segunda-feira, julho 13, 2026

Autor: Redação

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Em São Paulo, lavouras de soja chegam à fase de maturação



As condições de clima vêm sendo favoráveis em Guaíra, na região Nordeste de São Paulo, beneficiando o desenvolvimento das lavouras da safra 2024/25 de soja. Quem informa é o Sindicato Rural do Município.

De acordo com o engenheiro-agrônomo Conrado Cesar do Nascimento Nunes, apesar de não chover na região há alguns dias, o clima se mostrou bastante favorável, garantindo boas condições às lavouras, que se dividem entre as fases de maturação final (10%) e enchimento de grãos (90%). Ele afirma que, até agora não há maiores preocupações com doenças ou ataque de pragas.

A área a ser cultivada de soja deve ter ficado entre 16 e 18 mil hectares, similar a outros anos. A produtividade esperada deve repetir a média na região, ao redor de 3.000 quilos por hectare. A expectativa é de que a colheita inicie na região em fevereiro.

A mais recente estimativa de Safras & Mercado projeta uma área cultivada para o estado de São Paulo de 1,44 milhão de hectares de soja 2024/25, 2,9% acima dos 1,4 milhão de hectares cultivados na temporada anterior (2023/24).

A produção de soja deverá atingir 5,416 milhões de toneladas, 24,6% acima das 4,346 milhões de toneladas colhidas na safra 2023/24. A produtividade média deve ficar em 3.780 quilos por hectare, acima dos 3.120 quilos obtidos na temporada anterior (2023/24).



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Paraná lidera exportação de carnes no Brasil


Segundo dados da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do paraná (SEAB), impulsionado por um aumento de 56,8% na exportação de carne bovina, o Paraná manteve sua liderança no setor de proteínas animais no Brasil em 2024. O estado registrou participação de 25,5% em volume e 17,9% em receita das exportações nacionais das principais carnes — bovina, suína e de frango.

Mesmo enfrentando desafios climáticos, o setor agropecuário paranaense obteve resultados expressivos, exportando 4,8% a mais em 2024 do que no ano anterior. O volume exportado saltou de 2,276 milhões para 2,387 milhões de toneladas, enquanto a receita subiu de US$ 4,2 bilhões para US$ 4,6 bilhões, um aumento de 8,4%.

A carne bovina foi o maior destaque, com embarques passando de 20,8 mil toneladas em 2023 para 32,6 mil toneladas em 2024, aumento de 56,8%. A receita cresceu 52,6%, alcançando US$ 137,4 milhões. Novos mercados, como Alemanha, Angola, Camboja e México, contribuíram para essa expansão, enquanto países como China, Estados Unidos e Emirados Árabes aumentaram significativamente suas compras.

O Paraná consolidou sua posição como maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil, com 2,171 milhões de toneladas exportadas em 2024, um aumento de 4%. A arrecadação subiu para US$ 4 bilhões, 7% superior ao ano anterior. Destaque para a Lituânia, que se tornou um novo parceiro comercial, adquirindo 476 toneladas por US$ 555,6 mil.

A carne suína apresentou crescimento de 12,7% na receita, alcançando US$ 423,6 milhões, com um volume exportado de 183,6 mil toneladas (+9,3%). Países como Filipinas e Argentina impulsionaram esse resultado, com aumentos expressivos na compra.

O mercado de peixes também cresceu de forma significativa, com exportações de 7,6 mil toneladas (+47%) e uma receita de US$ 34,9 milhões (+87%). Estados Unidos e Canadá lideraram as aquisições, sendo responsáveis por grande parte do crescimento.





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Revestimento comestível dobra vida útil do morango e reduz desperdício



Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP) desenvolveram um biofilme comestível que dobra a vida útil do morango, um dos frutos mais perecíveis do mercado. Feito com antioxidantes extraídos da casca de romã e quitosana obtida de lulas, o revestimento reduz a contaminação por fungos, mantém a textura, aroma e sabor, além de minimizar a perda de massa durante o armazenamento refrigerado.

Testes e resultados

Durante experimentos laboratoriais, morangos revestidos com a película apresentaram:

  • 11% menos perda de peso após 12 dias de refrigeração.
  • Atraso de contaminação por fungos, que ocorreu entre 6 e 8 dias, em comparação com 4 dias para os frutos sem proteção.
  • Preservação de 40% a mais de compostos aromáticos responsáveis pelo aroma característico da fruta.

Além disso, análises sensoriais mostraram que o revestimento não alterou o sabor, aroma ou aparência da fruta, destacando seu potencial comercial.

Solução sustentável e econômica

A película é composta por resíduos de cascas de romã, ricas em antioxidantes, e quitosana extraída de lulas, o que evita alergenicidade associada à versão de camarões. A tecnologia tem custo estimado de R$ 0,15 por fruta, viabilizando o uso em larga escala.

“O revestimento aumenta a durabilidade, reduz perdas e aproveita resíduos agroindustriais. É uma solução sustentável e acessível para produtores e consumidores,” afirma Mirella Bertolo, pós-doutoranda e autora do estudo.



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Onda de calor traz temperaturas acima de 40 °C; saiba áreas atingidas e quando chega frente fria



O Brasil enfrenta uma onda de calor com temperaturas ultrapassando 40 °C em diversas regiões do país. De acordo com a Climatempo, o calor extremo afeta principalmente o oeste do Rio Grande do Sul, áreas próximas à fronteira com a Argentina, e o oeste e sul de Mato Grosso do Sul, próximo ao Paraguai.

Além dessas áreas, o calor intenso também será sentido em grande parte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e do Paraná, extremo oeste de São Paulo e centro-sul de Mato Grosso do Sul, com temperaturas alcançando até 38 °C.

Até o momento, a maior temperatura registrada em 2025 foi de 41,8 °C, no dia 10 de janeiro, em Porto Murtinho (MS), conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Saiba por que as temperaturas estão altas

A onda de calor é causada pela dificuldade das frentes frias em avançar para o norte da Argentina e o Uruguai, devido aos fortes ventos nos altos níveis da atmosfera.

Sem o ar frio de origem polar, uma bolha de ar quente se formou na região, intensificando as temperaturas em parte do Brasil e países vizinhos.



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Mesmo com queda no volume exportado, suco de laranja atinge US$ 1,8 bi



O setor de suco de laranja registrou uma queda de 19,7% no volume exportado nos primeiros seis meses da safra 2024/25 (julho a dezembro), totalizando 430.078 toneladas, contra 535.604 toneladas no mesmo período da safra anterior. Apesar disso, o faturamento atingiu US$ 1,87 bilhão, uma alta de 42,66% em relação aos US$ 1,31 bilhão registrados na safra 2023/24, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

A redução no consumo global e a oferta restrita, reflexo de safras menores, têm impactado o mercado, de acordo com Ibiapaba Netto, diretor-executivo da CitrusBR. “Cinco ciclos de safras pequenas e médias, somados a uma alta de preços sem precedentes, mostram que a queda na demanda era inevitável”, explicou.

Principais destinos e resultadose

Europa

A Europa manteve-se como o maior destino, representando 42,72% das exportações. O volume exportado caiu 22,21%, de 294.033 para 228.692 toneladas. Em contrapartida, o faturamento subiu 41,01%, alcançando US$ 1,03 bilhão, ante os US$ 735,3 milhões da safra anterior.

Estados Unidos

Os embarques para os EUA totalizaram 161.641 toneladas, queda de 7,17% em relação às 174.128 toneladas da safra passada. Já a receita cresceu 56,37%, somando US$ 675,8 milhões frente aos US$ 432 milhões no mesmo período anterior.

Ásia

  • Japão: Exportações recuaram 14,07%, para 11.441 toneladas, mas o faturamento teve aumento expressivo de 79,75%, chegando a US$ 62,9 milhões.
  • China: A queda foi mais acentuada, com volume reduzido em 46,08%, para 19.223 toneladas. O faturamento caiu 17,35%, totalizando US$ 52,2 milhões.

Outros mercados somaram 114.607 toneladas e faturamento de US$ 48.772.433, complementando os valores totais do período.



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AgroNewsPolítica & Agro

Dólar opera em baixa frente ao real nesta terça-feira



Dólar à vista registrou queda frente ao real nesta terça-feira (14)




Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney, o dólar à vista registrou queda frente ao real nesta terça-feira (14), ampliando as perdas observadas na véspera, enquanto os mercados internacionais reagem aos dados de inflação dos Estados Unidos e aguardam desdobramentos políticos relacionados ao presidente eleito Donald Trump.

Às 15h18, o dólar à vista era negociado com baixa de 0,62%, cotado a R$ 6,059 na compra e R$ 6,060 na venda. Paralelamente, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento na B3 apresentava queda de 0,49%, negociado a 6.089 pontos.

Na segunda-feira (13), o dólar à vista já havia fechado em leve baixa de 0,08%, cotado a R$ 6,0980.

Dólar Comercial

  • Compra: R$ 6,090
  • Venda: R$ 6,090

Dólar Turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313





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Entenda a ‘regra do Pix’ e não caia em golpe



Informações falsas, como taxações no Pix, quebra de sigilo fiscal, taxação para empreendedor e até boletos sobre débitos que não existem, estão circulando nos últimos dias, após uma nova regra da Receita Federal entrar em vigor. 

O que muda, a partir de janeiro de 2025, é que as instituições financeiras (como bancos digitais e operadoras de pagamentos, a exemplo das “maquininhas”) irão repassar à Receita informações de movimentações que excederem R$ 15 mil mensais, no caso de pessoa jurídica (como o MEI, a Microempresa e a Empresa de Pequeno Porte), e R$ 5 mil mensais se for pessoa física. 

“Mas nada muda no dia a dia do empreendedor”, tranquiliza o analista de Políticas Públicas do Sebrae, Pedro Pessoa. A declaração compreende todos os tipos de empreendedores, sejam eles urbanos ou rurais.

O Pix é aceito, hoje, por 97% dos pequenos negócios, sendo o meio de pagamento preferido de 48% dos microempreendedores individuais, segundo pesquisa do Sebrae. 

Por isso, é importante que os empreendedores tirem suas dúvidas e não acreditem em notícias falsas.

Confira abaixo:

Vai ter cobrança de taxa para usar o Pix?

Não haverá nenhuma cobrança sobre o Pix. É importante estar atento, pois criminosos estão gerando boletos falsos sobre supostas taxas referentes ao uso do Pix para aplicar golpe. 

Eles se passam pela Receita e enviam para as pessoas dizendo que se trata da taxa cobrada em valores acima de R$ 5 mil movimentados via Pix. 

Alegam que, se o boleto não for pago, o CPF do contribuinte será bloqueado. 

“Não existe tributação sobre Pix, e nunca vai existir, até porque a Constituição não autoriza imposto sobre movimentação financeira”, assegura o comunicado da Receita Federal.

O que mudou com a nova regra da Receita?

O que muda, a partir de janeiro de 2025, é que as instituições financeiras (como bancos digitais, administradoras de cartão de crédito e operadoras de pagamentos, a exemplo das “maquininhas”) terão de repassar à Receita informações de movimentações que excederem R$ 15 mil mensais no caso de pessoa jurídica (como o MEI, a Microempresa e a Empresa de Pequeno Porte) e R$ 5 mil mensais no caso de pessoa física. 

Com a ação, a Receita Federal busca aumentar a transparência e o monitoramento de operações financeiras no país.

As instituições financeiras não repassavam esses dados antes da nova regra?

Os bancos tradicionais, públicos e privados, já repassam dados dessa natureza há cerca de duas décadas.

E os limites eram menores: se a movimentação excedesse R$ 2 mil mensais para pessoa física e R$ 5 mil para pessoa jurídica, já havia o repasse dessa informação. 

Agora, esse “piso” foi aumentado (só o que ultrapassar R$ 5 mil mensais para pessoa física e R$ 15 mil mensais para pessoa jurídica) e o repasse se tornou obrigatório para todas as instituições que operam essas transações (bancos digitais, chamados de fintechs, administradoras de cartão de crédito, instituições de pagamento).

A Receita vai saber a origem e o destino do meu Pix?

Não. Essas informações continuam sigilosas, segundo a Receita. Apenas será repassado o valor das operações que mensalmente, somadas, ultrapassem R$ 5 mil vinculados ao CPF e R$ 15 mil para operações vinculadas a CNPJs.

Haverá mudanças na minha declaração de imposto à Receita, como pessoa física ou jurídica?

Não. A obrigação é apenas das instituições financeiras. O cidadão, seja pessoa física ou jurídica, continua fazendo a declaração de imposto de renda da mesma forma. 

O importante é declarar tudo corretamente, não importando a forma de recebimento. A nova regra vai ajudar, por exemplo, a evitar divergências na declaração pré-preenchida do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), aponta o governo.

É verdade que a medida quer “pegar” os pequenos comerciantes que recebem pelo Pix?

Não. A medida aperfeiçoa a forma de cruzamento de informações, ampliando, inclusive, os valores que deverão ser reportados pelas instituições financeiras: que eram R$ 2 mil por mês (pessoa física) e R$ 5 mil por mês (empresas) e passaram a ser R$ 5 mil por mês (pessoa física) e R$ 15 mil por mês (pessoa jurídica). 

“É exatamente o contrário, a gente não tem nem condição de fiscalizar dezenas de milhões de pessoas que movimentam valores baixos. A gente quer é automatizar isso para poder melhor orientar esse tipo de contribuinte a se regularizar, por exemplo. 

Se a pessoa não tem uma empresa aberta, ela pode abrir um MEI (microempreendedor individual), por exemplo, para regularizar a fonte de renda. Mas não tem nem sentido a Receita Federal ir para a fiscalização repressiva nesses casos”, assegurou o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.

O que a Receita quer com essa regra?

Ao exigirem que essas instituições de pagamento mais recentes no mercado, como fintechs e administradoras de cartão, forneçam, semestralmente, dados de movimentações volumosas, assim como já fazem os bancos tradicionais, a Receita quer melhorar o sistema de fiscalização, fechando lacunas que passaram a existir com bancos digitais e carteiras virtuais, por onde passou também a circular dinheiro. Para quem cumpre suas obrigações fiscais, nada muda.



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Seca causa prejuízos nas plantações de soja em MS



A seca tem causado grandes prejuízos nas plantações de soja em Mato Grosso do Sul, afetando a produtividade agrícola da região. Diego Burgel, produtor de soja da região de Sidrolândia (MS), viu suas expectativas despencarem de maneira drástica. Inicialmente, ele esperava colher entre 60 e 65 sacas por hectare nos 6.200 hectares plantados, o que representaria uma produção expressiva e um bom retorno financeiro. Contudo, devido à escassez de chuvas e ao calor extremo que afetaram a região nos últimos meses, a situação tomou um rumo desfavorável.

Com o clima adverso, Burgel agora estima uma perda de 30% no seu potencial produtivo, reduzindo a previsão para algo entre 42 e 45,5 sacas por hectare. Essa redução representa uma grande queda em sua produção total, com impactos diretos na rentabilidade da safra. A seca prolongada, que tem se tornado uma constante nas últimas temporadas, tem afetado não apenas a quantidade, mas também a qualidade da soja, o que gera uma série de dificuldades logísticas e econômicas para os agricultores.

A realidade dura do campo evidencia o impacto severo das condições climáticas adversas, que vêm desafiando cada vez mais os produtores. A falta de chuva tem prejudicado a germinação das sementes e o desenvolvimento das plantas, o que agrava ainda mais a situação. Além disso, a falta de umidade no solo impede que os grãos atinjam o tamanho esperado, comprometendo a produtividade em MS. A seca, combinada com os custos crescentes de insumos e com a incerteza quanto à recuperação da safra, coloca em risco a sustentabilidade de muitas famílias de produtores rurais, que enfrentam um cenário desolador em um momento crítico da agricultura sul-mato-grossense.



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Cotação do boi gordo registra alta nas praças paulistas



As cotações subiram para o boi gordo e a novilha,




Foto: Pixabay

O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que o mercado de bovinos iniciou a terça-feira (14) com aumentos nas cotações, impulsionados pela oferta limitada e pela redução nas escalas de abate, que estão, em média, para seis dias. As cotações subiram para o boi gordo e a novilha, enquanto o preço da vaca permaneceu estável.

  • O boi gordo teve um aumento de R$ 3,00 por arroba.
  • A novilha gorda subiu R$ 2,00 por arroba.
  • O preço da vaca manteve-se inalterado.


No Espírito Santo, todas as categorias de bovinos registraram alta. As escalas de abate diminuíram para cinco dias em média, refletindo a redução da oferta.

  • A arroba do boi gordo e da novilha gorda subiu R$ 5,00.
  • A vaca também teve uma alta de R$ 10,00 por arroba.
  • A cotação do “boi China” também subiu R$ 5,00 por arroba.

Mato Grosso do Sul

Nas regiões de Dourados e Campo Grande, o mercado de carne bovina também registrou aumento nos preços, com escalas de abate variando entre quatro e seis dias.

  • Em Dourados, a cotação da vaca gorda subiu R$ 2,00 por arroba.
  • Em Campo Grande, o boi gordo teve um aumento de R$ 3,00 por arroba. O preço das fêmeas permaneceu estável.

Até a segunda semana de janeiro, o volume exportado de carne bovina in natura foi de 66,4 mil toneladas, com média diária de 9,5 mil toneladas. Isso representa um aumento de 14,9% em comparação ao mesmo período de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5,1 mil, o que significa um crescimento de 11,8% em relação ao ano passado, impulsionando o faturamento, que subiu 28,5%.





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Mais de 25 mil animais são resgatados de incêndios em 2024



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) revelou que mais de 25 mil animais silvestres foram resgatados em 2024, a maior parte durante incêndios florestais. Em setembro e outubro, meses mais críticos, ocorreram 25% dos resgates, com destaque para o Distrito Federal, que liderou com 1.071 animais encaminhados aos Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas).

Segundo o Ibama, incêndios cada vez mais intensos são reflexo das mudanças climáticas e colocam em risco diversas espécies. Durante operações no Pantanal, mais de 1.130 animais vivos foram avistados em fuga. Embora algumas histórias tenham finais felizes, como o resgate de tamanduás e onças-pintadas, muitas terminaram em perdas irreparáveis.

Tecnologia no resgate de fauna

Em 2024, o Ibama lançou o Aplicativo para Gestão de Emergências de Fauna (AGF), que auxilia na identificação e coleta de dados de animais em áreas críticas. A ferramenta otimiza os resgates e gera informações valiosas para planejar ações futuras.

As equipes do Ibama que atuam nos resgates de fauna podem registrar necessidades de suprimentos, equipamentos e pessoal, o que facilita a logística das operações. Isso torna a resposta às emergências mais coordenada e eficiente. Com essa inovação, o Ibama dá um passo importante na defesa da biodiversidade da região ao demonstrar que a tecnologia pode ser uma grande aliada no combate às emergências ambientais e na preservação de um dos ecossistemas mais ricos e ameaçados do Brasil.

Com o avanço das mudanças climáticas, o aumento dos incêndios florestais exige esforços coordenados para mitigar os impactos na fauna brasileira. As operações do Ibama e parceiros destacam a urgência de estratégias de preservação e combate a emergências ambientais.



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