sábado, abril 18, 2026

Autor: Redação

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CNA solicita suspensão de exigência de RGP para aquicultores


(Foto: Aquicultura/Embrapa)

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao governo federal a suspensão da exigência do Registro Geral da Atividade Pesqueira para aquicultores, prevista em nova portaria publicada nesta sexta-feira (10). A medida foi encaminhada aos ministérios da Pesca e Aquicultura e da Agricultura e Pecuária.

A obrigatoriedade consta na Portaria Interministerial nº 54, que determina, entre outros pontos, a inclusão do registro nas notas fiscais de pescados comercializados. Para a entidade, a exigência representa um entrave burocrático e aumento de custos para o setor produtivo.

Segundo a CNA, o controle sanitário, a rastreabilidade e as informações sobre a produção aquícola já são monitorados por meio do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, o que tornaria a nova exigência redundante.

A entidade destaca ainda que os produtores já utilizam a Guia de Trânsito Animal acompanhada da nota fiscal para transporte e comercialização, mecanismo considerado suficiente para garantir a regularidade da atividade.

Diante disso, a CNA defende a suspensão da medida, com o objetivo de evitar duplicidade de exigências, reduzir burocracia e aumentar a eficiência regulatória no setor aquícola brasileiro.

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Forte demanda externa mantém preços do boi gordo em alta; confira as cotações do dia


boi
Foto: Fabiano Marques/Embrapa

O mercado físico do boi gordo voltou a registrar alta nos preços ao longo da sexta-feira (10), em um cenário marcado mais por forte demanda do que por restrição de oferta. O movimento foi sustentado principalmente pela atuação dos frigoríficos exportadores, que seguem operando com baixa ociosidade para atender a demanda chinesa, enquanto ainda há disponibilidade da cota de exportação de 1,106 milhão de toneladas definida na virada do ano.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado pode enfrentar forte volatilidade quando houver o esgotamento dessa cota, com possíveis picos de preços em momentos de exportação aquecida e quedas mais intensas na ausência da demanda chinesa.

No cenário interno, os preços do boi gordo ficaram da seguinte forma:

  • São Paulo (SP): R$ 370,42 por arroba (à prazo)
  • Goiás (GO): R$ 358,75 por arroba
  • Minas Gerais (MG): R$ 353,24 por arroba
  • Mato Grosso do Sul (MS): R$ 361,25 por arroba
  • Mato Grosso (MT): R$ 365,41 por arroba

Atacado

O mercado atacadista da carne bovina também apresentou alta nos preços nesta sexta-feira, com expectativa de novos reajustes no curto prazo. O movimento é influenciado pela entrada dos salários na economia, o que melhora a reposição entre atacado e varejo.

Por outro lado, o avanço mais forte das cotações ainda encontra limitação na concorrência com outras proteínas, mesmo com recuperação recente da carne de frango.

  • Quarto traseiro: R$ 27,50/kg
  • Quarto dianteiro: R$ 22,00/kg
  • Ponta de agulha: R$ 20,10/kg (+R$ 0,10)

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,03%, cotado a R$ 5,0105 para venda e R$ 5,0085 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,0055 e R$ 5,0665, acumulando desvalorização semanal de 2,86%.

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AgroNewsPolítica & Agro

RS terá vazio sanitário da soja de julho a setembro



Medidas buscam conter ferrugem asiática no estado



Foto: Pixabay

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta sexta-feira (10), por meio da Portaria nº 1.579/2026, as datas do vazio sanitário da soja no Rio Grande do Sul, definido entre 3 de julho e 30 de setembro. O calendário de semeadura terá início em 1º de outubro de 2026 e se estenderá até 28 de janeiro de 2027.

Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), os períodos seguem o mesmo padrão adotado nas duas últimas safras. “Os períodos de vazio sanitário e calendário de semeadura publicados pelo Mapa foram mantidos iguais nas últimas duas safras, sendo repetidos na próxima. Trata-se da consolidação de importante instrumento de manejo do patógeno no Estado, integrando defesa agropecuária e setor produtivo no enfrentamento à doença.”, afirmou o diretor do Departamento de Defesa Vegetal da Seapi, Ricardo Felicetti.

O estado mantém ainda o programa “Monitora Ferrugem”, que realiza o acompanhamento de esporos da doença nas regiões produtoras. De acordo com a Seapi, o sistema identifica a presença de esporos associada às condições meteorológicas e gera mapas que indicam o risco de ocorrência da ferrugem asiática da soja, auxiliando técnicos e produtores na tomada de decisão e na adoção de medidas de manejo.

A ferrugem asiática é considerada uma das principais doenças da cultura da soja, com potencial de causar perdas entre 10% e 90% da produção, dependendo das condições. A doença é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi.

O vazio sanitário tem como objetivo reduzir a presença do fungo nas lavouras. Durante o período mínimo de 90 dias, não é permitido o plantio nem a manutenção de plantas vivas de soja em qualquer estágio de desenvolvimento nas áreas monitoradas. A medida busca limitar a sobrevivência do patógeno entre as safras e reduzir riscos para o ciclo seguinte.

Já o calendário de semeadura, adotado após o vazio sanitário, tem como finalidade organizar o período de plantio e contribuir para o manejo da doença, reduzindo a necessidade de aplicações de fungicidas e o risco de resistência. A medida integra as ações do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS).





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Produtor segue retraído e trava negócios da soja na semana; veja como ficaram as cotações hoje


Plano Safra recursos - grãos de soja dinheiro
Foto: Arquivo Canal Rural, aperfeiçoada por IA

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com baixa movimentação e poucos negócios, refletindo principalmente a queda do dólar e a perda de referência nos portos. Mesmo com alta na Bolsa de Chicago, o mercado interno não sustentou o movimento de valorização.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o câmbio foi o principal fator de pressão sobre os preços. “Apesar da CBOT ter subido, os preços caíram cerca de R$ 1 no porto por conta do dólar”, afirma. No físico, o produtor seguiu retraído, aguardando melhores níveis de negociação, o que manteve a comercialização fraca ao longo da semana.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): permaneceu em R$ 123,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 124,00
  • Cascavel (PR): desceu de R$ 119,00 para R$ 118,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 108,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 110,00 para R$ 111,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 109,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00 por saca
  • Rio Grande (RS): permaneceu em R$ 129,00 por saca

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT), elevando os ganhos acumulados na semana. Um movimento de compras técnicas e o comportamento dos investidores procurando posicionar suas carteiras frente ao final de semana garantiram a sustentação dos contratos.

Antes das negociações entre Irã e Estados Unidos em busca de uma solução para o conflito no Oriente Médio, os participantes preferiram a cautela e evitar correr riscos. O relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) seguiu no radar, mas foi considerado neutro.
O destaque do dia fica por conta da forte alta do farelo. "O movimento tem origem predominantemente técnica e não reflete uma mudança nos fundamentos do mercado", alerta o analista de Safras & Mercado, Gabriel Viana. "O principal driver da alta é o desmonte de posições especulativas que vinham apostando simultaneamente na valorização do óleo de soja e na queda do farelo o chamado spread long oil/short meal", completou.
Segundo Viana, com o óleo recuando nesta sessão, operadores passaram a reverter essas posições, gerando pressão compradora artificial sobre o farelo independentemente de qualquer alteração nos fundamentos de oferta e demanda do derivado.
"Os fundamentos de médio prazo seguem apontando para um cenário mais pressionado para o farelo, com a expectativa de aumento do esmagamento nos Estados Unidos em decorrência dos novos mandatos de biodiesel, maior oferta sul-americana com o avanço da safra argentina e prêmios de exportação no Brasil ainda descolados da realidade de oferta crescente", conclui o analista.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 10,50 centavos de dólar, ou 0,90%, a US$ 11,75 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,91 1/4 por bushel, com elevação de 10,25 centavos de dólar ou 0,86%.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 14,60 ou 4,59% a US$ 332,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 67,10 centavos de dólar, com perda de 0,60 centavo ou 0,88%.

Câmbio

O dólar encerrou o dia em queda de 1,03%, reforçando a pressão sobre os preços internos da soja e limitando a competitividade das exportações brasileiras.

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Tecnoshow Comigo 2026 reflete cautela no agro mas movimenta economia de Rio Verde


Tecnoshow Comigo 2026
Foto: divulgação

A Tecnoshow Comigo 2026, realizada nesta semana, reuniu cerca de 120 mil visitantes em Rio Verde (GO) e refletiu um cenário de maior cautela por parte do produtor rural. Com queda nos preços das commodities e crédito mais caro, o evento registrou redução de aproximadamente 30% no volume de comercialização em relação a edições anteriores.

Segundo a coordendor-geral do evento, Claudio Teoro, o momento do agronegócio exige planejamento e decisões mais criteriosas. “O agro passa por um momento difícil, com uma paridade de troca bem diferente de anos anteriores. Por isso, os expositores vieram para cá com essa consciência, empenhados em oferecer as melhores condições comerciais possíveis dentro do que o mercado permite”, disse.

Esse cenário influenciou principalmente os investimentos em bens de capital, como máquinas agrícolas, que apresentaram retração maior, analisa o presidente-executivo da Comigo, Dourivan Cruvinel. Já o segmento de insumos, segundo ele, teve recuo menos intenso, mantendo demanda por itens essenciais à produção.

Feira mantém foco em tecnologia e tomada de decisão

De acordo com os organizadores, mesmo com a redução nas vendas, a feira reforçou seu papel como espaço de difusão tecnológica. Foram mais de 200 horas de palestras técnicas, acompanhadas por cerca de 8,4 mil participantes, além de 30 áreas demonstrativas de cultivo.

A programação incluiu temas ligados à gestão rural, com destaque para o uso de inteligência artificial. Durante um dos painéis, especialistas apresentaram ferramentas que auxiliam produtores na análise de custos e na otimização do uso de máquinas, com base em dados coletados nas propriedades.

Evento impulsiona economia local

A realização da feira gerou impacto direto na economia de Rio Verde. De acordo com a prefeitura, o evento movimentou cerca de R$ 90 milhões no município ao longo da semana.

A rede hoteleira operou com ocupação total, enquanto a arrecadação local registrou aumento de 8,5%. No aeroporto municipal, foram contabilizadas 128 operações durante o período.

Estrutura reúne expositores e amplia participação

A edição contou com cerca de 710 expositores distribuídos em uma área de 65 hectares. O evento também apresentou mais de 500 animais e recebeu aproximadamente 70 mil veículos ao longo dos cinco dias.

Entre as ações de engajamento, iniciativas voltadas à interação entre visitantes registraram mais de 1,5 mil participações. Já na área ambiental, foram distribuídas 23 mil mudas de árvores nativas e coletadas 46 toneladas de resíduos recicláveis.

Próxima edição da Tecnoshow tem data definida

A organização confirmou a realização da próxima edição da feira entre os dias 5 e 9 de abril de 2027, em Rio Verde.

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O que faz uma fazenda dar lucro? Especialista aponta caminhos para aumentar ganhos


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

Mais do que produzir, uma fazenda lucrativa hoje depende de gestão eficiente, planejamento e uso estratégico dos recursos. A avaliação é do consultor Rodrigo Gennari, que destaca o controle de indicadores como principal diferencial no resultado da atividade.

Segundo ele, propriedades rentáveis deixam de lado o “achismo” e passam a trabalhar com dados concretos, acompanhando de perto indicadores produtivos e financeiros.

“Uma fazenda rentável é uma fazenda que ela tem toda uma disciplina de anotar os seus números. Suas despesas, receitas, movimentações de gado, compra, venda, morte, nascimento e desmama”, destaca.

Com essas informações organizadas, o produtor consegue calcular o custo de produção, o valor de venda, o lucro por arroba e a rentabilidade por hectare, o que permite tomar decisões mais assertivas e traçar estratégias para melhorar os resultados.

“Uma fazenda rentável sabe o seu custo de produção, sabe quanto que vende, sabe quanto sobra, o lucro por arroba e a rentabilidade por hectare”, explica Gennari.

O uso de sistemas de gestão também tem sido um aliado nesse processo, automatizando dados e gerando indicadores que facilitam o acompanhamento da atividade.

Para o especialista, produtores que ainda não adotam esse controle acabam perdendo oportunidades de ganho.

“O pecuarista que ainda está no ‘achismo’, não anota nada, ele está deixando muito dinheiro em cima da mesa. Então, fazer gestão é uma característica de uma fazenda rentável”, completa Gennari.

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Zona de Convergência Intertropical traz chuvas acima de 100 mm e espalha instabilidade; saiba onde e quando


Foto: Freepik

A previsão do tempo indica aumento das chuvas nos próximos dias, com destaque para a região Centro-Norte do Brasil, além do Nordeste e do norte dos estados nordestinos. O cenário é provocado pela atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que intensifica a formação de áreas de instabilidade nessas regiões.

Segundo a meteorologia, estados como Amazonas, Pará e Maranhão devem registrar acumulados que podem ultrapassar 100 mm entre os dias 11 e 15 de abril, com volume expressivo de chuva nas lavouras de soja.

Já no Rio Grande do Sul, em municípios de forte produção agrícola como São Borja, a previsão indica chuvas nos próximos cinco dias, com volumes acima de dois dígitos, mantendo uma distribuição mais regular das precipitações até a metade da próxima semana.

16 a 20 de abril

Quando a previsão avança para o período de 16 a 20 de abril, a chuva se concentra e se intensifica novamente no Centro-Norte do país, especialmente no Pará, onde há áreas com potencial de acumulados acima de 200 mm.

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Calendário de semeadura e vazio sanitário da soja 26/27 é definido; CNA alerta importância do manejo


vazio sanitário da soja Tocantins
Foto: Keven Lopes/ Governo do Tocantins

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reforçou a importância do manejo adequado da lavoura de soja após a divulgação dos períodos de vazio sanitário e do calendário de semeadura para a safra 2026/2027.

As regras foram estabelecidas pela Portaria SDA/MAPA nº 1.579, publicada na sexta-feira (10) no Diário Oficial da União e assinada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), responsável pela definição das normas fitossanitárias no país.

Segundo a CNA, o cumprimento das medidas é essencial para garantir produtividade e reduzir a incidência de doenças, especialmente a ferrugem asiática, uma das principais ameaças à cultura da soja.

O Ministério manteve, em grande parte do país, os mesmos períodos adotados na safra 2025/2026, mas promoveu mudanças na Bahia, que passou a ser dividida em quatro regiões distintas para definição das janelas de vazio sanitário e semeadura.

De acordo com o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Tiago Pereira, o conjunto de medidas é fundamental para interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática.

“O vazio sanitário segue como uma das principais ferramentas para interromper o ciclo do fungo, ao eliminar a presença de plantas vivas de soja no período de entressafra. Já o calendário de semeadura ajuda a reduzir a sobreposição de lavouras e a limitar a disseminação da doença ao longo do ciclo produtivo”, explicou.

Pereira alertou ainda para o aumento dos casos de ferrugem asiática na safra 2025/2026 em comparação ao ciclo anterior. No Paraná, os registros passaram de 66 para 156 casos; no Mato Grosso do Sul, de 12 para 70; e no Rio Grande do Sul, de 25 para 61 ocorrências.

Segundo ele, o cenário está relacionado a fatores climáticos favoráveis ao desenvolvimento do fungo e reforça a necessidade de cumprimento rigoroso das normas fitossanitárias.

“O calendário de semeadura e o vazio sanitário são ferramentas complementares e fundamentais para o manejo da ferrugem. O aumento dos registros reforça que o foco precisa estar na execução, com controle rigoroso de plantas voluntárias e monitoramento”, destacou.

Calendário por estado

No Acre, o vazio sanitário ocorre de 22 de junho a 20 de setembro de 2026, e o calendário de semeadura vai de 21 de setembro de 2026 a 8 de janeiro de 2027.

Em Alagoas, o vazio sanitário começa em 1º de janeiro de 2027 e vai até 1º de abril de 2027, com semeadura de 2 de abril de 2027 a 10 de julho de 2027.

No Amapá, o vazio sanitário vai de 1º de dezembro de 2026 a 28 de fevereiro de 2027, e a semeadura ocorre de 1º de março a 8 de junho de 2027.

No Amazonas, o vazio sanitário ocorre de 10 de junho a 10 de setembro de 2026, e a semeadura vai de 11 de setembro de 2026 a 9 de janeiro de 2027.

Na Bahia, os períodos variam por região, com o vazio sanitário e a semeadura definidos em quatro zonas distintas ao longo de 2026 e 2027.

No Ceará, o vazio sanitário ocorre de 3 de novembro de 2026 a 31 de janeiro de 2027, e a semeadura de 1º de fevereiro a 31 de maio de 2027.

No Distrito Federal, o vazio sanitário vai de 1º de julho a 30 de setembro de 2026, e a semeadura de 1º de outubro de 2026 a 8 de janeiro de 2027.

Em Goiás, o vazio sanitário ocorre de 27 de junho a 24 de setembro de 2026, e a semeadura de 25 de setembro de 2026 a 2 de janeiro de 2027.

No Maranhão, os períodos variam por região, com diferentes janelas de vazio sanitário e semeadura entre julho de 2026 e março de 2027.

Em Minas Gerais, o vazio sanitário ocorre de 1º de julho a 30 de setembro de 2026, e a semeadura de 1º de outubro de 2026 a 8 de janeiro de 2027.

Em Mato Grosso, o vazio sanitário vai de 8 de junho a 6 de setembro de 2026, e a semeadura de 7 de setembro de 2026 a 7 de janeiro de 2027.

Já em Mato Grosso do Sul, o vazio sanitário ocorre de 15 de junho a 15 de setembro de 2026, e a semeadura de 16 de setembro a 31 de dezembro de 2026.

No Pará, os períodos variam por região, com janelas de vazio sanitário e semeadura entre junho de 2026 e março de 2027.

No Paraná, o vazio sanitário ocorre entre junho e setembro de 2026, e a semeadura entre setembro de 2026 e janeiro de 2027, variando por região.

No Piauí, os períodos também variam por região, com vazio sanitário e semeadura entre julho de 2026 e março de 2027.

No estado do Rio de Janeiro, o vazio sanitário vai de 15 de junho a 28 de setembro de 2026, e a semeadura de 29 de setembro de 2026 a 6 de janeiro de 2027.

No Rio Grande do Sul, o vazio sanitário ocorre de 3 de julho a 30 de setembro de 2026, e a semeadura de 1º de outubro de 2026 a 28 de janeiro de 2027.

Em Rondônia, o vazio sanitário vai de 10 de junho a 10 de setembro de 2026, e a semeadura de 11 de setembro de 2026 a 9 de janeiro de 2027.

Em Roraima, o vazio sanitário ocorre de 19 de dezembro de 2026 a 18 de março de 2027, e a semeadura de 19 de março a 26 de junho de 2027.

Em Santa Catarina, os períodos variam por região, com vazio sanitário e semeadura entre junho de 2026 e fevereiro de 2027.

Em São Paulo, os períodos também variam por região, com vazio sanitário entre junho e setembro de 2026 e semeadura entre setembro de 2026 e janeiro de 2027.

Por fim, em Tocantins, o vazio sanitário vai de 1º de julho a 30 de setembro de 2026, e a semeadura de 1º de outubro de 2026 a 15 de janeiro de 2027.

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JBS Couros amplia tecnologia sustentável e prevê adoção total até o fim de 2026


couro da JBS VIVA
Foto: JBS/divulgação

O setor de curtimento de couro passa por uma transformação com a adoção de tecnologias mais sustentáveis, capazes de reduzir o uso de água, insumos químicos e energia sem comprometer a qualidade do produto final. A JBS Couros já implementou essa inovação em três unidades e planeja expandir a solução para todas as fábricas até o fim de 2026.

Segundo o diretor de sustentabilidade da JBS Couros, Kim Sena, o curtimento é uma etapa fundamental na produção do couro, responsável por transformar a pele bovina em um material resistente e durável. Sem esse processo, a pele se deterioraria com o tempo.

É justamente o curtimento que garante a proteção contra a ação de bactérias, permitindo que o couro seja utilizado na fabricação de produtos como sofás, calçados e acessórios.

“Até chegar nessa etapa de curtimento, essa pele é uma pele, se você deixar na terra, no tempo, ela vai apodrecer. O que ninguém quer para um material que vai revestir um sofá, fazer uma bota, um cinto. Então, tem um processo de tornar esse material (a pele), protegida a bactérias. E esse processo é chamado de curtimento” explica.

Segundo a empresa, o desenvolvimento da solução exigiu anos de pesquisa, testes laboratoriais e validações para garantir que a redução de recursos não afetasse o desempenho do material. O resultado foi um processo capaz de entregar o mesmo produto final com menor impacto ambiental.

Benefícios econômicos

Além dos ganhos ambientais, como menor pressão sobre recursos naturais e redução de resíduos, a tecnologia também traz benefícios econômicos. A diminuição no consumo de água, energia e produtos químicos contribui para a eficiência operacional e aumenta a competitividade do couro brasileiro no mercado.

Monitoramento

A empresa monitora esses avanços por meio de metodologias internacionais de avaliação de ciclo de vida, que consideram todo o impacto ambiental do produto, desde a origem até o uso final. Com base nesse acompanhamento, Sena afirma ter reduzido em cerca de 40% o impacto ambiental de seus produtos nos últimos quatro anos.

A estratégia de sustentabilidade da companhia também envolve o diálogo com fornecedores e a rastreabilidade da matéria-prima, com foco em garantir uma cadeia produtiva de menor impacto.

Com a ampliação da tecnologia até 2026, a expectativa é consolidar um modelo de produção mais eficiente e alinhado às demandas por sustentabilidade no setor de couro.

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Município em SP se prepara para virar polo de inovação em irrigação e agroindústria


centro de referência em irrigação em Avaré
Foto: reprodução

O presidente do Sistema Faesp/Senar, Tirso Meirelles, e o prefeito de Avaré, Roberto Araújo, assinaram na manhã desta sexta-feira (10) a cessão do terreno para a construção do Centro de Excelência de Agroindústria e Irrigação. A região agrega os principais irrigantes do estado de São Paulo.

Durante a cerimônia, no Paço Municipal, Tirso Meirelles recebeu o título de cidadão de Avaré, pelo trabalho que tem feito em prol do desenvolvimento econômico e social do estado.

O objetivo do novo centro é transformar Avaré em referência nacional nos dois temas, atraindo profissionais e difundindo a qualifade do Senar na transformação da realidade do campo. A agroindústria agrega valor à produção agrícola, enquanto a irrigação tem potencial para aumentar sensivelmente a produtividade.

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