quinta-feira, maio 28, 2026

Autor: Redação

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Capacitação e planejamento financeiro impulsionam produtora rural de São Paulo a crescer



Ao comprar uma chácara em Guaíra, interior de São Paulo, Vânia Delfino, 45 anos, decidiu investir na criação de animais. 

Contudo, ao enfrentar a falta de planejamento, as despesas aumentaram enquanto o retorno financeiro não se concretizava.

Diante das dificuldades, ela recorreu ao Sebrae e descobriu no Empretec Rural a oportunidade de transformar sua propriedade em um negócio lucrativo.

“Aprendi a focar. O Empretec Rural foi uma virada de chave no meu negócio porque ele me ensinou a ter foco, planejamento e organização”, relatou a empreendedora rural, que também adquiriu tanques de peixes.

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A relação dela  com o campo vem desde a infância, pois seu pai trabalhava em fazendas. Apesar disso, sua formação foi técnica em Contabilidade, chegou a trabalhar em escritório, mas optou em priorizar o cuidado das filhas e passou a trabalhar com enxovais de crochê até adquirir a chácara. 

O início na vida rural foi desafiador, mas a virada veio com capacitações e planejamento estratégico.

Delfino participou de missões empresariais e após visitar a feira Hortitec resolveu investir na horta.

“Até aí nunca imaginava ter uma horta. Eu nunca plantei nada. Fui criada na fazenda, mas não saí do quintal de jeito nenhum”, lembrou.

Hoje, ela cultiva alface, cebolinha, salsinha, almeirão, chicória, couve, entre outras folhagens. A plantação rende cerca de 120 kg de verduras por semana.

Para o futuro, Vania planeja adequar o local e investir na oferta de ovos. 

Além disso, a produtora foi acompanhada pelo ALI Rural (Agente Local de Inovação), programa que auxilia na gestão de propriedades agrícolas.

“O ALI faz a visita e eu tenho que me policiar, escrever o que vendi, o que comprei. Criei um hábito de fazer as planilhas, para mostrar se houve lucro ou prejuízo”, contou a produtora, que faz uma série de cursos online, com destaque para o de fluxo de caixa.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você quer conhecer mais história como a da produtora rural Vânia Delfino, de Guaíra, SP, acompanhe diariamente as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo.

Você também pode ter a sua história contada aqui no site, então envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo no agro pelo WhatsApp.

Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural.



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Aprosoja celebra aprovação do PL da Reciprocidade e reforça sustentabilidade do agro



O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Soja (Aprosoja Brasil), Maurício Buffon, comemorou nesta terça-feira (1), a aprovação do PL da Reciprocidade (PL 2088/2023) no Senado Federal.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado acatou o projeto de lei em caráter terminativo. Ou seja, o projeto segue diretamente para análise da Câmara dos Deputados, sem necessidade de ser aprovado pelo plenário do Senado. A norma permite ao governo brasileiro retaliar medidas comerciais que prejudiquem os produtos do país no mercado internacional.

Em nota, a Aprosoja Brasil explica que a proposta, que agora segue para votação na Câmara dos Deputados, “dará condições ao Brasil de reagir a medidas coercitivas e discriminatórias de países ou blocos, como a Lei Antidesmatamento Europeia (EUDR)”. Além disso, torna obrigatório o cumprimento de padrões ambientais compatíveis aos do Brasil por países que adquirem bens e produtos do mercado brasileiro.

Para a entidade, se aprovado também na Câmara, o PL “dará ao Brasil maior poder de negociação com os países do ponto de vista diplomático e autoriza o governo, se necessário, a usar medidas de compensação aos produtores brasileiros, como suspensão de importação de produtos, elevação de taxas e até suspensão ou retenção de valores de direito de propriedade”.

Uma das principais críticas do setor agropecuário à EUDR é que ela impõe uma regra acima da lei brasileira (em relação ao desmatamento), “coagindo as empresas a cumprirem (as regras europeias) sob pena de multa de 4% do seu faturamento”.

A EUDR exige também que commodities agrícolas exportadas para o bloco europeu não podem ser provenientes de áreas desmatadas, mesmo que o desflorestamento tenha sido feito de forma legal, de acordo com o Código Florestal brasileiro. Assim, para Buffon, o PL 2088 “é uma reação eficiente e assertiva do Parlamento Brasileiro às barreiras não tarifárias criadas pelo bloco europeu aos produtores brasileiros”.

Na nota, Buffon comentou também que, com essa ofensiva da Europa em cima do Brasil e do Mercosul sobre a soja, carne e outros produtos, a Aprosoja Brasil iniciou “um trabalho para contrapor a legislação europeia, que não leva em consideração as leis brasileiras. Temos um Código Florestal muito bem elaborado, um dos mais exigentes do mundo, que precisa ser respeitado quando o assunto é a sustentabilidade da nossa produção”.



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Como se preparar para a safrinha?



Um dos pontos essenciais para o sucesso da lavoura é a correção do solo



Um dos pontos essenciais para o sucesso da lavoura é a correção do solo
Um dos pontos essenciais para o sucesso da lavoura é a correção do solo – Foto: Canva

Segundo Lucas Souza, engenheiro agrônomo, o início da safrinha ou mesmo da safra de milho é um dos momentos mais desafiadores do ciclo agrícola. Os produtores enfrentam diversos obstáculos ao longo do ano, principalmente relacionados a fatores abióticos, e precisam estar preparados para lidar com essas adversidades. A antecipação dos problemas e a busca por soluções criativas são fundamentais para minimizar os riscos e garantir bons resultados no campo.  

Um dos pontos essenciais para o sucesso da lavoura é a correção do solo. Um solo bem equilibrado proporciona melhores condições para o desenvolvimento das plantas e reduz a necessidade de insumos corretivos ao longo do ciclo. Além disso, a escolha adequada dos adubos é fundamental, priorizando aqueles que não apenas fornecem nutrientes, mas também contribuem para a saúde do solo, evitando o aumento excessivo da salinidade.  

Outro fator crucial é a seleção do híbrido correto, que deve estar alinhado às características da região e ao manejo planejado. O tratamento de sementes é outro aspecto indispensável, pois protege as plantas nos estágios iniciais de desenvolvimento. Além disso, o uso da microbiologia no cultivo do milho é altamente recomendado, pois contribui para a fixação biológica de nitrogênio e melhora a resistência das plantas.  

Tomar decisões estratégicas e contar com a orientação de um profissional capacitado faz toda a diferença para reduzir falhas ao longo da safra. Com um planejamento adequado e boas práticas agrícolas, os produtores aumentam as chances de obter uma lavoura produtiva e rentável.

 





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Após máximas em um mês, soja realiza lucros em Chicago na 4ª feira do…


Mercados se ajustam frente aos desdobramentos das tarifas e dos impactos sobre exportações dos EUA

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O mercado da soja realiza lucros na manhã desta quarta-feira (2), depois das altas de quase 2% que registrou na sessão anterior. Perto de 5h30 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa recuavam de 4,25 a 4,75 pontos nos principais contratos, levando o maio a US$ 10,29 e o agosto a US$ 10,43 por bushel. O óleo operava na estabilidade, com leves ganhos, enquanto o farelo recuava.

Os traders vêm trabalhando com notícias que já conhecem, mas que vão apenas se confirmando com o passar dos dias, como a área menor nos EUA e a demanda menos presente no país em função da guerra comercial. E assim, vão se ajustando diante destas informações. 

Hoje é o chamado “Dia da Libertação”, como vem sendo proclamado por Donald Trump, com a chegada das tarifas sobre uma série de países e produtos, entrando em vigor no momento em que forem anunciadas. Com isso, os futuros da soja vão recuando após testarem suas máximas em um mês frente as incertezas impostas pelo tarifaço do presidente americano.

As preocupações sobre as taxações em “navios made in China” também agravam estas preocupações. 

No paralelo, o mercado acompanha o comportamento ainda dos derivados, como foi o caso ontem do óleo de soja, que disparou mais de 5% no pregão anterior, com rumores de mudanças nos mandatórios dos biocombustíveis nos Estados Unidos. Agora, o mercado vai continuar monitorando as notícias em torno de todas estas possibilidades. 

Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:

 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Mundo em alerta na expectativa do tarifaço de Trump; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a expectativa pelo anúncio das tarifas dos Estados Unidos.

O Ibovespa renovou máximas acima dos 131 mil pontos, enquanto o dólar caiu para R$ 5,68.

No Brasil, juros futuros seguiram em queda e o BC reduziu reservas internacionais.

No exterior, tensões entre China e Taiwan aumentam, e Rússia e EUA discutem a Ucrânia.

Hoje, foco nos dados da ADP e indústria no Brasil.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Centro-Sul do país deve ficar em alerta hoje



A frente fria que estava prevista para o Sul começa a chegar nesta quarta-feira (2). Aos poucos, avança para o Sudeste, levando instabilidades também ao Centro-Oeste. Confira a previsão do tempo para hoje:

Sul

Áreas de instabilidades associadas à formação de uma nova frente fria voltam a causar chuva forte no Rio Grande do Sul. Pode chover desde a madrugada entre Uruguaiana, Bagé e Pelotas. Ao longo do dia, a chuva avança pelo estado e atinge áreas mais centrais. Em Porto Alegre, as precipitações chegam fortes à tarde. À noite, a frente fria está formada e já avança pela Região.

Em Santa Catarina e no Paraná, o dia começa com bastante nebulosidade e o sol aparece entre nuvens. Entre tarde e noite, a chance de chuva aumenta e temporais não são descartados. Contudo, o dia ainda será abafado, com máximas passando dos 30°C em vários municípios.

Sudeste

O dia será abafado e quente em todo o Sudeste. Durante a manhã, o sol aparece entre nuvens em São Paulo, Sul de Minas, Triângulo Mineiro e no Rio de Janeiro. À tarde, a chance de chuva aumenta nessas áreas, com risco de vir com trovoadas e ventos fortes. Alerta para as capitais paulista e fluminense. As temperaturas continuam passando dos 30ºC em vários municípios. No Espírito Santo, muito sol e chuva rápida e em pontos isolados. No norte de Minas, não chove.

Centro-Oeste

O dia pode começar com chuva fraca em áreas do norte e centro de Mato Grosso. À tarde, a chance de pancadas com raios aumenta em toda a Região. Tem atenção para Campo Grande e Cuiabá. Em Goiânia (GO) e na Capital Federal, dia de sol com chuva rápida. As máximas passam facilmente dos 30ºC.

Nordeste

A Zona de Convergência de Intertropical (ZCIT) continua próxima do continente, estimulando a formação de instabilidades entre o Maranhão, Piauí, litoral do Ceará e Rio Grande do Norte, com atenção para as capitais São Luís (MA) e Fortaleza (CE). Entre Natal (RN) e Salvador (BA), os ventos do oceano favorecem chuvas rápidas e sem volumes expressivos. No interior da Bahia, tempo seco e quente.

Norte

Chance de chuva desde a manhã no Amazonas, Roraima e interior do Pará. À tarde, as instabilidades avançam por toda a Região e pode chover forte em Manaus (AM), Belém (PA) e Palmas (TO). O tempo é abafado com máximas de até 32ºC.



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Como identificar a cana com problema?



No que diz respeito às doenças, algumas apresentam risco significativo



Entre os danos físicos, é possível identificar algumas características prejudiciais à gema
Entre os danos físicos, é possível identificar algumas características prejudiciais à gema – Foto: Canva

De acordo com Wasllan Junior, Inspetor de Qualidade Agrícola na Tereos Mandu Engenharia Agronômica, a seleção adequada de gemas para o plantio de cana-de-açúcar é essencial para garantir a produtividade e a saúde do canavial. Ao avaliar as gemas, é importante observar não apenas os danos físicos, mas também as doenças e a presença de pragas, que podem comprometer o desenvolvimento da planta. A seguir, destacam-se alguns fatores e tipos de danos que podem impactar negativamente as gemas.

Entre os danos físicos, é possível identificar algumas características prejudiciais à gema. As rugas ou dobras podem indicar compressão ou envelhecimento, dificultando o crescimento. Já os cortes ou lacerações causam ferimentos na gema, impedindo o seu desenvolvimento normal. A descoloração, que pode surgir devido à exposição inadequada ou condições ambientais desfavoráveis, também é um sinal de que a gema está comprometida.

No que diz respeito às doenças, algumas apresentam risco significativo para a saúde das gemas. As manchas podem ser causadas por fungos ou bactérias, afetando a capacidade da gema de brotar. A ferrugem é uma doença que se manifesta com manchas alaranjadas, podendo enfraquecer a gema e a planta. A murcha, por sua vez, é um sintoma de diversos patógenos que afetam a circulação de água, prejudicando o crescimento das gemas.

Além disso, as pragas também devem ser consideradas. A broca-do-cana, por exemplo, pode deixar ovos nas gemas, comprometendo seu desenvolvimento. Após evoluir, a broca pode causar danos diretamente no nó entre os colmos, afetando a formação e a qualidade das gemas.

Portanto, a avaliação cuidadosa das gemas, observando danos físicos, doenças e pragas, é fundamental para garantir o sucesso no plantio e o bom desenvolvimento da cultura de cana-de-açúcar.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

entenda o que está por trás da valorização


Os preços do trigo no Brasil seguem em alta e atingem os maiores patamares do ano, segundo o boletim informativo do Cepea. A valorização acompanha a sazonalidade do mercado e reflete fatores internos e externos que influenciam a oferta e demanda do cereal. A tendência de alta também foi observada na Argentina ao longo do primeiro trimestre, enquanto nos Estados Unidos o cenário é de desvalorização.

O que está impulsionando os preços no Brasil?

De acordo com o Cepea, a elevação dos preços no Brasil ocorre devido a fatores como a menor oferta interna, a demanda aquecida e as incertezas climáticas que podem impactar a próxima safra. Além disso, o dólar valorizado torna as importações mais caras, favorecendo a comercialização do trigo nacional.

A conjuntura global também colabora para a alta do cereal na América do Sul. No mercado argentino, que influencia diretamente os preços no Brasil, os valores acompanham a valorização dos contratos internacionais, reforçando a tendência de elevação.

Por que o trigo caiu nos EUA?

Nos Estados Unidos, o trigo apresenta forte desvalorização, pressionado pela guerra comercial e pela valorização do dólar, que reduz a competitividade das exportações norte-americanas. Além disso, o conflito na região do Mar Negro – um dos principais polos produtores de grãos do mundo – gera incertezas e impactos no comércio global.

O contrato Maio/25 negociado na Bolsa de Chicago (CME Group) atingiu o menor valor desde sua estreia, em julho de 2022. A queda reflete as dificuldades enfrentadas pelos exportadores norte-americanos, que veem seu produto perder competitividade em relação aos concorrentes da América do Sul e da Europa.

Perspectivas para o mercado de trigo

Especialistas indicam que a tendência de alta no Brasil pode se manter caso a oferta interna continue limitada e o câmbio siga pressionado. No entanto, fatores como o avanço da colheita e possíveis mudanças no cenário global podem impactar os preços nos próximos meses.

Para os produtores e traders, o momento exige atenção às oscilações do mercado e às oportunidades de negociação. Acompanhar os boletins informativos e as análises do Cepea pode ser essencial para tomar decisões estratégicas na comercialização do trigo.





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Petrobras e BNDES apostam na restauração florestal sustentável


A Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciaram o lançamento do ProFloresta+, um programa inédito que visa a contratação de créditos de carbono gerados a partir da restauração florestal na Amazônia. Segundo informações divulgadas pela Petrobras, a iniciativa pretende recuperar até 50 mil hectares de áreas degradadas, o equivalente a 50 mil campos de futebol, e capturar cerca de 15 milhões de toneladas de carbono, comparável às emissões anuais de 8,94 milhões de veículos movidos a gasolina.

O ProFloresta+ é um dos maiores programas de compra de créditos de carbono de restauração no Brasil e o primeiro a contar com um financiador direto, o BNDES. A primeira fase do projeto prevê um edital para a contratação de até 5 milhões de créditos de carbono, abrangendo uma área de 15 mil hectares e movimentando mais de R$ 450 milhões em investimentos. A expectativa é a geração de 4.500 empregos diretos.

Consulta ao mercado e participação de empresas

Empresas interessadas podem contribuir com a construção da minuta do primeiro edital e do contrato de compra de carbono. “Essa iniciativa nos permitirá atender nossos compromissos climáticos com créditos de carbono de alta qualidade e, ao mesmo tempo, fomentar o desenvolvimento do setor de restauração”, destacou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

Os créditos de carbono serão gerados a partir da restauração ecológica de áreas degradadas com espécies nativas e terão sua compra garantida pela Petrobras por meio de contratos de longo prazo (offtake), com preços definidos via licitação. O BNDES, por sua vez, oferecerá financiamento para os projetos por meio de linhas de crédito especiais, como o Fundo Clima, com taxas e prazos diferenciados.

Impacto ambiental e econômico

Para Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, o programa terá um impacto significativo na escala de restauração da floresta amazônica e na descarbonização das empresas brasileiras. “Vamos transformar a restauração e a manutenção da floresta em uma atividade rentável para empresas e comunidades locais, garantindo benefícios ambientais e climáticos”, afirmou Mercadante.

A iniciativa também conta com o apoio técnico do Nature Investment Lab (NIL), que facilitou o diálogo com especialistas do setor. O Instituto Clima e Sociedade (ICS) também participou da elaboração do projeto, trazendo diretrizes técnicas e socioambientais para garantir a integridade dos créditos de carbono.

A diretora socioambiental do BNDES, Tereza Campello, ressaltou que o projeto se soma a outras iniciativas do Banco para a proteção da Amazônia, incluindo o Arco da Restauração. “A crise climática e social na região exige que aceleremos a recuperação da vegetação nativa, especialmente nas áreas mais degradadas”, afirmou.

Empresas interessadas na consulta ao mercado podem solicitar inscrição pelo e-mail [email protected] para receber o material completo. Com o ProFloresta+, a Petrobras e o BNDES reforçam o compromisso com a sustentabilidade e o desenvolvimento econômico do Brasil.





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