quarta-feira, julho 15, 2026

Autor: Redação

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Óleo de soja registra alta de 9,7% em todo o país


O tradicional óleo de cozinha, proveniente da soja, ficou mais caro no mês de novembro para os consumidores brasileiros. É o que indica o novo levantamento “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid.

Segundo o estudo, o preço médio do produto registrou aumento de 9,7%, passando de R$ 8,26, em outubro, para R$ 9,06 no mês passado.

As proteínas animais, por sua vez, acompanharam essa elevação: a carne bovina teve um incremento de 7,2%, enquanto a suína subiu 6,1% – ambas vêm de uma trajetória de seguidas altas nos últimos quatro meses, observa a pesquisa.

“Essa tendência de elevação contínua nos preços pode alterar o comportamento de consumo, com os brasileiros buscando alternativas mais baratas ou reduzindo o volume de compras”, afirma a head de Customer Success e Insights da Neogrid, Anna Fercher.

“São mudanças que afetam a dinâmica da cesta de consumo, assim como a cadeia de abastecimento, exigindo uma gestão ainda mais estratégica para atender à demanda de forma eficiente e sustentável.”

Altas e quedas

Produtos como legumes e xampu também registraram elevações em seus preços de 3,1% e 2,9%, respectivamente.

Em contrapartida, as categorias que apresentaram as maiores quedas no valor médio entre outubro e novembro foram:

  • Leite UHT (-3,5%);
  • Farinha de mandioca (-3,1%);
  • Creme dental (-3%);
  • Farinha de trigo (-2,7%); e
  • Leite em pó (-2,6%)

Maiores aumentos em 2024

CaféCafé
Foto: Fabiano Bastos/Embrapa

No acumulado do ano até novembro, o café em pó e em grãos continua na liderança das variações de aumento de preços em todo o país, conforme o estudo da Neogrid. O produto teve alta de 38%, passando de R$ 36,89, em dezembro de 2023, para R$ 50,90 neste último monitoramento.

Em segundo lugar, aparece o óleo (27,2%), seguido pelo leite UHT (20,6%), carnes suínas (20,4%) e queijos (20,1%).



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AgroNewsPolítica & Agro

Sojicultor: proteja seus lucros



Há fatores que podem pressionar os preços para baixo



Entre os fatores que podem impulsionar os preços da soja, destaca-se a redução na área plantada na Argentina
Entre os fatores que podem impulsionar os preços da soja, destaca-se a redução na área plantada na Argentina – Foto: Pixabay

Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de soja enfrenta uma perspectiva de aumento significativo na oferta global para a próxima temporada, conforme dados do USDA em dezembro. Esse cenário aponta para uma tendência de queda nos preços, tanto no Brasil quanto no mercado internacional. Diante disso, a recomendação é que os produtores busquem proteção para seus lucros atuais por meio de posições de PUT na B3, em São Paulo, antes que os preços recuem ainda mais.

Entre os fatores que podem impulsionar os preços da soja, destaca-se a redução na área plantada na Argentina. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires ajustou a projeção de 18,6 para 18,4 milhões de hectares, devido às margens apertadas que favoreceram culturas alternativas. Apesar disso, 96% da soja argentina encontra-se em condições normais ou excelentes, embora com ligeira queda em relação à semana anterior.

Outro fator positivo é o aumento dos direitos de exportação de óleo de palma pela Indonésia, o que pode beneficiar outros óleos vegetais, incluindo o óleo de soja. Além disso, uma possível redução no esmagamento de soja nos Estados Unidos, caso políticas favoreçam combustíveis fósseis, pode elevar a demanda pelo farelo brasileiro, impactando positivamente os preços no Brasil. Internamente, o aumento da mistura de biodiesel de B14 para B15 mantém a demanda aquecida, garantindo bons lucros para os produtores em diversas regiões.

Por outro lado, há fatores que podem pressionar os preços para baixo. O relatório semanal do USDA mostrou exportações de soja dos EUA em níveis inferiores às expectativas, com 978,4 mil toneladas vendidas na última semana analisada, representando uma queda de 31% em relação ao período anterior e 47% abaixo da média das últimas quatro semanas. Esse desempenho decepcionante coloca pressão adicional sobre o mercado. No Brasil, a expectativa de uma safra recorde acima de 170 milhões de toneladas deve contribuir para reduzir os preços, tanto no mercado interno quanto no externo, mesmo diante de uma demanda consistente.

 





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Abertura Nacional da Colheita da Soja: confira detalhes do evento!



Você é o nosso convidado(a) para participar da Abertura Nacional da Colheita da Soja – Safra 2024/25! O evento ocorrerá no dia 7 de fevereiro de 2024, a partir das 9h (horário de Brasília), diretamente da Fazenda Esperança, em Santa Carmem, na região de Sinop (MT). Este ano, além da participação presencial, o evento será transmitido ao vivo pelo Canal Rural.

A programação do evento inclui importantes debates sobre sustentabilidade, biocombustíveis, COP 30, entre outros temas essenciais para o setor agropecuário. O evento também marcará a celebração dos 20 anos da Aprosoja Mato Grosso, associação fundamental no fortalecimento da sojicultura no estado e no Brasil.

A Abertura Nacional da Colheita da Soja

Para participar da Abertura Nacional da Colheita da Soja, acesse o formulário. No site, você encontrará uma seção de inscrições, onde deverá preencher seus dados pessoais, como nome, e-mail, telefone, e a opção de receber notícias sobre soja, para ficar por dentro das novidades e tendências do mercado. Não perca!



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Mercado da soja deve ter dia parado; veja projeções



O mercado brasileiro de soja deve registrar mais um dia de poucos negócios, tendência que tem se repetido nas últimas sessões do ano. Com a aproximação do Ano Novo, a expectativa é de que os investidores sigam ausentes, contribuindo para a falta de movimentação no mercado.

Além disso, os dois principais formadores de preços estão operando em direções opostas, o que favorece o atual cenário de escassez de interesse comercial. Enquanto a Bolsa de Chicago apresenta uma alta, o dólar perde força frente ao real, criando um ambiente de cautela.

No mercado físico da soja, os preços operaram de forma mista no Brasil, com oscilações discretas. Muitas praças continuam se ajustando aos valores da safra nova. A Bolsa de Chicago, por sua vez, apresentou uma leve queda no dia, enquanto o dólar teve uma leve alta, resultando em um cenário misto para os prêmios de soja.

O pagamento para o curto prazo segue com prêmios positivos, mas, a partir de março, a curva se mantém negativa, embora de forma moderada. De maneira geral, a semana foi marcada pela escassez de ofertas disponíveis no mercado.

Em algumas praças do Brasil, os preços da soja apresentaram variações. Em Passo Fundo (RS), o valor da saca de 60 quilos caiu de R$ 133,50 para R$ 133,00. Na região das Missões, a cotação recuou de R$ 135,00 para R$ 134,00 a saca, enquanto no Porto de Rio Grande, o preço diminuiu de R$ 141,00 para R$ 139,00. No Paraná, em Cascavel, a saca desvalorizou de R$ 132,00 para R$ 130,00, e no porto de Paranaguá, o preço recuou de R$ 139,00 para R$ 137,00.

Em outras regiões, as oscilações foram um pouco diferentes. Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 117,00 para R$ 119,00, enquanto em Dourados (MS), o preço caiu de R$ 132,00 para R$ 129,00. Já em Rio Verde (GO), o preço se manteve estável, permanecendo em R$ 126,00.

Soja em Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago registrou alta de 0,93% para a posição março/25, cotada a 9,99 centavos de dólar por bushel. A fraqueza do dólar frente a outras moedas fez com que o mercado se firmasse em território positivo, com investidores aproveitando a oportunidade para se posicionar, aproveitando o momento antes do fechamento do ano. No entanto, as cotações vinham sendo pressionadas nas últimas semanas devido ao otimismo em relação à produção de soja no Brasil, maior fornecedor global da commodity.

Câmbio

O dólar comercial registrou uma baixa de 0,60%, cotado a R$ 6,1530. O Dollar Index, que mede a força do dólar frente a outras moedas, também teve queda de 0,17%, alcançando 107,82 pontos.

Indicadores financeiros

As principais bolsas da Ásia encerraram o dia de forma mista, com Xangai subindo 0,21%, enquanto o Japão fechou em queda de 0,96%. As bolsas europeias também operaram de maneira mista: Paris avançou 0,72%, Frankfurt recuou 0,09%, e Londres teve uma leve queda de 0,08%. O mercado de petróleo, por outro lado, operou em alta, com o barril do WTI negociado a US$ 70,92, uma alta de 0,45%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja em Chicago encerra semana com saldo positivo


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou o dia em baixa, refletindo a fraca demanda e a realização de lucros após altas recentes, segundo análise da TF Agroeconômica. O contrato de janeiro, referência para a safra brasileira, caiu 0,81% ou 8,00 cents/bushel, encerrando a $980,00. Já o contrato de março recuou 0,75% ou 7,50 cents/bushel, cotado a $998,75. O farelo de soja para janeiro teve queda de 1,57%, cotado a $300,9/ton curta, enquanto o óleo de soja fechou em alta de 0,13%, a $39,52/libra-peso.  

A baixa desta sexta-feira foi atribuída ao relatório fraco de vendas para exportação, divulgado pelo USDA. Os dados mostraram vendas de 978,4 mil toneladas da safra 2024/25 até 19 de dezembro, o menor volume do ano comercial, representando uma queda de 47% em relação à média das quatro semanas anteriores. Para a safra 2025/26, foram vendidas 125 mil toneladas, totalizando 1,103 milhão de toneladas, abaixo das expectativas de mercado, que variavam de 1,37 a 1,9 milhão de toneladas.  

Apesar do desempenho negativo do dia, a semana foi marcada por saldo positivo para a soja, com o farelo se destacando como o grande impulsionador das cotações nas sessões anteriores. Contudo, a ausência de grandes dados e o fraco relatório de exportações levaram os investidores a realizarem lucros, encerrando o ano com cautela.  O mercado segue atento às movimentações de demanda e aos próximos relatórios de exportação para avaliar o impacto nas cotações, especialmente diante das expectativas para o início da colheita da safra brasileira, que poderá trazer novos direcionamentos.  

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Fim de ano trava mercado da soja


O mercado da soja do Rio Grande do Sul registrou pouco movimento no estado com festas de final de ano, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 141,00 para entrega em novembro, e pagamento 15/01, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 30/01. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 30/01. R$ 134,00 Ijuí – Pagamento em 30/01. R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 30/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina já plantou 94% da área prevista para a primeira safra, superando os 91% da semana passada e os 92% registrados no mesmo período do ano anterior. O avanço é destacado pela proximidade da conclusão da semeadura, restando apenas áreas em regiões de maior altitude. O preço da saca de soja no porto foi cotado a R$ 135,00, enquanto em Chapecó o valor registrado foi de R$ 131,50. 

Compradores afastados e vendedores sem grãos no interior do estado do Paraná. “Para entregas no Porto de Paranaguá, os compradores indicavam R$ 140 CIF para janeiro e fevereiro, enquanto os vendedores pediam R$ 145, sem evolução nas negociações. No spot da soja em Ponta Grossa, os preços oscilaram entre R$ 138 e R$ 140 por saca CIF, mas a liquidez foi baixa, com compradores afastados e vendedores sem grãos. Em Maringá, no disponível, as indicações chegaram a R$ 135 por saca FOB, para retirada imediata e pagamento em janeiro, mas sem negócios reportados”, completa.

Comercialização parada no Mato Grosso do Sul com as festas de final de ano. “Em Dourados, a soja encerrou o dia sem movimentação. No spot, as indicações de compra ficaram em R$ 135 por saca FOB, para retirada imediata e pagamento em janeiro, mas não houve negócios registrados. A maioria dos agentes já encerrou as atividades para o recesso típico desta época do ano”, indica.

O Mato Grosso tem estoques zerados e programações já concluídas. “Em Rondonópolis, as propostas de compra ficaram em R$ 128 por saca FOB para embarque imediato e pagamento em janeiro, mas as negociações estão paradas. Estoques zerados e programações já concluídas limitaram o mercado spot, enquanto as atenções de tradings e produtores se voltaram à safra 2024/25. Em Nova Mutum, não houve indicações no spot, apenas para a safra 2024/25”, conclui.

 





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Ano de 2024 escancarou o dinamismo do mercado pecuário, diz analista



O mercado físico do boi gordo se aproxima do final de 2024. Para o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, uma palavra definiu o mercado pecuário: volatilidade.

Além disso, o ano expôs uma importante característica do setor nesta terceira década do século 21: o dinamismo.

Conforme ele, houve uma agressiva oscilação dos preços ao longo dos 12 meses. “O primeiro semestre foi marcado pelo clássico movimento, com as cotações mínimas sendo atingidas no segundo trimestre, período marcado pelo auge da safra do boi gordo”, avalia.

Iglesias comenta que os abates foram um capítulo à parte no setor, com o ano de 2024 sendo pautado por um volume recorde, com destaque pela ampla participação de fêmeas.

De acordo com dados da inspeção federal, estadual e municipal, devem ser abatidos mais de 38,6 milhões de bovinos no ano, crescimento aproximado de 13% frente a 2023.

Cenário de preços do boi em 2024

Mesmo com um abate tão amplo, os preços encontraram espaço para recuperação em boa parte do segundo semestre. O movimento foi bastante explosivo, com a arroba do boi gordo estabelecendo um novo ponto de máxima histórica.

“Como seria possível altas tão explosivas em um ano de amplo abate? A resposta está na demanda. A quantidade de carne embarcada foi impressionante, também estabelecendo um recorde histórico, com aproximadamente 40% da produção brasileira destinada ao mercado internacional”, pontua o analista.

No último trimestre de 2024, período de maior demanda, a volatilidade se destacou muito, com a arroba do boi gordo simplesmente desabando após atingir o pico de preços em novembro.

“O estrangulamento da demanda doméstica justifica a queda tão drástica, pois com um cenário de maior dificuldade em relação às margens, as indústrias passaram a testar patamares de preço cada vez mais baixos”.

Mudança do mercado na década

O analista ressalta que a dimensão do movimento de queda durante o primeiro semestre, mudando para uma recuperação agressiva no terceiro trimestre não podem ser considerados habituais.

“O fato é que o mercado pecuário brasileiro ganhou dinamismo no decorrer desta década, exigindo estratégias coerentes capazes de proteger os agentes que participam do mercado da volatilidade”, sinaliza.

Para Iglesias, o ano de 2024 deixa a lição importante para a atividade pecuária de que o hedge se torna vital para que o setor consiga sobreviver perante um ambiente cada vez mais hostil e desafiador.



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Sustentabilidade e inovações no agro foram destaques do Mapa



O ano de 2024 foi marcado por avanços importantes no agro brasileiro, com destaque para políticas sustentáveis e investimentos em inovação. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI), implementou iniciativas que promoveram boas práticas agrícolas, fortaleceram o Plano ABC+ e ampliaram o uso de tecnologia no campo.

Entre as principais ações, o Governo Federal decretou a Política Nacional de Conservação e Uso Sustentável dos Recursos Genéticos para a Alimentação, Agricultura e Pecuária (PNRGAA), que visa proteger e valorizar a biodiversidade, ampliar a base genética dos programas de melhoramento e reforçar a segurança alimentar e nutricional. Outra iniciativa de destaque foi o Programa Rural + Conectado, que investiu R$ 400 milhões em infraestrutura de conectividade, levando fibra óptica, redes 4G e 5G, rádio e banda larga fixa para comunidades rurais, especialmente no Nordeste.

O agro e a sustentabilidade

No campo da sustentabilidade, foram lançados o Sistema de Informações do Plano ABC+ (Sinabc) e o Painel Florestas+, além da atualização do Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PNDF). O Programa Floresta + Sustentável e o Programa Amazônia + Sustentável também tiveram avanços, com ações de mentoria para projetos no território do Xingu e suporte à preservação ambiental.

Na área de bioeconomia, o Programa Nacional de Bioinsumos promoveu alternativas aos fertilizantes químicos, incluindo o lançamento do estudo “Bioinsumos como alternativa a fertilizantes químicos em gramíneas”. A Ceplac distribuiu mais de 7 milhões de sementes híbridas de cacau e ampliou os Sistemas Agroflorestais (SAFs), com destaque para o Pará, que implantou mais de 3.600 hectares de novas lavouras.

Outros resultados

Outros resultados incluem a emissão de 752 novos Selos Arte, a aprovação de 262 projetos no Programa Mais Leite Saudável, que recebeu mais de R$ 147 milhões em investimentos, e o reconhecimento de três novas Indicações Geográficas, como a Banana de Bom Jesus da Lapa e a Cachaça de Areia-PB. O sistema Renagro foi atualizado, com o compromisso de facilitar o cadastro de máquinas agrícolas, enquanto órgãos judiciais realizaram mais de 500 consultas na plataforma.



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Aplicativo do Serviço Geológico do Brasil traz alertas para deslizamento de terra e inundações



Lançado em maio deste ano, o aplicativo Prevenção de Desastres já conta com mais de 2 mil downloads. O sistema, desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), mapeou áreas de risco em mais de 1,7 mil municípios e traz alertas em locais que possam ter fenômenos que podem impactar a segurança da população do país.

Na interface do app, o usuário pode visualizar informações do local onde está ou selecionar áreas de interesse. Entre os dados disponíveis, estão o número de edificações da região e de pessoas em áreas de risco.

O serviço de monitoramento também permite que os usuários possam inserir informações no mapeamento de risco e cadastrar inundações ou deslizamentos que tenham presenciado. O processo deve ser feito por meio da inserção de vídeos ou fotos e a descrição do fato.

O app já estava disponível para usuários do sistema Android e está sendo ampliado para outros dispositivos. Agora, usuários dos celulares e outros dispositivos desenvolvidos para sistemas IOS (Apple) já podem baixar o aplicativo.



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Conheça a tecnologia AgroBrasil+Sustentável



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) lançaram a tecnologia Agro Brasil+Sustentável, primeira ferramenta voltada para qualificação do setor agropecuário brasileiro. Disponível gratuitamente via login Gov.br, a plataforma integra dados governamentais e do mercado, como certificações de conformidade, ajudando produtores a se adequarem às demandas socioambientais do mercado interno e externo.

Funcionamento da tecnologia

A ferramenta oferece serviços como verificação socioambiental de propriedades e habilitação para o Plano Safra, além de acelerar a análise de crédito em parceria com instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central. Produtores que adotarem boas práticas sustentáveis poderão receber descontos de até 0,5% em financiamentos, conforme a resolução nº 5152 do CMN.

Na cerimônia de lançamento, foi realizada a assinatura da Portaria que institui a plataforma e um Acordo de Cooperação Técnica entre o Mapa e o Serpro para desenvolvimento contínuo de soluções tecnológicas. Segundo Pedro Neto, secretário de Inovação do Mapa, a plataforma é um instrumento estratégico para acessar mercados exigentes e fortalecer a soberania nacional.

Atualmente, a plataforma conta com a participação de 30 certificadoras e prevê ampliar suas funcionalidades por meio da interoperabilidade com sistemas privados. Essa iniciativa representa um marco na promoção da sustentabilidade e na modernização do agro brasileiro.



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