quinta-feira, maio 21, 2026

Autor: Redação

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Mais da metade das capitais considera o Corpus Christi feriado; veja onde



Em latim, Corpus Christi significa Corpo de Cristo. Trata-se de uma festa religiosa da Igreja Católica que celebra a presença de Jesus Cristo na Eucaristia, ou seja, no pão (corpo) e no vinho (sangue) consagrados durante a missa.

Em 2025, esse dia é comemorado na próxima quinta-feira (19), marcando exatamente 60 dias após o fim da Páscoa. Esse intervalo é respeitado em todos os anos.

No Brasil, o governo federal classifica a data como ponto facultativo. Assim, os servidores públicos são dispensados do trabalho sem prejuízo no sálario, enquanto as empresas privadas (de 12 capitais) não são obrigadas a abrir mão de seus colaboradores.

Entretanto, a lei determina que cada município tem autonomia para decretar o Corpus Christi como feriado religioso. Desta forma, das 27 capitais brasileiras, 15 decretaram a data como feriado, ao passo que 12 adotaram o ponto facultativo:



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Como a guerra no Oriente Médio interfere nos embarques do milho brasileiro?



O relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe mudanças tímidas para a safra 2024/25 de milho. O órgão manteve estimativas de produção para as lavouras norte-americanas (377,63 milhões de toneladas), brasileiras (130 milhões de toneladas) e argentinas (50 milhões de toneladas).

Quanto ao mercado, em Chicago, o contrato de milho para julho de 2025 encerrou a US$ 4,45 por bushel, com leve alta de 0,68% na semana. Na B3, o vencimento do mesmo mês caiu 1,97%, encerrando a R$ 63,30 por saca. As negociações físicas seguiram as pressões de baixa, com recuos na maior parte das regiões.

O que esperar do mercado do milho?

Análise da plataforma Grão Direto destaca o que esperar do mercado do cereal para o curto prazo. Atenção a possível queda de importações por parte do Irã, o principal destino do milho brasileiro no primeiro semestre deste ano. Confira os principais pontos:

  • Impactos do acordo entre China e EUA: o acordo comercial que reduz temporariamente as tarifas sobre produtos também impacta o milho. Embora o impacto sobre o grão amarelo seja limitado, devido ao baixo volume de importação dos chineses dos norte-americanos, o acordo traz estabilidade ao mercado e cria a expectativa de um leve aumento nas exportações para o país asiático. “No entanto, Brasil e Argentina permanecem como fornecedores competitivos, e o impacto nos preços é moderado, dado a safra recorde nos Estados Unidos e os estoques globais confortáveis.”
  • Escalada da guerra no Oriente Médio: o Irã tem sido um dos maiores compradores de milho do Brasil, ocupando a terceira posição em 2024 e se destacando como o principal comprador neste ano, absorvendo mais de 35% das exportações brasileiras (US$ 359,2 milhões em compras nos primeiros meses), de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Além disso, o país é um fornecedor global relevante de fertilizantes nitrogenados, exportando mais de 4,5 milhões de toneladas anualmente, com o Brasil sendo um destino importante. Israel, por sua vez, é o terceiro maior fornecedor de cloreto de potássio. “Além disso, com a alta do petróleo, os custos de produção, incluindo o preço da ureia, também tendem a aumentar. Na sexta-feira (13), o barril encerrou com uma alta de 8,1%. Se o conflito entre os dois países evoluir, as cotações podem, novamente, ultrapassar os US$ 100.”
  • Brasil vs Estados Unidos: a entrada da safra brasileira e a boa produtividade nos Estados Unidos pressionam os preços do milho para baixo, tanto no Brasil quanto nos mercados internacionais. No entanto, segundo a Conab, estoques ajustados e demanda firme devem impedir quedas acentuadas a médio prazo. “O atraso na colheita da safrinha pode restringir a oferta no curto prazo, mantendo preços mais elevados em algumas regiões. A competição entre Brasil e Estados Unidos deve aumentar na próxima temporada, especialmente nas exportações para a China e outros grandes compradores”, diz a Grão Direto.

No cenário atual, as cotações do milho devem continuar sendo pressionadas pela evolução da colheita no Brasil. Por outro lado, a demanda interna atuará como um fator de equilíbrio, ajudando a estabilizar os preços. No mercado internacional, o monitoramento do desenvolvimento da safra norte-americana continuará sendo crucial, com o potencial de gerar volatilidade nas cotações.



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AgroNewsPolítica & Agro

Europa eleva previsão da safra de grãos para 2025


A COCERAL, associação europeia de comércio agrícola, divulgou sua terceira estimativa para a safra de grãos da UE-27 mais Reino Unido em 2025, prevendo uma colheita de 300,7 milhões de toneladas. O volume representa um aumento de 4,6 milhões de toneladas em relação à projeção anterior, feita em março, e supera em mais de 20 milhões de toneladas, ou 7%, o total colhido no ano passado. Segundo a entidade, as condições climáticas favoráveis em regiões como sudeste da Europa, Espanha e França foram determinantes para a revisão positiva dos números.

No caso do trigo (excluindo o trigo duro), a produção estimada saltou para 143,1 milhões de toneladas, acima das 137,2 milhões previstas em março e bem acima das 126,3 milhões de toneladas colhidas no ano passado. Essa recuperação expressiva reforça o otimismo de produtores e comerciantes europeus diante de um cenário climático mais estável e de boas perspectivas de produtividade para as principais áreas produtoras.

A produção de cevada para 2025 também foi ajustada para cima, chegando a 59,2 milhões de toneladas, levemente superior aos 58,8 milhões projetados anteriormente e acima das 57,1 milhões de toneladas colhidas em 2024. Já a safra de milho, embora apresente aumento em relação a 2024 — passando de 59,7 milhões para 60,6 milhões de toneladas — teve uma leve redução em comparação à estimativa anterior de 63,3 milhões. Essa revisão reflete uma área plantada menor do que a inicialmente prevista e a opção de muitos agricultores por sementes de girassol.

Por fim, a colheita de colza deverá alcançar 20 milhões de toneladas, recuperando-se dos 17,9 milhões do ano passado. Esse aumento é atribuído, principalmente, ao retorno do plantio normal em países como Romênia e Bulgária, além da melhora da produtividade na França e na Alemanha. A previsão para a colza permanece inalterada desde março, consolidando a expectativa de um ano promissor para o grão oleaginoso na Europa.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Feijão terá campanha nacional e fundo exclusivo



Todas as frentes seguem alinhadas ao Movimento Pró-Feijão



Todas as frentes seguem alinhadas ao Movimento Pró-Feijão
Todas as frentes seguem alinhadas ao Movimento Pró-Feijão – Foto: Canva

Segundo informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o setor de feijão e Gergelim vive um momento de consolidação nacional, deixando para trás a atuação isolada de produtores para se estruturar como uma frente unificada, com representação política, apoio institucional e base técnica sólida. 

Nesta semana, em Brasília, lideranças do IBRAFE reuniram-se com os deputados Zé Vitor (MG) e Marussa Boldrin (GO), que manifestaram total apoio às principais demandas do segmento, como a Campanha Nacional de Estímulo ao Consumo de Feijão, a criação do Fundo Nacional do Feijão, o estabelecimento do Dia Nacional do Feijão, a inclusão do grão na merenda escolar, além de avanços em rastreabilidade, logística, certificações e escoamento da produção.

Minas Gerais, por meio da IRRIGANOR e com o apoio do deputado Zé Vitor, se torna peça chave nesse movimento de valorização do Feijão e do Gergelim. A articulação nacional já conta com o engajamento de outros estados estratégicos, como Paraná, representado pelo deputado Pedro Lupion; Goiás, com Marussa Boldrin; Mato Grosso, com a SEDEC e a APROFIR (liderada por Hugo Garcia e Afrânio Migliari); São Paulo, com Frederico D’Avila; além de Tocantins e Bahia, que avançam na mobilização local. A Sociedade Rural Brasileira (SRB) também reforça o compromisso de liderar ações em todo o país.

Todas essas frentes seguem alinhadas ao Movimento Pró-Feijão, aprovado na Câmara Setorial do Feijão e Pulses e lançado durante o 9º Fórum Brasileiro do Feijão. O documento norteia desde campanhas para aumentar o consumo até estratégias de acesso a novos mercados internacionais, consolidando diretrizes para o fortalecimento de toda a cadeia produtiva. Outro marco importante foi a conquista de um assento do IBRAFE no IPA – Instituto Pensar Agro, o principal fórum técnico da Frente Parlamentar da Agropecuária, com apoio da ABRAFRUTAS, ABINS e da RENAI, representada por João Carlos De Carli. 

 





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Irã versus Israel agita mercado de soja e safra do grão cresce mais de 14%



O mercado de soja apresentou leve valorização nas bolsas internacionais, reflexo da combinação de fatores climáticos, geopolíticos e econômicos. Segundo a plataforma Grão Direto, enquanto a produção global mantém estabilidade, o Brasil segue como protagonista com previsão de safra recorde, ao mesmo tempo em que o excesso de chuvas nos Estados Unidos levanta preocupações sobre o plantio.

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Poucas mudanças na soja

O relatório de oferta e demanda divulgado nesta semana não trouxe grandes alterações. Nos Estados Unidos, a produção e os estoques finais de soja permaneceram inalterados. O mesmo ocorreu com as previsões para Brasil e Argentina, que tiveram apenas um ajuste positivo nos estoques finais.

Já no Brasil, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou sua estimativa para a safra 2024/25 para 169,6 milhões de toneladas, um recorde. O número representa crescimento de 14,8% em relação à temporada anterior, prejudicada pela seca.

Tensão entre Israel e Irã

O ataque militar de Israel ao Irã agitou os mercados na sexta-feira (13), impulsionando os preços do petróleo. A alta da commodity energética refletiu também sobre os derivados da soja, especialmente o óleo.

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da oleaginosa reagiram positivamente. O vencimento de julho de 2025 subiu 0,95% na semana, encerrando a US$ 10,68 por bushel. Já o contrato de março de 2026 avançou 1,98%, fechando a US$ 10,81.

No Brasil, o dólar caiu 0,54% e fechou a R$ 5,54, favorecendo ligeiras altas no mercado físico da soja em diversas regiões produtoras.

China compra menos dos EUA e mantém foco no Brasil

Apesar da redução temporária das tarifas de importação da soja norte-americana, de 125% para 10%, a China limitou suas compras a volumes simbólicos. As vendas semanais dos Estados Unidos para o país asiático caíram ao menor patamar do ano: 61,4 mil toneladas, 74% abaixo da média das últimas quatro semanas.

Com isso, a Indonésia passou a ser o principal destino da soja dos EUA. O Brasil, por sua vez, segue como o maior fornecedor para a China, responsável por 72% das exportações do grão destinadas ao país.

Chuvas excessivas atrasam plantio nos EUA e preocupam mercado

O clima voltou ao centro das atenções. No cinturão agrícola dos EUA (Corn Belt), as chuvas intensas atrapalham o avanço do plantio em estados como Iowa, Illinois e Indiana. Se as precipitações persistirem até 20 de junho, áreas ainda não semeadas podem ser abandonadas, reduzindo a área total cultivada.

Além disso, após essa data, produtores perdem a cobertura de seguro, o que aumenta os riscos financeiros. As previsões indicam volumes acumulados de até 150 mm até o dia 18, o que deve manter os campos alagados e dificultar o uso de maquinário. Com isso, agricultores podem recorrer a culturas de ciclo mais curto, menos rentáveis.

Tributação no Brasil pode afetar o crédito rural

No Brasil, cresce a preocupação com a proposta de taxação das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), atualmente isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas. Caso a medida avance, o setor teme aumento no custo de captação de recursos, tornando o crédito mais caro e reduzindo o apelo dessas opções de investimento.

A mudança pode impactar o financiamento da produção e da infraestrutura agrícola, além de comprometer a competitividade brasileira no mercado internacional.

O que esperar do mercado de soja

As cotações da soja devem continuar sensíveis aos desdobramentos do conflito entre Israel e Irã, bem como aos efeitos do novo acordo comercial entre China e Estados Unidos. O dólar, pressionado, pode romper a barreira de R$ 5,50 nos próximos dias.

Já em Chicago, espera-se que os preços sigam com viés positivo, sustentados pelas incertezas climáticas nos EUA e pelo apetite contínuo da China pela soja brasileira.



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Mercado prevê crescimento econômico de 2,2% em 2025



O mercado financeiro melhorou suas expectativas com relação à inflação e ao crescimento da economia brasileira para 2025. Trabalha também com a previsão de desvalorização do dólar, até o final do ano. É o que indica o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central (BC).

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país), o mercado aumentou pela segunda semana consecutiva as expectativas de crescimento. Há uma semana, projetava crescimento de 2,18% ao final de 2025 com um crescimento de 2,18% – percentual que subiu para 2,20% na pesquisa divulgada hoje.

Há quatro semanas, a expectativa de crescimento da economia do país estava em 2,02%. Para os anos subsequentes, espera-se um PIB de 1,83%, para 2026; e de 2% em 2027.

Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 1,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%.

O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

Inflação

A expectativa do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, é que, em 2025, fique em 5,25%, ante aos 5,44% projetados há uma semana; e aos 5,5% projetados há quatro semanas.

Para 2026 e 2027, as projeções de inflação do mercado financeiro permanecem estáveis, em 4,5% e 4%, respectivamente.

Em maio, a inflação oficial do país ficou em 0,26%, taxa inferior às observadas em abril deste ano (0,43%); e em maio do ano passado (0,46%). Segundo o BC, a inflação oficial acumula taxas de 2,75% no ano; e de 5,32% em 12 meses.

O grupo de despesas que mais impactou na inflação de maio foi o de habitação, com uma alta de preços de 1,19%, influenciada principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial (3,62%).

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano.

A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, mês passado. Foi o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Comitê de Política Monetária (Copom) não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, prevista para iniciar nesta terça-feira (17). Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.

A expectativa do mercado financeiro é de que este percentual seja o mesmo ao final de 2025, caindo para 12,5% em 2026; e 10,5% em 2027.

Entenda a Selic

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida. Isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Dessa forma, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Câmbio

Com relação ao câmbio, a expectativa do mercado financeiro é que o dólar, atualmente cotado a R$ 5,51, termine 2025 custando R$ 5,77.

O valor está abaixo da projeção divulgada há uma semana, quando o boletim indicava que a moeda norte-americana fecharia 2025 cotado a R$ 5,80. Há quatro semanas a expectativa apresentava valor ainda mais alto: R$ 5,82.

Para os anos seguintes (2026 e 2027), a projeção do mercado é que o dólar fechara o ano cotado no mesmo valor, de R$ 5,80.



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Mandioca sofre queda nas vendas e estoques aumentam



A última semana foi de lentidão no mercado de fécula de mandioca, com negócios pontuais e envolvendo menores quantidades. É isso que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o instituto, os lotes foram destinados principalmente aos segmentos de massas e panificação e alguns varejistas da região Centro-Sul.

Com a produção do 1º quadrimestre tendo ficado 5,1% acima da de igual período do ano passado, houve acúmulo de estoques nas fecularias e modificadoras. Segundo dados do Cepea, na última semana, o total estocado cresceu 2,9%. O valor supera, assim, em 39% o estoque do mesmo período de 2024 e é também o mais alto desde outubro de 2023.

Pesquisadores explicam que a maior lentidão tem ocorrido para as vendas no varejo. Conforme dados do IBGE, estas caíram 0,4% em maio, após três meses de aumentos consecutivos.

No comércio varejista ampliado, que inclui o atacado de alimentos e bebidas, a queda mensal foi de 1,9%. Esse cenário passou a pressionar as cotações da fécula. Conforme levantamentos do Cepea, a média semanal a prazo para a tonelada foi de R$ 3.114,69, representando R$ 77,87 pela saca de 25 kg. A média registra pequena baixa de 0,1% em relação ao período anterior. Já na parcial do mês, o recuo é de 1,6% frente à média de maio.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Feijões de maior qualidade seguem com preço firme



Os preços dos feijões apresentam movimentos distintos, com as variações sendo influenciadas especialmente pela qualidade do grão. Isso de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do Cepea, os valores dos feijões de maior qualidade estão firmes em várias praças, sustentados pela oferta limitada de grão com bom padrão. Já os preços dos feijões comerciais estão em queda, pressionados pelo maior volume disponível, sobretudo de lotes de menor qualidade. 

Em relatório divulgado neste mês, a Conab indica que a safra brasileira 2024/25 de feijão deve somar 3,17 milhões de toneladas, queda de 0,8% frente à anterior. A primeira safra, já concluída, teve produção 12,8% maior que a anterior e somou 1,06 milhão de toneladas.

Já a perspectiva para a segunda safra, ainda em andamento, é uma redução de 7,3% devendo totalizar também 1,36 milhão de toneladas. 

Para a terceira safra, que avança nas regiões irrigadas, está estimada pela Conab uma queda de 5,1% no comparativo com a anterior. Assim a colheita está projetada em 749,6 mil toneladas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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oferta elevada mantém cotações em queda



Os preços do milho seguem em queda. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o centro de pesquisas. A safra volumosa se dá pelas boas condições climáticas, que favoreceram a produção na temporada 2024/25. Por outro lado, esse maior volume, também resultou na pressão sentida nas cotações 

Na última semana, a Conab apontou reajustes positivos nas estimativas de colheita. A produção brasileira é projetada em 128,25 milhões de toneladas, 1,37 milhão de toneladas acima da estimativa de maio.

Para a segunda safra, o volume deve atingir 101 milhões de toneladas, ante as 99,8 milhões de toneladas divulgadas em maio. Volume este, que é 12% superior ao da temporada anterior e, ainda, a segunda maior produção da série histórica da Conab.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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preços do grão seguem firmes enquanto derivados recuam



Os preços da soja em grão seguem firmes no mercado brasileiro. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em meio ao cenário de oferta abundante, a demanda externa aquecida vem garantindo suporte às cotações.  

Por outro lado, os pesquisadores da entidade apontam que os valores do farelo e do óleo de soja estão em queda. A desvalorização do óleo de soja está atrelada à baixa procura interna, sobretudo por parte do setor de biodiesel. 

Quanto ao farelo, das 32 regiões acompanhadas pelo Cepea, 16 registraram os menores preços desde setembro de 2017, em termos reais. 

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reajustou, na semana passada, a produção nacional de soja da safra 2024/25 para 169,6 milhões de toneladas. O reajuste representa aumento de 0,75% sobre o estimado em maio, batendo o recorde. 

Dessa forma, o volume indicado pelo órgão é similar às 169 milhões de toneladas projetadas pelo USDA.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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