terça-feira, julho 14, 2026

Autor: Redação

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chuva e calor intenso marcam clima no Brasil



Nesta terça-feira (7), o clima no Brasil será diversificado, com sol e calor predominando no Sul e no Sudeste, enquanto a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) e a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) influenciam condições de chuva intensa no Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Veja como ficam as condições em todas as regiões do país, de acordo com as informações da Climatempo.

Sul

O vento úmido proveniente do mar favorece a ocorrência de chuvas localizadas durante a tarde no litoral norte do Rio Grande do Sul, no leste de Santa Catarina e no Paraná.

A maior parte da terça-feira será ensolarada, com muito calor no interior e no oeste do Rio Grande do Sul.

Sudeste

O dia será de sol e muito calor no oeste de São Paulo, sem previsão de chuva. A frente fria estacionária na altura do Espírito Santo provoca nuvens carregadas no estado e no norte de Minas Gerais.

No Rio de Janeiro e em São Paulo, o tempo abafado traz pancadas de chuva típicas de verão entre a tarde e a noite.

Centro-Oeste

A ZCAS continua influenciando o tempo em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, com dia nublado e pancadas de chuva persistentes ao longo do dia.

No norte de Mato Grosso do Sul, o clima será mais instável, com previsão de chuva moderada a forte, enquanto o centro-sul do estado permanecerá com tempo firme.

Nordeste

O tempo fica fechado e chuvoso no oeste e sul da Bahia, com alerta para temporais. A ZCAS mantém instabilidade entre Maranhão e Piauí.

Na costa norte do Nordeste, a ZCIT aumenta a umidade, provocando pancadas de chuva no litoral e interior do Ceará e do Rio Grande do Norte.

Norte

A terça-feira será instável em toda a região, com sol entre nuvens e pancadas de chuva forte. Há alto risco de temporais nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Tocantins e Pará.



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AgroNewsPolítica & Agro

Semana começou com preços estáveis no mercado do boi gordo



As escalas de abate seguem, em média, para uma semana




Foto: Pixabay

O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que o mercado do boi gordo começou a semana sem alterações significativas nos preços. Algumas indústrias permanecem fora das compras, reavaliando os valores após o período de festividades, enquanto outras relataram menor oferta, com vendedores ainda ajustando suas estratégias.

As escalas de abate seguem, em média, para uma semana. No Espírito Santo, o mercado abriu com alta de R$ 5,00/@ para vaca e novilha, enquanto as cotações do boi gordo e do chamado “boi China” permaneceram estáveis.

Atacado de Carne com Osso

O consumo no atacado apresentou desempenho positivo em comparação à semana anterior, com expectativa de normalização e aumento na procura por cortes do dianteiro.

Carcaça de Boi: A carcaça do boi capão e da novilha casada mantiveram os mesmos preços. Já a carcaça do boi inteiro registrou alta de 1,5%, enquanto a da vaca casada subiu 0,8%.

Carnes Alternativas: O mercado de carnes alternativas mostrou oscilações. A carcaça do suíno especial teve queda de 1,6%, enquanto a cotação do frango médio subiu 2,7%.





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Rio Grande do Sul finaliza a semeadura de arroz irrigado



Algumas regiões enfrentaram desafios




Foto: Pixabay

Segundo dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), o Rio Grande do Sul concluiu a semeadura de arroz irrigado para a safra 2024/2025, alcançando uma área total de 927.885,90 hectares, o que representa 97,84% da intenção inicial de plantio. Apesar do bom desempenho geral, algumas regiões enfrentaram desafios que impediram o cumprimento integral das metas estabelecidas.

Impactos Regionais

  • Região Central: Foi a região mais prejudicada pelas enchentes de maio e pelas chuvas intensas subsequentes, que atrasaram a reconstrução das áreas afetadas. A região semeou 84,78% da área prevista.
  • Zona Sul e Planície Costeira Interna: Plantaram uma área ligeiramente menor do que a intenção inicial, mas mantiveram números próximos da meta.


O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) destacou que as equipes dos Núcleos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Nates) realizarão novos levantamentos ao longo de janeiro. Os números finais serão apresentados durante a Abertura da Colheita do Arroz, evento agendado para os dias 18 a 20 de fevereiro, em Capão do Leão.





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Colheita de pêssego entra na reta final



Produtividade varia significativamente entre os pomares




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (02) pela Emater/RS-Ascar, a colheita de pêssegos está em fase final no Rio Grande do Sul. Enquanto a região de Pelotas avança com as últimas áreas das cultivares tardias, como a Eldorado, a produtividade varia significativamente entre os pomares, refletindo os desafios climáticos e fitossanitários enfrentados nesta safra.

Na região administrativa de Pelotas, uma das principais produtoras do Estado, os valores pagos pelo quilo do pêssego variam entre R$ 2,20 e R$ 2,50. No entanto, o estado fitossanitário dos pomares é considerado preocupante, com alta incidência de pragas, como a mosca-das-frutas (Anastrepha spp.), e de doenças, como a podridão-parda (Monilinia fructicola).

O Sistema de Alerta para a Mosca-das-Frutas emitiu recomendações para mitigar os impactos, incluindo:

  • Poda verde e adubação de pós-colheita.
  • Cuidados no manejo fitossanitário e no ponto de colheita.
  • Manutenção das folhas até o outono, visando o acúmulo de reservas energéticas para a próxima safra.
  • Adubação verde, essencial para a saúde do solo.


Na região de Passo Fundo, 90% das variedades precoces já foram colhidas, enquanto 40% das tardias estão em processo de colheita. A cultura apresenta boa sanidade e a comercialização é predominantemente destinada a empresas da Serra Gaúcha.





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Petrobras lança primeira chamada pública para aquisição


A Petrobras lançou nesta segunda-feira (6) a primeira chamada de propostas para aquisição de biometano. A empresa informou que a iniciativa está alinhada aos objetivos da companhia de descarbonização das operações e atuação com um portfólio de ofertas de gás robusto e competitivo com produtos com menor pegada de carbono.

A iniciativa prevê o recebimento de ofertas para contratação com entregas a partir de 2026, prazos contratuais de até 11 anos, e recebimento em diferentes pontos de entrega, como refinarias, usinas termelétricas, na malha de transporte e na malha de distribuição. O processo busca, ainda, o levantamento das condições comerciais oferecidas pelo mercado em função da descarbonização criada pela lei 14.993/2024, conhecida como Lei do Combustível do Futuro.

“Dentro dos conceitos da transição energética justa, se a empresa obtiver sinalização positiva dos produtores quanto às condições de competitividade e oferta desse insumo, a Petrobras pode adquirir volumes três a quatro vezes maiores do que a produção média diária de biometano do país, que é de cerca de 220 mil m³/dia, conforme registros públicos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)”, afirma o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

Segundo a estatal, o processo incentiva o desenvolvimento de todo o ecossistema relacionado ao biometano em diversos pontos do país, além de ter o potencial de contribuir para a viabilização de investimentos na cadeia produtiva, que envolve a agroindústria, em especial os segmentos sucroalcooleiro e pecuário, e aterros sanitários, contribuindo não somente com a geração de energia limpa, mas também com os processos de gestão de resíduos nessas áreas, com benefícios amplos a toda a sociedade.

Pré-requisitos

A primeira etapa da chamada será não vinculante e demandará a apresentação de propostas comerciais, acompanhadas de informações como a origem do biometano, o meio de movimentação, a eventual sazonalidade de produção e o cronograma previsto, no caso de projetos que ainda não estejam operando. A etapa seguinte, prevista para a  partir de maio deste ano, será de negociação comercial para aquisição de biometano.

O insumo deverá ser acompanhado do certificado de garantia de origem e atender aos requisitos e padrões de qualidade da ANP. Também serão aceitas propostas para a compra de certificados de garantia de origem, o que viabiliza a participação de produtores em pequena escala ou aqueles instalados em locais em que não exista possibilidade logística para a entrega nos pontos aceitos pela Petrobras.

Todos os termos para a participação na chamada de propostas, como os pontos de entrega, requisitos de qualificação, termos gerais do contrato, cronograma, entre outros, são descritos em regulamento disponível aqui.  O processo da chamada será realizado via Portal de Compras Eletrônicas Petronect. Empresas sem registro no Portal Petronect deverão acessar o site www.petronect.com.br, opção “Cadastre-se na Petrobras”, por meio do link poderão iniciar o cadastramento.

O biometano é oriundo do processo de purificação do biogás, produzido a partir de matéria-prima de origem orgânica, e é constituído essencialmente de metano. O produto é especificado segundo os padrões da ANP e reúne características que o tornam intercambiável com o gás natural de origem fóssil em suas diversas aplicações, podendo ser utilizado para geração de energia renovável, como insumo na descarbonização da indústria, na produção de hidrogênio de baixo carbono, bem como em processos de biorrefino e produção de fertilizantes.



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exportação total de café em 2024 cresce 38% em receita para US$ 12,339 bi, diz Secex



A exportação total café pelo Brasil (verde e solúvel) acumulou de janeiro a dezembro de 2024 47,876 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 30% em comparação com igual período de 2023 (36,838 milhões de sacas). Em termos de receita, houve crescimento de 38,3% no período: US$ 12,339 bilhões em 2024 ante US$ 8,921 bilhões em 2023.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (6), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Em dezembro de 2024 (21 dias úteis) o embarque total de café pelo país alcançou cerca de 3,536 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde a uma queda de 15,2% em comparação com igual mês de 2023 (4,171 milhões de sacas), com 20 dias úteis.

A receita cambial registrou aumento de 34,3% entre os dois períodos, de US$ 833,605 milhões para US$ 1,120 bilhão.



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Colheita de morango tem alta demanda



A produção apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras do estado




Foto: Seane Lennon

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (2), a colheita de morangos avança no Rio Grande do Sul, impulsionada pela demanda elevada e pela oscilação de preços durante as festas de fim de ano. A produção apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras do estado.

Na região administrativa de Santa Rosa, a produção se concentra no sistema de semi-hidroponia, com colheitas em pleno andamento. Os preços variam entre R$ 15,00/kg para frutos menores e R$ 30,00/kg para os de maior tamanho e padronizados.

No entanto, as altas temperaturas exigem cuidados especiais no manejo da fertirrigação e no controle da temperatura da água. Além disso, a emissão de estolões tem afetado o rendimento, enquanto ataques de pragas, como percevejo e mosca-preta, comprometeram parte do valor comercial dos morangos.

Na região de Pelotas, as lavouras seguem em período de colheita e venda. As cultivares de dias neutros continuam em frutificação e floração, com bom estado fitossanitário. Para manter a qualidade, os produtores têm realizado podas e limpezas nas estufas, promovendo melhor ventilação e controle de pragas.

Os preços na região variam de R$ 18,00 a R$ 40,00/kg, dependendo da qualidade e do ponto de venda. A valorização do produto se deve à menor oferta e ao aumento na procura durante as festas de fim de ano. Em Santa Maria, o preço médio do morango permanece em R$ 25,00/kg. A região tem mantido bom ritmo de comercialização e produção dentro das expectativas.





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preços firmes e expectativa de continuação de alta; veja cotações



O mercado físico do boi gordo se depara com negócios acima da referência média em grande parte do país neste início de semana.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a expectativa de curto prazo remete à continuidade do movimento de alta, considerando a lentidão do mercado durante a última semana de 2024 e a primeira de 2025, o que resultou no encurtamento das escalas de abate.

“Vale destacar que o pecuarista conta com maior capacidade de retenção neste período do ano, considerando a boa condição das pastagens, permitindo uma maior cadência do ritmo de negócios”, comenta. Iglesias avalia ainda que a demanda doméstica está deprimida.

Confira os preços médios da arroba de boi gordo hoje

  • São Paulo: R$ 321,92
  • Minas Gerais: R$ 308,82
  • Goiás: R$ 309,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 317,73
  • Mato Grosso: R$ 303,45

Atacado

O mercado atacadista abriu a semana apresentando alguma queda das cotações. O ambiente de negócios sugere pela continuidade desse movimento, considerando o perfil da demanda para este período do ano, segundo avalia o consultor de Safras & Mercado. Com a população descapitalizada a prioridade tende a recair sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo dos embutidos, ovo e da carne de frango, diz Iglesias.

  • Quarto dianteiro: R$ 17 o quilo.
  • Quarto traseiro: R$ 26,80 o quilo.
  • Ponta de agulha: R$ 18 o quilo.



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Valor das exportações do Brasil aos EUA aumentou 9,2% em 2024, por alta de volume



O valor exportado pelo Brasil aos Estados Unidos aumentou 9,2% em 2024, impulsionado pela alta de volume de vendas para o país, segundo Herlon Brandão, diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No acumulado de janeiro a dezembro de 2024, as exportações para os Estados Unidos atingiram US$ 40,33 bilhões. As importações cresceram 6,9% e totalizaram US$ 40,58 bilhões. A balança comercial com o país apresentou déficit de US$ -0,25 bilhões.

Herlon Brandão também reforçou que o MDIC prevê que as exportações brasileiras somem US$ de 320 bilhões este ano a US$ 360 bilhões, ante os US$ 337 bilhões de 2024. Para as importações, é esperado um valor que varia de US$ 260 bilhões a US$ 280 bilhões

Já em relação à corrente de comércio, o MDIC projeta um valor entre US$ 580 bilhões e US$ 640 bilhões em 2025.



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Brasil anuncia entrada de novo membro pleno do Brics; saiba qual


O governo brasileiro anunciou, nesta segunda-feira (6), que a Indonésia é o primeiro membro pleno a ingressar no Brics em 2025. Com a quarta maior população do planeta, o país asiático possui mais de 284 milhões de habitantes e tem a 10ª maior economia em termos de paridade de poder de compra, segundo o Banco Mundial.

“O governo brasileiro saúda o governo indonésio por seu ingresso no Brics. Detentora da maior população e da maior economia do Sudeste Asiático, a Indonésia partilha com os demais membros do grupo o apoio à reforma das instituições de governança global e contribui positivamente para o aprofundamento da cooperação do Sul Global, temas prioritários para a presidência brasileira do Brics”, informou o Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil.

A expectativa é que nove países ingressem formalmente no Brics neste ano, entre eles, Cuba, Bolívia, Malásia e Tailândia, sejam como membros plenos ou como parceiros do grupo. O Brasil assumiu a presidência rotativa do fórum internacional no dia 1º de janeiro até o dia 31 de dezembro deste ano. 

Segundo o Itamaraty, a candidatura da Indonésia recebeu o aval do agrupamento na cúpula de Joanesburgo, em agosto de 2023, na África do Sul. Porém, somente após as eleições presidenciais da Indonésia de 2024 é que o interesse em participar do Brics foi oficializado.

“Os países do Brics, por consenso, aprovaram a entrada da Indonésia no agrupamento, em consonância com os princípios orientadores, critérios e procedimentos da expansão do quadro de membros acordados em Joanesburgo”, informou o Itamaraty.

Ao todo, 13 países foram convidados para participar do Brics. Espera-se ainda que Nigéria, Turquia, Argélia e Vietnã confirmem a participação.

Em 2024, o bloco já havia recebido cinco novos membros efetivos, chegando a dez países. Até então formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brics incluiu no ano passado Irã, Emirados Árabes Unidos, Egito, Etiópia e Arábia Saudita.

A Arábia Saudita, apesar de não ter assinado a adesão ao grupo, tem participado de todos os encontros. 



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