quinta-feira, julho 9, 2026

Autor: Redação

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Semana terá chuva de 150 mm e calor de 40ºC; confira e prepare-se


Semana de muita chuva em quase todo o país. Veja a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) entre os dias 3 e 10 de fevereiro:

Sul

A combinação de calor e umidade favorecerá a formação de instabilidades, com acumulados de chuva acima de 50 mm no Paraná e em Santa Catarina. Em algumas áreas do norte paranaense e oeste catarinense, o volume pode ultrapassar 150 mm (tons em vermelho no mapa abaixo). No sul do Rio Grande do Sul, os acumulados terão menores volume, contudo, as temperaturas estarão elevadas.

Sudeste

A combinação de calor, umidade e instabilidade atmosférica favorecerá as chuvas ao longo da semana em São Paulo e no centro-oeste de Minas Gerais, com acumulados entre 30 e 60 mm, ultrapassando os 80 mm em áreas do leste paulista. No estado e no Triângulo Mineiro, a previsão indica risco de chuva intensa no início dessa semana, com pancadas de chuva que podem ser localmente fortes.

Centro-Oeste

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Foto: Reprodução Inmet

A combinação de calor, umidade e convergência de umidade favorecerá a persistência de áreas de instabilidade em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no centrooeste de Goiás, com acumulados acima de 60 mm. Em algumas localidades do sudeste e nordeste mato-grossense e norte sul-matogrossense, as chuvas poderão ser mais intensas, ultrapassando os 80 mm.

Nordeste

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) em sua posição mais ao sul favorecerá a precipitação no norte do Nordeste, com acumulados acima de 100 mm previsto para o norte do Maranhão, do Piauí e litoral do Ceará. Durante os próximos dias, o deslocamento do Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) para o continente influenciará a precipitação na região, provocando chuvas em suas bordas, atuando principalmente em algumas áreas do litoral, interior e oeste da região, podendo provocar localmente tempestades com chuvas intensas e ventos fortes.

Norte

As instabilidades associadas ao calor e à alta umidade provocarão pancadas de chuva ao longo da semana no Norte do país, com acumulados acima de 50 mm (tons de verde) em grande parte da região. As chuvas podem superar 80 mm (tons de vermelho a rosa) em áreas pontuais do norte e sudoeste do Amazonas. O posicionamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao sul provocará acumulados acima de 100 mm no nordeste do Pará e em áreas pontuais do Amapá. Por outro lado, em grande parte de Roraima e noroeste do Pará, os acumulados de chuva deverão ficar abaixo de 10 mm (áreas em azul).

Altas temperaturas

Para os próximos dias, temperaturas máximas permanecem elevadas em grande parte das Região Norte e Nordeste com valores entre 26°C e 36°C, podendo ultrapassar 38°C em
algumas localidades do interior do Nordeste.

No Centro-Oeste, a semana inicia com temperaturas máximas mais amenas, variando entre 26°C e 30°C em grande parte da região. No decorrer da semana, as temperaturas devem elevar-se, variando entre 28°C e 34°C, com maiores valores sobre o oeste de Mato Grosso do Sul.

Já no Sudeste, os valores estarão entre 24°C e 34°C, enquanto na Região Sul, uma onda de calor deixará as temperaturas elevadas no Rio Grande do Sul, com valores previstos entre 30°C e 38°C, podendo ultrapassar 40°C em algumas localidades. Nas demais áreas da região, as máximas irão oscilar entre 22°C e 30°C.

Em grande parte da Região Centro-Oeste, está previsto temperatura máxima entre 26°C e 30°C, com maiores temperaturas previstas para o oeste de Mato Grosso do Sul e sul de Mato Grosso, onde as máximas podem superar os 34°C.



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AgroNewsPolítica & Agro

Calor intenso deve persistir no Sul do Brasil


Uma onda de calor intensa deve atingir o Sul do Brasil a partir desta terça-feira (4), com temperaturas podendo ficar até 5ºC acima da média por um período de três a cinco dias. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta para riscos potenciais à saúde em diversas regiões do Rio Grande do Sul.

As áreas mais afetadas incluem o Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, região Metropolitana de Porto Alegre, Nordeste Rio-grandense, Centro Oriental Rio-grandense e Sudeste Rio-grandense. O calor excessivo pode gerar riscos à população, especialmente para grupos vulneráveis, como idosos e crianças.

Enquanto isso, outras regiões do Brasil devem enfrentar condições climáticas adversas. O Inmet alerta para tempestades no Norte, Centro-Oeste e Sudeste, com chuvas que podem variar entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia. Os ventos também devem ser intensos, alcançando entre 60 km/h e 100 km/h.

Diante desse cenário, o instituto reforça a necessidade de precaução. Há risco de cortes de energia, queda de árvores e alagamentos. Recomenda-se evitar abrigo sob árvores durante as rajadas de vento, bem como estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Em caso de tempestades, também é indicado desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.

No Nordeste, a previsão é de chuvas moderadas, com acumulados entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhados de ventos de 40 a 60 km/h. O risco de corte de energia, queda de galhos e alagamentos é considerado baixo.

Segundo o informativo meteorológico do Inmet, a previsão para os próximos dias também inclui pancadas de chuva intensas no Norte, Centro-Oeste e Sudeste. No Sul, apesar dos volumes menores de chuva, as temperaturas devem permanecer elevadas.





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Bons negócios para a soja; veja as cotações do dia



O mercado brasileiro de soja teve bons negócios nesta terça-feira (4), especialmente no setor doméstico. No entanto, os portos apresentaram menor movimento, com a janela de embarque sendo pequena. Em geral, as cotações subiram, embora ajustes negativos tenham ocorrido em alguns pontos, como no Porto de Rio Grande.

Para o mês de fevereiro, os negócios têm se concentrado mais na indústria. O recuo do dólar ajudou a conter maiores altas, mas os compradores domésticos continuam com boas ofertas no curto prazo.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço manteve-se em R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): preço manteve-se em R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 140,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 132,50 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 111,00 para R$ 113,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 115,00 para R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 114,00 para R$ 115,00

Chicago

O mercado da soja também seguiu atento às questões internacionais. O foco foi na imposição de tarifas comerciais pelo novo governo Trump, com a posição de março encerrando no maior patamar desde o início de outubro.

Após um início de dia na defensiva devido a medidas de retaliação do governo chinês, o mercado se estabilizou com sinais de que ambos os lados estavam dispostos a negociar uma pausa nas tarifas, o que ajudou a acalmar os ânimos.

Além disso, o clima na América do Sul segue sendo monitorado, com preocupações na Argentina devido à seca prolongada, afetando o potencial produtivo. No Brasil, as previsões indicam pouca chuva no Sul e chuvas em excesso no Mato Grosso, prejudicando a colheita.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,79%, negociado a R$ 5,7693 para venda e a R$ 5,7673 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7564 e a máxima de R$ 5,8269.



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Passarela da Soja será realizada em março no Oeste da Bahia



Dando sequência ao calendário de eventos do agronegócio, a ‘Passarela da Soja, Milho e Culturas Alternativas’, teve data confirmada pela Fundação Bahia, entidade organizadora do evento, para o dia 8 de março, sábado, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

O evento é um dos mais aguardados pela cadeia produtiva agrícola regional e de todo o Matopiba, e acontecerá no Campo Experimental da Fundação Bahia.

Em sua última edição, realizada em 2024, a Passarela contou com público de mais de 1.500 pessoas, divididas entre produtores, técnicos de campo, agrônomos, pesquisadores, empresários, consultores, gerentes de fazenda, estudantes e outros profissionais ligados ao agro.

De acordo com a organização, para este ano, a expectativa é de superar os números da edição anterior.

“A Passarela é um marco no nosso calendário agrícola porque sempre contribui informando e levando conhecimento aos nossos produtores. Este ano não será diferente. Temas técnicos importantes no cenário nacional serão abordados, além de termos também demonstrações de inovação e tecnologia através de nossos parceiros”, conta o presidente da instituição e produtor, Ademar Marçal.

Passarela da inovação

A Passarela da Soja, Milho e Culturas Alternativas contará com uma grande estrutura onde será ministrado o painel central e estarão presentes os estandes de empresas parceiras.

Um de seus diferenciais é a Vitrine Tecnológica, espaço dedicado à demonstração de cultivares em campo.

As culturas da soja – carro-chefe do Oeste baiano – e do milho, são os destaques do evento, seguidas por culturas de sucessão.

O nome dos palestrantes e a programação oficial do evento ainda não foram divulgados. O encontro voltado para a demonstração de tendências e inovação acontece no Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO), equipamento mantido pela Fundação BA.

O campo possui 140 hectares voltados para o desenvolvimento da agricultura regional e abriga áreas experimentais das mais diversas culturas.


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Rio Grande do Sul registra a maior temperatura desde o começo do século 20



A onda de calor que atua no Rio Grande do Sul – e também no Paraguai, norte e leste da Argentina e Uruguai – elevou ainda mais as temperaturas no estado nesta terça-feira (4).

No município de Quaraí, na fronteira com o Uruguai, a temperatura chegou a 43,8 °C. Pelos registros históricos, essa é a maior temperatura já registrada no território gaúcho desde o começo do século 20, quando começaram as medições regulares pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O recorde anterior de maior temperatura no Rio Grande do Sul era de 42,9 °C, em Uruguaiana, no dia 27 de fevereiro de 2022. O novo recorde ainda precisa ser oficialmente validado pelo Inmet.

Calor também na capital

A tarde desta terça-feira também foi a mais quente do ano até agora em Porto Alegre, na capital do estado. A temperatura máxima atingiu 37,3 °C.

A sensação térmica às 16 horas, quando ocorreu a maior alta dos termômetros, era de 38 graus. O recorde anterior havia sido em 17 de janeiro, com 35,7 °C.



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Demanda interna por milho cresce e exportações diminuem quase 30%



Em 2023, o Brasil foi o país que mais exportou milho no mundo, com 55,9 milhões de toneladas, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Naquele ano, a produção nacional foi de, aproximadamente, 125 milhões de toneladas.

Já em 2024, foram 39,8 milhões de toneladas embarcadas, queda de 28,8% nas vendas em comparação ao ano anterior, em uma safra de 115 milhões de toneladas.

No entanto, conforme o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, o decréscimo de comercialização internacional do cereal não se deve ao ciclo menor, mas à demanda interna.

De acordo com ele, o aumento de produção e embarques do complexo carne brasileiro (bovina, suína e de aves) aumentou a necessidade interna de milho, o que fez o Brasil racionalizar as vendas.

A respeito da proteína bovina, por exemplo, o país registrou recordes sucessivos mês a mês em 2024. Com isso, foram 2,89 milhões de toneladas vendidas internacionalmente, incremento de 26% ante 2023.

“Outro fator são as usinas de etanol, que já demandam cerca de 25 milhões de toneladas de milho para esmagamento para a produção de biocombustível”.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho cai, trigo sobe e soja oscila


A soja apresentou leve oscilação nos mercados internacionais nesta segunda-feira, com o contrato de março na CBOT registrando uma queda de US$ 1,25, sendo negociado a US$ 1.057,00. O mercado reflete o adiamento, por pelo menos um mês, da imposição de tarifas de 25% sobre as importações do México e Canadá, decisão tomada pelos EUA. 

Entretanto, o impacto da medida foi atenuado pela queda no valor do óleo de soja, devido à possibilidade de o óleo de canola canadense continuar a ser importado. Além disso, a tensão entre EUA e China, com a ameaça de tarifas de até 15% sobre produtos norte-americanos, segue gerando pressão. No Brasil, a colheita da soja avança lentamente, com 8% da área já concluída, um progresso superior aos 3,2% da semana anterior, mas ainda abaixo dos 14% do ano passado, com Mato Grosso apresentando os maiores atrasos.

No milho, o cenário é de leve alta, com o contrato de março da CBOT subindo US$ 1,25, alcançando US$ 490,00. A expectativa positiva vem do adiamento das tarifas de 25% sobre as importações do México, principal comprador mundial de milho. Além disso, as condições climáticas adversas na Argentina e o atraso na safra de milho safrinha no Brasil influenciam o preço. A Conab reportou um avanço de 5,3% na semeadura da safrinha, um progresso inferior aos 19,8% registrados no ano passado. A primeira colheita da safra também está atrás, com 10,5% da área já colhida, comparado aos 13,8% em 2024.

No trigo, os preços caem nos mercados internacionais, com o contrato de março na CBOT registrando uma queda de US$ 3,75, negociado a US$ 563,00. A situação do trigo nos EUA melhora, com 50% da safra de inverno do Kansas sendo classificada como boa a excelente, superando as expectativas após os danos causados pela onda de frio recente. No entanto, os acordos comerciais com México e Canadá, principais compradores de trigo dos EUA, ajudam a limitar as perdas.





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Aprosoja Mato Grosso completa 20 anos; confira a trajetória



Nesta terça-feira (4), a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) comemora 20 anos de atuação em defesa dos interesses dos produtores rurais do estado e do Brasil. A celebração será realizada nesta sexta-feira (7), na Abertura Nacional da Colheita da Soja, em Santa Carmem (MT). Para participar, acesse o link.

Com 32 núcleos regionais e mais de 8.900 associados, a associação tem se expandido e se fortalecido ao longo das duas décadas, sempre focando nas necessidades de seus membros e no crescimento do agronegócio mato-grossense.

O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, destaca a importância da entidade para o setor. “Ao longo desses 20 anos, a Aprosoja MT se consolidou como uma referência no Brasil, promovendo avanços em áreas como logística, sustentabilidade e segurança jurídica. Nosso papel de defender os produtores, investir em inovação e contribuir para políticas públicas estratégicas tem sido essencial para o fortalecimento do agronegócio”, afirmou Beber.

A Aprosoja MT, criada com o objetivo de representar e defender os produtores de soja e milho de Mato Grosso, iniciou sua trajetória com desafios. O primeiro presidente da entidade, José Rogério Salles, relembra a importância da adesão dos produtores nas reuniões iniciais para formar uma associação forte, que logo se tornaria a principal voz do setor. Ao longo dos anos, a associação expandiu sua atuação e se tornou referência nacional, com influência política, contribuindo para o avanço do setor agrícola mato-grossense no Brasil e no exterior.

A associação também se destaca por sua atuação em sustentabilidade, tecnologia e inovação. O programa Soja Legal, por exemplo, foi criado para promover boas práticas agrícolas e preservar o meio ambiente, consolidando Mato Grosso como referência em produção sustentável.

A Aprosoja MT também criou os Centros Tecnológicos Aprosoja (CTECNO), que têm sido essenciais para melhorar a produtividade e rentabilidade das lavouras de soja e milho, oferecendo aos produtores oportunidades de capacitação e troca de experiências.

Além das questões agrícolas, a Aprosoja MT tem se empenhado em ações sociais que impactam a comunidade. Programas como o Agrosolidário já beneficiaram mais de 80 instituições, com doações de alimentos e apoio a projetos culturais e esportivos. O projeto Futuro em Campo, por sua vez, aproxima crianças e professores da realidade rural, conscientizando sobre a importância do agronegócio no Brasil.

Por fim, a associação também promove a campanha Armazém para Todos, que tem o compromisso de aumentar a capacidade de armazenagem nas propriedades rurais, é um exemplo do comprometimento da entidade com o fortalecimento da produção e a garantia de segurança alimentar.



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Cooxupé entra no mercado de soja e milho em sociedade com Agrobom



A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) anunciou oficialmente sua entrada no mercado de cereais, firmando sociedade com a Agrobom, empresa especializada na comercialização de grãos no Sul de Minas Gerais. Desta forma, a cooperativa amplia seus negócios para o recebimento, comercialização e exportação de soja e milho, fortalecendo sua presença no agronegócio brasileiro e global.

Com mais de 90 anos de história no cooperativismo e 67 anos atuando no setor cafeeiro, a Cooxupé já exporta café para 50 países em cinco continentes.

O jornalista Antônio Pétrin esteve em Guaxupé, no Sul de Minas, onde entrevistou produtores cooperados, o sócio-fundador da Agrobom, Paulo Castelli, e o vice-presidente da Cooxupé, Osvaldo Bachião, sobre essa novidade.

Sobre a Cooxupé

Com mais de 20 mil cooperados em 340 municípios, a cooperativa é a maior exportadora brasileira de café arábica – em 2023, comercializou 4,5 milhões de sacas, sendo 3,6 milhões exportadas – e atua no Sul e Cerrado de Minas, Média Mogiana (SP) e Matas de Minas. A Cooxupé possui o protocolo Gerações, alinhado às práticas sustentáveis da agenda ESG.

Sobre a Agrobom

Fundada em 2006, a Agrobom nasceu da necessidade de atender a crescente demanda de produtores da região Sul de Minas. A empresa expandiu sua atuação para exportação de cereais em 2007 e, hoje, atende mais de 60 municípios. Sua história está ligada à família Castelli, referência na produção de soja no Brasil.



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Com cinco mortes confirmadas, SP intensifica vacinação contra a febre amarela



Desde o ano passado, o governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Saúde, intensifica as ações de vigilância contra a febre amarela diante do aumento de casos da doença no estado de São Paulo.

Segundo o governo, nove casos foram confirmados em humanos, sendo um importado, além de cinco mortes. Quatro ocorrências têm como local provável de infecção o município de Socorro, dois ocorreram em Joanópolis, um em Tuiuti, um outro segue em investigação e, no caso importado, a contaminação aconteceu em Minas Gerais. Todos os pacientes não estavam vacinados.

“Estamos ampliando as ações para reforçar a importância da imunização, que é a principal forma de prevenção. A doença tem um comportamento sazonal e as ações de vigilância já vinham sendo intensificadas desde o final do ano passado”, explica Regiane de Paula, coordenadora da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD/SES).

Casos pelo país

O Ministério da Saúde emitiu um alerta recente informando que a febre amarela já foi detectada em quinze cidades brasileiras, provenientes em outros três estados: Minas Gerais, Roraima e Tocantins.

Tudo sobre a febre amarela:

Quais os sintomas da febre amarela?

  • Os sintomas iniciais da febre amarela são: início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga, e fraqueza.

Como a febre amarela é transmitida?

  • A febre amarela é transmitida por mosquitos infectados pelo vírus e apresenta dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. No ciclo silvestre, os principais vetores são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes.
  • Os primatas não humanos atuam como hospedeiros amplificadores do vírus e também são vítimas da doença, assim como os seres humanos, que, nesse ciclo, são considerados hospedeiros acidentais. No ciclo urbano, a transmissão ocorre pelo Aedes aegypti, caso esteja infectado. No entanto, não há registros de febre amarela urbana no Brasil desde 1940.

Onde tomar a vacina da febre amarela?

  • A vacina contra a febre amarela integra o calendário de vacinação e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Estado. A conscientização da população sobre a importância da imunização de rotina é uma medida essencial para prevenir casos graves e proteger a saúde.

Quem pode tomar a vacina da febre amarela?

  • Atualmente, a Secretaria de Estado da Saúde recomenda que todas as pessoas não imunizadas em São Paulo recebam a vacina. Vale lembrar que, desde 2020, o Ministério da Saúde recomenda a vacinação contra a febre amarela para crianças menores de 5 anos de idade em duas doses: a primeira aos 9 meses e a segunda aos 4 anos. Para pessoas a partir dos 5 anos, a vacina é dose única.

A vacina causa reações?

  • Assim como outros imunizantes, a vacina pode causar reações leves, como dor no local da aplicação, febre, dor de cabeça e dor muscular.

Quem tem alergia a ovo pode se imunizar?

  • Apenas os indivíduos com formas graves de alergia ao ovo, como urticária e reações anafiláticas, não devem receber as vacinas que possuem esse componente. É importante consultar um médico, pois só ele pode definir se há contraindicação à vacinação.

A vacina de febre amarela tem validade?

  • A vacina contra a febre amarela protege por toda a vida! Se tiver dúvidas sobre sua imunização ou não encontrar registro da vacinação, procure uma UBS para orientação.

Qual o tratamento da febre amarela?

  • O tratamento da febre amarela é apenas sintomático, com assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso. Nas formas graves da doença, o paciente deve ser atendido em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para reduzir as complicações e o risco de óbito. A automedicação deve ser evitada, já que o uso de medicamentos sem prescrição médica pode agravar a doença.

Para que serve o Certificado Internacional de febre amarela?

  • O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é o documento que comprova a vacina da febre amarela. Ele é necessário porque alguns países exigem a vacinação e comprovação para a entrada em seu território.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualiza regularmente em seu portal os países que exigem o documento. A validade do CIVP de febre amarela inicia-se 10 dias após a data de vacinação e se estende por toda a vida. Você só precisa tirá-lo apenas uma vez.

*Com informações da Agência de Notícias do Governo de São Paulo



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