, especializada em explosivos, para analisar o objeto.

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“Após avaliação técnica, foi constatado que a mala não continha explosivos. A área foi liberada em seguida e a situação voltou à normalidade”, destacou a PMDF no comunicado.

A Operação Petardo define procedimento padrão executado pela corporação para ocorrências onde há suspeita de artefato explosivo.

Na quarta-feira (13), a Praça dos Três Poderes foi alvo de explosões, no Supremo Tribunal Federal (STF) e em um dos estacionamentos da Câmara dos Deputados.

O responsável pelos atentados, identificado como Francisco Wanderley Luiz, morreu no local de uma das explosões.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do açúcar fecha em baixa


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), nesta quarta-feira (13), os contratos futuros de açúcar registraram quedas nas principais bolsas internacionais, influenciados pela alta do índice do dólar, segundo analistas consultados pela Reuters. O contrato de março/25 na ICE Futures de Nova York fechou em 21,17 centavos de dólar por libra-peso, queda de 18 pontos ou 0,8% em comparação ao dia anterior. Já o contrato de maio/25 caiu 20 pontos, sendo negociado a 19,73 centavos de dólar por libra-peso. Outros contratos tiveram quedas entre 10 e 16 pontos.

Segundo a UDOP, na bolsa ICE Futures Europe, em Londres, o contrato para dezembro/24 foi negociado a US$ 538,20 a tonelada, recuando US$ 4,80 em relação ao valor anterior. O contrato para março/25 registrou queda de US$ 7,60, fixando-se em US$ 549,30 a tonelada. Outras posições apresentaram recuos entre US$ 2,80 e US$ 5,70.

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No Brasil, as cotações do açúcar cristal também registraram queda, conforme dados do Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 167,19, ante R$ 167,53 do dia anterior, apresentando uma leve desvalorização de 0,20%.

Em contraste com o açúcar, o etanol hidratado manteve uma tendência de alta pelo sexto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. Nesta quarta-feira, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.758,00 por metro cúbico, contra R$ 2.737,50 do dia anterior, representando uma valorização de 0,75%. No acumulado de novembro, o indicador já soma um aumento de 1,92%, conforme divulgou a Udop.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Rússia diz que a colheita deste ano é de cerca de 85 milhões de toneladas de…


Logotipo Reuters

MOSCOU, 8 de outubro (Reuters) – A Rússia, maior exportadora mundial de trigo, colheu até agora cerca de 85 milhões de toneladas métricas de trigo e 120 milhões de toneladas de grãos em peso bruto de 90% da área semeada, disse a ministra da Agricultura, Oksana Lut, na terça-feira.

A Rússia previu oficialmente a colheita de grãos deste ano em 132 milhões de toneladas, uma queda de 11% em relação aos 148 milhões de toneladas em 2023 e uma queda de 16% em relação ao recorde de 158 milhões de toneladas em 2022.

No entanto, após o mau tempo, variando de geadas no início da primavera até seca e chuva, atingir muitas regiões produtoras de grãos, a previsão está definida para uma revisão para baixo. A consultoria IKAR prevê a colheita de grãos deste ano em 124,5 milhões de toneladas.

Em comentários postados no canal Telegram do ministério, Lut disse que a qualidade do grão colhido foi melhor do que no ano passado. O ministério previu até agora que a colheita de trigo ficará entre 94 e 86 milhões de toneladas.

A Rússia colheu 92,8 milhões de toneladas de trigo no ano passado e um recorde de 104,2 milhões de toneladas em 2022 em peso limpo. O ministério da agricultura disse que anunciará sua estimativa final para a colheita deste ano em 10 de outubro.

Reportagem de Olga Popova, redação de Gleb Bryanski; edição de Barbara Lewis

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