quarta-feira, abril 15, 2026

Autor: Redação

News

Exportação de bovinos vivos cai em fevereiro, mas cenário ainda é otimista, diz Scot


Vacas Nelore BRGN para inseminação artificial. A sigla BRGN é de Brasil Genética Nelore, desenvolvida pela Embrapa Cerrados desde o ano 2000. Foto: Fabiano Marques Dourado Bastos/Embrapa Cerrados
Vacas Nelore BRGN para inseminação artificial. A sigla BRGN é de Brasil Genética Nelore, desenvolvida pela Embrapa Cerrados desde o ano 2000. Foto: Fabiano Marques Dourado Bastos/Embrapa Cerrados

A exportação de bovinos vivos registrou queda em fevereiro de 2026, mas o cenário geral ainda é positivo para o pecuarista brasileiro. Segundo dados da Scot Consultoria, o volume embarcado no mês foi de 50,7 mil cabeças, recuo de 27,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Apesar da retração mensal, o primeiro bimestre mostra força no mercado. Entre janeiro e fevereiro, foram exportadas 220,3 mil cabeças de bovinos vivos, alta de 44,9% na comparação anual. Esse desempenho foi puxado principalmente por janeiro, que registrou 169,5 mil cabeças embarcadas, o maior volume já registrado em um único mês.

Desempenho e principais estados exportadores

O forte ritmo de embarques no início do ano sustenta o crescimento acumulado e reforça o interesse internacional pelo gado brasileiro. O resultado também vem na esteira de um ano histórico: em 2025, o Brasil exportou 1,05 milhão de cabeças, o maior volume já registrado, superando o desempenho de 2024.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Entre os estados exportadores, o Pará liderou os embarques de bovinos vivos em fevereiro, com 49,2% do total, o equivalente a 27,1 mil cabeças. Na sequência, aparecem outros estados, mas cerca de 4,7 mil cabeças tiveram origem não declarada, segundo dados da Secex.

Demanda e desafios logísticos

A demanda internacional segue concentrada no Oriente Médio e Norte da África. Em fevereiro, os principais compradores de bovinos vivos foram da região. A expectativa é de que a exportação de bovinos vivos permaneça firme ao longo de 2026, sustentada pela demanda externa.

No entanto, o pecuarista precisa ficar atento a fatores logísticos, avalia Scot. O custo do frete e possíveis mudanças nas rotas de exportação podem impactar o mercado, especialmente devido aos conflitos no Oriente Médio, região que concentra os principais compradores.

O post Exportação de bovinos vivos cai em fevereiro, mas cenário ainda é otimista, diz Scot apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

‘Sem precedentes’: produtores de ostras relatam perdas de até 90%


Ostras e mexilhões Paraná
Foto Everson Bressan/AEN

Produtores de ostras de Florianópolis, em Santa Catarina, relatam perdas de até 90% na safra. O estado é responsável por quase a totalidade da produção dos moluscos do país.

A mortalidade em massa vem sendo causada pelo aumento da temperatura da água do mar, que passou de uma média de 28°C para 34°C neste último verão.

Assim, o ambiente de cultivo, as chamadas fazendas marítimas, foi fortemente afetado. De acordo com os maricultores do principal estado produtor, o prejuízo é sem precedentes.

Segundo o presidente da Federação das Empresas de Aquicultura catarinense, Vinicius Marcus Ramos, o aquecimento marítimo que causa prejuízos na produção tem se repetido a cada ano, mas a atual temporada foi a pior de todas.

“Foi extremamente fora da curva. Com uma mortalidade de 90%, não existe nenhuma produção que resista a isso”, lamenta. Segundo ele, as perdas devem se refletir em encarecimento direto aos compradores. “Imagina o consumidor ter que pagar 90% a mais por uma ostra? Fica inviável para todo mundo”, diz.

De acordo com Ramos, há meses a entidade tem recebido relatos de perdas de produtores em reuniões e em grupos de conversa. “Há relatos de maricultores que, hoje, não têm nada para vender. Normalmente, nesta época, eles teriam cerca de 30 mil dúzias”, conta.

Em entrevista ao portal ND+, Paulo Constantino, empresário que produz ostras, também relata que sua produção foi totalmente impactada. “Estou há 30 anos neste ramo e nunca passei por uma situação como esta”, conta.

De acordo com o ecólogo marinho e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Paulo Horta, utilizar algas no ambiente de cultivo das ostras pode ser uma das soluções.

Segundo ele, introduzir as algas no ambiente tende a aumentar a produção e retenção de oxigênio no ecossistema, melhorando o habitat dos moluscos.

O post ‘Sem precedentes’: produtores de ostras relatam perdas de até 90% apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Você viu? Carga com 17 toneladas de mel avaliada em R$ 240 mil é apreendida em operação


mel
Foto: divulgação/Sefa

Fiscais da Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), no posto do Gurupi, em Cachoeira do Piriá, nordeste paraense na divisa com o Maranhão, apreenderam, no dia 27 de março, cerca de 17 toneladas de mel de abelha avaliadas em R$ 241.527,00. Esta foi uma das reportagens mais lidas da última semana no site do Canal Rural.

Na ocasião, o condutor de uma carreta apresentou nota fiscal do produto informando que a carga era remessa para fim de exportação, com origem no município de Ourém, no Pará e destino ao município de Araranguá, em Santa Catarina. 

“A fiscalização fez a verificação física na mercadoria: eram 59 tambores com 17.476 kg de mel de abelha. Na análise da documentação fiscal, e em consulta ao sistema, não foi encontrado no cadastro do contribuinte o regime especial de exportador, obrigatório para esse tipo de operação, conforme determina a legislação tributária”, informou o coordenador Gustavo Bozola.

A carga, no valor total de R$ 241.527,99, foi retida, e lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD) cobrando imposto e multa no valor de R$ 40.576,70.

O post Você viu? Carga com 17 toneladas de mel avaliada em R$ 240 mil é apreendida em operação apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Pequenas em tamanho, joaninhas são grandes aliadas do produtor rural; entenda


Joaninha, besouro
Foto: Freepik

Pequenas e comuns no campo, as joaninhas têm papel relevante no controle de pragas em diferentes culturas. Esses insetos predadores se alimentam de organismos que causam danos às lavouras, como pulgões, cochonilhas, ácaros e moscas-brancas.

De acordo com a engenheira agrônoma Erica Tomé, da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) de Araraquara, o impacto é direto. “Ela [joaninha] se alimenta de vários insetos presentes em várias culturas e pode consumir cerca de 50 pulgões por dia”, afirma.

Atuação se estende por todo o ciclo

A ação das joaninhas ocorre desde a fase larval até a adulta, o que amplia a eficiência no controle biológico. Em alguns casos, também há consumo de fungos que afetam as plantas, como em culturas de quiabo.

Levantamentos conduzidos pelo Instituto Biológico (IB-Apta), em Ribeirão Preto (SP), analisam a diversidade de espécies, o comportamento e a capacidade de predação nas lavouras.

Segundo a pesquisadora Terezinha Monteiro, o hábito alimentar variado é um dos principais fatores. “As joaninhas controlam uma variedade de pragas em hortaliças, grãos, pomares de laranja e plantas ornamentais”, explica.

Presença varia conforme o sistema de produção

A ocorrência desses insetos depende do ambiente de cultivo. Em uma mesma área, é possível encontrar diferentes espécies, cada uma com preferência por determinado tipo de praga.

Nos citros, por exemplo, a atuação é recorrente no controle de cochonilhas, pulgões e ácaros. Em São Paulo, maior produtor de laranja do país, a presença das joaninhas contribui para o manejo dessas pragas.

Além disso, áreas com menor uso de defensivos tendem a concentrar mais indivíduos. Sistemas orgânicos e lavouras que adotam o Manejo Integrado de Pragas (MIP), especialmente na soja, favorecem a permanência desses insetos.

Ambiente favorece permanência nas áreas

A manutenção das joaninhas nas lavouras está ligada à oferta de alimento e abrigo. Plantas com pólen e néctar ajudam a atrair os insetos e garantem suporte alimentar em períodos de menor disponibilidade de presas.

Segundo a pesquisadora do IB-Apta, essas condições também favorecem a reprodução e aumentam a permanência das joaninhas nas áreas produtivas.

O post Pequenas em tamanho, joaninhas são grandes aliadas do produtor rural; entenda apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Projeto em MG atua na prevenção da violência contra mulheres no meio rural


Um projeto desenvolvido em Minas Gerais tem atuado na prevenção da violência contra mulheres no meio rural por meio de ações de orientação, acolhimento e geração de renda.

Criado em 2016, o projeto Mulher Livre de Violência atua na comunidade rural do Cedro, em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. A iniciativa foi reconhecida em 2019 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública como uma prática inovadora no enfrentamento à violência contra mulheres.

Segundo a idealizadora do projeto, Juliana Lemes, a proposta tem dois eixos principais: informação e autonomia econômica.

“O objetivo é prevenir a violência por meio do empoderamento feminino e da geração de renda”, afirmou.

Informação e conscientização

No primeiro eixo, o projeto realiza palestras, rodas de conversa e intercâmbios entre comunidades. As atividades abordam temas relacionados à violência doméstica, direitos das mulheres e formas de buscar apoio.

A proposta também inclui a disseminação de informações dentro das próprias comunidades rurais, ampliando o alcance das orientações.

Geração de renda

O segundo eixo do projeto é voltado à produção de artesanato como fonte de renda.

As participantes utilizam a técnica de bordado arpillera, de origem chilena, para produzir peças como bolsas, almofadas e acessórios. O material base são fardas doadas pela Polícia Militar de Minas Gerais, que são reaproveitadas na confecção dos produtos.

A renda obtida com a venda dos itens contribui para a autonomia financeira das mulheres atendidas.

Atuação e parcerias

O projeto já foi apresentado em outros municípios, participou de pesquisas acadêmicas e integrou ações de extensão universitária. A iniciativa também conta com parcerias institucionais.

De acordo com Juliana Lemes, a atuação busca ampliar a visibilidade da violência no meio rural, onde há subnotificação dos casos.

“A violência contra mulheres rurais ainda é pouco registrada. O objetivo é evitar que esses casos evoluam para situações mais graves”, disse.

Ela também destaca que o acesso à informação e à renda pode contribuir para que mulheres em situação de vulnerabilidade consigam romper ciclos de violência.

Como denunciar violência contra a mulher

Mulheres em situação de violência, ou pessoas que conheçam casos, podem buscar ajuda por meio da Central de Atendimento à Mulher. O atendimento é feito pelo telefone 180, serviço gratuito do governo federal, coordenado pelo Ministério das Mulheres.

O canal oferece orientação sobre direitos, acolhimento às vítimas e informações sobre serviços de apoio disponíveis na região. Também é possível registrar denúncias, que são encaminhadas aos órgãos competentes para apuração.

O post Projeto em MG atua na prevenção da violência contra mulheres no meio rural apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Pesquisa da Unesp revela como melhorar a qualidade e o valor do chocolate amazônico


O chocolate produzido na Amazônia é reconhecido internacionalmente por seu sabor único. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostrou que ele pode ganhar ainda mais valor. A análise indica que práticas de pós-colheita, como a fermentação das amêndoas da fruta, aliadas à escolha adequada do cultivar podem unir qualidade nutricional e sabor ao chocolate, ampliando o potencial de mercado do produto.

“Diferente da soja, do milho e do trigo, que são pagos pela quantidade, o cacau é um dos poucos produtos agrícolas que é muito mais remunerado pela qualidade. Nesse estudo vimos que é possível que o cacau amazônico ganhe nessas duas vertentes. Por isso, no estudo, selecionamos o melhor cultivar e as melhores formas de pós-produção para obter qualidade nutricional e de sabor”, afirma Renato de Mello Prado, professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV) da Unesp, em Jaboticabal, que coordenou a pesquisa.

O estudo, apoiado pela Fapesp, foi realizado na Estação Experimental Frederico Afonso, pertencente à Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em Rondônia, onde os pesquisadores avaliaram nove clones de cacau sob dois sistemas de pós-colheita: grãos fermentados, como no processo tradicional de chocolate, e grãos pré-secos, sem fermentação.

A investigação envolveu a colaboração de pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa de Porto Velho), Universidade Federal de Rondônia (Unir, campus Rolim de Moura) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam, campus Humaitá).

“A fermentação é um processo importante na produção do chocolate. Sem ela, a amêndoa não desenvolve a cor e o aroma que conhecemos, mas há um custo nutricional importante nesse processo”, conta Edilaine Istéfani Franklin Traspadini, bolsista de pós-doutorado da Fapesp.

“Por isso, sugerimos a criação de blends que combinem grãos fermentados e não fermentados, como uma estratégia para equilibrar o sabor e o valor nutricional. Essa estratégia pode aumentar o valor do cacau amazônico no mercado de chocolates, seguindo uma abordagem bem parecida com o que tem sido feito no setor de café”, diz.

Os resultados mostraram que a fermentação das amêndoas de cacau reduz mais de 95% dos açúcares e quase 50% dos taninos (responsáveis pelo sabor adstringente), além de diminuir compostos fenólicos e antocianinas (antioxidantes naturais), enquanto aumenta aminoácidos, atividade de enzimas antioxidantes e minerais como potássio e magnésio. Já o cacau não fermentado retém níveis significativamente maiores de minerais como o fósforo e o cálcio, elementos fundamentais para a saúde óssea e cardiovascular.

“Por isso defendemos a necessidade de uma combinação entre uma base fermentada para dar a cor marrom e a textura aveludada, enquanto uma porcentagem de amêndoas não fermentadas entraria como uma injeção de antioxidantes e minerais, criando o equilíbrio entre sabor e saúde”, conta.

Pela primeira vez, foi identificada a presença de glicina betaína e prolina nas amêndoas. Essas moléculas têm o papel de defender a planta contra o estresse oxidativo no campo e servem como um antioxidante poderoso para o corpo humano. “Elas funcionam como verdadeiros protetores celulares, o que pode transformar o cacau amazônico em um superalimento”, destaca Mello.

A análise também mostrou variação entre os cultivares estudados. O clone CCN 51 apresentou um perfil equilibrado, independente se fermentado ou não fermentado. Já o clone EEOP 63 se destacou pela maior produtividade, e o EEOP 96 manteve altos teores de fenólicos e antocianinas quando os grãos não eram fermentados, sugerindo maior vocação para produtos alternativos ao chocolate tradicional, como nibs, ingredientes de bebidas e snacks saudáveis.

“Não é que exista um único clone ideal que deve ser difundido na região. Pelo contrário, o interesse está em combinar diferentes blends para cada finalidade. Por isso a importância desse estudo sobre seleção genética e manejo pós-colheita entre produtores amazônidas de cacau”, diz Traspadini.

O post Pesquisa da Unesp revela como melhorar a qualidade e o valor do chocolate amazônico apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Produção de ração cresce em 2025 e deve atingir 97 milhões de ton em 2026, segundo levantamento


Foto: Reprodução.
Foto: Reprodução.

A produção nacional de ração e suplementos cresceu em 2025 e deve continuar em expansão em 2026. Dados do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) indicam que o volume atingiu cerca de 94 milhões de toneladas no ano passado, acima das 91 milhões de toneladas registradas em 2024, o que representa um avanço de 3%.

Para 2026, a projeção é de 97 milhões de toneladas, acompanhando o aumento da produção pecuária e da demanda por proteína animal no Brasil e no exterior. “Após um período de maior volatilidade, especialmente associado aos custos de grãos e ao ambiente macroeconômico, o setor voltou a apresentar crescimento consistente”, declarou o CEO do Sindirações, Ariovaldo Zani.

Crescimento em diferentes segmentos

Entre os segmentos que mais consomem ração, a avicultura de corte manteve crescimento. A produção passou de 36,9 milhões de toneladas em 2024 para 37,85 milhões em 2025. Para 2026, a previsão é de 39,1 milhões de toneladas. O avanço acompanha o aumento do abate de frangos, que cresceu 3,1% em 2025, segundo dados preliminares do IBGE.

A produção de ovos também ampliou a demanda por nutrição animal. A produção de ração para poedeiras passou de 7,18 milhões de toneladas em 2024 para 7,43 milhões em 2025, com crescimento de 3,5%. Para 2026, a projeção é de 7,73 milhões de toneladas.

Suinocultura e bovinocultura em alta

Na suinocultura, o consumo de ração passou de 21,6 milhões de toneladas em 2024 para 22,5 milhões em 2025, alta de 4,2%. Para 2026, a previsão é de 23,1 milhões de toneladas. Na bovinocultura de corte, o avanço está ligado ao aumento do confinamento, com a produção de ração passando de 7,22 milhões de toneladas em 2024 para 7,76 milhões em 2025, alta de 7,5%.

Dados do Censo do Confinamento, do Cepea/Esalq/USP, indicam que o número de animais confinados passou de 7,76 milhões de cabeças em 2024 para 9,25 milhões em 2025. Para 2026, o volume pode se aproximar de 10 milhões de cabeças. “O avanço do confinamento é um dos fatores estruturais mais relevantes para o crescimento da indústria de alimentação animal”, informou Zani.

Aquicultura e mercado pet

Na pecuária leiteira, o consumo de ração passou de 7,1 milhões de toneladas em 2024 para 7,66 milhões em 2025, com aumento de 8% na aquisição formal de leite no período, segundo dados preliminares do IBGE. O mercado de alimentos para cães e gatos também registrou crescimento, com a produção passando de 4,01 milhões de toneladas em 2024 para 4,04 milhões em 2025, com projeção de 4,15 milhões de toneladas em 2026.

“A humanização dos pets tem impulsionado a evolução do mercado”, pontuou Zani, referindo-se à maior demanda por produtos nutricionalmente mais completos. A aquicultura também ampliou o consumo de ração, com o volume passando de 1,79 milhões de toneladas em 2024 para 1,9 milhão em 2025.

Por fim, Zani concluiu que “o triênio 2024–2026 confirma uma trajetória de expansão gradual da indústria de alimentação animal, sustentada pela evolução simultânea das cadeias de proteína animal”.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Produção de ração cresce em 2025 e deve atingir 97 milhões de ton em 2026, segundo levantamento apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Ciclone com ventos de 100 km/h e frente fria: semana promete clima severo


chuvas, tempestades, Inmet, temporais, ciclone
Foto: Inmet

A formação de um ciclone extratropical no Sul do país e uma nova frente fria no Sudeste intensificam fenômenos climáticos entre esta segunda-feira (6) e sexta (10). No restante do país tem acumulado de chuva de 100 mm e altas temperaturas. Confira:

Sul

A manhã começa com tempo mais firme, com chuva fraca no litoral do Rio Grande do Sul,
sul de Santa Catarina e leste paulista. Ao longo do dia, a atuação de uma baixa pressão
sobre o Paraguai aumenta as instabilidades em território gaúcho, com risco de temporais
isolados. A atenção se volta para a formação de um ciclone extratropical entre o RS e SC a partir de terça-feira (7), levando temporais com risco de granizo e rajadas de vento acima de 100km/h para os três estados da região até quarta-feira (8). A expectativa é que nessas áreas o acumulado de chuva seja superior a 70 mm. Após a passagem do sistema, o ar frio deve predominar na Região Sul, com a temperatura mínima nas áreas de baixada oscilando entre 10°C e 14°C na quinta (9) e sexta feira (10), mas sem risco de geada.

Sudeste

A manhã de segunda-feira (6) começa com tempo mais firme, com chuva fraca em áreas do leste de Minas Gerais, Espírito Santo e sul de São Paulo. Ao longo do dia, a influência marítima mantém instabilidade em áreas dos quatro estados, com chuva moderada a forte. A semana deve ser marcada pelo avanço de uma frente fria a partir de quarta-feira (8), levando temporais e chuva para todos os estados do Sudeste. O volume de precipitação esperado da semana gira em torno de 30 mm a 40 mm, com temperatura máxima em torno de 25°C nos próximos dias. A tendência é que a chuva cesse de forma mais generalizada apenas na segunda semana de maio.

Centro-Oeste

Há previsão de pancadas de chuva desde as primeiras horas de segunda no leste de Mato Grosso e norte de Goiás. Ao longo do dia, a presença de uma baixa pressão sobre o Paraguai aumenta as instabilidades em Mato Grosso e Goiás, com chuva fraca a moderada e pontos mais intensos. O volume de precipitação esperado para a semana fica entre 30 mm e 40 mm, aliviando também a temperatura máxima que deve ficar em cerca de 31°C nos próximos dias. No geral, a umidade deve beneficiar as lavouras de milho 2ª safra em desenvolvimento e as pastagens. A tendência é que a chuva cesse apenas na segunda semana de maio.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue favorecendo instabilidades no litoral norte, enquanto a influência marítima mantém chuva no litoral leste. Ao longo da segunda-feira, as pancadas aumentam no Maranhão, Piauí, Ceará e naa Bahia, com chuva moderada a forte e risco de temporais, especialmente no litoral baiano. Chuva em bons volumes devem predominar nos próximos dias no oeste da Bahia, no Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, com 40 mm a 50 mm. Situação mais quente e seca em Sergipe, Alagoas e no leste da Bahia, com acumulados de, no máximo, 15 mm. A partir
da segunda quinzena do mês de abril, as “ondas de leste” devem começar a levar mais chuvas para o Nordeste.

Norte

A umidade mantém pancadas de chuva desde as primeiras horas de segunda-feira no Amazonas, Pará, em Roraima e no Tocantins. Ao longo do dia, as instabilidades aumentam, com chuva moderada a forte e risco de temporais isolados em grande parte da região. No decorrer da semana, os maiores acumulados de chuva devem ficar nos estados do Amazonas, de Roraima, Amapá e norte paraense, com 100 mm. Já nos estados do Acre, Rondônia, restante do Pará e Tocantins, as precipitações giram em torno de 30 mm a 40 mm.

O post Ciclone com ventos de 100 km/h e frente fria: semana promete clima severo apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Ciclone avança e frente fria se aproxima: Brasil terá semana de virada no tempo; confira


El Niño, Paraná, chuvas, fim de semana, Tempo
Foto: AEN

A previsão do tempo entre os dias 6 e 10 de abril indica uma virada nas condições do tempo em grande parte do Brasil. A atuação de áreas de baixa pressão, a formação de um ciclone extratropical no Sul e o avanço de uma frente fria pelo Sudeste devem espalhar chuvas e elevar o risco de temporais, ao mesmo tempo em que favorecem a umidade do solo em áreas produtoras.

Sul

A manhã começa com tempo mais firme, com chuva fraca no litoral do Rio Grande do Sul, sul de Santa Catarina e áreas do leste paulista. Ao longo do dia, a atuação de uma baixa pressão sobre o Paraguai, associada a um cavado em médios níveis, aumenta as instabilidades no Rio Grande do Sul.

A chuva varia de moderada a forte na metade sul do estado, com risco de temporais isolados. Entre Santa Catarina e Paraná, a precipitação ocorre de forma fraca a moderada, principalmente no litoral, enquanto no interior as pancadas são mais isoladas.

O calor ainda predomina, com temperaturas mais amenas no sul gaúcho. O mar segue mais agitado ao longo do litoral da região.

Na região, o principal ponto de atenção é a formação de um ciclone extratropical entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina a partir de terça-feira. O sistema deve provocar temporais nos três estados, com risco de granizo e rajadas de vento acima de 100 km/h até quarta-feira.

Apesar de prejudicar os trabalhos em campo, a chuva é considerada positiva para as áreas produtoras, com acumulados próximos de 70 mm em 48 horas, revertendo o déficit hídrico em lavouras em fase final de desenvolvimento. Após a passagem do sistema, o ar frio predomina, com mínimas entre 10°C e 14°C entre quinta e sexta-feira, sem risco de geadas.

O tempo no Sudeste

A manhã começa com tempo mais firme, com chuva fraca em áreas do leste de Minas Gerais, Espírito Santo e sul de São Paulo.

Ao longo do dia, a influência marítima mantém a instabilidade no Rio de Janeiro, Espírito Santo e litoral paulista, enquanto a umidade favorece pancadas em Minas Gerais e no interior de São Paulo, com chuva moderada a forte em alguns pontos.

O tempo segue firme em outras áreas, com predomínio de calor, embora as temperaturas sejam mais agradáveis nas áreas litorâneas e no sul de Minas. O mar também deve ficar mais agitado no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A semana será marcada pelo avanço de uma frente fria a partir de quarta-feira, espalhando chuva por toda a região. Os volumes devem ficar entre 30 mm e 40 mm, mantendo a boa umidade do solo sem prejudicar as operações no campo e reduzindo o calor, com máximas próximas de 25°C. A tendência é de diminuição das chuvas apenas na segunda semana de maio.

Pancadas de chuva no Centro-Oeste

Ao longo do dia, a presença de uma baixa pressão sobre o Paraguai, combinada com calor e umidade, aumenta as instabilidades em Mato Grosso e Goiás, com chuva de fraca a moderada intensidade e pontos mais intensos. Há previsão de pancadas de chuva desde cedo no leste de Mato Grosso e norte de Goiás.

Em Mato Grosso do Sul, a chuva ocorre de forma mais isolada. No restante da região, o tempo segue firme, com temperaturas elevadas.

Os volumes da semana devem ficar entre 30 mm e 40 mm, garantindo boa umidade do solo sem comprometer as operações em campo. As condições favorecem o desenvolvimento do milho segunda safra e a manutenção das pastagens. A tendência também indica redução das chuvas a partir da segunda semana de maio.

Tempo quente e seco no Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical segue favorecendo instabilidades no litoral norte, enquanto a influência marítima mantém chuva no litoral leste.

Ao longo do dia, as pancadas aumentam em estados como Maranhão, Piauí, Ceará e Bahia, com chuva moderada a forte e risco de temporais, especialmente no litoral baiano.

Boas chuvas devem predominar no oeste da Bahia e em estados como Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, com acumulados entre 40 mm e 50 mm, contribuindo para a manutenção da umidade do solo sem prejudicar os trabalhos no campo.

Por outro lado, Sergipe, Alagoas e o leste da Bahia devem enfrentar condições mais quentes e secas, com volumes entre 10 mm e 15 mm, elevando apenas a umidade relativa do ar. A partir da segunda quinzena de abril, as ondas de leste devem intensificar as chuvas nessas áreas. Para outras regiões, a tendência é de redução das precipitações no fim do mês.

Previsão para o Norte

A umidade elevada mantém pancadas de chuva desde cedo no Amazonas, Pará, Roraima e Tocantins, enquanto a ZCIT continua atuando no Amapá e no litoral do Pará.

Ao longo do dia, as instabilidades aumentam, com chuva moderada a forte e risco de temporais isolados em grande parte da região. O tempo segue abafado.

As chuvas continuam garantindo boa umidade para as áreas produtoras e mantendo as pastagens.

Os maiores volumes devem se concentrar no Amazonas, Roraima, Amapá e norte do Pará, com acumulados próximos de 100 mm, o que pode atrasar os trabalhos em campo.

Já no Acre, Rondônia, restante do Pará e Tocantins, os volumes entre 30 mm e 40 mm favorecem o desenvolvimento das lavouras sem grandes prejuízos às operações agrícolas.

O post Ciclone avança e frente fria se aproxima: Brasil terá semana de virada no tempo; confira apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Produção de ração cresce em 2025 e deve atingir 97 milhões em 2026, segundo levantamento


Foto: Reprodução.
Foto: Reprodução.

A produção nacional de ração e suplementos cresceu em 2025 e deve continuar em expansão em 2026. Dados do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) indicam que o volume atingiu cerca de 94 milhões de toneladas no ano passado, acima das 91 milhões de toneladas registradas em 2024, o que representa um avanço de 3%.

Para 2026, a projeção é de 97 milhões de toneladas, acompanhando o aumento da produção pecuária e da demanda por proteína animal no Brasil e no exterior. “Após um período de maior volatilidade, especialmente associado aos custos de grãos e ao ambiente macroeconômico, o setor voltou a apresentar crescimento consistente”, declarou o CEO do Sindirações, Ariovaldo Zani.

Crescimento em diferentes segmentos

Entre os segmentos que mais consomem ração, a avicultura de corte manteve crescimento. A produção passou de 36,9 milhões de toneladas em 2024 para 37,85 milhões em 2025. Para 2026, a previsão é de 39,1 milhões de toneladas. O avanço acompanha o aumento do abate de frangos, que cresceu 3,1% em 2025, segundo dados preliminares do IBGE.

A produção de ovos também ampliou a demanda por nutrição animal. A produção de ração para poedeiras passou de 7,18 milhões de toneladas em 2024 para 7,43 milhões em 2025, com crescimento de 3,5%. Para 2026, a projeção é de 7,73 milhões de toneladas.

Suinocultura e bovinocultura em alta

Na suinocultura, o consumo de ração passou de 21,6 milhões de toneladas em 2024 para 22,5 milhões em 2025, alta de 4,2%. Para 2026, a previsão é de 23,1 milhões de toneladas. Na bovinocultura de corte, o avanço está ligado ao aumento do confinamento, com a produção de ração passando de 7,22 milhões de toneladas em 2024 para 7,76 milhões em 2025, alta de 7,5%.

Dados do Censo do Confinamento, do Cepea/Esalq/USP, indicam que o número de animais confinados passou de 7,76 milhões de cabeças em 2024 para 9,25 milhões em 2025. Para 2026, o volume pode se aproximar de 10 milhões de cabeças. “O avanço do confinamento é um dos fatores estruturais mais relevantes para o crescimento da indústria de alimentação animal”, informou Zani.

Aquicultura e mercado pet

Na pecuária leiteira, o consumo de ração passou de 7,1 milhões de toneladas em 2024 para 7,66 milhões em 2025, com aumento de 8% na aquisição formal de leite no período, segundo dados preliminares do IBGE. O mercado de alimentos para cães e gatos também registrou crescimento, com a produção passando de 4,01 milhões de toneladas em 2024 para 4,04 milhões em 2025, com projeção de 4,15 milhões de toneladas em 2026.

“A humanização dos pets tem impulsionado a evolução do mercado”, pontuou Zani, referindo-se à maior demanda por produtos nutricionalmente mais completos. A aquicultura também ampliou o consumo de ração, com o volume passando de 1,79 milhões de toneladas em 2024 para 1,9 milhão em 2025.

Por fim, Zani concluiu que “o triênio 2024–2026 confirma uma trajetória de expansão gradual da indústria de alimentação animal, sustentada pela evolução simultânea das cadeias de proteína animal”.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Produção de ração cresce em 2025 e deve atingir 97 milhões em 2026, segundo levantamento apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link