sexta-feira, março 27, 2026

Autor: Redação

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Manejo correto do pasto no período chuvoso garante produtividade na fazenda



O manejo correto do pasto no período chuvoso é essencial para garantir uma alta produtividade nas fazendas e reduzir o tempo de engorda do gado no confinamento.

Ao programa Giro do Boi, o zootecnista e consultor Maurício Scoton alerta que um dos erros mais comuns entre os pecuaristas é a ansiedade em soltar o gado logo após as primeiras chuvas, o que pode prejudicar a planta e comprometer o desempenho da pastagem na estação.

Segundo Scoton, a primeira arrancada do capim exige muita energia do sistema radicular. “Se o gado for solto antes do tempo, o produtor não permite que a planta produza nova energia via fotossíntese e reponha essa poupança na raiz”, explica. Esse manejo inadequado pode resultar em raízes mais fracas e superficiais, dificultando o crescimento da pastagem.

Confira:

O principal cuidado no período chuvoso é respeitar a fisiologia do capim, especialmente a altura de entrada e saída do gado. O consultor utiliza o capim mombaça como exemplo prático. O gado deve entrar no piquete quando o capim atingir, no mínimo, oitenta centímetros. A faixa ideal para uma máxima qualidade e melhor desempenho é entre noventa centímetros e um metro.

Scoton ainda ressalta que não se deve deixar o capim crescer além de um metro e dez centímetros. “Se o pasto ultrapassar essa altura, a qualidade do capim cai drasticamente”, afirma. O manejo deve garantir que o gado saia do piquete na altura mínima de cinquenta e cinco centímetros, para assegurar um rebrote vigoroso.

Importância do manejo de precisão

O manejo de precisão, que respeita o intervalo entre a altura máxima de entrada e a altura mínima de saída, é fundamental para garantir uma alta produção de pastagem. Isso se traduz em arroba barata produzida no pasto. O acompanhamento adequado das condições do pasto durante o período chuvoso é, portanto, um fator determinante para o sucesso da pecuária.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Arroba do boi gordo cai em São Paulo, mas não abandona patamar de R$ 320



A arroba do boi gordo apresentou queda na praça-base São Paulo nesta segunda-feira (17), sendo cotada a R$ 320,27 em média, ante R$ 322,02 da última sexta-feira (14), queda de 0,5%.

O dado parte do Indicador do Boi Datagro, adotado pela B3 como referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro.

Na média dos últimos cinco dias, a indicação da arroba ficou em R$ 321,97 em território paulista, descolando de Mato Grosso do Sul, que vinha se aproximando dos valores negociados em São Paulo. O estado do Centro-Oeste fechou esta segunda a uma média de R$ 318,87.

Veja os preços desta segunda nas principais praças de comercialização:

  • São Paulo: R$ 320,27
  • Bahia: R$ 311,16
  • Goiás: R$ 316,51
  • Minas Gerais: R$ 311,32
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,87
  • Mato Grosso: R$ 308,28
  • Pará: R$ 305,65
  • Roraima: R$ 278,78
  • Tocantins: R$ 302,85



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Saiba como ficaram as cotações de soja no início da semana



O mercado brasileiro de soja registrou um dia de cotações mais firmes no físico nesta segunda-feira (17), acompanhando a alta em Chicago. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, mesmo com preços melhores, não houve reporte de grandes ofertas, e o mercado acabou ficando travado.

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Silveira explica que os prêmios recuaram um pouco, enquanto o dólar subiu, o que acabou resultando em melhores indicações no físico. Ainda assim, o movimento não se traduziu em grandes volumes negociados. Na safra nova, algumas fixações ocorreram, mas de forma limitada.

China-EUA

Os preços da soja foram impulsionados principalmente pelo otimismo com a retomada das compras chinesas de soja americana, após declarações do presidente dos EUA sobre a retomada de negociações. Esse movimento nos futuros em Chicago refletiu no mercado físico brasileiro, contribuindo para a valorização das cotações, apesar da falta de grandes ofertas no mercado local.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 137,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 136,00 para R$ 138,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 126,00 para R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 125,50 para R$ 127,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 125,00 para R$ 128,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 140,00 para R$ 142,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 140,50 para R$ 142,00

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em forte alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi impulsionado pelo sentimento de recuperação da demanda chinesa pelo produto americano e pelos números acima do esperado de esmagamento nos Estados Unidos em outubro.

Na sexta, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a China vai voltar a comprar soja e outros produtos agrícolas norte-americanos. Foi o suficiente para elevar os preços, após uma sessão anterior de decepção com o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e com a recapitulação das vendas diárias durante a paralisação do governo dos EUA.

Dados da Nopa

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa) informou que o esmagamento de soja atingiu 227,647 milhões de bushels em outubro, ante 197,863 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 209,522 milhões. Em outubro de 2024, foram 199,943 milhões de bushels.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.176.307 toneladas na semana encerrada no dia 17 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.124.668 toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 32,75 centavos de dólar, ou 2,91%, a US$ 11,57 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,63 1/4 por bushel, com avanço de 27,25 centavos de dólar ou 2,39%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 8,30 ou 2,57%, a US$ 330,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,14 centavos de dólar, com ganho de 0,99 centavos ou 1,97%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,67%, sendo negociado a R$ 5,3317 para venda e a R$ 5,3297 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2949 e a máxima de R$ 5,332.



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Estado mantém alerta para temporais nesta terça-feira; saiba qual


Áreas do Paraná e de Mato Grosso do Sul registraram fortes pancadas de chuva nesta segunda-feira (17) com a passagem de uma nova frente fria. Em vários pontos, os temporais vieram acompanhados de rajadas intensas de vento.

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Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Laguna Carapã (MS) teve rajada de 104 km/h, enquanto no domingo à noite Planalto (PR) registrou 85 km/h.

Os volumes de chuva também chamaram atenção. Em Mato Grosso do Sul, entre 16h de domingo (16) e 16h de segunda-feira (17), choveu:

  • 79,8 mm em Caarapó
  • 78,0 mm em Ivinhema
  • 65,4 mm em Sete Lagoas
  • 62,4 mm em Laguna Carapã

No Paraná, no mesmo período, o Simepar registrou:

  • 74,8 mm em Altônia
  • 65,4 mm em Apucarana
  • 61,6 mm em Cianorte
  • 58,8 mm em Londrina

Leste do Paraná segue em alerta nesta terça

Mesmo com o afastamento da frente fria, o leste do Paraná permanece em alerta para chuva forte e volumosa nesta terça-feira (18), de acordo com a Climatempo.

A Grande Curitiba e o litoral concentram o maior risco de temporais. No sudoeste — incluindo Foz do Iguaçu — e em áreas do sul, centro e norte do estado, ainda podem ocorrer pancadas moderadas a fortes, intercaladas com aberturas de sol.

O centro-oeste paranaense terá tempo firme e sem expectativa de chuva.
Entre quarta e sexta-feira, o ar seco volta a predominar, garantindo dias ensolarados, madrugadas amenas e tardes progressivamente mais quentes.

MS terá trégua da chuva e volta do calor

Em Mato Grosso do Sul, a terça-feira será marcada por tempo mais firme. Com o afastamento da frente fria e mudanças na circulação de ventos em vários níveis da atmosfera, as nuvens carregadas se dissipam.

O sol aparece desde cedo em Campo Grande e na maior parte do estado. Ainda pode chover de forma rápida na madrugada ou no início da manhã em áreas próximas a Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

Entre quarta (19) e sexta-feira (21), o tempo firme predomina. As tardes ficam muito quentes, e os índices de umidade relativa do ar devem cair, podendo atingir cerca de 30% nas horas mais quentes — nível considerado de atenção.



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UE confirma pre-listing e libera retorno das exportações brasileiras de aves e ovos



A União Europeia confirmou oficialmente ao governo brasileiro a retomada do sistema de habilitação por indicação sanitária, o chamado pre-listing, para estabelecimentos exportadores de carne de aves e ovos do Brasil. O anúncio marca o retorno de um dos mercados mais valorizados pelo setor, fechado desde 2018.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, celebrou o avanço.
“Uma grande notícia é a retomada do pré-listing para a União Europeia. Esse mercado espetacular, remunerador para o frango e para os ovos brasileiros, estava fechado desde 2018. Portanto, sete anos com o Brasil fora”, destacou.

Com a decisão, plantas industriais que atenderem às normas sanitárias exigidas pela UE poderão ser indicadas diretamente pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). No modelo de pre-listing, o Mapa certifica as unidades que cumprem as regras europeias e envia a lista ao bloco, sem necessidade de inspeções individuais, o que torna a habilitação mais rápida e previsível.

“Trabalhamos três anos na reabertura e, finalmente, oficialmente, o mercado está reaberto. Todas as agroindústrias que produzem ovos e frangos e que cumprirem os pré-requisitos sanitários podem vender para a Comunidade Europeia”, afirmou Fávaro.

A confirmação do mecanismo é resultado de uma série de negociações ao longo de 2025. Em outubro, uma missão brasileira a Bruxelas levou à UE pedidos prioritários, incluindo o restabelecimento do pre-listing para proteína animal, avanços nas tratativas para o retorno dos pescados e o reconhecimento da regionalização de doenças.

Dias depois, uma reunião de alto nível em São Paulo, entre o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua, e o comissário europeu para Agricultura, Christophe Hansen, consolidou os entendimentos bilaterais. O encontro também encaminhou o pre-listing para ovos e o agendamento da auditoria europeia do sistema brasileiro de pescados.

Além disso, Brasil e União Europeia acertaram a criação de um mecanismo permanente de diálogo sanitário e regulatório, com próxima reunião prevista para o primeiro trimestre de 2026. A iniciativa pretende dar mais previsibilidade às regras, reduzir entraves técnicos e fortalecer o comércio agropecuário entre as duas partes.

Com o pre-listing restabelecido, o Brasil reforça a credibilidade de seu sistema de inspeção oficial e avança em uma agenda baseada em cooperação regulatória, segurança alimentar e facilitação de comércio — pilares essenciais para ampliar competitividade e acesso ao mercado europeu.



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Movimentação de contêineres cresce 11,6% e bate recorde no Porto de Santos



O Porto de Santos registrou o melhor mês da série histórica em movimentação de contêineres em outubro deste ano, apontam os dados da Gerência de Inteligência e Estatística da Autoridade Portuária de Santos.

O levantamento mostra um crescimento de 11,6% ante outubro de 2024, chegando a 550,8 mil TEU (unidade padrão de contêineres). Já a movimentação total de cargas saltou 8% frente ao décimo mês do último ano.

Assim, embarques e desembarques somaram 16,7 milhões de toneladas, segundo maior número na série histórica, atrás apenas de julho de 2025, que havia registrado 17,4 milhões.

O crescimento se reflete na participação de Santos na corrente comercial brasileira, que chegou a 29,6% diante dos 29% do mesmo período em 2024.

Conforme os dados da Autoridade Portuária, granéis sólidos (10,3%), carga geral conteinerizada (15,4%) e carga geral solta (5,5%) impulsionaram a alta, com destaque para os seguintes embarques:

  • Soja (94,9%);
  • Carnes (5,6%);
  • Açúcar (3,5%); e
  • Celulose (2,6%).

O acumulado do ano até outubro também é recorde, com crescimento de 8,2% em contêineres (4,9 milhões de TEU) e de 1,7% na movimentação total de cargas (155,5 milhões de toneladas).

“Estamos colhendo os frutos de uma gestão focada em resultados, com investimentos recordes do setor público e de atores privados. Os números nos dão confiança para avançar em projetos estruturantes, como o megaterminal STS10 e o aprofundamento do canal de navegação”, avalia o diretor de Administração e Finanças e presidente interino da APS, Júlio Cezar Alves de Oliveira.



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AgroNewsPolítica & Agro

Não valeu a pena guardar soja, aponta consultoria



Demanda chinesa continua firme e direcionada ao Brasil


Demanda chinesa continua firme e direcionada ao Brasil
Demanda chinesa continua firme e direcionada ao Brasil – Foto: Pixabay

Os preços da soja seguem em trajetória de recuperação, mas o movimento recente não compensou o custo de carregamento para quem manteve o grão armazenado desde a colheita. A análise da TF Agroeconômica indica que, diante das referências de novembro, ofertas inferiores mostram que não valeu a pena guardar soja, mesmo com as altas observadas tanto em Chicago quanto no mercado interno brasileiro.

A consultoria destaca que a demanda chinesa continua firme e direcionada ao Brasil, condição reforçada por compras expressivas realizadas após o acordo comercial entre Estados Unidos e China. Esse fluxo manteve sustentação aos preços, impulsionados também pela procura doméstica por farelo para o setor de carnes e por óleo destinado à mistura B15. No mês, o avanço foi de 0,74% no mercado interno.

O relatório mais recente do USDA contribuiu para o clima de sustentação ao reduzir a estimativa de produção americana e ajustar estoques finais para baixo. Mesmo assim, o mercado internacional enfrentou pressão após a divulgação de vendas menores do que as esperadas pelos Estados Unidos para a China. Os embarques confirmados ficaram abaixo da necessidade para cumprir a meta de exportação, que também foi revisada para baixo pelo órgão, alcançando o menor nível desde a safra 2012/2013.

Além de volumes tímidos para o mercado chinês, as negociações destinadas a outros compradores, embora relevantes, não foram suficientes para equilibrar o cenário. A expectativa agora recai sobre uma possível retomada mais consistente da demanda, condição necessária para sustentar os ganhos recentes.

 





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Frente fria e virada no tempo afetam várias regiões; veja a previsão



A terça-feira (18) será marcada por fortes alterações no tempo em diferentes regiões do Brasil. A combinação entre uma área de baixa pressão entre o Sul e o Sudeste e o avanço de uma frente fria favorece pancadas de chuva, rajadas de vento, trovoadas e variações de temperatura.

Os fenômenos atingem especialmente o Sul, o Sudeste e parte do Centro-Oeste e Norte. Já o Nordeste segue sob calor intenso e umidade muito baixa, mantendo o alerta para desconforto térmico.

Veja como fica a previsão por região, segundo a Climatempo.

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Sul

Uma área de baixa pressão mantém o tempo instável no norte do Rio Grande do Sul, em grande parte de Santa Catarina e no sul e leste do Paraná. Nesses trechos, são esperadas pancadas de chuva moderadas a fortes, com trovoadas e risco de temporais — especialmente no extremo norte gaúcho e em áreas litorâneas catarinenses e paranaenses.

A metade sul do Rio Grande do Sul e o noroeste do Paraná terão um dia mais firme, com sol predominando. As temperaturas ficam mais amenas, principalmente em Santa Catarina e no sul do Paraná.

Sudeste

A frente fria continua influenciando o clima e provoca chuva forte desde cedo em várias áreas de São Paulo, com risco de temporais isolados no sul, leste, interior e nordeste paulista.

O centro-sul de Minas Gerais e o Triângulo Mineiro também podem registrar temporais. No Rio de Janeiro, a chuva chega no decorrer do dia; no sul do Espírito Santo, os volumes aumentam à noite.

O norte e noroeste mineiro seguem com tempo firme. A temperatura cai em boa parte de São Paulo e no sul de Minas Gerais. Na capital paulista, o dia será instável, com chuva a qualquer hora, risco de temporais localizados e rajadas fortes de vento. A temperatura varia entre 18 °C e 28 °C.

Centro-Oeste

Em Mato Grosso do Sul, pancadas ocorrem desde a madrugada no norte, leste e nordeste do estado. No sul, a chuva é mais isolada.

Em Mato Grosso, chove desde cedo no norte, noroeste e interior, com instabilidades avançando para o oeste e o sudeste ao longo do dia. Em Goiás, a chuva se concentra na metade sul.

Nas demais áreas do Centro-Oeste, o tempo firme e o calor predominam. Só o sul de Mato Grosso do Sul terá clima mais ameno.

Nordeste

O tempo firme domina a região, com destaque para o calor extremo e a baixa umidade relativa do ar no Piauí, Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Alagoas e grande parte da Bahia.

Há chance de chuva isolada no interior de Maranhão e Piauí. No sul da Bahia, novas instabilidades podem provocar chuva moderada a forte.

Norte

A instabilidade volta a ganhar força. No Amazonas, pancadas moderadas a fortes devem ocorrer, com risco de temporais no Acre e no oeste do estado.

Amapá, sul e oeste do Pará seguem com chuvas ao longo do dia. Rondônia e Roraima também registram aumento das precipitações.

Tocantins e partes do Pará seguem com tempo firme. As temperaturas continuam elevadas, com clima abafado predominando.



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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em apenas 4 estados



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em quatro estados na semana de 9 a 15 de novembro.

Na média dos postos pesquisados no país, o biocombustível tinha paridade de 69,64% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

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Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados:

  • Mato Grosso: 69,05%;
  • Mato Grosso do Sul: 66,16%;
  • Paraná: 68,32%; e
  • São Paulo: 67,99%.



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Exportações caem na 2ª semana de novembro, mas saldo fica positivo



A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 484,1 milhões na segunda semana de novembro. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira (17), o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,504 bilhões e importações de US$ 6,020 bilhões.

No ano, de janeiro a novembro de 2025, o superávit soma um total de US$ 54,676 bilhões, resultado de US$ 304,048 bilhões em exportações e US$ 249,372 bilhões em importações. No mesmo período do ano passado, o superávit acumulado estava em US$ 69,540 bilhões.

Até a segunda semana de novembro, comparado ao mesmo período de novembro de 2024, as exportações caíram 2,3% e somaram US$ 14,318 bilhões. O desempenho dos setores foi o seguinte: crescimento de 34,3% em Agropecuária, que somou US$ 3,172 bilhões; queda de 27,4% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 2,895 bilhões e, por fim, queda de 0,5% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 8,170 bilhões.

Já as importações cresceram 8,3% nas duas primeiras semanas de novembro e totalizaram US$ 12,036 bilhões na mesma comparação, com alta de 0,4% em Agropecuária, que somou US$ 223 milhões; crescimento de 6,9% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 663 milhões e, por fim, crescimento de 8,7% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 11,073 bilhões.



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