domingo, maio 3, 2026

Autor: Redação

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JBS já entregou mais de 120 mil brincos para rastreamento de rebanho a pecuaristas



O programa Acelerador JBS alcançou a marca de 123.765 tags (brincos) entregues gratuitamente para rastreamento de rebanho no Pará. Desse total, 65.902 já estão nas orelhas dos animais, em 89 propriedades rurais do estado. O avanço permitiu à Friboi realizar o primeiro processamento de bovinos rastreados individualmente no estado, marco inédito para a cadeia pecuária.

O lote de 20 machos devidamente registrados, oriundos de uma fazenda em Marabá, foi destinado à unidade da Friboi sob inspeção federal no município. Todo o processo foi monitorado por uma plataforma do Programa Pecuária Sustentável do Pará, da saída da propriedade até a indústria, garantindo rastreabilidade plena na cadeia produtiva.

Vinicius Lima, responsável pela empresa Apoema Agro, foi o fornecedor do lote rastreado à Friboi. Lima é um entusiasta do programa. Essa iniciativa do estado, em parceria com outras entidades, tem como meta identificar individualmente todos os bovinos e bubalinos em trânsito a partir de janeiro de 2026, e alcançar a totalidade do rebanho estadual a partir de janeiro de 2027.

“Tenho expectativas muito altas em relação à rastreabilidade de rebanho no estado do Pará. Esse era um futuro que virou presente”, afirma Lima: “O que considero mais interessante nesse processo é a valorização de nossa produção, que é a carne”. Segundo ele, os investimentos em genética, tecnologia e bem-estar animal, entre outros pontos de melhores práticas, somados à rastreabilidade, farão com que “nossa mercadoria se valorize e nosso negócio seja mais próspero. Será bom para toda a cadeia pecuária”. O produtor informou que receberá mais de 2.000 brincos adicionais da JBS para a identificação de seu rebanho.

Acelerador

O Acelerador JBS integra o investimento de mais de R$ 35 milhões da Companhia em rastreabilidade e apoio a pequenos produtores no Pará. Com suporte técnico, tags de identificação e ferramentas digitais, o programa incentiva a adesão de produtores à Plataforma Pecuária Transparente, reforçando o compromisso da JBS com uma cadeia de fornecimento cada vez mais sustentável. A entrega gratuita de tags via Acelerador da Companhia termina em dezembro deste ano.

Fábio Dias, Líder de Pecuária Sustentável da JBS, ressalta que “o primeiro processamento de animais rastreados individualmente no Pará reforça o compromisso da JBS em apoiar os produtores na construção de uma pecuária mais sustentável e transparente”.

Programa estadual

Lançado pelo governo estadual na COP28, em Dubai, há dois anos, o Programa Pecuária Sustentável do Pará visa assegurar a conformidade sanitária, fundiária e socioambiental de toda a cadeia produtiva por meio de parcerias entre instituições públicas, empresas e produtores rurais.

Nesse contexto, iniciativa da JBS com a ONG The Nature Conservancy (TNC) prevê a doação de 2 milhões de tags, principalmente para pequenos produtores, utilizando recursos do Bezos Earth Fund. O programa Acelerador JBS se desenvolve de forma independente a essa doação. Para garantir a funcionalidade do sistema, a JBS também doou 175 leitores de RFID (identificação por radiofrequência) para a Adepará, equipando a agência estadual.

O programa Escritórios Verdes, lançado nacionalmente pela JBS em 2021, também é outro ponto de apoio para a iniciativa. No Pará, a JBS mantém atendimentos em quatro municípios estratégicos para a pecuária: Marabá, Redenção, Tucumã e Santana do Araguaia. Em patamar nacional, o programa alcançou a marca de quase 20 mil propriedades rurais com regularização ambiental realizada. Somente no Pará, foram mais de 4 mil.



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Mercado financeiro projeta PIB de 2,16% em 2025


O mercado financeiro prevê crescimento de 2,16% da economia brasileira para 2025, percentual abaixo dos 2,19% projetados há uma semana para o Produto Interno Bruto – PIB, a soma de todas riquezas produzidas no Brasil.

É o que indica o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central (BC). Para os anos subsequentes, a previsão do mercado é que a economia cresça 1,85%, em 2026; e 1,88% em 2027.

O PIB brasileiro cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), resultado que atingiu “o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996”apesar de representar desaceleração, se comparado ao crescimento de 1,3% observado no primeiro trimestre.

Inflação

Com relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país), o Boletim Focus interrompeu uma tendência de queda que vinha sendo observada há 14 semanas, mantendo a mesma previsão observada na semana passada, de 4,85%. Há quatro semanas, a expectativa de inflação para o ano estava em 5,05%.

Para 2026 e 2027, as estimativas de inflação estão menores do que as projetadas nas semanas anteriores: 4,3% no ano que vem; e 3,94% em 2027. Na semana anterior, as previsões estavam em 4,31% e 3,94%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Este percentual é também o projetado pelo boletim há 11 semanas.

Para 2026 e 2027, a projeção do mercado para a Selic também se mantém estável, em 12,5% e 10,5%, respectivamente.

O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, em julho, após sete altas seguidas na Selic.

Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos EUA aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária, então, informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Os bancos consideram outros fatores além da Selic na hora de definir os juros a serem cobrados dos consumidores. Entre eles estão risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Dólar

Pela terceira semana seguida, o Boletim Focus reduz o valor projetado para o dólar ao final de 2025. A expectativa do mercado financeiro é de que a moeda norte-americana feche o ano cotada a R$ 5,55.

Há uma semana a projeção estava em R$ 5,56; e há quatro semanas estava em R$ 5,60 – o mesmo valor projetado para 2026 e 2027.



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Exportações de carne suínas crescem 2,8% em agosto



As exportações de carne suína cresceram 2,8% em agosto, totalizando 121,4 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita registrada no período chegou a US$ 294,9 milhões, saldo 6,7% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

No acumulado de janeiro a agosto, as exportações de carne suína alcançaram 970,3 mil toneladas, saldo 11,5% maior que o total do ano passado, com 870,2 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 23,8%, com US$ 2,334 bilhões nos oito primeiros meses deste ano, contra US$ 1,885 bilhão em 2024.

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“As exportações de carne suína do Brasil ampliaram a diversificação entre os destinos dos embarques, com novos mercados entre os maiores importadores. A maior capilaridade deve proporcionar mais sustentação ao fluxo, projetando manutenção das exportações positivas do setor para este ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Destino

As Filipinas seguem como principais destinos das exportações, com 33,4 mil toneladas registradas em agosto, saldo 19,5% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Em seguida estão o Chile, com 13,3 mil toneladas (+8,3%), China, com 10,3 mil toneladas (-36,3%), Japão, com 8,5 mil toneladas (+5,4%), México, com 7,4 mil toneladas (+30,7%), Hong Kong, com 6 mil toneladas (-36,6%), Vietnã, com 5,9 mil toneladas (42,7%), Singapura, com 5,2 mil toneladas (-33,1%), Uruguai, com 3,7 mil toneladas (+2,4%) e Costa do Marfim, com 3,4 mil toneladas (+164,3%).

Santa Catarina segue como maior exportador de carne suína do Brasil, com 56,9 mil toneladas exportadas em agosto (-9% em relação ao mesmo período do ano passado), seguido por Rio Grande do Sul, com 31,4 mil toneladas (+20,5%), Paraná, com 18,3 mil toneladas (+9,4%), Minas Gerais, com 2,5 mil toneladas (1,5%) e Mato Grosso, com 3,1 mil toneladas (-3,6%).



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Vendas na Expointer despencam 50% e produtores gaúchos cobram socorro real


A 48ª Expointer, realizada no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS), mostrou um contraste doloroso: público recorde e vendas em queda de aproximadamente 50%. O resultado escancara a crise profunda da agropecuária gaúcha, castigada por cinco anos seguidos de extremos climáticos que levaram milhares de produtores à beira da falência.

O desânimo do setor ficou evidente nas vaias direcionadas a ministros, governadores e lideranças políticas. Coroas de flores e balões pretos marcaram a abertura oficial da feira, simbolizando o luto do campo pela ausência de apoio concreto.

O governo federal anunciou, em resposta, a liberação de R$ 12 bilhões em recursos do Tesouro e possibilidade de até R$ 20 bilhões via sistema financeiro. Mas produtores criticaram a medida como insuficiente, destacando juros altos, prazos curtos e a falta de diálogo real. No Estado, o governo de Eduardo Leite anunciou ações emergenciais de postergação de dívidas e investimentos em infraestrutura, também recebidas com descrédito.

Para os agricultores, a sucessão de secas, enchentes e ondas de calor extremo já provocou perdas superiores a R$ 200 bilhões no Rio Grande do Sul. Diante desse cenário, a política de retórica e polarização se mostra corrosiva, quando o que está em jogo é a sobrevivência do setor produtivo.

As vaias da Expointer ecoam como um alerta: o campo gaúcho não pede favores, exige soluções objetivas e urgentes.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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China amplia importação de carne do Brasil e compensa queda nas vendas aos EUA



A China, maior importadora mundial de carne bovina, adquiriu 505 mil toneladas do produto em agosto, volume 5,3% menor em relação a julho, segundo dados da Administração Geral de Alfândegas do país. No acumulado de janeiro a agosto, as compras somaram 4,24 milhões de toneladas, queda de 3,6% frente ao mesmo período de 2024.

Apesar da retração no total importado, o Brasil ganhou espaço no mercado chinês. As exportações de carne bovina brasileira para o país asiático saltaram de 106 mil toneladas em agosto de 2024 para 158 mil toneladas em agosto deste ano, crescimento de 50% nos embarques, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O desempenho compensou perdas em outros destinos. As vendas para os Estados Unidos caíram de 15 mil toneladas em agosto de 2024 para cerca de 6,4 mil toneladas neste ano, uma redução de 58%. Já a Rússia ampliou as compras, passando de 7,5 mil toneladas para 12,4 mil toneladas no mesmo comparativo.

Na prática, a maior demanda da China e da Rússia neutralizou o impacto da queda das exportações para os EUA, mantendo o setor aquecido. O Brasil segue consolidado como um dos principais fornecedores de carne bovina para o mercado internacional, com destaque para o protagonismo chinês nas compras.



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Índices de inflação dos EUA, Europa e China estão no radar do mercado


No morning call desta segunda-feira (8), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a semana teve fortes oscilações e apostas de cortes de juros nos EUA, após dados fracos do mercado de trabalho. Bolsas americanas subiram, dólar recuou, e commodities tiveram desempenho misto.

No Brasil, o Ibovespa avançou, o real se fortaleceu e o Tesouro captou US$ 3,25 bilhões em Global Bonds. Hoje, atenção à inflação nos EUA, Europa e China, além dos indicadores de preços e atividade locais.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho encerra semana com variações mistas


O mercado de milho encerrou a semana com variações mistas tanto na B3 quanto em Chicago, refletindo o equilíbrio entre a firme demanda e a pressão exercida pela perspectiva de safra recorde nos Estados Unidos. No Brasil, os contratos futuros mostraram ajustes pontuais, sustentados pelo comportamento do produtor, que segue comercializando apenas lotes limitados, o que ajuda a segurar os preços no mercado físico. A média Cepea registrou avanço de 0,76% na semana, compensando em parte a queda do dólar e contribuindo para a estabilidade nas cotações.

Segundo a TF Agroeconômica, na B3 os principais vencimentos encerraram o pregão com resultados distintos. O contrato de setembro/25 fechou a R$ 65,37, queda de R$ 0,02 no dia e de R$ 0,12 na semana. Já novembro/25 recuou para R$ 68,10, acumulando baixa de R$ 0,52 no dia e de R$ 1,42 na semana. O contrato de janeiro/26 terminou cotado a R$ 71,22, após perdas de R$ 0,42 no dia e de R$ 0,73 na semana. No mercado externo, as exportações brasileiras de agosto caíram em relação a julho, mas subiram quase 13% frente ao mesmo mês do ano passado, sinalizando um ritmo mais forte para o ciclo 25/26.

Em Chicago, os preços também fecharam a semana em leve baixa, após sessões de oscilação próxima da estabilidade. O contrato de dezembro encerrou a US$ 418,00 por bushel, recuo de 0,42% ou US$ 1,75 cents, enquanto março fechou a US$ 436,50, queda de 0,23% ou US$ 1,00 cent. O mercado segue dividido entre o impacto da colheita americana, que deve ser a maior da história, e o ritmo firme das exportações. Apenas na última semana, o USDA reportou vendas externas de 2,117 milhões de toneladas.

Com isso, o milho em Chicago acumulou queda semanal de 0,54%, equivalente a US$ 2,25 cents/bushel. O cenário mostra que, apesar da pressão da oferta abundante, a demanda segue sendo fator-chave e poderá gerar movimentos mais bruscos nos preços conforme a colheita avance e os dados de produtividade se confirmem.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como o milho encerrou a semana


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, o plantio de verão avança em ritmo normal e os preços seguem parados, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações atuais de compra estão em R$ 67,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 68,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 69,00 em Marau e Gaurama, e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Para setembro, as pedidas no interior variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto no porto a referência futura para fevereiro/2026 segue em R$ 69,00/saca”, comenta.

A produção recorde ainda contrasta com mercado travado em Santa Catarina. “Em Campos Novos, produtores pedem R$ 80,00/saca, enquanto as ofertas ficam em R$ 70,00; no Planalto Norte, a diferença vai de R$ 75,00 para pedidos a R$ 71,00 nas ofertas. Esse impasse já leva parte dos agricultores a repensar investimentos no próximo ciclo”, completa a consultoria.

No Paraná a produção recorde sustenta oferta, mas a liquidez segue baixa. “O mercado de milho no Paraná segue com liquidez baixa, marcado pelo impasse entre pedidas e ofertas. Produtores pedem valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto compradores mantêm ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que trava os negócios”, indica.

Negociações avançam, mas resistência ainda limita mercado no Mato Grosso do Sul. “As cotações variam entre R$ 45,00 e R$ 53,00/saca, com destaque para a boa alta em Sidrolândia, enquanto Dourados mantém o melhor valor do estado. Apesar dos ajustes, os preços ainda não alcançam níveis capazes de estimular novos contratos, mantendo o impasse entre compradores e vendedores”, conclui.

 





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Ciclone e frente fria provocam chuva forte em alguns estados; veja a previsão do tempo para hoje



Processo de formação de um novo ciclone próximo à costa da região Sul e de uma nova frente fria associada a ele, além da presença de um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera, deve reforçar as instabilidades sobre o Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (8). O risco de temporal e chuva mais volumosa é alto, sobretudo no oeste e sul do estado e a semana começa com risco alto de temporal na Grande Porto Alegre, região central e no litoral do estado. Na serra gaúcha, no oeste, sul e litoral de Santa Catarina, a situação é de atenção para ocorrência de pancadas moderadas a forte.

Os ventos ficam mais intensos em grande parte da região, com rajadas desde o sul do Paraná até o sul do Rio Grande do Sul, variando entre 51 a 70 km/h. A chuva retorna no final do dia sobre a região de Foz do Iguaçu e cidades do sudoeste do Paraná com até forte intensidade. Chove moderado no norte de SC e na região do Vale do Itajaí. O norte do Paraná, ainda começa a semana com padrão de tempo firme e umidade baixa; não chove em Curitiba, mas, a segunda ainda será gelada na capital e o mar fica agitado na costa do Rio Grande do Sul.

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No Sudeste, a umidade que vem do oceano ainda mantém a chuva sobre o litoral do Espírito Santo e a semana começa com atenção em Vitória para pancadas moderadas a forte; demais áreas do interior do estado, parte do norte do Rio de Janeiro e leste de Minas, com possibilidade de chuva mais fraca e irregular.

O sol volta aparecer mais no leste e sul de SP e a semana começa sem chuva e com elevação de temperatura. Interior paulista, cidades do Triângulo, noroeste e norte de Minas com o tempo muito seco e calorão – a umidade relativa do ar continua em atenção com valores entre 30 e 21%. Não chove na cidade do Rio, mas, ainda pode ventar de forma moderada com rajadas de até 50 km/h, inclusive em áreas do litoral.

A presença das instabilidades no Sul, provocam chuva em parte do extremo sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul neste começo de semana, porém, o tempo segue abafado e ensolarado pela manhã, com as pancadas retornando à noite. Grande parte do Centro-Oeste, ainda com tempo muito seco e temperaturas altas, especialmente entre Goiás e Mato Grosso. Pode chover de forma mais isolada no noroeste e extremo norte de Mato Grosso durante a tarde, pela umidade presente no Norte do país. Cuiabá, Brasília, Campo Grande, Goiânia começam a semana sem chuva e com umidade entre 30 e 21%; em Brasília alerta para valores mais próximos a 12%.

Já no Nordeste, a presença de uma frente fria estacionária na altura da costa leste da região mantém a umidade alta e a condição de chuva moderada e ventos. As pancadas podem ocorrer em vários momentos em Maceió e no Recife, com potencial para chuva moderada a forte. Alagoas e João Pessoa, podem ter chuva fraca a moderada, ainda intercalando períodos de sol no decorrer da segunda. Os ventos podem variar entre 40 a 50 km/h desde o norte e litoral do Maranhão até o oeste da Bahia.

O ar ainda fica mais seco no sertão, com umidade em alerta no sul do Piauí e oeste da Bahia, entre 20 e 21% e atenção para valores entre 30 e 21% no sul do Ceará, oeste da Paraíba, Pernambuco e na região central no Maranhão e Piauí. Salvador, começa a semana com chuva mais fraca de manhã e tempo firme à tarde.

E no Norte, a combinação de calor e umidade mantém a formação de nuvens carregadas sobre parte dos estados. As pancadas de chuva se espalham sobre o Amazonas e Roraima, variando entre moderada e forte intensidade, mas acontecendo ainda de maneira irregular. No interior do Pará, a chuva pode cair de forma mal distribuída, porém, com moderada intensidade, enquanto Belém, começa a semana com tempo firme. Não chove no Acre, em Rondônia e Amapá, que devem ter uma segunda com o tempo aberto. No Tocantins, a atuação da alta pressão mantém o céu limpo, os termômetros bastante elevados e a umidade do ar em níveis críticos.

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Sebrae abre inscrições para expositores: ‘Feira do Empreendedor’



Microempreendedores individuais (MEIs), agricultores familiares e artesãos da região de Bauru já podem se inscrever para participar do espaço Sebrae Comunidades: Shopping Compre do Pequeno na Feira do Empreendedor 2025

O evento, promovido pelo Sebrae/SP, ocorrerá de 15 a 18 de outubro, no São Paulo Expo, na capital paulista. As inscrições ficam abertas até 15 de setembro e são gratuitas.

Para garantir a participação, os interessados devem observar os critérios do edital, respeitar prazos e apresentar a documentação exigida. O edital completo está disponível no site oficial da Feira do Empreendedor 2025

Além disso, o Shopping Compre do Pequeno representa uma vitrine estratégica para os pequenos negócios. Em 2024, a feira reuniu mais de 150 mil visitantes, demonstrando o potencial de alcance e de geração de oportunidades. Assim, o espaço foi criado para dar visibilidade, ampliar mercados e aproximar empreendedores de consumidores e parceiros.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

“Participar do espaço é mais do que expor produtos. É conquistar visibilidade, valorizar os pequenos negócios e transformar cada conexão em oportunidade real de crescimento e geração de renda. É oportunidade de levar um produto local para uma vitrine com visibilidade nacional”, destaca Juliana Fardin, analista de negócios do Sebrae/SP e gestora do Programa Sebrae Comunidades na região de Bauru.

Portanto, os empreendedores locais têm a chance de apresentar seus produtos a um público nacional e diversificado.

Serviço 

Sebrae Comunidades: Shopping Compre do Pequeno na FE 2025 

Inscrições: até 15 de setembro pelo link

Local da feira: São Paulo Expo (próximo ao Metrô Jabaquara)

 
Data da feira: 15 a 18 de outubro, das 10h às 20h 



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