segunda-feira, julho 13, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

prazo para cadastro de rebanhos termina na sexta-feira


Segundo dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri Ba), os produtores rurais da Bahia têm até a próxima sexta-feira (17) para realizar o cadastramento obrigatório de seus rebanhos junto à Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri). O registro é indispensável para a obtenção da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento essencial para o transporte e comercialização de animais.

A exigência se aplica a todos os criadores baianos que possuem animais de produção, como bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equinos, peixes e até abelhas. Segundo a Adab, o cadastro é fundamental para garantir a saúde e segurança dos animais, além de assegurar a regularidade nas operações comerciais.

Os produtores podem optar por realizar a atualização pelo Sistema de Defesa Agropecuário da Bahia (Sidab), disponível no site oficial da Adab, ou presencialmente em um dos 402 escritórios de atendimento da Agência distribuídos pelo estado.

A Bahia se destaca no cenário agropecuário nacional, com cerca de 762 mil propriedades rurais, conforme o último Censo Agropecuário do IBGE. A criação de bovinos lidera o setor, com 13,2 milhões de cabeças de gado, colocando o estado em posição de destaque no Nordeste.

A Adab reforça que o processo de cadastramento foi simplificado para facilitar o acesso dos criadores, com suporte técnico disponível nos escritórios regionais. Além disso, o Sidab oferece uma plataforma intuitiva para aqueles que optarem pelo registro online, conforme o divulgado pela Seagri.





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Mapa nomeia novo secretário adjunto para Comércio e Relações Internacionais



Marcel Moreira é engenheiro agrônomo, com mestrado em Negócios Globais de Alimentos e Agricultura, e acumula quase 18 anos como servidor de carreira do Mapa. Ao longo de sua trajetória, atuou como auditor fiscal federal agropecuário e adido agrícola na Arábia Saudita, entre 2018 e 2021. Antes de ser nomeado, ocupava o cargo de diretor do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos da SCRI.



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São Paulo confirma primeiro caso da doença em 2025



A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou o primeiro caso de febre amarela em humanos neste ano. O paciente é um homem de 27 anos, morador da capital paulista, que esteve em Socorro, na região de Campinas, onde já havia sido notificado um caso da doença em macacos.

Em 2024, o estado registrou dois casos em humanos, sendo um autóctone – com origem dentro do estado – e outro de um homem contaminado em Minas Gerais, que acabou falecendo.

O Instituto Adolfo Lutz confirmou recentemente nove casos da doença em macacos: sete na região de Ribeirão Preto, um em Pinhalzinho e outro em Socorro.

Ações de Vigilância e Vacinação

Diante do cenário, o estado intensificou as ações de vigilância em saúde e vacinação nas regiões afetadas. A vacina contra a febre amarela está disponível nos postos de saúde e deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes de deslocamentos para áreas de mata ou regiões com registros da doença.

O que é a Febre Amarela?

A febre amarela é uma doença transmitida pela picada de mosquitos silvestres infectados. A morte de macacos em áreas específicas pode ser um sinal da presença do vírus, já que esses animais também são altamente vulneráveis à doença.

As equipes de saúde recomendam que qualquer avistamento de macacos mortos ou doentes seja imediatamente comunicado às autoridades locais.

Sintomas da Febre Amarela

Os sintomas iniciais incluem febre súbita, calafrios, dores intensas no corpo e cabeça, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza recorrentes. Em casos mais graves, a doença pode evoluir rapidamente, exigindo atendimento médico imediato.

Vacinação, informação e medidas de prevenção são as melhores formas de conter o avanço da febre amarela.



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EUA apresentam perspectivas estáveis para o mercado de trigo


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu mais recente boletim de estimativas para a oferta e demanda agrícola global, com destaque para o trigo. A perspectiva para a safra 2024/25 nos Estados Unidos indica suprimentos ligeiramente maiores, uso doméstico e exportações estáveis, além de estoques finais levemente ampliados. No cenário global, os estoques também aumentaram, embora o consumo e o comércio tenham registrado ligeira queda.

Para os Estados Unidos, os suprimentos de trigo foram revisados para cima, com importações estimadas em 130 milhões de bushels, cinco milhões a mais que no mês anterior. Esse crescimento é atribuído ao aumento no Hard Red Spring, uma das principais classes de trigo norte-americano.

O uso doméstico, dividido entre alimentação animal, uso residual e sementes, permanece quase inalterado. O uso de sementes foi ajustado para 64 milhões de bushels, conforme dados do relatório de sementes de trigo de inverno e canola da National Agricultural Statistics Service (NASS).

As exportações seguem estimadas em 850 milhões de bushels, com alterações compensatórias por classe. Os estoques finais foram ajustados para 798 milhões de bushels, representando um aumento de 15% em relação ao ciclo anterior. O preço médio de comercialização foi ligeiramente reduzido para US$ 5,55 por bushel, refletindo tanto os preços futuros quanto os valores à vista projetados para o restante do período.

No âmbito internacional, os estoques de trigo devem alcançar 258,8 milhões de toneladas, um aumento de 0,9 milhão em relação à estimativa anterior. Essa alta é impulsionada por aumentos nos estoques da Rússia, Brasil, Nigéria e Ucrânia, que superaram as reduções na Turquia, China e Indonésia.

Os suprimentos globais de trigo foram ajustados para 1.060,7 milhões de toneladas, com uma leve alta de 0,4 milhão, devido à maior produção na Síria e no Paquistão, que compensaram a redução no Uruguai. Por outro lado, o consumo global foi reduzido em 0,6 milhão de toneladas, totalizando 801,9 milhões, com destaque para a queda no consumo turco, parcialmente compensada pela Ucrânia.

O comércio global de trigo sofreu uma redução de 1,7 milhão de toneladas, totalizando 212 milhões. As exportações russas foram revisadas para baixo, alcançando 46 milhões de toneladas, um milhão a menos do que o estimado anteriormente e significativamente abaixo do recorde de 55,5 milhões registrado no ano passado.





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Comece o dia bem informado com as principais notícias econômicas



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta do Ibovespa e a queda do dólar, em um dia de mercado cauteloso. Na China, o superávit comercial surpreendeu, enquanto o governo reforçou a defesa do yuan. No Brasil, o Relatório Focus mantém alta nas projeções de inflação, com câmbio e juros estáveis. A agenda do dia é leve, com olhos no cenário internacional e Brasília.



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Chuva típica de verão chega com intensidade hoje; veja previsão



Veja a previsão do tempo para esta terça-feira (14) nas cinco regiões do país:

Sul

Dia de sol com poucas nuvens na maior parte da manhã no Sul do país. A condição de chuva aumenta durante a tarde e à noite na Serra do Rio Grande do Sul, no oeste e sul de Santa Catarina e no sudoeste e leste do Paraná. Chuva típica de verão que pode acontecer com força, mas de forma localizada.

Sudeste

Chove a qualquer momento do dia entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Espírito Santo. A atuação de um cavado mantém a umidade elevada sobre o Sudeste, trazendo risco alto para temporais. Em São Paulo, chuva mais típica de verão: dia de sol, muito calor e pancadas irregulares à tarde no litoral, no Vale do Paraíba e no extremo norte paulista.

Centro-Oeste

A condição é de chuva forte entre o Distrito Federal, centro-norte de Goiás e no estado de Mato Grosso. As pancadas que acontecem em vários momentos do dia devem trazer acumulados elevados. O sol aparece mais em Mato Grosso do Sul, com o tempo esquentando durante à tarde, mas devem ocorrer pancadas mais irregulares entre o centro-sul e leste do estado. Contudo, no sudoeste do estado não chove e o calorão continua.

Nordeste

O tempo segue instável na maior parte da Região. As capitais do litoral continuam com risco maior para temporais. Alerta entre Maranhão, Piauí, Bahia, Ceará e interior de Pernambuco.

Norte

O sol predomina com mais força em Roraima e o ar fica seco. Não chove no noroeste do Pará, mas no Amapá as pancadas são mais isoladas. Chuva concentrada entre o Tocantins, sul paraense e amazonense. Em Rondônia, risco alto para temporais.



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Exportações de pato e peru somam US$ 165 milhões


As exportações brasileiras de carnes de peru e pato, segmentos considerados de alto valor agregado, apresentaram resultados distintos em 2024, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Enquanto as vendas externas de carne de peru registraram queda tanto em volume quanto em receita, o mercado de carne de pato obteve crescimento no volume embarcado, mas enfrentou redução na receita gerada.  

No caso da carne de peru, os embarques totalizaram 64,1 mil toneladas, uma retração de 8,1% em relação às 69,8 mil toneladas exportadas em 2023. A receita, por sua vez, apresentou uma queda mais acentuada, de 23,4%, fechando o ano em US$ 153,9 milhões, contra os US$ 201 milhões registrados no ano anterior. Entre os principais destinos, o México liderou com 9,8 mil toneladas (-39%), seguido pela África do Sul (9,5 mil toneladas, -27%) e pelos Países Baixos (8,6 mil toneladas, -20%). Por outro lado, o Chile se destacou positivamente, com um aumento de 56%, alcançando 7 mil toneladas importadas. 

Já as exportações de carne de pato atingiram 3,551 mil toneladas, representando um leve aumento de 1,3% em comparação às 3,507 mil toneladas embarcadas em 2023. Apesar disso, a receita gerada caiu 12,7%, totalizando US$ 11,9 milhões. Os Emirados Árabes Unidos foram os maiores compradores, com 1.524 toneladas adquiridas, um crescimento expressivo de 66%. Outros destinos relevantes incluíram Arábia Saudita, Catar, Chile e Kuwait, que apresentaram variações mistas nos volumes importados.  

“Os dois setores avícolas somaram para o país US$ 165 milhões em receitas cambiais, e há boas expectativas com relação ao fluxo de embarques em 2025, especialmente para a Europa e Oriente Médio”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 





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Boi gordo: semana começa com estabilidade



Na última semana, as vendas no atacado foram consideradas positivas




Foto: Kadijah Suleiman

O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que a segunda-feira iniciou sem alterações nos preços em relação à última sexta-feira, com muitas indústrias ainda fechando negociações para compra. As escalas de abate permanecem, em média, programadas para uma semana.

No estado do Pará, as principais regiões produtoras, como Marabá, Redenção e Paragominas, registraram estabilidade nas cotações no início da semana.

Na última semana, as vendas no atacado foram consideradas positivas, refletindo em um aumento de preços na reposição de estoques. Entre os destaques, a carcaça de boi capão registrou alta de 2%, enquanto a carcaça de boi inteiro teve elevação expressiva de 6,6%.

No caso das fêmeas, os aumentos foram ainda mais significativos: a vaca casada apresentou alta de 7,1%, enquanto a novilha casada subiu 4,3%. Por outro lado, o traseiro do boi capão 1×1 foi a única exceção à tendência de alta, com queda de 0,9%.

No mercado de carnes alternativas, o movimento foi oposto ao das carcaças bovinas. A carcaça de suíno especial registrou redução de 0,8%, o equivalente a R$ 0,10 por quilo. Já o preço do frango médio sofreu queda de 1,5%, o que representa uma redução de R$ 0,12 por quilo.





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Dólar fecha em leve queda



O dólar à vista encerrou o pregão desta segunda-feira (13) com leve desvalorização




Foto: Pixabay

O dólar à vista encerrou o pregão desta segunda-feira (13) com leve desvalorização de 0,08%, cotado a R$ 6,0980 para venda. No acumulado de janeiro, a moeda americana registra queda de 1,31%, refletindo um cenário de maior estabilidade cambial nas últimas semanas, conforme os dados do InfoMoney.

De acordo com os dados, na B3, o contrato futuro de dólar para fevereiro, considerado o mais líquido no momento, apresentava queda de 0,17% às 17h03, sendo negociado a R$ 6,1175.

O dólar comercial encerrou o dia com os seguintes valores:

Compra: R$ 6,090

Venda: R$ 6,090

Já no mercado de turismo, voltado para transações de pequeno volume, os valores foram:

Compra: R$ 6,17

Venda: R$ 6,35





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Grupo Piracanjuba obtém quase R$ 500 mi do BNDES para produção de whey protein e queijos



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 499 milhões para o Grupo Piracanjuba (Laticínios Bela Vista S/A).

O recurso será voltado para a companhia implantar uma unidade industrial com capacidade de beneficiar 1,2 milhão de litros de leite por dia para produzir concentrados e isolados proteicos (whey protein), lactose em pó, queijo muçarela e manteiga em São Jorge d’Oeste, sudoeste do Paraná.

Com recursos do Programa BNDES Mais Inovação (R$ 277 milhões) e R$ 222 milhões via Finem (linha Incentivada B), a unidade terá capacidade instalada de produção de até 39,4 mil toneladas ao ano de muçarela e de até 7,9 mil toneladas anuais de manteiga.

Em duas linhas de produção anexas, a partir do soro de leite, efluente da produção de queijos, a empresa produzirá até 6 mil toneladas ao ano de whey protein (concentrados e isolados proteicos) e até 14,8 mil toneladas anuais de lactose em pó.

Produção no mesmo parque industrial

A construção das duas plantas na mesma unidade industrial (a produção de queijo muçarela e manteiga na primeira etapa e a produção do whey protein e da lactose em pó na segunda) traz, de acordo com o Grupo Piracanjuba, importantes ganhos de escala e vai ao encontro dos modelos internacionais (Estados Unidos e Europa).

“Além disso, possui uma grande pegada de descarbonização devido à ausência do transporte do soro do leite entre diferentes plantas fabris”, informa a empresa, em nota.

Já de acordo com o BNDES, trata-se da primeira queijaria de grande porte do país cuja produção de queijo e de concentrados e isolados proteicos de soro em pó e de lactose em pó já nasce planejada e integrada em um mesmo parque industrial. Ao todo, o projeto tem investimento de R$ 612 milhões.

Atendimento ao mercado interno

O whey protein e a lactose em pó têm ampla aplicabilidade, com uso na nutrição (alimentação suplementar e hospitalar), em produtos farmacêuticos e em cosméticos, entre outros, além de agregar grande valor à cadeia láctea nacional, segmento no qual o Brasil ocupa a terceira posição como maior produtor global de leite.

No Brasil são poucas as indústrias que produzem o whey protein em pó em suas várias concentrações, e atendem apenas 15% do mercado, segundo dados do Sistema PGA SIGSIF do Ministério da Agricultura e Pecuária e COMEXSTAT – MDIC, de 2023, sendo 85% do consumo abastecido por produto importado.

“A aprovação desse projeto representa a expansão da fronteira tecnológica brasileira, com a nacionalização da produção e dos sistemas industriais, além de contribuir com a substituição da importação de produtos que chegam a US$ 54 milhões na balança comercial brasileira. A construção da unidade resultará na criação de 250 novos empregos diretos na região, com impacto na geração de renda das famílias”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luís Gordon, o projeto aprovado pelo Banco está alinhado a objetivos da Nova Indústria Brasil, que busca “fortalecer as cadeias agroindustriais para a segurança alimentar e nutricional, além de agregar valor à cadeia láctea brasileira.”

O presidente do Grupo Piracanjuba, Luiz Claudio Lorenzo, afirma que a empresa buscou financiamento do BNDES para alavancar novas tecnologias no ramo de laticínios e, desse modo, sustentar o crescimento da companhia nos próximos anos.

“A unidade da Piracanjuba reunirá alta tecnologia, com equipamentos modernos e alta capacidade, que contribuirão para padronização e qualidade dos produtos e eficiência operacional, orientados por uma perspectiva sustentável, tratamento e reaproveitamento de água e, produção e utilização de biogás como fonte de energia. E, ainda, as oportunidades de emprego disponibilizadas geram renda para a economia local”.



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