domingo, julho 12, 2026

Autor: Redação

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Com produção abaixo do esperado, valor do açúcar sobe no mercado internacional



O açúcar registra alta nos preços na Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) nesta quinta-feira (16), impulsionado pela redução expressiva na produção. Os contratos com vencimento em março/2025 operam a 18,41 centavos de dólar por libra-peso, com aumento de 0,40 centavo (+2,22%).

Segundo dados do setor, a produção de açúcar na segunda quinzena de dezembro caiu 73,12% em relação ao mesmo período da safra passada, totalizando apenas 63,52 mil toneladas, contra 236,33 mil toneladas no ciclo 2023/2024.

No acumulado da safra 2024/2025, a fabricação do adoçante chegou a 39,78 milhões de toneladas, uma redução de 5,42% em comparação às 42,06 milhões de toneladas da temporada anterior.

A moagem na região Centro-Sul, um dos centros produtores mais importantes do Brasil, também registrou queda significativa. No final de dezembro, foram processadas 1,73 milhão de toneladas, contra 4,92 milhões no mesmo período do ciclo anterior (-64,86%). No acumulado até 1º de janeiro, a moagem alcançou 613,6 milhões de toneladas, uma queda de 4,75% frente às 644,2 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ciclo 2023/2024.

Mercado internacional

No cenário global, as cotações do açúcar foram influenciadas por expectativas de mudanças nas exportações indianas. Relatos indicam que a Índia pode liberar um milhão de toneladas para exportação em breve.

Além disso, a Tailândia, outro grande produtor, poderá aumentar sua oferta de açúcar devido à suspensão de exportações de xarope de açúcar e pó pré-misturado para a China. Autoridades chinesas exigiram inspeções em fábricas tailandesas antes de retomar as negociações para o fim da proibição, imposta no mês passado.

Na Bolsa de Londres, o comportamento foi semelhante. O contrato de março/2025 fechou o dia a 18,01 centavos de dólar por libra-peso, com recuo de 0,31 centavo (-1,69%). Já o contrato de maio/2025 caiu 1,84%, encerrando a 17,07 centavos de dólar por libra-peso.



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AGU pede para PF investigar quem espalhou desinformação sobre o Pix



O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a AGU pediu à Polícia Federal (PF) a abertura de inquérito para identificar as pessoas que criaram e disseminaram informações falsas envolvendo a nova fiscalização do Pix. Segundo ele, há fortes indícios de crime contra a economia popular, cuja pena vai de um a cinco anos de prisão e multa.

Messias disse que a administração federal identificou a utilização de símbolos do governo, da Receita Federal e do Ministério da Fazenda em posts com informações falsas. “Identificamos práticas abusivas nas relações de consumo”, disse.

O advogado-geral da União afirmou que o governo quer a abertura de um inquérito na Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) sobre eventuais crimes nas relações de consumo por conta das fake news relacionadas à tributação do Pix.

Polarização

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a principal fonte de divulgação de fake news envolvendo a nova fiscalização do Pix foi a oposição. Ele chamou de “inescrupulosos” os parlamentares que espalharam notícias falsas sobre o Pix.

O ministro citou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao defender a fiscalização da Receita. “As rachadinhas foram combatidas porque a autoridade identificou uma movimentação absurda nas contas do Flávio Bolsonaro”, disse.

Ontem, o senador postou no X que Haddad “ao ameaçar cobrar imposto de quem não pagava ao usar o Pix, parece meio óbvio que o preço vai aumentar para se manter a margem de lucro”.

Variação sazonal

Em meio à onda de fake news que invadiu as redes sociais, houve um recuo de 15% no total de transações via Pix nas duas primeiras semanas deste mês em relação ao mesmo período de dezembro. No entanto, segundo o Estadão, técnicos do Banco Central não veem esse movimento de queda como consequência das fake news que inundaram as redes sociais nas últimas duas semanas.

“(O) Movimento do Pix está dentro da variação sazonal de início de ano”, informou o BC em comunicado. Quando a comparação é feita com janeiro de 2024, houve um crescimento de 30% nas transações, ritmo considerado dentro do normal pelo BC.



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AgroNewsPolítica & Agro

práticas sustentáveis garantem alta produtividade



Manejo integrado é uma prática que prioriza o equilíbrio ambiental


Foto: Divulgação

Segundo informações divulgadas em artigo produzido pelo Blog da Aegro, o controle integrado de pragas, doenças e plantas daninhas é uma estratégia essencial para proteger o potencial produtivo da soja, promovendo sustentabilidade e eficiência econômica. Esse método combina abordagens biológicas, químicas, culturais e físicas, reduzindo a dependência de defensivos químicos e minimizando impactos ambientais, ao mesmo tempo em que preserva a rentabilidade da lavoura.

O manejo biológico destaca-se por utilizar organismos vivos no combate a pragas e doenças, promovendo um equilíbrio ecológico. Predadores naturais, como joaninhas e vespas parasitoides, auxiliam no controle de insetos nocivos, como pulgões. Além disso, o uso de microrganismos benéficos, incluindo fungos, bactérias e vírus, combate pragas específicas de maneira eficiente, diminuindo a necessidade de pesticidas.

Métodos Culturais: Rotação de culturas, uso de variedades resistentes e plantio em épocas adequadas ajudam a prevenir a disseminação de doenças e pragas.

Controle Químico: Deve ser usado de forma racional e orientada, com produtos registrados e em dosagens adequadas, evitando a resistência de pragas.

Barreiras Físicas: O uso de cercas, armadilhas e telas pode ser eficaz contra algumas espécies de insetos.

O manejo integrado é uma prática que prioriza o equilíbrio ambiental e a saúde do ecossistema agrícola, garantindo colheitas saudáveis e sustentáveis.

Pesquisas e inovações tecnológicas têm facilitado a aplicação dessas práticas. O manejo integrado de pragas é reconhecido por sua eficácia e por atender às exigências de consumidores que demandam produtos agrícolas mais sustentáveis.





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Alta do Ibovespa, recuo do dólar e componente norte-americano. Ouça o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta de 2,84% do Ibovespa, puxado por Vale e mineradoras, com o dólar recuando para R$ 6,01 (-0,78%). Nos EUA, o CPI mostrou desaceleração da inflação, enquanto o Livro Bege trouxe expectativa de alta modesta nos preços em 2025. No Brasil, a PMS caiu 0,9% em novembro, refletindo ajustes no setor de serviços. Amanhã, foco no IBC-Br.



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AgroNewsPolítica & Agro

Dólar cai para R$ 6,02





Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney, o dólar à vista registrou queda frente ao real nesta quarta-feira (15), influenciado pela reação dos investidores à divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos. Os números apontaram que o núcleo dos preços ao consumidor na base anual se aproximou ainda mais da meta de 2% estipulada pelo Federal Reserve (Fed).

A moeda norte-americana encerrou o dia com baixa de 0,36%, cotada a R$ 6,0251, a menor marca de fechamento desde 12 de dezembro, quando atingiu R$ 6,0128. No acumulado de janeiro, o dólar já registra desvalorização de 2,49%.

No mercado futuro, o dólar para fevereiro, considerado o contrato mais líquido no momento, recuava 0,67% no final da tarde, sendo negociado a R$ 6,0415 na B3.

Dólar Comercial

  • Compra: R$ 6,041
  • Venda: R$ 6,041

Dólar Turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313

Especialistas destacam que a queda reflete otimismo do mercado em relação ao controle inflacionário nos EUA, o que pode levar o Fed a adotar uma postura menos agressiva em sua política monetária. Esse movimento também favorece moedas de países emergentes, como o real, que ganha espaço com o enfraquecimento global do dólar.





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Chuva se intensifica em 3 regiões brasileiras; confira a previsão de hoje



O dia que marca o início da segunda quinzena de janeiro terá chuva abrangente, com risco para temporais, em grande parte do país. Veja a previsão para as cinco regiões:

Sul

Áreas de instabilidade seguem avançando do interior do continente, provocando pancadas de chuva no centro-oeste do Rio Grande do Sul. No leste de Santa Catarina e no Paraná, dia mais nublado e com pancadas de chuva que podem vir a qualquer momento. Por outro lado, o sol vai predominar em grande parte dos territórios paranaense e catarinense, bem como na metade leste e norte gaúcha.

Sudeste

Chuva volta a se espalhar por São Paulo, onde não se descartam precipitações de forte intensidade no interior do estado, principalmente a partir da tarde. Em Minas Gerais e Espírito Santo, a chuva continua em todas as regiões, com risco para temporais isolados. No Rio de Janeiro o dia fica nublado e pode chover a partir da tarde.

Centro-Oeste

Tempo instável e com chuva a qualquer hora entre Goiás, Mato Grosso e centro-norte de Mato Grosso. Nessas áreas o sol aparece entre muitas nuvens e a chuva vem ao longo do dia com até forte intensidade e não se descartam alguns temporais. Somente no sul do território sul-matogrossense o tempo fica firme.

Nordeste

O tempo permanece instável e com pancadas de chuva a qualquer hora em grande parte dos estados. As pancadas de chuva acontecem a qualquer momento no interior da Bahia, Maranhão, Piauí e no sertão, locais onde o dia deve ser de muita nebulosidade. Em João Pessoa, Paraíba, o sol aparece entre nuvens e tem previsão para pancadas de chuva isolada.

Norte

Tempo firme com sol aparecendo entre nuvens no Acre, norte e oeste do Amazonas, enquanto em Roraima e noroeste do Pará o sol é mais presente. Em Rondônia, leste e sudeste amazonense, centro-leste e oeste paraense e Tocantins, o tempo permanece mais nublado e com pancadas de chuva com até forte intensidade ao longo do dia.



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Peru autoriza que mais 9 frigoríficos brasileiros lhe vendam carne suína e de aves



O governo do Peru, por meio do “Servicio Nacional de Sanidad Agraria” (Senasa), autorizou nesta terça-feira (14), que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.

Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.

Já para a carne de aves, houve a inclusão de planta produtiva no Rio Grande do Sul.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em 2024, o Brasil exportou mais US$ 755 milhões em produtos agropecuários para o mercado peruano. Esse valor inclui, além das proteínas, produtos como soja, fibras têxteis, frutas, nozes e lácteos.

Já os embarques de carnes do Brasil para o país ultrapassaram US$ 141 milhões no ano passado. “Com a habilitação das novas plantas frigoríficas, projeta-se incremento expressivo nas exportações de carne suína e de aves, com benefício para toda a cadeia produtiva”, diz o Mapa, em nota.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, o Peru possui consumo per capita de carne suína relativamente baixo, em torno de 8,5 quilos anuais, o que indica potencial para crescimento do setor.

“Com mais plantas habilitadas, temos uma excelente oportunidade para expandir nossa presença neste importante mercado”, disse.

O Peru produz mais de 220 mil toneladas anuais de carne de porco e importou 14,8 mil toneladas da proteína em 2023. A maior parte provém do Chile (57% do total), seguida pelos Estados Unidos (13% do total) e Brasil (12% do total), cuja participação deve aumentar com as novas habilitações.



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Instituto de Zootecnia desenvolve projeto para aproveitamento de resíduos orgânicos no Vale do Ribeira



Pesquisa viabilizará a sustentabilidade ambiental, social e econômia


Foto: Divulgação

Na busca incansável por soluções sustentáveis aos problemas ambientais encontrados, o Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP está desenvolvendo um estudo para destino e aproveitamento adequados de resíduos orgânicos. O projeto “Sistema de produção de leite de búfalas integrado à compostagem de resíduos orgânicos”, apoiado pela Fundação AgriSus está sendo desenvolvido no Núcleo Regional de Pesquisa de Registro do IZ.

A geração de resíduos orgânicos tem aumentado exponencialmente tanto no meio rural quanto urbano e seu destino incorreto é fonte de contaminação de solo, água e ar.

No Vale do Ribeira, o aumento na produção de búfalos tem contribuído para aumento na geração de resíduos orgânicos. “O objetivo do estudo é viabilizar um sistema de produção de leite de búfalas que integre as produções de forragem, de leite e de resíduos orgânicos de forma sustentável”, afirma o pesquisador do IZ, Nelcio Antonio Tonizza de Carvalho.

A transformação destes resíduos em compostos orgânicos possibilita a incorporação de carbono ao solo, a manutenção da saúde populacional e a preservação do bioma regional. A aplicação de adubação orgânica, além de fornecer nutrientes, ajuda a melhorar as características físicas do solo, mantendo a umidade, bem como auxiliando no aumento da diversidade biológica o que melhora a produtividade das plantas. O sistema torna-se mais econômico, aumenta a rentabilidade do produtor e diminui os impactos ambientais.

Segundo Nélcio, na pecuária, os principais resíduos orgânicos são as fezes e urina produzidas pelos animais, enquanto na área urbana são produzidos os resíduos verdes compostos por galhos, cascas de árvores, gramas, folhas verdes e secas, flores e outros materiais provenientes da arborização. “São materiais ricos em nutrientes e que podem ser submetidos à compostagem, disponibilizando nutrientes para aplicação na agricultura, em substituição ou complementação à adubação química, diminuindo o custo de produção de alimentos”.





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Procon orienta consumidores a denunciar cobrança extra sobre Pix



A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) fez uma alerta nesta quarta-feira (15) para que os consumidores tomem cuidado com cobranças ilegais em pagamentos com Pix.

Segundo o órgão, não podem ser cobradas taxas extras nos pagamentos feitos nessa modalidade de transferência bancária.

“Nada mudou, nem deve mudar, para o consumidor. E, mesmo que mudasse, os fornecedores não poderiam cobrar qualquer taxa extra para receber pagamentos por qualquer modalidade – Pix, cartão de crédito, de débito ou boleto”, afirmou Patrícia Dias, assessora técnica do Procon-SP.

Segundo ela, a lei veda o repasse ao consumidor de taxas eventualmente cobradas pelas instituições financeiras ou empresas de meios de pagamento, uma vez que estes encargos compõem os custos do negócio e não podem ser cobrados à parte em função da modalidade escolhida pelo comprador.

De acordo com o Procon-SP, os consumidores que se depararem com a cobrança de taxas extras para pagamentos, devem recusar, ou registrar, de alguma forma, a cobrança extra e fazer uma reclamação ou denúncia no site da instituição.



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Boi gordo segue em alta amparado por demanda de exportação; veja cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar alta em seus preços no decorrer desta quarta-feira (15).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos ainda encontram grande dificuldade na composição de suas escalas de abate, que permanecem posicionadas entre três e seis dias úteis na média nacional.

“A demanda permanece aquecida, em especial a relacionada à exportação. O Brasil segue como melhor alternativa global para o fornecimento de carne bovina, com grandes predicados na comparação aos concorrentes”, destaca.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: R$ 332,75 (R$ 332,33 ontem)
  • Minas Gerais: R$ 319,71, estável
  • Goiás: R$ 321,43 (R$ 319,82 anteriormente)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 324,89 (R$ 324,20 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 316,22 (R$ 316,82)

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou preços mais altos nesta quarta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes no curto prazo.

“Importante mencionar que as exportações permanecem em ótimo nível, enxugando o mercado doméstico. Esta dinâmica será essencial para justificar reajustes dos preços da carne bovina no mercado interno. De maneira lógica, há limitações, como o baixo poder de compra da população, que tende a dificultar altas muito contundentes”. comenta.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 26,75, por quilo. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 18,50. Quarto dianteiro apresentou alta de R$ 0,50 e atingiu o patamar de R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,36%, sendo negociado a R$ 6,0240 para venda e a R$ 6,0220 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0108 e a máxima de R$ 6,0693.



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