quarta-feira, março 25, 2026

Autor: Redação

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Decisão da China sobre carne bovina traz alívio ao mercado de boi gordo, diz analista



A decisão da China de adiar por mais dois meses o resultado da investigação sobre as importações de carne bovina trouxe alívio ao mercado pecuário brasileiro. O novo prazo, confirmado pelo Ministério do Comércio do país asiático, estende a análise até 26 de janeiro de 2026.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o setor aguardava essa definição há meses. Ele afirma que a prorrogação é uma boa notícia, especialmente após semanas de forte volatilidade no mercado futuro do boi gordo.

Mercado futuro pressionado

Iglesias explica que o mercado vinha registrando um movimento “bastante agressivo de queda”, influenciado pelas especulações sobre possíveis restrições chinesas. A expectativa era de preços firmes no último bimestre, o que não se concretizou.

“Tínhamos uma perspectiva positiva para a arroba e que não se consolidou justamente por conta dessas especulações envolvendo a China”, afirmou.

Com a extensão da investigação, o analista acredita que os preços tendem a retomar estabilidade e podem até reagir. Ele cita dois fatores: o retorno dos Estados Unidos às compras de carne bovina brasileira e o adiamento da decisão final por parte da China.

Investigação segue sem mirar países específicos

A investigação chinesa, iniciada em dezembro do ano passado, não tem foco específico em um ou outro fornecedor. No entanto, eventuais salvaguardas podem atingir diretamente os maiores exportadores para o país, como Brasil, Argentina e Austrália.

Para Iglesias, a manutenção do acesso ao mercado chinês neste período é essencial para evitar novas pressões sobre a arroba, especialmente em um momento de demanda interna mais fraca.



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Conselho Europeu deve aprovar Mercosul-UE em dezembro, diz embaixador brasileiro



A expectativa é que o Conselho Europeu se reúna e aprove definitivamente o acordo Mercosul e União Europeia (UE) até meados de dezembro, disse o embaixador do Brasil na Itália, Renato Mosca, acrescentando que o país espera anunciá-lo ainda neste semestre, para dar início “a um processo extraordinário da nossa relação, entre duas regiões com 700 milhões de habitantes e US$ 22 trilhões de Produto Interno Bruto (PIB)”.

O setor agroalimentar do Brasil será muito beneficiado com a redução de tarifas para a União Europeia (UE) a partir do acordo com o Mercosul, acrescentou.

“Eu não acredito em absolutamente nenhuma invasão de produtos sul-americanos ou do Mercosul na Europa ou na Itália. Acredito, sim, num enorme fluxo de produtos europeus, em especial italianos, nos países do Mercosul.” Mosca se diz “sempre muito otimista”, esperando colher frutos da parceria em breve.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta semana que pretende assinar o acordo Mercosul e UE em 20 de dezembro. As declarações foram feitas durante painel Perspectivas Econômicas com o Novo Acordo União Europeia e Mercosul, no evento Lide Brasil e Itália Forum, em Roma.



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AgroNewsPolítica & Agro

Retração vendedora eleva preço da soja no Brasil



Demanda por farelo de soja permaneceu aquecida


Foto: United Soybean Board

As irregularidades das chuvas no Brasil, os casos de necessidade de replantio e a expectativa de demanda externa mais aquecida no próximo ano deixaram produtores brasileiros mais resistentes em negociar novos lotes da soja em grão ao longo da semana passada.

Com isso, levantamento do Cepea mostra que a liquidez no mercado spot nacional diminuiu, mas os preços subiram.

Segundo pesquisadores do Cepea, os valores da soja em grão também foram influenciados por projeções do USDA indicando menor oferta mundial, o que, somado ao avanço da demanda na safra 2025/26, deve reduzir a relação estoque/consumo final para o menor volume em três temporadas.

Quanto ao farelo de soja, levantamento do Cepea mostra que a demanda permaneceu aquecida, dando suporte aos preços domésticos. Já as negociações de óleo de soja estiveram enfraquecidas, com parte das indústrias de biodiesel do País sinalizando que estavam abastecidas para o médio prazo.





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CNA aciona STF contra novas demarcações de terras indígenas



Na segunda-feira (24), a CNA protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para suspender todas as portarias e decretos recentes relacionados a demarcações até que o tribunal conclua o julgamento sobre a Lei 14.701/2023, que instituiu o Marco Temporal.

Segundo a entidade, a decisão do governo de avançar com novas demarcações ocorre “em completa deslealdade” com o STF e com o Parlamento, especialmente porque está em curso, no âmbito da Corte, uma Mesa de Conciliação criada justamente para construir uma solução consensual sobre o tema.

A CNA argumenta que, ao editar portarias declaratórias e decretos homologatórios durante esse processo, o Executivo demonstra que “nunca buscou atuar com lealdade processual” e ignora o esforço de conciliação proposto pelo Supremo.

A confederação também afirma que as medidas desconsideram a vigência do Marco Temporal e colocam em risco o direito de propriedade de agricultores, principalmente pequenos e médios produtores. Para a CNA, as novas demarcações podem “incentivar conflitos no campo”, gerar instabilidade social e comprometer a segurança jurídica em diversas regiões do país.

FPA vê aumento da insegurança jurídica

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) também se posicionou sobre o avanço dos atos normativos. Em nota divulgada na terça-feira (25), a entidade afirmou que as portarias e decretos publicados pelo governo “têm gerado aumento na percepção de insegurança jurídica” nos processos de demarcação.

Assim como a CNA, a FPA destaca que as medidas não estariam alinhadas à Lei 14.701/2023, aprovada pelo Congresso e atualmente em vigor. Para a Frente, editar atos normativos enquanto o STF ainda conduz a conciliação prevista na Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 87 prejudica o ambiente de diálogo entre os Poderes e pode amplificar conflitos fundiários.

A FPA alerta que a falta de convergência entre governo, Congresso e Supremo gera incertezas jurídicas para produtores, comunidades indígenas e gestores locais, além de comprometer a previsibilidade dos processos de regularização territorial.



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China adia investigação sobre carne bovina e mantém pressão sobre o mercado de boi gordo



O governo chinês decidiu prorrogar, pela segunda vez, o prazo da investigação sobre possíveis medidas de salvaguarda aplicadas às importações de carne bovina. A confirmação veio nesta terça-feira (25), por meio do Ministério do Comércio da República Popular da China (MOFCOM).

Segundo o comunicado, “tendo em vista a complexidade do caso, o Ministério do Comércio decidiu prorrogar novamente o prazo da investigação até 26 de janeiro de 2026”. A apuração começou em 27 de dezembro de 2024 para analisar se o aumento das compras internacionais estaria prejudicando a produção doméstica.

A primeira prorrogação ocorreu em 6 de agosto de 2025, quando o prazo foi ampliado até 26 de novembro. Com a nova decisão, o processo se estende por mais dois meses, mantendo o ambiente de incerteza para o Brasil, principal fornecedor de carne bovina ao mercado chinês.

Ministério da Agricultura descarta risco de suspensão

Apesar das especulações sobre possíveis restrições motivadas por detecções de Fluazuron, substância usada no controle de carrapatos, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) afirma que não há qualquer indício de bloqueio por parte da China.

Em entrevista exclusiva ao Canal Rural, o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, negou veementemente que a substância tenha voltado a aparecer nos embarques recentes.
“Não há nada nesse sentido. Seguimos em discussão com as autoridades sanitárias chinesas sobre detecções que ocorreram no início deste ano e no ano passado”, afirmou.

Goulart reforçou que o Brasil acompanha de perto o andamento da investigação chinesa, por meio do Mapa, da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais e do Itamaraty. A expectativa é positiva.

“Nós esperamos um bom resultado, uma investigação que mostre que as exportações brasileiras não impactam de forma significativa a economia do produtor local chinês.”

Segundo o secretário, o risco de suspensão foi descartado, e o governo segue em diálogo com a Administração Geral de Alfândegas da China (GACC).

“Nosso objetivo é mostrar que o sistema agropecuário do Brasil é transparente e que não causa impactos negativos na produção local chinesa.”

Principal comprador

A China segue como o destino mais importante para a carne bovina brasileira. Em outubro, o país asiático comprou 190,8 mil toneladas, equivalente a 53% de tudo o que o Brasil exportou no mês, gerando US$ 1,04 bilhão em receita.

No acumulado de 2025, a relevância chinesa permanece elevada: 48,1% do volume exportado e 49,7% da receita vêm da China. Muito atrás aparecem União Europeia, Estados Unidos, México e Chile.



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Petrobras mira o agro e transforma o Matopiba em prioridade estratégica até 2050


A Petrobras decidiu assumir de vez que o futuro da empresa passa pelo campo. Ao anunciar que pretende crescer ao menos 60% no fornecimento de energia primária até 2050, a presidente Magda Chambriard deixou claro que a estatal só conseguirá manter sua fatia de 31% da matriz energética brasileira se acompanhar o ritmo do agronegócio, hoje o maior consumidor de diesel do país. É por isso que regiões como o Matopiba, onde a fronteira agrícola avança e a demanda por energia cresce mais rápido do que a infraestrutura disponível, se tornaram prioridade absoluta da companhia.

Mesmo com restrições legais para atuar no mercado de distribuição tradicional até 2029, a Petrobras quer ampliar a venda direta de combustíveis para grandes consumidores do agro, cooperativas, tradings, transportadoras e produtores com alto volume de consumo. Isso abre uma porta importante para o setor, especialmente em áreas onde o abastecimento ainda é instável e os custos logísticos pressionam a rentabilidade. No Matopiba e no Centro-Oeste, onde a produção cresce e a logística patina, ter a Petrobras como fornecedora pode significar mais segurança, mais concorrência e, potencialmente, menor custo no tanque e no frete.

A aproximação, porém, não é apenas comercial, é estratégica e estrutural. A estatal sabe que o Brasil não fará uma transição energética rápida. Diesel, biocombustíveis e gás continuarão sendo a espinha dorsal das próximas duas décadas. E sabe também que não existe transição energética sem o agronegócio, porque a substituição gradual dos combustíveis fósseis por combustíveis renováveis depende diretamente da produção agrícola. Etanol, biodiesel, biogás, SAF (combustível sustentável de aviação) e diesel coprocessado são todos produtos que conectam a indústria energética ao campo. A Petrobras precisa do agro para produzir biomassa em escala, e o agro precisa da Petrobras para transformar essa biomassa em energia limpa, competitiva e disponível.

Essa interdependência redefine a relação entre energia e produção rural. Crescer com o agro significa crescer com o Brasil real, o Brasil que planta, colhe, exporta e movimenta a economia. Para o produtor rural, isso se traduz em previsibilidade, segurança de abastecimento e, ao longo do tempo, em novas oportunidades no mercado de combustíveis renováveis, que podem gerar renda adicional e estimular práticas produtivas mais sustentáveis.

A expansão da Petrobras para o Matopiba reforça também o reconhecimento de que essa região, antes vista como periferia, hoje é um dos motores da agricultura brasileira. Mas escancara desafios: sem infraestrutura sólida, mesmo combustíveis mais acessíveis não resolvem gargalos de estradas ruins, armazéns insuficientes e distâncias longas até portos. A energia chega, mas o escoamento precisa acompanhar.

Ainda assim, o movimento tem lógica e traz oportunidade. A Petrobras se reposiciona como fornecedora estratégica do campo num momento em que o mundo cobra mais produção de alimentos, mais segurança energética e mais estabilidade logística. Se conseguir equilibrar expansão, governança e responsabilidade ambiental, a estatal pode se tornar não apenas uma gigante da energia, mas uma parceira fundamental na modernização do agronegócio brasileiro.

E para o agro, essa parceria não é apenas bem-vinda, é indispensável para manter o Brasil competitivo, sustentável e preparado para liderar a transição energética nos próximos anos.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

setor exportador nacional tem alívio tarifário



O setor exportador de produtos citrícolas ganhou um importante alívio tarifário


Foto: Seane Lennon

O setor exportador de produtos citrícolas ganhou um importante alívio tarifário nos últimos dias. Para o suco de laranja, o governo dos Estados Unidos retirou, no final da primeira quinzena de novembro, a tarifa adicional de 10% que havia sido aplicada de forma generalizada às importações em abril deste ano e que ainda incidia sobre o produto. Já para os subprodutos, em ordem executiva anunciada na última quinta-feira, 20, óleos essenciais, subprodutos terapêuticos e polpa de laranja tiveram zeradas as tarifas de 40%, mas continuaram sobretaxados em 10%.

Segundo pesquisadores do Cepea, essa movimentação representa mais uma boa notícia para o setor, que enfrenta um período de lentidão nos embarques internacionais de suco. Agentes consultados pelo Cepea ressaltam que a isenção tarifária preserva a competitividade do suco brasileiro no mercado norte-americano, fator considerado essencial para o equilíbrio das exportações nesta temporada. No entanto, para os EUA, segue vigente a tarifa de US$ 415 por tonelada de FCOJ, que já existia antes de todo esse imbróglio imposto pelo presidente Donald Trump.

Para os subprodutos, pesquisadores do Cepea indicam que as exportações com a sobretaxa vinham perdendo espaço no mercado norte-americano, e a isenção anunciada pode ajudar na recuperação dos embarques para os EUA.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Haddad diz que taxa Selic está exageradamente restritiva e defende…


Logotipo Reuters

SÃO PAULO (Reuters) – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira que por mais pressão que haja sobre o Banco Central para não baixar juros, as taxas estão “exageradamente restritivas” e terão que cair, defendendo que a autoridade monetária dê ao menos uma sinalização sobre cortes à frente.

Em evento promovido pela Bloomberg, em São Paulo, um dia antes de o BC anunciar sua decisão sobre o patamar da Selic, Haddad afirmou que uma taxa real de juros de 10% no Brasil é algo que não faz sentido, citando uma melhora nas expectativas de mercado e nos dados correntes de inflação.

“Considero uma taxa exageradamente restritiva, nós poderíamos já começar a pensar, sinalizar… vamos ver o comunicado, as vezes o patamar do juro pode se manter, mas o comunicado pode sinalizar… vamos aguardar”, disse o ministro em entrevista à Bloomberg paralela ao evento.

Haddad avaliou que os juros do país poderiam estar em patamar restritivo para arrefecer a inflação, mas não em um nível tão elevado, que, para ele, deprime o crescimento econômico e prejudica as contas públicas.

“Penso que uma correção do patamar da Selic ia fazer tudo convergir para um patamar mais adequado de crescimento, de fiscal, de inflação, de tudo”, afirmou.

Haddad ponderou que não é possível afirmar quando acontecerá o corte de juros pela autoridade monetária.

O mercado tem melhorado gradualmente as projeções para a inflação neste e nos próximos anos, mas em níveis ainda incompatíveis com o atingimento do centro da meta contínua de 3%.

De acordo com o mais recente boletim Focus do BC, as expectativas de inflação estão em 4,55% para este ano (contra 4,80% há um mês), 4,20% para 2026 (4,28% antes) e 3,80% para 2027 (3,90% antes).

A Selic está atualmente em 15% ao ano, e BC anuncia na quarta-feira sua decisão para os juros básicos após ter defendido em suas comunicações oficiais uma manutenção da taxa neste nível por período “bastante prolongado”, para assegurar o atingimento da meta de inflação.

(Reportagem de Marcela Ayres e Bernardo Caram)





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KUHN do Brasil permite que o produtor escolha a tecnologia para seu pulverizador


O mercado de agricultura de precisão na América do Sul, liderado pelo Brasil, está projetado para registrar uma das maiores taxas de crescimento anual composto (CAGR) do mundo até 2028, com 9,88%, segundo dados da Triton Market Research. Esse avanço, no entanto, expôs um grande desafio para médios e grandes produtores: a ineficiência causada pelo “aprisionamento tecnológico”, onde cada máquina exige um monitor de sua própria marca, resultando em cabines com múltiplos terminais, custos redundantes e operações complexas.

Essa falta de padronização é uma lacuna para a eficiência. A solução que se consolidou globalmente é o protocolo ISOBUS (ISO 11783), uma norma universal que permite a comunicação entre máquinas e monitores de diferentes fabricantes. A crescente lista de produtos certificados pela Agricultural Industry Electronics Foundation (AEF) demonstra que a compatibilidade se tornou uma exigência do produtor tecnificado.

Atenta a essa demanda por flexibilidade e eficiência, a KUHN, oferecendo ao produtor rural a liberdade de escolher qual tecnologia utilizar em seus pulverizadores. A empresa garante total compatibilidade de suas máquinas com três opções de monitores de alto desempenho, desenvolvidos por líderes globais do setor.

Personalização e eficiência: a escolha na mão do produtor

Com as soluções da KUHN do Brasil, o agricultor tem a autonomia para decidir qual tela utilizar no campo, com três opções que garantem tecnologia de ponta e facilidade de uso:

Trimble GFX-1060: Tela de 10 polegadas e sistema Android. Sua plataforma Precision-IQ oferece uma interface intuitiva. O uso da licença NextSwath (vendida separadamente) traz um grande avanço na automação de manobras de cabeceira.

AGRES Agronave 12: Tela de 12 com GPS agrícola inteligente com suporte para linhas AB, curvas, mapas de orientação e taxa variável. O modo de visualização vertical permite uma interface compacta e intuitiva.

John Deere G5: A KUHN oferece total integração com a tecnologia da John Deere. A máquina é entregue preparada para receber o Pacote essencial de tecnologia JD (monitor G5 ou G5 Plus e a antena StarFire 7500 (adquiridos separadamente). A instalação é plug- and-play e integra recursos avançados como AutoTrac e Controle de Seção, além do acesso ao JD Operation Center.

A partir de fevereiro, todas essas funcionalidades estarão disponíveis como opções para os pulverizadores KUHN Fighter e Stronger, bem como para os distribuidores de fertilizantes Accura 8.0 HD.

Compatibilidade sem complicação

“A escolha de um pulverizador autopropelido vai muito além de uma simples aquisição – é uma decisão estratégica que impacta diretamente a produtividade e a rentabilidade no campo. O produtor moderno busca máquinas que entreguem alta performance agronômica, mas também valoriza a inteligência embarcada, conectividade e o conforto operacional. Ter uma cabine equipada com tecnologia e flexibilidade é essencial para enfrentar os desafios da agricultura de precisão e garantir resultados consistentes em cada safra”, afirma Luis Guilherme Lemes, Especialista de Produto da KUHN do Brasil.

“Nossa filosofia é respeitar o ecossistema tecnológico do cliente. Garantimos a integração total dos principais monitores do mercado às nossas máquinas, sem perda de desempenho, conforme o padrão ISOBUS. A tecnologia precisa trabalhar para o produtor, e não o contrário”, complementa.

No site da KUHN do Brasil é possível conferir as opções e conhecer mais sobre os produtos da marca.

Sobre a KUHN do Brasil

O Grupo KUHN, que tem como propósito o desenvolvimento de soluções confiáveis para alimentar a população mundial preservando o meio ambiente, está presente em 110 países e emprega mais de 5.000 pessoas em 11 unidades de produção e 11 unidades de distribuição em todo o mundo. De origem francesa, com um know-how e expertise de 197 anos , possui a linha mais completa de implementos agrícolas para agricultura e pecuária.

A KUHN tem 20 anos de atuação no Brasil com sedes nas cidades de São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS ). Conta ainda com quatro centros de distribuição e treinamentos, localizados em Rondonópolis (MT), Palmas (TO), São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS).

Em 2025, a empresa reforça a sua presença nacional com a campanha “20 anos no Brasil – Fazendo história com você”.



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Clima entre China e Estados Unidos impulsiona bolsas e eleva tom do mercado


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o clima construtivo entre EUA e China, com sinalização de visita de Trump a Pequim, impulsionou bolsas de NY e reduziu juros dos Treasuries.

No Brasil, dólar recuou levemente e curva de juros caiu com discurso de Galípolo alinhado ao BC. Ibovespa avançou moderadamente. Hoje, destaque para IPC-Fipe, INCC-M, Sondagem da Construção e dados externos de confiança, indústria e setor imobiliário nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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