quinta-feira, agosto 20, 2026

Autor: Redação

News

Presidente da Aprosoja-RS conta como está o plantio do grão no estado; novembro trará alívio



O plantio da soja no Rio Grande do Sul está liberado desde o dia 1º de outubro. Em entrevista ao Soja Brasil, Ireneu Orth, presidente da Aprosoja RS, analisa o cenário atual da semeadura, especialmente após o aparecimento das chuvas.

Orth ressalta que, apesar do impacto das chuvas em algumas áreas, o efeito sobre o plantio é mínimo. “Houve prejuízos localizados, mas o forte do plantio ocorre em novembro”, explica. Ele observa que as expectativas para o aumento da semeadura são positivas assim que a colheita do trigo for concluída.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

O presidente observa que na região de Lagoa Vermelha a semeadura ainda é escassa, com pouco ou nada plantado, enquanto nas Missões o percentual plantado não ultrapassa 3% a 4%. Orth atribui essa situação à colheita do trigo, ainda está em andamento e impacta a janela de plantio da soja.

“A chuva atrapalha especialmente onde o trigo está mais maduro, levando a prejuízos em algumas áreas. Assim que a colheita for concluída, esperamos um aumento no plantio de soja durante o próximo mês, sendo o período mais forte para a semeadura no estado”, afirma.

Apesar dos desafios, Orth reitera que o plantio de soja pode ser realizado com sucesso nas próximas semanas, desde que os produtores estejam atentos às condições climáticas e ao cronograma de colheita das culturas de inverno.



Source link

News

Venda de fazenda dedicada à pesquisa do café ameaça futuro da cultura, fiz Faesp


A possível venda de parte da Fazenda Santa Elisa, pertencente ao Instituto Agronômico de Campinas (IAC), preocupa a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).

Por meio do presidente da entidade, Tirso de Salles Meirelles, foi enviado um ofício ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, enfatizando a apreensão sobre o negócio.

A transação faz parte de estudos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado para avaliar a viabilidade comercial de áreas pertencentes à pasta.

Herança genética do café

Mapa define direcionamento de recursos do Funcafé para safra 2023/2024Mapa define direcionamento de recursos do Funcafé para safra 2023/2024

A Faesp argumenta que a propriedade abriga um dos mais importantes bancos de germoplasma de café do Brasil e do mundo.

“Trata-se de uma área que reúne todo o conjunto de material genético que compõe a base da herança genética do café no país, o que, segundo o documento enviado ao governador, é fundamental para a continuidade das pesquisas e desenvolvimento de novas variedades da cultura”, diz a nota.

Segundo a Federação, a Fazenda Santa Elisa tem papel central diante da importância histórica do café no fortalecimento da economia nacional, uma vez que “90% das cultivares de café produzidas no Brasil são resultado de pesquisas realizadas nesta unidade do IAC”, conforme consta no ofício.

“Vale destacar que o café da Colômbia, que é uma referência no mercado internacional, é fruto das pesquisas do IAC. O Instituto faz um trabalho grandioso, que precisa ser preservado. Temos expectativa de que o governador reveja essa proposta”, afirmou Meirelles.

Transferência da pesquisa

A venda da área impacta a sustentabilidade e competitividade da cafeicultura brasileira, adverte a entidade.

“Além disso, a Faesp avalia que a eventual transferência das pesquisas para outra localidade seria um processo dispendioso e demorado, comprometendo os avanços científicos em desenvolvimento. A entidade defende que decisões sobre a venda de bens públicos considerem não apenas os aspectos financeiros, mas também os impactos sociais, econômicos e ambientais a longo prazo”.

Por fim, o ofício solicita ao governador que reconsidere a possibilidade da venda da área e que preserve a unidade de pesquisa do IAC.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Seca ameaça colheitas de trigo na Rússia e Ucrânia


Metade ocidental da Ucrânia e Rússia se recupera com chuvas





Foto: Canva

Segundo o boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), um bloqueio atmosférico de alta pressão, que havia persistido por semanas no oeste da Rússia, começou a se deslocar para o leste, mantendo a seca em áreas orientais, mas permitindo que chuvas atingissem a metade ocidental da região. Pouca ou nenhuma precipitação foi observada no leste da Ucrânia e no oeste da Rússia, exceto por leves chuvas de 2 a 12 mm ao longo da costa russa do Mar Negro, no final do período de monitoramento.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

A seca severa e extrema continua a impactar as principais áreas de cultivo de trigo de inverno no oeste da Rússia e no leste da Ucrânia, onde as precipitações dos últimos 90 dias somam menos de 25% do esperado. O trigo de inverno, normalmente plantado entre o final de agosto e setembro, tem sido severamente afetado, com muitos produtores optando por pulverizar as safras ou adiar o plantio para a primavera, mudando para cultivos de verão.

De acordo com o “Weekly Weather and Crop Bulletin”, por outro lado, as chuvas se intensificaram e se expandiram nas regiões ocidentais, com volumes variando de 10 a 100 mm, beneficiando a Moldávia, o sudoeste da Ucrânia e o noroeste da Rússia. Com isso, as perspectivas para as colheitas de inverno são mais otimistas nessas áreas.

Ainda assim, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido por satélite, continua mostrando condições ruins a péssimas no leste da Ucrânia e em grande parte da Rússia. Já na Moldávia e no oeste da Ucrânia, as recentes e contínuas chuvas contribuíram para uma recuperação no vigor das culturas, conforme os dados do USDA.





Source link

News

Banco do Brasil libera R$ 1,5 bilhão pelo RenovAgro no 1º trimestre da safra



Desde o lançamento do Plano Safra 2024/2025, no início de julho, o Banco do Brasil somou R$ 1,5 bilhão em financiamento por meio do RenovAgro – Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis.

O montante representa aproximadamente 80% de todo o volume contratado pelo sistema financeiro nessa modalidade nos três primeiros meses da atual safra.

O RenovAgro oferece juros a partir de 7% ao ano, prazo de até 12 anos para reembolso e carência de até três anos, a depender do item financiado, e é destinado a produtores rurais e cooperativas de produção. O programa abrange investimentos sustentáveis para redução das emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para a recuperação de pastagens, lavouras e áreas degradadas, implantação e melhoramento de planos de manejo florestal sustentável e plantio direto, além de regularização ambiental de propriedades rurais.

A modalidade apoia também os produtores que tiveram suas propriedades impactadas pelos recentes incêndios em vários estados, possibilitando a recuperação de áreas e correção de solos e a retomada das atividades e produção.

“Com essa atuação, em alinhamento com os programas do governo federal, o Banco do Brasil reforça sua proximidade com os produtores rurais e a sua posição de liderança e de maior parceiro da agricultura familiar e empresarial, apoiando as melhores práticas no campo e o aumento da produção agropecuária em bases sustentáveis, impulsionando o desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, afirma o vice-presidente de Agronegócio e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Luiz Gustavo Braz Lage.

Para contratar, o produtor deve procurar uma agência do Banco do Brasil.



Source link

News

setor agrícola ainda dependente de rodovias



A oferta ferroviária no Brasil não tem acompanhado o crescimento acelerado da produção agrícola, mantendo o setor dependente principalmente do transporte rodoviário. Em 2023, apenas 18,5% dos produtos movimentados pelas ferrovias foram de origem agrícola, destacando a urgência de investimentos e modernização da malha ferroviária no país.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Essa realidade foi tema de discussão recente no Senado, com foco na necessidade de expansão e modernização das ferrovias para atender à crescente demanda do agronegócio. A assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Elisângela Pereira Lopes, ressaltou que, apesar do crescimento da produção agrícola, a participação do setor nas ferrovias permanece estagnada. “Desde 2010, a movimentação de produtos agropecuários nas linhas férreas representa apenas 19% do total transportado”, afirmou.

Uma das grandes esperanças para melhorar essa logística está no Centro-Oeste, onde a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) e a Ferrovia Norte-Sul prometem facilitar o escoamento da produção de grãos até os portos. Outro destaque é a Ferrogrão, com 933 km de extensão, que conectará o Mato Grosso aos terminais de Santarém, no Pará. Segundo especialistas, essa nova ferrovia pode reduzir o custo do frete em até 40%, otimizando o transporte de grãos em uma das regiões mais produtivas do país.

A expectativa é que, até 2034, o Mato Grosso atinja uma produção de 149 milhões de toneladas de grãos, tornando inviável a dependência exclusiva do transporte rodoviário. “Precisamos de um transporte de grande capacidade, e a Ferrogrão se apresenta como uma solução promissora”, destacou Elisângela.



Source link

News

Tomate industrial deve recuperar 10% da produção após perdas por chuvas e pragas


Com a fase de colheita do tomate industrial praticamente concluída, a Tomate BR divulga novo balanço da safra esperada para 2024.

De acordo com a entidade, a produção do alimento deve se recuperar em 10% neste ano, retomando os patamares registrados em 2022.

Isso acontece após as adversidades climáticas vividas pelo setor no início deste ano, como chuvas intensas durante a etapa de transplante das mudas e a proliferação de pragas, acelerada pelas altas temperaturas.

Área de tomate em 2024

Com uma área cultivada de 18,7 mil hectares, a safra de 2024 pode totalizar quase 1,7 milhão de toneladas, de acordo com o levantamento realizado pela associação em outubro.

O diretor da Tomate BR, Vlamir Breternitz, já considera o período como mais um ano desafiador aos produtores, embora tenha sido um pouco melhor que 2023.

“O ano passado representou um cenário sem precedentes, por isso, quando falamos que a safra de 2024 vai se recuperar em 10%, não podemos afirmar como algo tão positivo. É na verdade um pequeno fôlego a este mercado”.

Segundo ele, assim como em outros tipos de lavoura, as mudanças climáticas se tornaram um complicador à produtividade.

“No início do ano tivemos chuvas intensas que interferiram no transplante das mudas, atrasando o cronograma e reduzindo algumas áreas. Junto a isso, a proliferação de pragas, como a mosca branca, ganhou força em virtude das altas temperaturas e algumas lavouras tiveram que ser erradicadas”, conta.

Impacto dos incêndios florestais

MPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndiosMPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndios
Foto: Valter Campanato

Embora os incêndios florestais não tenham afetado diretamente as áreas de cultivo do tomate industrial, Breternitz aponta uma preocupação de como essas ocorrências podem impactar a produtividade da safra prevista para 2025.

“Sem dúvida é um cenário alarmante, mas pensando no tomate industrial, o maior impacto ainda pode estar por vir. As secas e o calor já estão interferindo nas lavouras e as maiores preocupações são referentes ao armazenamento de água, à preservação da mata ciliar e ao abastecimento dos lençóis freáticos”.

De acordo com o diretor, se as chuvas não vierem em quantidade significativa nos próximos meses, o suficiente para repor os reservatórios, pode não ser possível cultivar em certas áreas e as pragas podem vir de forma ainda mais intensa do que o registrado no início deste ano.



Source link

News

Chuvas no estado do Piauí: o plantio da soja já começou?



O plantio da safra da soja 2024/25 já começou em diversas áreas do sul e sudoeste do Piauí, impulsionado pelas primeiras chuvas na região, que ocorreram entre terça (15) e quarta-feira (16). As informações são da Safras & Mercado.

Embora a maioria dos produtores tenha aguardado um aumento nas precipitações antes de iniciar o plantio, a situação se mostra favorável, com chuvas previstas para continuar ao longo da semana.

O presidente da Aprosoja Piauí, Alzir Aguiar, afirmou que tudo indica que o nível de precipitação necessário está sendo alcançado, permitindo que os produtores sigam com suas atividades.

“Na região, as práticas como o plantio direto levam os produtores a adotar uma abordagem cautelosa, garantindo um plantio seguro. As chuvas tendem a se intensificar em novembro, momento em que o ritmo do plantio realmente acelera”, destaca Alzir Aguiar.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Quais as projeções da Aprosoja-PI?

A Aprosoja Piauí projeta um crescimento na área destinada à soja entre 2% e 4% em relação aos 1,087 milhão de hectares plantados na temporada 2023/24. Na safra anterior, o rendimento médio foi de 3.848 quilos por hectare. Para este ano, embora exista a possibilidade de redução nos investimentos, as condições climáticas favoráveis podem levar a uma colheita de cerca de 3.600 quilos por hectare.

Conforme levantamento da Safras & Mercado, a área dedicada ao cultivo de soja no Piauí deve atingir 1,15 milhão de hectares, representando um aumento de 5,5% em relação aos 1,090 milhão de hectares da safra 2023/24. A produção estimada para 2024/25 é de 4,257 milhões de toneladas, o que significa um crescimento de 9% em relação à safra anterior, que foi de 3,904 milhões de toneladas. O rendimento médio previsto é de 3.720 quilos por hectare, superando os 3.600 quilos obtidos na temporada passada.



Source link

News

Das passarelas para o agro: Gisele Bündchen investe em rancho na Flórida


A supermodelo Gisele Bündchen, mundialmente conhecida por sua carreira nas passarelas, está agora ampliando seus horizontes no setor agrícola. A top model brasileira adquiriu recentemente um rancho na Flórida, reforçando a tendência de celebridades que buscam investimentos no agronegócio e em propriedades rurais nos Estados Unidos.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches, uma área conhecida por atrair investidores do agro devido à sua proximidade com centros urbanos, clima favorável e infraestrutura robusta. Além de ser um refúgio para quem busca uma vida mais próxima à natureza, a área oferece oportunidades para diversas atividades agrícolas, como cultivo e criação de animais.

A Flórida tem se destacado como um destino atrativo para investidores no setor agropecuário, especialmente devido à sua posição como maior produtora de laranjas dos Estados Unidos e segunda maior do mundo, atrás apenas de São Paulo, no Brasil. A produção de açúcar também é significativa, com o estado representando 22% da produção nacional. Outros cultivos importantes na região incluem algodão, tomate, batata e cana-de-açúcar, além da pecuária.

A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches. (Foto: Divulgação)A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches. (Foto: Divulgação)

O clima subtropical da Flórida, com mais de 300 dias de sol por ano, cria condições propícias para a agricultura. Este ambiente torna o estado uma opção para aqueles que desejam investir em um negócio rural de sucesso, como Gisele, que parece estar abraçando essa nova fase de sua vida, buscando o equilíbrio entre a vida no campo e a proximidade com centros urbanos.



Source link

News

Conheça o Porteira Aberta Empreender



Organização dos serviços, controle de estoque, gestão administrativa, financeira, tributária e contábil. Esses são apenas alguns dos itens da grande lista diária de um micro ou pequeno produtor rural. Tarefa árdua para quem empreende e que, por vezes, pode não ser compreendida na sua totalidade, diminuindo a rentabilidade e gerando até mesmo mais burocracia. Para auxiliar e levar conhecimento descomplicado a micro e pequenos empreendedores brasileiros que realizam tarefas como estas, o Canal Rural, em parceria com o Sebrae, lança o projeto Porteira Aberta Empreender.

A iniciativa tem como objetivo incentivar empreendedores do campo a atuarem de  forma consciente na tomada de decisão, gerar mudanças propositivas que garantam mais organização, produtividade e rentabilidade, enquanto aprendem, se atualizam e encontram novas soluções de acordo com as necessidades diárias. Tudo isso feito por meio de histórias reais, soluções de dúvidas, dicas práticas e exemplos mostrados de produtor para produtor.  Para isso, técnicos do Sebrae e especialistas de áreas diversas estarão presentes nos canais multiplataforma compostos pela editoria Empreendedorismo, neste site, nas redes sociais, programas de Youtube e na TV.

O Porteira Aberta Empreender rodará por todas as regiões do Brasil para acompanhar os desafios e oportunidades dos micro e pequenos empreendedores rurais em todos os momentos das suas jornadas. Desta forma, além de impulsionar esses negócios e suas capacidades produtivas, indiretamente também ajuda a alavancar as economias locais e desenvolvê-las socialmente. 

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Com conteúdos inéditos, mas conectados entre si, o projeto atuará para que o micro e pequeno produtor rural entenda por completo os temas abordados, opine sobre os assuntos que quer aprender e tire suas dúvidas. Semanalmente as plataformas trarão ideias, dicas, informações e curiosidades sobre o mundo do empreendedorismo rural de forma complementar para que o tema abordado seja compreendido em sua totalidade. 

Confira:

  • Vídeos com curiosidades e dicas práticas para Tv e Redes Sociais: com linguagem fácil e informações rápidas com foco no produtor que está sempre no campo, mas não deixa de estar conectado.
  • Site do Canal Rural: a editoria Empreendedorismo será composta por análises e opiniões mais aprofundadas, além de histórias e exemplos inspiradores para trazer mais detalhes e conhecimento sobre o mundo do empreendedorismo. 
  • Programa na TV: programa com os principais temas para ajudar na gestão, organização e rentabilidade do micro e pequeno produtor. 
  • Programa no YouTube: conversas, histórias, análises e dicas mais aprofundadas sobre o mundo do empreendedorismo. 
  • Você na Porteira: o canal direto para interagir via WhatsApp, sugerir assuntos, enviar perguntas e contar sua história pelo (11) 93279-6720.

Porteira Aberta Empreender. Abra as porteiras do seu negócio e venha empreender com a gente!



Source link

News

Dupla é presa no Porto de Santos após cocaína ser encontrada em carga de café



Dois homens foram presos em flagrante na segunda-feira (14) no Porto de Santos, São Paulo, após a Polícia Federal, junto com a Polícia Militar Rodoviária e a Receita Federal, localizar cerca de 800 kg de cocaína escondidos em um contêiner de café. A carga, que tinha como destino a Turquia, foi interceptada em um terminal da área retroportuária, localizado na marginal da Via Anchieta.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

As prisões ocorreram após uma investigação que levou os agentes a um dos suspeitos, que foi flagrado dirigindo o caminhão que transportava o contêiner. Durante a abordagem, foram encontradas 20 sacas contendo cocaína, totalizando 792 kg. Outro envolvido no esquema também foi detido, embora a Polícia Federal não tenha detalhado as circunstâncias de sua captura.

Ambos os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Santos, onde foi aberto um inquérito para investigar o caso. A droga apreendida será submetida a perícia.



Source link