sexta-feira, julho 10, 2026

Autor: Redação

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demanda doméstica em queda e oferta em alta derrubam preços; veja cotações


O mercado físico do boi gordo encerrou a semana pressionado com muitas tentativas de compra em patamares mais baixos, informa a consultoria Safras & Mercado.

O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento, mesmo durante a primeira quinzena de fevereiro.

“Em linhas gerais, o arrefecimento da demanda doméstica em meio ao avanço da oferta de fêmeas na Região Norte foi o grande elemento de pressão durante a segunda quinzena de janeiro”, diz Fernando Henrique Iglesias, analista da empresa.

De acordo com ele, é importante destacar que a entrada dos salários na economia pode motivar alguma novidade em relação a consumo.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 325,08 (R$ 326,83 ontem)
  • Goiás: R$ 307,86 (R$ 310,89 anteriormente)
  • Minas Gerais: R$ 314,41 (R$ 315,29 na quinta)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,39 (R$ 313,52 antes)
  • Mato Grosso: R$ 321,93 (R$ 320,42 ontem)

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista encerra a semana apresentando preços acomodados. Segundo Iglesias, há alguma expectativa da entrada dos salários na economia, com capacidade de recuperação tímida dos preços, em especial dos cortes dianteiro e da ponta de agulha.

“Ressaltando que o padrão de consumo delimitado para o mês de fevereiro ainda sinaliza para a preferência de proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, ovo e embutidos em geral”, assinalou.

O quarto traseiro permanece precificado a R$ 24,50 por quilo. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo. Quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,30%, sendo negociado a R$ 5,8354 para venda e a R$ 5,8334 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8115 e a máxima de R$ 5,8725. A moeda norte-americana recuou 1,39% na semana e 5,57% no mês de janeiro.



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Produção de café na Bahia pode registrar crescimento de 11,3%



O último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sobre o cultivo de café no Brasil, aponta que a safra de 2025 na Bahia tem um crescimento previsto de 11,3% na produção total, sendo 1,16 milhão de sacas de arábica e 2,25 milhões de sacas de conilon, um crescimento de 13,6%.

A produção de café arábica poum aumento de 5,6% na produtividade média, alcançando 20,7 sacas por hectare. Esses números refletem as condições climáticas favoráveis e a adoção de tecnologias avançadas de manejo e irrigação, pontua o relatório da Conab, compartilhados também pela Secretaria de Agricultura do Estado (Seagri).

De acordo com a Seagri, comparando com a safra de 2024, que foi marcada por desafios climáticos como estiagens e altas temperaturas, a safra de 2025 apresenta uma recuperação notável.

Em 2024, a produção total de café na Bahia foi de aproximadamente 3,06 milhões de sacas, com uma produtividade média de 30,3 sacas por hectare.

A melhoria nas condições hídricas no último trimestre de 2024 e o uso eficiente de técnicas de fertirrigação contribuíram para o aumento da produção e da produtividade na safra atual.

Os resultados positivos da safra de 2025 são atribuídos à regularidade das chuvas e ao uso de irrigação suplementar, que beneficiaram especialmente as lavouras de café conilon na região do Atlântico, no sul da Bahia.

Além disso, a diversificação das fases de desenvolvimento das lavouras de café arábica nas regiões do Planalto e Cerrado também contribuiu para a estabilidade da produção.

Esses fatores, aliados ao manejo adequado e à sanidade das plantas, garantem uma safra promissora para o estado da Bahia.

Preços

O relatório da Conab aponta que as perspectivas para os preços do café no Brasil em 2025 indicam que devem permanecer elevados, pelo menos até o final do primeiro semestre.

Entre as causas estão as adversidades climáticas, como secas prolongadas e altas temperaturas, que reduziram a produtividade das lavouras brasileiras.

Além disso, a demanda global por café continua a crescer, impulsionada por mercados emergentes como a China, enquanto os estoques mundiais não acompanham. Esse descompasso entre oferta e demanda tem pressionado os preços para cima.

No mercado interno, o preço do café ao consumidor final subiu quase 40% em 2024, e a tendência é de novos reajustes em 2025, com a indústria repassando os custos adicionais aos consumidores. 


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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de uvas segue com bons preços e qualidade



Colheita da uva está em fase final em diversas regiões




Foto: Divulgação

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), a colheita da uva está em fase final em diversas regiões, com frutos de boa qualidade e preços relativamente estáveis no Rio Grande do Sul.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, a colheita da uva Niágara Rosada e Bordô já alcança 95% dos parreirais. Os preços variam entre R$ 3,00 e R$ 5,00/kg para a Niágara Rosada e R$ 2,20 a R$ 2,40/kg para a Bordô.

Já na região de Soledade, está sendo finalizada a colheita das variedades americanas, como Niágara Rosada e Branca, Concord e Bordô. A colheita da variedade vinífera Chardonnay já está em andamento, enquanto as uvas Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon seguem em maturação. Os preços pagos aos produtores variam de R$ 5,00 a R$ 6,00/kg, podendo chegar a R$ 10,00/kg na venda direta ao consumidor.

O clima seco tem favorecido a produção, garantindo frutos com ótimo grau Brix, bom tamanho e sanidade. A expectativa é de que a safra mantenha sua qualidade até o final da colheita.





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quase três toneladas de carne estragada são apreendidas em açougue



A Vigilância Sanitária de Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina, apreendeu, na manhã desta sexta-feira (31), quase três toneladas de carne estragada. Os produtos estavam em um container em um terreno próximo ao açougue, que foi lacrado.

A ação foi realizada a partir de uma denúncia anônima e constatou que o produto não tinha condições para consumo, mas, mesmo assim, era utilizada para fazer charque, item comercializado no estabelecimento.

“As três toneladas de carne serão descartadas no aterro sanitário e, como penalidade, o açougue responsável pela comercialização da carne imprópria para o consumo foi fechado”, afirmou o diretor da Vigilância Sanitária de Itajaí, Silvio Schaadt.

Ele ressalta a importância desse tipo de denúncia ao órgão, viabilizadas pelo número (47) 3908-5046, pelo e-mail [email protected] ou pela Ouvidoria do Município pelo telefone 0800 646-4040.



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Áreas do Sudeste podem receber até 400 mm de chuva em 3 dias; saiba quais


Um novo episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) estará ativo sobre o Brasil até o próximo domingo (2). Com isso, chuvas fortes e volumosas devem atingir áreas das regiões Sudeste, Norte e Centro-Oeste.

De acordo com a previsão da Climatempo, mais uma vez os maiores volumes de chuva serão registrados no Sudestes. A maior preocupação com a chuva muito volumosa refere-se à faixa da divisa de São Paulo com Minas Gerais e com o Rio de Janeiro.

Volumes de chuva estimados

A maior parte das áreas de São Paulo e de Minas Gerais deve acumular de 100 a 200 mm de chuva até domingo.

Segundo a Climatempo, no entanto, na divisa entre esses estados e o Rio de Janeiro, o acumulado estimado aumenta para o intervalo entre 200 a 300 mm de chuva. É o que ocorre em áreas do Triângulo Mineiro e nas regiões de Ribeirão Preto (SP) e de São Carlos (SP).

Grande parte do Sul de Minas, a região da Zona da Mata Mineira, o Vale do Paraíba (SP) e o sul do Rio de Janeiro também poderão acumular de 200 a 300 mm de chuva.

Uma pequena área na serra da Mantiqueira, no sul de Minas, na divisa com São Paulo, abrangendo, por exemplo, a região de Campos do Jordão, é a área onde o perigo é mais extremo: acumulado esperado pode chegar a 400 mm.

Perigo para deslizamentos e enchentes aumenta

De acordo com a Climatempo, os volumes de chuva estimados são muito elevados e em alguns casos correspondem a quase toda a chuva estimada para o mês de fevereiro em três ou quatro dias. Essa situação extrema, alertam os metorologistas da Climatempo, representa grande perigo, pois já choveu muito nessas áreas e, em vários locais, os solos estão encharcados e o nível dos rios e córregos está alto.

A chuva deste novo episódio de ZCAS vai cair sobre áreas que já estão tendo chuva regular, com vários temporais, desde novembro de 2024. Agora, a condição dos solos está mais propícia a ter deslizamentos de terra. Há um grande potencial para deslizamentos na Serra da Mantiqueira, na Serra do Mar, no litoral norte de São Paulo, em Angra dos Reis (RJ) e emde Paraty (RJ).

Grande São Paulo e Grande Rio

Na região da Grande São Paulo, muita chuva está sendo esperada neste fim de semana. São Paulo já recebeu muita chuva e está mais fácil ter o transbordamento de rios agora.

Para o Grande Rio, a expectativa é de que a chuva mais volumosa aconteça na parte oeste da região. Também há uma preocupação na região serrana fluminense.



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Falta de chuva afeta a produção de soja e perdas já passam dos 60%



A situação dos produtores gaúchos está complicada! A safra na Fronteira, Sul, Missões e região Central são as mais afetadas pela seca. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural ( Emater), 75% da soja está com perdas ou em alerta. Entidades questionam as projeções de safra recorde no estado e há grande preocupação com o endividamento dos produtores. Cerca de 30% estão com dívidas consideradas impagáveis.

A chuva que veio em excesso no estado, ao longo de 2024, agora está escassa na maioria das regiões. Essa é a quarta safra seguida com problemas de estiagem. As lavouras estão debilitadas e não conseguem se desenvolver mais, mesmo que chova.

A repórter Eliza Maliszewski conversou com Luciane Agazzi, produtora no município de Tapes, mostrou para a equipe do Canal Rural a lavoura de sua propriedade que está há 28 dias sem chuva.

“Ela não fechou carreiro, não cresceu, não engalhou. Devia estar com 60 centímetros e está com um palmo”, disse.

O Rio Grande do Sul vem de safras seguidas de seca. Em 2021/22 uma das piores colheitas com perdas acima de 50%. Em 2022/23 quebra de 40% na soja e na safra passada 23/24 estiagem no começo do ciclo e enchente no final com grandes impactos nas lavouras da metade sul.

Discordância

Diferente do que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), previu, a Associação Brasileira de Produtores de Soja (APROSOJA) divulgou uma nota onde destaca que não haverá supersafra. “Vivemos novamente uma situação difícil no Rio Grande do Sul. Nós temos regiões onde não chove há tempos e as plantas secaram, não temos água, chuvas escassas em todo estado. Percentual de quebra só saberemos mesmo quando começar a colheita. Até lá tudo é chute”, desabafa o presidente da Aprosoja/RS, Ireneu Orth.

Medidas

O governo do Rio Grande do Sul informou que está empenhado em ações para mitigar os efeitos das secas e estiagens. Segundo o governo, uma série de medidas foram e estão sendo executadas dentro do programa Supera Estiagem.

Além disso, o governo criou uma estrutura dedicada à segurança de barragens e emergências climáticas, dentro do Plano Rio Grande, de reconstrução, adaptação e resiliência climática do Rio Grande do Sul.



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Chuvas impulsionam safra, mas excesso atrasa colheita em algumas regiões



A primeira edição do Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA) de 2025 destaca chuvas intensas no Centro-Norte e Matopiba, favorecendo a semeadura e o desenvolvimento das lavouras. No entanto, o excesso de precipitação atrasou a colheita em algumas áreas. Já na região Sul e no Mato Grosso do Sul, volumes abaixo da média trouxeram restrições hídricas.

Os dados indicam boas condições para a soja, com índices de vegetação próximos ou superiores aos da safra anterior. O arroz irrigado também apresenta bom desempenho, mas o nível dos reservatórios preocupa no Rio Grande do Sul.

O BMA é uma publicação mensal, resultado da colaboração entre a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam). O trabalho tema a colaboração de agentes que contribuem com dados pesquisados em campo.

O boletim completo está disponível no site https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/graos



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AgroNewsPolítica & Agro

Ácaro-branco reduz produção e exige monitoramento



Praga afeta soja, café e algodão no Brasil


Foto: Divulgação

Segundo o informado pela engenheira agrônoma Bruna Rohrig em artigo publicado no Blog da Aegro, o ácaro-branco tem sido uma grande preocupação para os agricultores, devido ao seu potencial de dano em diversas culturas. Com ciclo de vida rápido e capacidade de adaptação, a praga tem sido registrada com maior frequência e abrangência nos últimos anos, sobretudo em regiões com alta umidade e temperaturas elevadas.

Segundo o Centro Internacional de Biociência Agrícola (CABI), o ácaro-branco afeta importantes culturas como soja, café e algodão, podendo reduzir drasticamente a produtividade. Em outros países, há registros de perdas de até 50% na produção de feijão devido ao ataque da praga.

A infestação compromete o crescimento das plantas, reduzindo seu porte e dificultando o desenvolvimento. Em casos mais graves, há queda de folíolos, bronzeamento de hastes e folhas e redução do número de frutos.

Na soja, o ácaro-branco diminui a distância entre os entrenós, fazendo com que plantas afetadas fiquem menores e recebam menos luz, impactando sua produtividade. No algodão, a praga se torna mais agressiva em anos chuvosos, afetando a qualidade das fibras e o número de maçãs.

O ácaro-branco pode ser confundido com outras pragas, doenças ou viroses. Para diferenciá-lo, é necessário observar sintomas como rugosidade e deformação das folhas, além de verificar se a coloração interna da haste se mantém normal.

Ao contrário da maioria dos ácaros, o ácaro-branco se prolifera em condições de alta umidade e calor, sendo mais comum durante o crescimento vegetativo das plantas. Seu controle exige monitoramento constante e adoção de boas práticas agrícolas, evitando surtos e garantindo a sanidade da lavoura.





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Expedição Soja Brasil: os desafios nas lavouras de soja no RS e PR



O episódio 29 do programa Soja Brasil traz um panorama detalhado sobre os desafios enfrentados pelos produtores de soja no Rio Grande do Sul e Paraná. A expedição da equipe do programa revelou que, após duas safras impactadas por estiagem e uma última marcada pelas cheias, a expectativa para a safra 2024/2025 ainda é de incertezas, com o clima desfavorável e a falta de recursos impactando a produtividade da região.

A safra está desigual, com algumas áreas que enfrentam déficit hídrico severo e outras que sofrem com excessos de chuva. A Emater estima que cerca de 6,8 milhões de hectares serão semeados, mas o excesso de umidade e a falta de tecnologia em muitas propriedades podem resultar em uma produção menor do que a esperada. A situação é crítica, com diversas propriedades deixando de ser plantadas ou plantadas sem insumos e tecnologias adequadas, o que reflete diretamente na redução da produtividade.

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Porém, o clima não é o único desafio enfrentado. O produtor de soja do Rio Grande do Sul também está se adaptando a práticas mais sustentáveis, com destaque para o programa Soja Baixo Carbono, que promove a certificação de soja produzida com baixa emissão de gases de efeito estufa. Este programa, desenvolvido pela Embrapa, busca atender aos critérios ambientais e melhorar a competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

Em Bela Vista do Paraíso, no Paraná, o programa Soja Baixo Carbono já está em andamento, com produtores que adotam práticas que reduzem em até 50% o uso de produtos químicos e os custos com a produção. A equipe do Soja Brasil constatou que, isso, além de beneficiar o meio ambiente, também melhora a competitividade do produto nos mercados que valorizam a sustentabilidade.

Em um ano desafiador, os produtores de soja seguem apostando na recuperação do ciclo 2024/2025, com a esperança de que a safra, apesar das adversidades, seja capaz de contribuir para a sustentabilidade do setor e manter o Brasil como um líder no mercado internacional de soja.

O programa Soja Brasil também destaca o papel das iniciativas de sustentabilidade, como a certificação Soja Baixo Carbono, que se apresenta como uma grande oportunidade para o Brasil consolidar-se como um fornecedor responsável e de alta qualidade no cenário global. Confira o episódio completo:



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AgroNewsPolítica & Agro

SC lidera controle sanitário contra brucelose e tuberculose



Santa Catarina reforça liderança em sanidade animal




Foto: Pixabay

De acordo com dados da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina, o estado se mantém como referência nacional em sanidade animal, com ações que garantem a segurança alimentar, a competitividade do agronegócio e a qualidade dos produtos. Em 2024, o estado atingiu a marca de 3,5 mil propriedades certificadas como livres de brucelose e tuberculose, resultado de um trabalho conjunto entre o Serviço Veterinário Oficial, a Secretaria de Agricultura e Pecuária e a Cidasc.

O estado detém a menor incidência de brucelose no país, sendo o único classificado como “grau A” pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Santa Catarina também compartilha a classificação A para tuberculose bovina com outros quatro estados.

O controle sanitário do rebanho leiteiro avançou com a Portaria 44/2020, que determina o monitoramento contínuo da produção e a coleta obrigatória de amostras de leite de tanques de refrigeração para exames anuais de brucelose, a partir de 2025.

Em 2024, foram coletadas amostras de 13.970 propriedades, com 402 positivas para brucelose (2,88%), uma redução expressiva em comparação a 2021, quando a taxa era de 5,89%. Os exames individuais também indicaram uma queda significativa nos casos, de 1,36% em 2021 para 0,60% em 2024.

O estado conta com cerca de 540 médicos veterinários habilitados pelo Mapa, que atuam no diagnóstico e controle das doenças, garantindo a baixa prevalência da brucelose e tuberculose no rebanho catarinense.

Com um planejamento sólido para 2025, Santa Catarina reafirma seu compromisso com a sanidade animal e o fortalecimento do agronegócio, consolidando-se como exemplo de controle sanitário no Brasil.





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