segunda-feira, julho 27, 2026

Autor: Redação

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Terminal de grãos do Maranhão terá aporte de R$ 1 bi para expandir operação



O Ministério de Portos e Aeroportos aprovou preliminarmente a terceira fase de expansão do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), instalado no Porto do Itaqui, em São Luís, no Maranhão.

O projeto prevê investimentos de R$ 1,161 bilhão voltado à infraestrutura de operação de mais um berço de atracação, o que deve ampliar a capacidade operacional anual em mais 8,5 milhões de toneladas de grãos.

O volume será adicionado aos mais de 15 milhões de toneladas/ano de grãos atingidos pelo terminal em 2023, incluindo milho, soja em grão e em farelo.

“A aprovação do Ministério de Portos e Aeroportos é um passo muito importante do processo de expansão do Tegram que, quando concluído, terá uma capacidade muito maior para ampliar as exportações do agronegócio brasileiro e consolidar o Porto do Itaqui como maior complexo exportador de grãos do Arco Norte brasileiro”, afirma o presidente do Consórcio Tegram-Itaqui, Marcos Pepe Bertoni.

De acordo com ele, o porto está se preparando para suportar o crescimento da safra agrícola da região do Mapito (Maranhão, Piauí e Tocantins), além do nordeste de Mato Grosso para os próximos anos.

Segundo Bertoni, o projeto da terceira fase de expansão já foi aprovado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), e aguarda aprovação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Estrutura do terminal portuário

Para armazenamento, o complexo do Tegram-Itaqui conta com quatro armazéns com capacidade estática de 500 mil toneladas de grãos (sendo 125 mil toneladas por armazém).

Em sua primeira fase, iniciada em 2015, operou um berço de atracação com uma infraestrutura e equipamentos incluindo um shiploader, moegas rodoviárias com oito tombadores (dois em cada armazém) que permitem receber mais de 950 caminhões ao dia e moega ferroviária com capacidade para descarregar quatro vagões simultaneamente.

Já na fase 2, em 2018, passou a operar um berço de atracação adicional, ampliando a sua capacidade operacional.



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Recordes à vista? Confira qual a projeção da soja para 2025



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou suas projeções para o complexo da soja em 2025, com crescimento nos números. A produção de soja deve atingir 167,7 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento pode alcançar 57 milhões de toneladas. Para o farelo de soja, a estimativa de produção é de 44 milhões de toneladas, e para o óleo de soja, 11,4 milhões de toneladas.

As exportações também devem aumentar, com 104,1 milhões de toneladas de grãos projetadas para 2025. O volume de farelo exportado pode crescer para 22,9 milhões de toneladas, enquanto o de óleo de soja deve se manter em torno de 1 milhão de toneladas.

Além disso, as exportações totais do grão podem gerar US$50,8 bilhões em receita. A Abiove também prevê aumento nas importações de óleo de soja, que devem chegar a 150 mil toneladas, e a importação de 500 mil toneladas para complementar o mercado.

Atualizações de 2024

As estatísticas até setembro de 2024 indicam que a produção se manteve estável em 153,3 milhões de toneladas, com o esmagamento de 54,5 milhões de toneladas. A produção de farelo e óleo não teve grandes mudanças.

Processamento mensal

Em setembro de 2024, o processamento de soja foi de 4,1 milhões de toneladas, uma queda de 5,5% em relação a agosto, mas um aumento de 2,4% frente a setembro de 2023. No acumulado do ano, o processamento apresentou uma redução de 0,3% comparado ao ano anterior.

Exportação e importação

As exportações de soja em 2024 devem crescer 0,5%, atingindo 98,3 milhões de toneladas. As exportações de farelo e óleo de soja devem permanecer em 22,1 milhões de toneladas e 1,3 milhão de toneladas, respectivamente.



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Há boa tendência para a bandeira tarifária verde em dezembro, diz diretor da Aneel



O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, disse nesta terça-feira (19), que há uma “boa tendência” para o acionamento da bandeira tarifária verde no mês de dezembro, com melhora nas condições hidrológicas e redução do preço de energia.

Os fatores que acionaram a bandeira vermelha patamar 2 em outubro foram:

  • Risco hidrológico (GSF); e
  • Aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) – valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.

Foi um relaxamento nesses dois indicadores que possibilitou o acionamento da bandeira amarela no mês de novembro.

Espera pela definição da bandeira tarifária

“Temos alguns sinais, uma maior elevação de chuva, o PLD reduziu o preço. Então, esses indicativos, nos dão uma boa tendência. O resto é torcida. Eu estou torcendo para que a bandeira seja verde e que ela fique verde durante muito tempo”, disse, em conversa com jornalistas na sede da Aneel. “Tem que esperar chegar o fim de novembro (para a definição)”, complementou.

Os contratos de energia para dezembro apresentaram queda de 16,53%, conforme relatórios da plataforma BBCE. O retorno da bandeira tarifária verde em dezembro deste ano está sendo projetado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) desde o início do mês.



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Bom desenvolvimento das lavouras brasileiras da soja pressiona Chicago



A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) opera com preços em queda para o grão e o óleo de soja, enquanto o farelo apresenta cotações mistas. De acordo com a Safras & Mercado, o mercado é pressionado pelo bom desenvolvimento das lavouras de soja no Brasil, que se beneficia de condições climáticas favoráveis, e espera-se que a competitividade com a produção brasileira aumente no início de 2025.

A valorização do dólar frente às moedas também impacta as cotações da soja. Além disso, os temores relacionados à política externa do presidente dos EUA, Donald Trump, seguem gerando incertezas no mercado, o que influencia ainda mais o movimento das cotações.

Contratos futuros da soja

No caso dos contratos futuros de soja, a posição para janeiro de 2025 registrava preço de US$ 10,02 1/4 por bushel, uma queda de 7,50 centavos de dólar por bushel ou 0,74%. Já a posição para março de 2025 era cotada a US$ 10,12 1/2 por bushel, uma retração de 6,50 centavos de dólar por bushel ou 0,63%.

No mercado do farelo de soja, o contrato de janeiro de 2025 apresentou um aumento de US$ 0,60 por tonelada, cotando US$ 292,50 por tonelada, alta de 0,17%. Por outro lado, a posição de dezembro de 2024 para o óleo de soja foi negociada a 45,27 centavos de dólar por libra-peso, apresentando uma desvalorização de 0,34 centavo de dólar, ou 0,74%.



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Brasil avança em produção e exportações


A produção de amendoim no Brasil para a safra 2024/2025 está estimada em 1,042 milhão de toneladas, representando um aumento de 42,1% em relação à safra anterior, conforme divulgado por Isan Rezende, Presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (FEAGRO MT), e do Instituto do Agronegócio. Além disso, a área plantada deve crescer 6,2%, alcançando 271,2 mil hectares, comparados aos 255,4 mil hectares da safra 2023/2024. O aumento da produtividade também é significativo, com projeção de 3.846 kg/ha, um incremento de 33,9% sobre o ano passado.

Um fator importante para esse aumento de produtividade foi a adoção de sementes certificadas e registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), substituindo as tradicionais “sementes salvas”. Essa mudança contribuiu para um melhor desempenho das lavouras, garantindo uma produção mais eficiente e de maior qualidade. Os agricultores de São Paulo continuam sendo responsáveis por 90% da produção nacional de amendoim, com destaque para os municípios de Tupã, Marília, Jaboticabal e Presidente Prudente.

Apesar de São Paulo continuar sendo o maior produtor, a fronteira agrícola do amendoim tem se expandido para outros estados, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Triângulo Mineiro e Goiás. Esse crescimento é impulsionado pela demanda crescente do setor, especialmente pela indústria de chocolates, amendoins e balas, conforme apontado pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab). O Brasil ocupa atualmente a sexta posição mundial na produção de amendoim, atrás de países como China, Índia e Estados Unidos.

Em relação às exportações, o Brasil se destaca como líder mundial no envio de óleo de amendoim, especialmente para o setor farmacêutico. No entanto, o país ainda enfrenta desafios relacionados à evolução dos equipamentos de colheita. 





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Veja os números do plantio da safra 2024/25 de soja no Brasil



O plantio da safra 2024/25 de soja no Brasil atingiu 73,8% da área até 17 de novembro, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, o índice era de 66,1%, e no mesmo período de 2023, estava em 65,4%. As condições climáticas, nesse período inicial, favorecem as atividades de preparo do solo e o plantio.

Segundo a companhia, as projeções levam para um aumento na área plantada em torno de 2,6%, chegando a 47,36 milhões de hectares destinados à cultura, e recuperação nas produtividades médias das lavouras de 9,6%. Esse cenário aponta para uma produção estimada em 166,14 milhões de toneladas.

A área cultivada com soja deve atingir 47,36 milhões de hectares, representando um aumento de 2,6% em relação à safra passada. A produtividade também deve crescer, com uma estimativa de 3.508 quilos por hectare, refletindo boas condições climáticas e um bom desempenho das lavouras.

As exportações de soja seguem fortes, com 94,2 milhões de toneladas exportadas de janeiro a outubro de 2024, e uma projeção de aumento para 98 milhões de toneladas para a safra 2023/24, impulsionadas pela demanda externa e pela valorização do dólar.



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Lei Antidesmatamento e os desafios para os produtores de soja



Na quinta-feira (14), o Parlamento da União Europeia adiou a aplicação da Lei Antidesmatamento entre 12 e 18 meses. Diante disso, a Aprosoja MT reagiu e afirmou que, apesar da prorrogação até 2025/2026, as dificuldades da legislação persistem. O presidente da associação, Lucas Costa Beber, afirmou que a lei continua a ser um obstáculo para os produtores brasileiros da soja.

Beber ressaltou que, embora o adiamento dê mais tempo, o regulamento da UE coloca o Brasil em desvantagem, ao exigir altos custos de conformidade, o que pode afetar a competitividade da produção nacional.

Desafios para os produtores da soja

A Lei Antidesmatamento estabelece critérios ambientais e barreiras comerciais para países em desenvolvimento, como o Brasil, impondo exigências rigorosas de rastreabilidade para produtos agrícolas, especialmente a soja e o milho. Com um caráter protecionista, o regulamento busca eliminar o desmatamento das cadeias de suprimento, o que coloca o Brasil em uma posição desvantajosa, uma vez que o país ainda preserva grandes áreas de vegetação nativa.

“Isso abre uma vantagem para os países da União Europeia, que têm um baixo risco de desmatamento, porque não há mais áreas com vegetação nativa em locais cultiváveis. Para nós, produtores brasileiros, especialmente aqui no estado de Mato Grosso, isso é um desafio que ainda precisa ser resolvido”, afirma Beber.

Com o adiamento da lei, o setor tem agora um período extra para se preparar para as exigências, mas as implicações comerciais continuam a se desenhar como uma ameaça, principalmente no que diz respeito à rastreabilidade e segregação dos produtos agrícolas. A Aprosoja-MT alerta que o custo elevado dessas medidas pode afetar diretamente a competitividade da produção brasileira no mercado internacional.

Sustentabilidade

Beber destaca que o adiamento da lei deve ser visto como uma chance de os produtores brasileiros reforçarem seu compromisso com práticas sustentáveis, como o plantio direto e programas de conformidade ambiental, como o Soja Legal.

No entanto, o grande desafio segue sendo o custo dos sistemas de rastreabilidade exigidos pela União Europeia. A Aprosoja-MT busca evitar que esses custos sejam repassados aos produtores, esperando que as tradings absorvam parte da carga.

Impacto econômico

A rastreabilidade e segregação de lotes podem criar barreiras comerciais para o Brasil. Beber defende que as tradings e compradores internacionais assumam a maioria dos custos adicionais, para que o Brasil não perca competitividade no mercado global. Ele enfatiza que, se for necessário criar uma logística paralela, os custos devem ser assumidos pela União Europeia e seus consumidores, sem sobrecarregar os produtores brasileiros.



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Nova frente fria leva chuva intensa ao Sul, Sudeste e até ao Nordeste; veja quando



A segunda quinzena de novembro reserva muita chuva para o Brasil. de acordo com a Climatempo, uma frente fria avança pela costa da região Sul e nesta quarta-feira (20) já estará em São Paulo. Entre quinta (21) e sexta-feira (22), avança pela costa do Sudeste chegando ao Espírito Santo.

A meteorologia prevê pancadas de chuva por quase todo o Brasil, mas a semana começa com a chuva fica concentrada na região Sul, principalmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Nesta terça-feira (19), tem alerta para temporais para a maioria das áreas dos dois estados. Também tem risco de chuva forte para os estados do Centro-Oeste, Amazonas, Rondônia e Acre. Até a quarta-feira, a chuva será intensa em vários momentos, com raios e ventos fortes, em todas estas áreas.

Avanço da frente fria

Na quarta-feira, a frente fria avança para o litoral de São Paulo e no caminho faz a chuva aumentar no Paraná. De quarta para quinta-feira, a chuva vai aumentar lentamente no Sudeste, começando por São Paulo.

Entre quinta e sexta-feira, a frente fria avança pela costa do Sudeste e vai ajudar a trazer o fluxo de umidade da Amazônia para o Sudeste. Segundo a Climatempo, isso fará aumentar a chuva em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

No próximo fim de semana, essa frente fria continua se deslocando em direção ao Espírito Santo chegando à Bahia. De acordo com os meteorologistas, o corredor de umidade vai ser ainda mais direcionado para o Centro-Oeste, Tocantins e parte do Nordeste, fazendo a chuva aumentar também nessas áreas. As condições para chuva devem se amplair na Bahia e até Sergipe e Piauí.

Sem onda de calor

Novembro está sendo um mês com muita nebulosidade e chuva frequente, e por isso não tem ocorrido extremos de calor. A falta de calor está sendo notada e muita gente pergunta se ainda teremos alguma onda de calor este mês.

A Climatempo informa que não há expectativa de onda de calor, mas alguns picos de alta temperatura, como o que ocorreu no fim de semana passado no Rio Grande do Sul.

“Na última semana de novembro, teremos alguns picos de calor por conta de uma situação pré-frontal. Nos últimos dias do mês vamos ter uns dias dias mais quentes no Sul e Sudeste. Vai esquentar em Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, mas não será uma onda de calor”, afirma Ana Clara Marques, da equipe de previsão climática da Climatempo.



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Fertilizantes organominerais podem garantir aroma e sabor diferenciados no café


O Brasil, líder mundial na produção e exportação de café, não se destaca apenas pela quantidade – cerca de 69,9 milhões de sacas estimadas para a safra 2024/25 – mas também pela qualidade dos grãos. Cada vez mais, a busca por uma produção sustentável tem incentivado cafeicultores a adotarem tecnologias inovadoras, como os fertilizantes organominerais, que prometem melhorar o manejo do solo e elevar a qualidade final do produto.

Maycon Cardoso, produtor de Brejetuba, na região serrana do Espírito Santo, é um exemplo de como esses insumos estão revolucionando a cafeicultura. Brejetuba, reconhecida como a maior produtora de café arábica do estado, também lidera em inovações. “Os fertilizantes químicos funcionam bem, mas são menos sustentáveis. Por isso, optei pelos organominerais, que trazem benefícios não só para a planta, mas também para a preservação do solo”, afirma Maycon.

Maycon começou a utilizar fertilizantes à base de matéria orgânica, como a proveniente de camas de aves, para preparar o solo antes do plantio. Trinta dias depois, aplicou bioorganominerais no manejo de cobertura. “São nutrientes essenciais para o café, e acredito que esse manejo sustentável pode até mesmo resultar em grãos com aroma e sabor diferenciados, o que o mercado valoriza muito”, projeta.

A tecnologia por trás dos fertilizantes organominerais combina nutrientes orgânicos e minerais, melhorando as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo. Além disso, essa prática está alinhada à economia circular, já que reutiliza resíduos como as camas de aves, que poderiam ser descartados.

Nilton Rezende Junior, consultor de cafeicultura, explica que a utilização de fertilizantes organominerais reduz a necessidade de insumos químicos, o que beneficia tanto o meio ambiente quanto a competitividade do café brasileiro no mercado internacional. “O consumidor busca cada vez mais produtos com baixa pegada ambiental, e certificações que garantem isso são valorizadas”, destaca.

Segundo especialistas, fertilizantes organominerais contribuem para o desenvolvimento de plantas mais resilientes e produtivas. “As plantas precisam de pelo menos 16 nutrientes para um ciclo completo, e esses insumos oferecem até 13 deles. Isso reflete diretamente na produção de alimentos mais nutritivos e saudáveis”, explica Alex Becker, doutor em Solos.





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Exporta Mais Amazônia conecta empresas do Norte a compradores internacionais em Belém



De 19 a 22 de novembro, Belém, no Pará, sediará a segunda edição do Exporta Mais Amazônia, programa criado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) para impulsionar as exportações de produtos sustentáveis e de alto valor agregado da Amazônia.

Participarão do evento 33 empresas da região Norte e 15 importadores de 12 países, incluindo Índia, China, Suíça, Rússia e Emirados Árabes Unidos.

O foco desta edição será nos setores de castanhas, temperos, geleias, molhos e açaí. O programa, que em 2023 movimentou mais de R$ 50 milhões em negócios durante sua primeira edição em Rio Branco (AC), tem como objetivo fortalecer a presença de produtos amazônicos no mercado global.

Visitas técnicas e rodadas de negócios

Os compradores internacionais realizarão visitas técnicas a polos produtivos da região no dia 19 de novembro, conhecendo o processo produtivo de empresas como a fábrica de açaí 100% Amazônia, a Horta da Terra, especializada em temperos, e a Mutran Exportadora, que trabalha com castanha-do-Brasil. Também está prevista uma visita à Ilha do Combu, no dia 20, onde os participantes terão a oportunidade de imersão na biodiversidade amazônica.

Segundo André Laudemir Muller, gerente de agronegócio da ApexBrasil, essas visitas são estratégicas para aumentar a confiança dos compradores. “Ao ver de perto o processo produtivo – a floresta, o extrativismo e o beneficiamento – os compradores se engajam mais com a questão socioambiental da Amazônia”, afirmou.

As rodadas de negócios ocorrerão no dia 21, na sede do Senai, onde as empresas locais terão suporte técnico para negociar diretamente com os importadores.

Amazônia em foco global

Jorge Viana, representante da ApexBrasil, destacou a importância do evento para a internacionalização da produção amazônica. “Esse programa aproxima o empresariado amazônico dos mercados internacionais e organiza o setor produtivo para mostrar ao mundo o potencial da região”, disse.



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