terça-feira, maio 5, 2026

Autor: Redação

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Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,85%



A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,86% para 4,85% este ano. É a décima quarta redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (1º). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação também caiu, de 4,33% para 4,31%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,94% e 3,8%, respectivamente.

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, em julho, após sete altas seguidas na Selic.

Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nos 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,18% para 2,19% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,87%.

Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,89% e 2%, respectivamente.

Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre deste ano, a economia brasileira cresceu 1,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.
A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,56 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,62.



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AgroNewsPolítica & Agro

Segunda safra de milho enfrenta desafios logísticos


A colheita da segunda safra de milho no Brasil atingiu 94,8% da área plantada, desempenho acima da média histórica recente, mas ainda atrasado em relação ao ciclo anterior. O atraso compromete o período mais competitivo para exportação, entre julho e setembro, fazendo com que parte do milho chegue ao mercado quando os Estados Unidos já ofertam grandes volumes, reduzindo espaço para o Brasil e pressionando preços.

A produção nacional deve superar 130 milhões de toneladas em 2025, com risco de sobreoferta. No mercado interno, o consumo é robusto, puxado pela indústria de ração animal e pelo etanol de milho, que absorve cerca de 21 milhões de toneladas. Mesmo assim, a pressão sobre os preços deve se manter ao longo do ano, aliviando apenas em períodos de menor disponibilidade, como dezembro e janeiro.

“O milho brasileiro tem uma janela mais competitiva de julho a setembro. Se a colheita e o programa de exportação atrasam, parte desse milho só chega ao mercado quando os Estados Unidos já estão ofertando grandes volumes, reduzindo espaço para o Brasil nas vendas externas e pressionando os preços”, analisa Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro.

Os principais destinos continuam sendo China, União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Irã, Vietnã e Egito, mas a concorrência internacional está mais acirrada. Conflitos geopolíticos e disputas tarifárias exigem do Brasil a busca por novos mercados e a consolidação de parcerias já existentes.

Fatores como câmbio, clima e gargalos logísticos serão determinantes para a competitividade. O real valorizado reduz a vantagem frente a EUA e Argentina, enquanto safras cheias nesses países ampliam a oferta global. A capacidade de armazenagem interna é limitada, e o escoamento depende majoritariamente da malha rodoviária, elevando custos. Estratégias de gestão de risco, como fracionar vendas e travar custos, são essenciais para proteger o produtor e garantir fluidez nos embarques.

 





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Mandioca apresenta oferta restrita e cotações sobem



A oferta de mandioca diminuiu ainda mais na última semana, elevando os preços da matéria-prima na maioria das regiões acompanhadas. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, produtores que efetuaram as podas das lavouras de 1º ciclo agora já não dispõem de raízes para entrega. Já  os demais continuam retraídos por conta da rentabilidade limitada. 

Além disso, o clima seco em algumas áreas também tem afetado o avanço dos trabalhos no campo. 

Entre 25 e 29 de agosto, o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 454,37 (R$ 0,7902/grama de amido). O valor representa alta de 0,6% em relação à semana anterior. 

A média nominal de agosto, porém, caiu 6,3% frente ao mês anterior e 11,9% sobre igual período do ano passado.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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preços das variedades encerram agosto em direções opostas



Os preços dos feijões carioca e preto encerraram agosto em movimentos opostos de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

No caso do carioca, pesquisadores explicam que a dinâmica de preferência por qualidade e a postura firme dos produtores sustentaram os valores. Já para o feijão preto, a ampla oferta continua pressionando as cotações.

Segundo o instituto, um destaque da semana passada foi a publicação, no Diário Oficial da União, da Portaria Interministerial Mapa/MF/MPO/MDA nº 24, de 23 de julho de 2025.

A portaria promove o estabelecimento de parâmetros da subvenção econômica de feijões cores e preto nos estados Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A destinação dos recursos envolve R$ 21,7 milhões por meio dos leilões de Pepro (Premio Equalizador Pago ao Produtor Rural) e PEP (Prêmio para o Escoamento de Produto).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Cotações do milho seguem firmes em São Paulo



Embora as negociações envolvendo milho sejam pontuais no spot nacional, os preços do cereal seguem firmes. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O Indicador Esalq/BM&FBovespa, atravessou agosto variando de R$ 63 a R$ 64/saca de 60 kg. No campo, a colheita da segunda safra se aproxima da reta final, enquanto a semeadura da primeira temporada já se iniciou no Sul do país.

De acordo com o centro de pesquisas, os vendedores seguem limitando a oferta, com alguns apostando em valorizações, fundamentados na reta final da colheita e no fato de os grãos estarem sendo devidamente armazenados em partes das regiões.

Do lado da demanda, compradores que necessitam de lotes para o curto prazo esbarram na pedida mais elevada dos vendedores, uma vez que os demais consumidores do grão vêm recebendo lotes negociados antecipadamente e usando os estoques.

Estes compradores apostam na queda dos preços ao longo das próximas semanas, uma vez que a produção elevada tende a resultar em estoques altos. Além disso, o ritmo de exportação está enfraquecido nesta temporada.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Preços da soja encerram agosto em queda



O ritmo intenso das negociações envolvendo soja ao longo de agosto perdeu força no final do mês, refletindo sobretudo o enfraquecimento na demanda. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, a proximidade da colheita da safra 2025/26 no Hemisfério Norte e as expectativas de avanço no acordo comercial entre os Estados Unidos e a China tendem a reduzir as exportações brasileiras do grão, cenário que afasta os demandantes.

Pesquisadores ressaltam que esse movimento de redirecionamento dos consumidores estrangeiros do Brasil aos EUA é comum neste período de entressafra. 

Além disso, a desvalorização cambial (US$/R$), que desfavorece as exportações do Brasil, também pesou sobre as cotações no País, conforme levantamentos do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Tarifaço dos EUA impulsiona a formação de novos blocos comerciais no mundo


Desde abril de 2025, os EUA aplicam tarifas de até 50% sobre produtos de vários países, incluindo Brasil e Índia. Em 29 de agosto, uma corte de apelações declarou a maior parte dessas tarifas ilegal, mas manteve a cobrança até outubro, em caso de recurso à Suprema Corte. Apesar da incerteza, a mensagem já foi assimilada: os EUA se tornaram um parceiro comercial instável.

Com a ofensiva americana, grandes emergentes procuram novas rotas de cooperação.

  • China e Índia estreitam parcerias em tecnologia, energia e comércio.
  • O México diversifica sua indústria, mesmo sendo vizinho estratégico dos EUA.
  • A Rússia fortalece laços no campo da energia, dos fertilizantes e do comércio agrícola, ganhando peso como fornecedora de insumos essenciais para países como o Brasil.

A tendência é clara: formar blocos de peso que reduzem a dependência do mercado americano.

O Brasil já é líder mundial em exportação de soja, carne, açúcar e café. Além disso, tem potencial de ampliar a produção de forma sustentável, recuperando milhões de hectares de pastagens degradadas. No campo logístico, o Arco Norte já responde por quase 40% do escoamento de grãos, reduzindo custos e fortalecendo a competitividade.

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A crise abre espaço para o Brasil encurtar sua reindustrialização, importando tecnologia de China e Índia: veículos elétricos, telecomunicações, biotecnologia, satélites para agricultura de precisão e insumos farmacêuticos. Com apoio da Rússia em setores como energia nuclear, petróleo e fertilizantes, o país pode ampliar ainda mais sua base produtiva.

Para aproveitar a oportunidade, o país precisa agir rápido:

  • Governo: ampliar acordos comerciais, investir em infraestrutura logística e atrelar investimentos externos à inovação e P & D.
  • Produtores e indústria: intensificar produtividade no campo, criar pólos regionais de valor agregado e adotar digitalização e automação.

O tarifaço americano pode acelerar um processo histórico: a aproximação entre China, Índia, Brasil, México e Rússia. Para o Brasil, trata-se de uma chance rara de unir a força agroexportadora à reindustrialização tecnológica.

Como ensina a sabedoria do campo, cada ameaça é uma oportunidade. Cabe ao Brasil transformar a instabilidade americana em trampolim para se firmar como potência global em alimentos, energia e indústria moderna.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Agro e indústria defendem cautela para aplicação da Lei da Reciprocidade contra os EUA



Após o governo federal iniciar o processo que abre o caminho para aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os EUA, entidades ligadas a indústira e ao agro se manifestaram pedindo cautela.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliam que a medida, embora legítima, deve ser adotada somente após esgotadas as negociações bilaterais.

A FPA divulgou nota destacando que o acionamento imediato da lei pode prejudicar as negociações em curso no Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), onde o Brasil terá espaço para apresentar sua defesa a partir de 3 de setembro. Segundo a Frente, é preciso assegurar que o processo siga critérios técnicos e comerciais, evitando sinalizações equivocadas que comprometam a previsibilidade regulatória.

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A CNI, por sua vez, afirmou que “não é o momento” para colocar a lei em prática. O presidente da entidade, Ricardo Alban, ressaltou a importância de preservar a relação bilateral com os Estados Unidos e defendeu o diálogo como caminho para reverter a tarifa de 50% imposta a produtos brasileiros. Para reforçar essa posição, a confederação organizou uma comitiva com mais de 100 empresários que viajará a Washington nesta semana para reuniões com autoridades e lideranças locais.

Tanto a FPA quanto a CNI consideram que a Lei da Reciprocidade é um instrumento válido de defesa comercial, mas alertam que sua utilização precipitada pode trazer riscos ao setor produtivo brasileiro e às relações econômicas entre os dois países.



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Festa do Peão de Barretos chega ao fim com vitória de brasileiro em competição internacional



A 70ª Festa do Peão de Barretos entrou para a história como a maior celebração do rodeio da América Latina. Realizada entre os dias 21 e 31 de agosto de 2025, a edição comemorativa terminou com conquistas dentro e fora da arena.

Um dos grandes destaques foi a mobilização solidária do público, artistas e empresas em prol do Hospital de Amor, referência nacional no tratamento e prevenção do câncer. Ao todo, mais de R$ 10 milhões foram arrecadados durante o tradicional Desafio do Bem.

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O ponto alto foi a montaria de Renan Alves, de Orlândia (SP), campeão da Liga Nacional de Rodeio, no touro Relíquia da Patroa, da Companhia Tércio Miranda. Após cumprir os 8 segundos, ele surpreendeu ao anunciar a doação integral do seu cachê de R$ 5 mil para a instituição, gesto que emocionou a arena lotada.

Na cerimônia de encerramento, a Associação Os Independentes também anunciou a data da próxima edição: 20 a 30 de agosto de 2026.

32º Barretos International Rodeo

A grande final reuniu competidores do Brasil, Estados Unidos e México. Invicto em todas as suas apresentações, o paulista Vitor Manuel Dias, de Sales (SP), sagrou-se campeão ao marcar 93,50 pontos sobre o touro Rei do Norte, da Companhia Tércio Miranda.

“É muito gratificante, está passando um sonho na minha cabeça. Coloquei na minha mente que Deus tem um propósito e deixei Ele agir”, declarou emocionado o campeão, que também assegurou vaga para o The American, rodeio milionário realizado nos EUA. Além dele, Renan Alves, vencedor da Liga Nacional de Rodeio, também garantiu classificação para o torneio.
Cutiano

Na modalidade de montarias em cavalo, o estreante Yuri Teodoro Silva, de Mercês (MG), brilhou ao somar 274,25 pontos e conquistar o título com 91,75 pontos sobre a égua Zafira, da Companhia TJ – Jucelino.

“Nunca imaginei que seria possível. Esse prêmio vai mudar a vida da minha família e dos meus filhos. Obrigado, meu Deus”, comemorou.

Três Tambores

Na categoria 1D, a campeã foi Yasmin Rissi de Oliveira, de Bauru (SP), que marcou 16s850 com o cavalo AVT Happynki Flying. Já na 2D, o título ficou com Isabela Araújo, de Bela Vista de Minas (MG), com 17s671 montando Slick by Famous.

Breakaway Roping

A rio-pretense Lavínia Dias Souto venceu com o tempo de 5s75, garantindo também vaga para o The American. “No ano passado fui vice-campeã, e este ano consegui o tão sonhado 1º lugar. Só tenho a agradecer a Deus”, afirmou.

Team Penning

Na Soma 11, o trio formado por Tulio Goulart Soares (Pratápolis/MG), João Vitor Franco Junqueira Gomes da Silva (Passos/MG) e João Pedro Pereira (Guaraci/SP) venceu com 22s010, dando a Tulio o tricampeonato da prova.

Na Soma 6, os campeões foram os mineiros Ayrton Cesar Rosa da Silva, Gabriel Dias Ferreira (Ipatinga/MG) e Hugo Alchaar Campos (Itambacuri/MG), com o tempo de 20s504.

Team Roping

Após 21 anos, a modalidade retornou à arena de Barretos distribuindo R$ 120 mil em prêmios. A dupla formada por Rodrigo Teodoro de Lima (Martinópolis/SP) e Diego Raimundo (Jaboticabal/SP) foi a campeã, concluindo a prova em aproximadamente 5 segundos. Eles também disputarão o The American.

Rodeio Júnior e Rodeio em Carneiros

Na nova geração, Guilherme Santana Meira, de São Jorge do Patrocínio (PR), sagrou-se bicampeão do Rodeio Júnior com 340,50 pontos, repetindo o título de 2024.

Entre as crianças do Rodeio em Carneiros, o campeão foi o barretense José Augusto, que obteve 92 pontos. Como prêmio, recebeu fivela, bicicleta, bota, chapéu, roupa de montaria e certificado de campeão.



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Setembro começa com chuva forte e calor ; veja a previsão do tempo para a semana



REGIÃO SUL

Pancadas de chuva continuam entre o litoral de Santa Catarina e do Paraná. No oeste de SC e PR, a chuva pode ser de moderada a forte. No centro-sul do Rio Grande do Sul há risco de temporais, com aumento da nebulosidade em grande parte do estado. As temperaturas ficam mais amenas no RS, sem grande elevação durante a tarde, enquanto no norte do Paraná o calor ainda predomina.

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Atenção para chuva volumosa no centro-sul do estado do RS com acumulados que podem passar de 150mm causando alagamentos e transtornos nos trabalhos em campo. A atuação de um cavado meteorológico e uma frente fria levam temporais para os três estados do sul durante a semana com possibilidade de queda de granizo. Esta condição de temporais no RS deve persistir entre esta segunda até quinta-feira, para SC e centro-sul do PR está condição vale quinta e sexta-feira. Atenção para o risco de focos de incêndio no norte paranaense, pois além de não chover a temperatura máxima deve ficar na casa dos 34ºC.

REGIÃO SUDESTE

A chuva ainda se mantém no litoral paulista, do RJ ao ES, além do leste e nordeste de MG, de forma fraca a moderada e isolada. Também pode chover no extremo sudoeste de SP. A nebulosidade continua predominante. As temperaturas permanecem altas no oeste paulista, Triângulo Mineiro e oeste de MG. Já na capital paulista, no Rio, no sudeste de Minas e entorno, as tardes seguem mais amenas. A umidade relativa do ar continua baixa no oeste paulista e mineiro.

Chove durante a semana entre 20/30mm no litoral de SP, RS, ES e centro-leste de MG aliviando a situação de tempo quente e seco sem prejudicar as operações em campo, ajudando principalmente os cafezais em fase de florada. Atenção para o risco para focos de incêndio no centro-oeste de SP , centro-oeste de MG incluindo o triângulo mineiro na qual além de não chover, a temperatura máxima deve se manter na casa dos 35/37ºC.

REGIÃO CENTRO-OESTE

Pancadas de chuva continuam no sul, sudoeste e oeste do Mato Grosso do Sul, podendo ser localizadas de maneira moderada. Também há chance de chuva na faixa oeste do Mato Grosso, com aumento da nebulosidade em algumas áreas dos dois estados. As temperaturas permanecem elevadas e o tempo seco prevalece em boa parte da região.. A chuva deve predominar entre segunda e terça-feira em MS e MT , especialmente nas áreas de fronteira com o Paraguai e a Bolivia com 20/30mm acumulados o que ajuda a recuperar umidade do solo e do ar, aliviando o calor na região.

Atenção para o risco de focos de incêndio nas demais áreas no centro-norte de MS, GO e MT na qual além de não haver previsão de chuva a temperatura máxima ainda deve se manter na casa dos 39ºC/41ºC. O produtor que for realizar os trabalhos em campo deve se manter bem hidratado , pois a umidade relativa do ar nas horas mais quentes do dia pode ficar abaixo dos 20% nestas localidades.

REGIÃO NORDESTE

As chuvas ainda persistem nas mesmas áreas, com nebulosidade mais concentrada na faixa leste. As temperaturas seguem altas durante a tarde e a qualidade do ar permanece baixa no interior, com índices de umidade podendo ficar abaixo de 30%.. Ondas de leste continuam a atuar no litoral da região levando chuva para BA, SE, AL , PA , PE , RN com 20/30mm no decorrer da semana o que ajuda a manter a boa umidade da região.

Atenção para o calor de 40ºC nas regiões de interior , que além de reduzir a umidade relativa do ar aumenta o risco para focos de incêndio. As operações em campo devem seguir normalmente com a colheita do algodão. O produtor deve ficar atento para se manter bem hidratado ao realizar os trabalhos em campo. A chuva deve começar a retornar para as áreas produtoras a partir das últimas semanas de setembro.

REGIÃO NORTE

Áreas de instabilidade permanecem entre o oeste do Amazonas e Roraima, com chuva moderada a forte. Ainda pode chover no Acre, no litoral do Pará e em Rondônia. Já em Tocantins e no sul do Pará, o calor e o tempo seco predominam, com baixos índices de umidade. No AM, RR, AC e RO o acumulado da semana fica na casas dos 40/50mm mantendo a umidade na região e ajudando principalmente as pastagens em Rondônia.

Pancadas de chuva começam a retornar de forma irregular no estado do PA variando entre entre 20/30mm na porção oeste do estado ajudando a diminuir o risco para focos de incêndio na região e aliviando o estresse térmico no gado em confinamento. Atenção para o calorão e tempo seco no restante TO, PA e AP na qual a temperatura máxima deve girar em torno de 38ºC/40ºC potencializando o risco de focos de incêndio. Atenção para baixa umidade do ar que deve ficar abaixo de 20% .



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