quarta-feira, maio 20, 2026

Autor: Redação

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consultoria reduz estimativa de produção da safra 24/25



A safra brasileira de algodão 2024/25 foi reestimada pela StoneX em 3,85 milhões de toneladas em balanço de junho, divulgado nesta quarta-feira (25). Em comparação à projeção anterior, há uma queda de 0,7% na produção da pluma.

Segundo o relatório, a redução foi consequência de uma deterioração das expectativas com relação ao estado da Bahia. Na estimativa de abril, foi relatado um clima mais seco na região ao longo do mês de março, o que se somou a chuvas mais próximas da colheita, piorando as condições na reta final do ciclo.

“O clima mais úmido nas vésperas da colheita trouxe uma sensibilidade maior no terço inferior dos algodoeiros de algumas regiões, gerando queda de capulhos em alguns casos. Com esse cenário adverso, a produtividade média na Bahia será de 1,77 ton/ha, um dos menores valores dos últimos anos”, conta o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Raphael Bulascoschi.

Desenvolvimento em Mato Grosso

Em Mato Grosso, o desenvolvimento vegetativo foi, no geral, bastante favorável, conforme análises da consultoria, mas há ressalvas.

Conforme o balanço da consultoria, as chuvas se estenderam por períodos normalmente mais secos, beneficiando o desenvolvimento das culturas de segunda safra em território mato-grossense. Entretanto, a continuidade do período chuvoso ao longo do mês de junho pode prejudicar tanto o ritmo da colheita quanto a qualidade da fibra.

“Por esse motivo, as estimativas de produtividade não foram revisadas, conforme se espera o avanço da colheita para que se possa avaliar com mais precisão os níveis produtivos”, pontua Bulascoschi.

Exportações de algodão

Apesar do ritmo mais lento das exportações nas últimas semanas, a estimativa para os embarques brasileiros de algodão permanece em 2,9 milhões de toneladas. A expectativa é que o volume embarcado volte a crescer no segundo semestre, com a entrada da nova safra no mercado.

No entanto, o cenário externo segue desafiador. Para o analista da StoneX, a demanda global ainda mostra sinais de fraqueza, somado à valorização do real frente ao dólar nos últimos meses, o que penaliza a competitividade da pluma brasileira frente a importadores.

“No mercado interno, a consultoria revisou para baixo a estimativa de consumo de algodão, que agora é de 700 mil toneladas. O mercado tem tido dificuldade de absorver a pluma e a demanda segue lenta no mercado doméstico”, destaca Bulascoschi.

Com a combinação de queda na produção e recuo no consumo, a consultoria estima que os estoques finais devem se manter relativamente estáveis, em cerca de 2,7 milhões de toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de algodão tem início ligeiramente mais lento em 2025



Entre os estados produtores, Minas Gerais e Piauí apresentam os maiores avanços




Foto: Canva

A colheita da safra 2024/25 de algodão no Brasil alcançou, até o dia 14 de junho, 2,8% da área estimada, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ritmo está ligeiramente abaixo do registrado no mesmo período da safra anterior, com atraso de 0,3 ponto percentual.

Entre os estados produtores, Minas Gerais e Piauí apresentam os maiores avanços, com 25% e 12% das áreas colhidas, respectivamente. Já em Mato Grosso, principal estado produtor da fibra, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) identificou as primeiras frentes de colheita nas áreas de primeira safra na última semana. No entanto, o percentual colhido ainda não atingiu volume suficiente para ser divulgado.

Segundo o Imea, é comum que o início da colheita no estado ocorra de forma mais lenta, uma vez que as áreas de primeira safra representam cerca de 20% da área total cultivada. A expectativa é de que o ritmo se intensifique a partir de julho, com o avanço da colheita nas áreas de segunda safra, quando os capulhos já estiverem completamente abertos.

“O desenvolvimento das lavouras está dentro do esperado, com boas expectativas de produtividade”, informa o Imea. A entidade projeta que a produção nacional de algodão em caroço atinja um novo recorde, estimado em 9,42 milhões de toneladas.





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Governo amplia mistura de biodiesel e prevê mais demanda por óleo de soja



O governo federal confirmou que a nova mistura de 15% de biodiesel no diesel fóssil (B15) entrará em vigor a partir de 1º de agosto de 2025, que deve vigorar até fevereiro de 2026. A partir de março, a adição deve subir para 16%, conforme previsto na legislação. A mudança é parte das metas de descarbonização do programa Combustível do Futuro, que busca ampliar o uso de biocombustíveis e reduzir as emissões de gases de efeito estufa no transporte rodoviário.

Segundo estimativas da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a elevação da mistura deve aumentar a demanda por óleo de soja, principal insumo do biodiesel no Brasil. Caso o B15 seja mantido ao longo de todo o próximo ano, o setor consumirá cerca de 7,5 mil toneladas anuais de óleo de soja. Esse volume representa um crescimento em relação às 7 mil toneladas projetadas com a mistura anterior, de 14%.

Com o novo percentual, o consumo total de biodiesel no país deve saltar dos atuais 9,8 bilhões de litros para até 11,3 bilhões em 2025, ainda de acordo com a Abiove. Esse avanço representa um marco importante para a segurança energética nacional e para o fortalecimento de cadeias produtivas ligadas à agricultura e ao refino de biocombustíveis. Além disso, a substituição parcial do diesel fóssil contribui para o cumprimento dos compromissos climáticos assumidos pelo Brasil.

A elevação da mistura também poderá impulsionar uma nova etapa no desenvolvimento agrícola do país. De acordo com a Abiove, o programa Combustível do Futuro tem potencial para estimular o cultivo de oleaginosas na segunda safra, algo ainda pouco explorado. A diversificação das lavouras pode aumentar a eficiência no uso do solo, ampliar a oferta de matéria-prima para biocombustíveis como o SAF (sustentável para aviação) e o HVO (óleo vegetal hidrotratado), e reforçar a rastreabilidade e a sustentabilidade da produção agrícola brasileira.



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AgroNewsPolítica & Agro

Semeadura da soja nos EUA atinge 96% das áreas previstas



Tennessee registra maior área com soja ruim




Foto: Pixabay

A semeadura da soja nos Estados Unidos alcançou 96% das áreas estimadas até a última semana, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados na segunda-feira (24). O avanço foi de 3 pontos percentuais em comparação com a semana anterior.

O relatório também aponta que a germinação das lavouras atingiu 90%, com crescimento de 6 pontos percentuais em relação ao período anterior. Em relação às condições das plantações, 66% das áreas seguem classificadas como boas ou excelentes, mantendo o mesmo nível registrado na semana anterior.

No entanto, o USDA destaca uma queda de 1 ponto percentual em comparação com o mesmo período do ano passado. Essa redução pode estar relacionada a problemas climáticos, como estiagens registradas em algumas regiões do sul do país.

Entre os 18 estados monitorados, Louisiana e Mississippi apresentam os melhores resultados, com 82% das lavouras em condições boas e excelentes. Em seguida, Iowa aparece com 77% de áreas bem avaliadas. Já o Tennessee concentra as piores condições, com 13% das lavouras classificadas como ruins ou muito ruins.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NOAA) prevê a ocorrência de bons volumes de chuva nas próximas semanas, o que poderá favorecer o desenvolvimento das lavouras e a recuperação das áreas afetadas.





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Cada mulher, uma história: Prêmio Mulheres do Agro destaca a força e a particularidade feminina



Chegar ao palco e conquistar o primeiro lugar não foi algo que aconteceu do dia para a noite. Vanessa Bomm, produtora rural no Oeste do Paraná, venceu o Prêmio Mulheres do Agro 2024, na categoria Grande Propriedade, como resultado de uma trajetória marcada por coragem, aprendizado e sucessão familiar. Com formação em arquitetura, ela surpreendeu ao retornar às origens e assumir o comando do negócio do pai.

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A decisão, no entanto, não foi planejada e nem roteirizada. Tudo partiu ‘de dentro’, por meio de um chamado inesperado, mas autêntico. Ela simplesmente seguiu o caminho e, nele, se encontrou. “Mesmo em um ambiente masculino, não foi tão difícil para mim lidar com o meio rural, porque já estava acostumada a trabalhar com homens.”

Mas o maior desafio foi entender toda a complexidade do agro. “É um universo gigante”, relembra Vanessa. A imensidão do setor, a dependência do clima e o papel da tecnologia foram obstáculos no início, mas que, com dedicação, ela transformou em forças da sua atuação.

Aos olhos de Vanessa Bomm, inscrever-se no Prêmio Mulheres do Agro foi um desafio. “Tinha receio, mas decidi tentar. E deu tudo certo”, resume. Hoje, é referência no Programa PRO Carbono, da Bayer com a Embrapa, onde adota manejo intensificado, biológicos, bioinsumos e plantas de cobertura para recuperar o solo e reduzir impactos ambientais.

“Estamos aprendendo e evoluindo para estar sempre preparados”, afirma Vanessa. Com o auxílio da calculadora de carbono, ela mede o impacto de cada etapa da produção e trabalha para reduzir a pegada ambiental da fazenda, reafirmando seu compromisso com uma agricultura cada vez mais sustentável.

Legado à nova geração: o prêmio

Na cerimônia do prêmio no último ano, diante de mais de 3 mil mulheres do agro, a emoção foi inevitável. “Passou um filme na minha cabeça. Nunca me imaginei no agro. Era arquiteta. Mas isso mostra que não é preciso estar pronta para começar é preciso estar disponível para aprender, se conectar, compartilhar”, afirma.

Para ela, o reconhecimento vai além do individual: envolve equipes, famílias, parcerias e todas as mulheres que fazem o agro acontecer, cada uma com sua história, sua força e seu jeito único. ”É sobre deixarmos um legado e um mundo melhor para as gerações futuras,” destaca Vanessa, ressaltando a importância da participação feminina nesse processo de transformação.

Vanessa reforça que cada mulher desempenha um papel essencial, seja na família, na sucessão ou no dia a dia do campo. “Mostrar o que fazemos abre portas, gera conhecimento e nos coloca como protagonistas de um agro que produz e preserva. O Brasil tem essa vocação, e nós, mulheres, temos orgulho de fazer parte dessa história.”

Por isso, ela incentiva outras mulheres a se inscreverem no Prêmio Mulheres do Agro, não apenas em busca de um troféu, mas para dar visibilidade às transformações silenciosas que acontecem dentro da porteira. “Mais do que um reconhecimento, essa é uma oportunidade para inspirar, fortalecer nossa rede e crescer juntas.”

O prêmio é baseado nos pilares de sustentabilidade, gestão e sociedade e as inscrições seguem abertas. Acesse o link e faça parte.



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Zé Mineiro, fundador da JBS, ‘toca o sino’ e abre Bolsa de Nova York



Nesta quarta-feira (25), o fundador da JBS, José Batista Sobrinho, o Zé Mineiro, participou da “toque do sino” da Bolsa de Nova York pontualmente às 9h30 no horário local (10h30 no horário de Brasília), na tradicional cerimônia de entrada de novas empresas na NYSE.

A JBS começou a ter ações negociadas em Nova York no dia 13 de junho e continua a ter papéis, os BDRs, comercializados na Bolsa de São Paulo, na dupla listagem da companhia. Zé Mineiro iniciou a empresa em 1953, em Anápolis (Goiás), a partir de um pequeno açougue.

Antes da cerimônia do toque do sino, Wesley Batista, acionista controlador da JBS, fez um breve discurso aos convidados e investidores. “Mesmo com crescimento e adaptação, nosso modo de trabalhar permanece o mesmo. Somos focados. Somos disciplinados. Estamos determinados a ser os melhores em tudo o que fazemos”, disse.

Na sequência do “toque do sino”, às 10h em Nova York, teve início o JBS Investor Day, em que a empresa vai apresentar sua atualização estratégica para crescimento e geração de valor em evento com mais de 100 analistas e investidores na NYSE.

Em uma apresentação para mais de 100 analistas e investidores, os executivos da JBS detalharam a estratégia de longo prazo de crescimento e criação de valor da companhia, destacando áreas-chave de investimento em suas operações globais. A apresentação foi conduzida por Wesley Batista (acionista controlador), Wesley Batista Filho (CEO da JBS USA), Gilberto Tomazoni (CEO Global) e Guilherme Cavalcanti (CFO Global).

“A entrada na NYSE é um reconhecimento da nossa trajetória empreendedora de sucesso, construída com resiliência, superação e compromisso, da nossa solidez financeira e da nossa visão de futuro”, afirmou anteriomente Gilberto Tomazoni.

Segundo ele, estar na Bolsa de NY aproxima a empresa dos grandes centros de investimento globais “fortalecendo a capacidade de executar nossa estratégia de crescimento, inovação e de entrega de valor aos nossos acionistas, colaboradores e comunidades.”

O objetivo da dupla listagem é destravar o valor da companhia, adequar a estrutura de capital ao perfil global e diversificado da JBS e ampliar a capacidade de investimento, mantendo disciplina financeira.

Com a negociação de BDRs na B3, a JBS garante que os investidores locais possam manter a opção de participar do desenvolvimento da empresa por meio da bolsa de valores.



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17 países suspendem restrição à carne brasileira



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou nota nesta terça-feira (24) informando que 17 países retiraram as restrições à importação de carne de aves do Brasil, após o caso de gripe aviária registrado no Rio Grande do Sul.

Assim, integram a lista Argélia, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Egito, El Salvador, Iraque, Japão, Lesoto, Líbia, Marrocos, Mianmar, Montenegro, Paraguai, República Dominicana, Sri Lanka, Vanuatu e Vietnã. 

No último dia 18, o Brasil voltou a ser um país livre da influenza aviária após ter cumprido os protocolos internacionais que preveem, entre outras medidas, o prazo de 28 dias sem novos registros em granjas comerciais.

Um único caso registro confirmado em estabelecimento comercial ocorreu em uma granja no município gaúcho de Montenegro, no dia 16 de maio. A confirmação da doença foi feita no dia 22 de maio, após a conclusão da desinfecção da granja contaminada. 

No momento, 14 países, mais a União Europeia, mantém o embargo total à exportação da carne brasileira. Mais 18 países, além do Reino Unido, estão com a suspensão restrita à carne proveniente do Rio Grande do Sul. Catar, Emirados Árabes e Jordânia estão com a exportação suspensa apenas para produto oriundo do município de Montenegro.  

Dessa forma, o ministério informou que permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores para prestar todas as informações técnicas necessárias sobre o caso.

“As ações adotadas visam garantir a segurança sanitária e a retomada segura das exportações o mais breve possível.”  

O que é a gripe aviária?

A influenza aviária, comumente conhecida como gripe aviária, afeta principalmente aves, mas também pode afetar mamíferos, incluindo bovinos. 

A transmissão ocorre pelo contato com aves doentes e também por meio da água e de materiais contaminados. 

A doença raramente afeta humanos, e a orientação é que as pessoas se mantenham informadas e adotem as medidas preventivas recomendadas. 

Segundo o Ministério da Agricultura, o consumo de carnes e ovos é seguro, desde que preparados adequadamente.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços de frutas nos atacados no atacado registram queda


O mercado atacadista de frutas registrou queda nos preços de mamão, laranja, melancia e banana no último mês, segundo dados divulgados nesta terça-feira (24) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As informações constam no 6º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort).

De acordo com a Conab, o mamão apresentou redução de 16,89% na média ponderada de preços. O recuo é atribuído ao aumento da oferta da variedade papaya, especialmente na primeira quinzena de maio, além da menor demanda decorrente das temperaturas mais baixas. No caso da laranja, a queda foi de 12,55%. Segundo a análise, o movimento reflete a maior oferta de frutas precoces, consideradas de melhor qualidade, além da concorrência com outras frutas como a mexerica poncã e os efeitos do clima frio sobre o consumo.

A melancia também teve redução de preços, com recuo de 11,82% na média ponderada. Já a banana registrou queda mais leve, de 2%. A Conab atribui essa variação ao aumento da produção da variedade nanica, favorecida por condições climáticas no norte de Santa Catarina, norte de Minas Gerais e na microrregião de Registro (SP), além da demanda mais fraca.

O mercado da maçã seguiu trajetória oposta. Em maio, o produto registrou alta de 1,28% na média ponderada de preços. Esse resultado foi influenciado pelo fim da colheita da variedade fuji nos estados do Sul do país.

No segmento de hortaliças, o tomate apresentou redução pelo segundo mês consecutivo, com queda de 14,79% na média ponderada, reflexo do início da safra de inverno. Segundo a Conab, a expectativa é de que os preços sigam com tendência de baixa com o avanço da colheita.

Por outro lado, alface, batata, cebola e cenoura apresentaram elevação nas cotações. No caso da batata, a média ponderada subiu 4,99% em maio. A Conab observou que, apesar do aumento, a variação foi moderada entre as Centrais de Abastecimento (Ceasas) analisadas. A alface teve alta de 6,68%, influenciada pela entrada insuficiente da safra de inverno para atender à demanda.

Para a cebola, o aumento foi de 21,41% na média ponderada, movimento considerado comum no primeiro semestre. No entanto, a Conab destaca que, apesar das altas sucessivas desde dezembro de 2024, os preços permanecem abaixo dos valores registrados no mesmo período de 2024. A cenoura também apresentou crescimento, com elevação de 8,36%, impulsionada principalmente pela limitação na oferta durante a primeira metade de maio.

No cenário das exportações de frutas, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) registrou o embarque de 486 mil toneladas entre janeiro e maio de 2025, um aumento de 24% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita obtida com essas exportações totalizou US$ 548,7 milhões, o que representa alta de 12,3% em comparação a 2024 e de 29% frente aos cinco primeiros meses de 2023.

A Conab também divulgou o balanço da comercialização nas Ceasas em 2024. O volume de frutas e hortaliças movimentado alcançou 17 milhões de toneladas, com valor transacionado de R$ 75,7 bilhões. Em comparação a 2023, houve uma redução de 3,53% na quantidade comercializada, mas um aumento de 13,96% no valor financeiro. O crescimento no faturamento foi atribuído, segundo a Conab, ao aumento nos preços de importantes hortifrutis, influenciado por adversidades climáticas e pela elevação dos custos de insumos.

Nesta edição, o boletim também destacou o papel das Ceasas na modernização das embalagens usadas na comercialização, buscando maior qualidade, eficiência e sustentabilidade.

 





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Arroz segue em queda, mas maior demanda limita a retração



Os preços do arroz seguem em queda no Rio Grande do Sul. Isso é o que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Ainda assim, de acordo com o instituto, a presença de agentes de indústrias no mercado e o crescente interesse de importadores pelo produto brasileiro contribuíram para frear o movimento de retração.

Segundo o centro de pesquisas, agentes de indústrias com necessidade de repor seus estoques de arroz estiveram dispostos a pagar preços mais firmes para garantir o abastecimento. A perspectiva também é de maior demanda externa. 

Vendedores, por sua vez, continuam retraídos do spot. Pesquisadores ressaltam que as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul limitaram a liquidez, à medida que fizeram estragos significativos na região central do estado, com enchentes e interdições em rodovias. 

Em junho, a média do Indicador CEPEA/IRGA-RS está 40,9% inferior à de junho/24, em termos nominais. Na parcial do ano, a baixa chega a expressivos 33,8%.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Algodão sofre queda nos preços com avanço na colheita



Os preços do algodão em pluma estão em queda no Brasil, operando nos patamares nominais de março deste ano. É isso que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Pesquisadores explicam que, a colheita da safra 2024/25 possivelmente baterá o recorde. Com o ritmo aumentando, vendedores se mostram mais dispostos a liquidar os lotes remanescentes de algodão da temporada 2023/24.

Compradores, atentos a esse cenário, ofertam valores menores nas aquisições de novos lotes. O movimento de baixa na cotação doméstica é reforçado pela desvalorização externa da pluma, ainda conforme o Centro de Pesquisas. 

Nessa segunda-feira (23), o Indicador Cepea/Esalq, com pagamento em 8 dias, fechou a R$ 4,1655/lp. Este foi o menor valor desde o dia 21 de março deste ano (R$ 4,1652/lp). Na parcial de junho (até o dia 23), o Indicador acumula queda de 5,7%. No campo, segundo a Conab, até o dia 21 de julho a colheita já havia atingido 4% da área brasileira.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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