sexta-feira, agosto 21, 2026

Autor: Redação

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Ibovespa recua com Vale e Petrobras entre maiores pressões; Usiminas sobe


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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa recuava nesta quarta-feira, com Vale e Petrobras entre as maiores pressões de baixa seguindo o declínio do minério de ferro e do petróleo, enquanto Usiminas saltava 6% após “upgrade” do Morgan Stanley.

Por volta de 11h, o Ibovespa caía 0,9%, a 130.330,77 pontos. O volume financeiro somava 3,33 bilhões de reais.

Investidores continuam atentos à China, onde o governo divulgou que o Ministério das Finanças detalhará no sábado planos de estímulo fiscal para impulsionar a segunda maior economia do mundo, após anúncio na véspera decepcionar.

Há uma expectativa sobre quais medidas fiscais o governo chinês adotará e qual o tamanho delas, após o banco central do país e outros órgãos reguladores anunciarem, em setembro, as medidas de estímulo monetário mais agressivas desde a pandemia do Covid-19.

Ainda no exterior, a ata da última decisão de juros do Federal Reserve, quando a taxa foi reduzida em 0,5 ponto, também é destaque na agenda, principalmente após a primeira dissidência de um membro na diretoria em 19 anos.

No Brasil, o IBGE mostrou que o IPCA de setembro acelerou em relação a agosto, com alta de 0,44%, após variação negativa de 0,02% no mês anterior, mas ainda ficou ligeiramente abaixo das previsões (+0,46%), Em 12 meses, subiu 4,42%.

“O resultado de setembro confirma as principais expectativas para os números de inflação, alta de alimentação, repasse cambial dentro do padrão histórico e serviços em desaceleração gradual”, afirmaram economistas do Bradesco em nota a clientes.

“Esse movimento é importante por si só, mas especialmente em um momento em que o crescimento tem surpreendido para cima, com mercado de trabalho aquecido”, acrescentaram.

 

DESTAQUES

– VALE ON recuava 1,1%, seguindo os futuros do minério de ferro na China. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com queda de 3,6%, ainda sob efeito da frustração de agentes financeiros com a ausência de novas medidas de estímulo para a segunda maior economia do mundo.

– PETROBRAS PN cedia 1,01%, com os preços do petróleo no exterior titubeando após forte queda na véspera. O barril de Brent era negociado com variação negativa de 1,89%, a 75,72 dólares.

– USIMINAS PNA disparava 6,81%, ajudada por relatório do Morgan Stanley elevando a recomendação dos papéis para “overweight”, com preço-alvo de 9,70 reais, um upside potencial de cerca de 60% ante o fechamento de terça-feira.

– ITAÚ UNIBANCO PN caía 0,82%, pesando negativamente também, enquanto BANCO DO BRASIL ON recuava 0,78%, BRADESCO PN mostrava declínio de 1,05% e SANTANDER BRASIL UNIT perdia 0,14%.

– CYRELA ON avançava 0,78%, após prévia operacional mostrar crescimento de 41% na vendas no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda no setor, MRV&CO ON subia 0,51%, também tendo no radar dados operacionais do período de julho a setembro, com expansão de 24% nas vendas no segmento de incorporação.

– ELETROBRAS ON perdia 0,98%, tendo no radar notícia de que a companhia assinou conversão dos contratos de compra e venda de energia (CCVEEs) em contratos de energia de reserva (CERs) de seis usinas termelétricas na Região Norte que está vendendo para a Âmbar Energia.

– MULTIPLAN ON caía 1,52%, sofrendo com o viés negativo generalizado, enquanto analistas também repercutem anúncio da companhia de que assinou um memorando de entendimentos para a venda de 25% de participação no JundiaíShopping, em São Paulo, por 251,4 milhões de reais.

– INTELBRAS ON, que não está no Ibovespa, cedia 1,45%, após divulgar que seu presidente, Altair Angelo Silvestri, deixará o cargo a partir de 31 de março do próximo ano. Ele será substituído por Henrique Fernandez, atual diretor superintendente de negócios da BU TIC, que assumirá a função a partir de 1º de abril de 2025.





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Ministro quer parte da taxação de grandes fortunas para a defesa civil


O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, defendeu nesta quinta-feira (24) que parte dos recursos que podem ser angariados com a taxação de grandes fortunas seja utilizado para financiar ações de proteção e defesa civil, para a redução das desigualdades da parcela mais vulnerável da população afetadas por eventos climáticos extremos.

O tema está sendo debatido no G20, que assumiu o compromisso de trabalhar pela diminuição da desigualdade. O ministro coordena o Grupo de Trabalho de Redução do Risco de Desastres do G20, cujo próximo encontro será em Belém, no final de novembro, onde a proposta deverá ser novamente discutida.

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“A gente tem defendido para o Brasil, e para o mundo, que as grandes fortunas sendo taxadas, parte desses recursos vão para diminuição das desigualdades, uma vez que os que estão em situação de maior risco são as pessoas que estão morando em áreas que precisam de maior apoio e políticas públicas”, disse Waldez Góes ao programa Bom Dia, Ministro, do Canal Gov, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Ainda de acordo com o ministro, uma das ações que o governo está desenvolvendo é voltada para a redução de desigualdades e a oferta de microcrédito para a agricultura familiar nas regiões Norte e Centro-Oeste, operadas com recursos dos fundos constitucionais das duas regiões, o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e o do Centro-Oeste (FCO).

Waldez Góes explicou que os fundos não ofereciam a modalidade de microcrédito para as famílias e que o governo vai operar essa política, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e a Caixa Econômica Federal. Para este ano, estão previstos R$ 300 milhões em repasses, sendo R$ 150 milhões do FCO e outros R$ 150 milhões do FNO.

O ministro lembrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma alteração no microcrédito. “Até então, em uma propriedade apenas o agricultor retirava o crédito. Agora, o agricultor pode retirar o crédito, mas também a esposa e o filho podem retirar também o crédito. O certo é que as famílias juntas podem ter três créditos para financiar a sua produção”, explicou. 

“Isso tem um efeito de produção, de geração e distribuição de renda, de inclusão social, de diminuição de desigualdade”, completou.

O ministro disse ainda que está previsto para o começo de novembro o início dos testes do Sistema de Alerta Precoce para as regiões Sul e Sudeste e que as salas de situação montadas por ocasião das enchentes no Rio Grande do Sul, e da estiagem e queimadas na Região Amazônica e no Pantanal seguem em funcionamento.



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Colheita de amendoim, beterraba e girassol avança nos EUA


Ritmo de colheita de amendoim fica atrás de 2023





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de amendoim, beterraba e girassol segue avançando, embora o progresso varie entre as culturas.

No caso do amendoim, 44% da área total plantada foi colhida até 20 de outubro, ficando sete pontos percentuais abaixo do ritmo do ano passado e 10 pontos atrás da média dos últimos cinco anos. A colheita avançou 11 pontos percentuais ou mais em todos os oito estados avaliados. Em relação à qualidade, 51% da área de amendoim foi classificada em boas a excelentes condições, uma queda de dois pontos em comparação com a semana anterior, mas ainda três pontos acima do mesmo período de 2023.

Segundo o boletim, em relação à beterraba, os produtores haviam colhido 71% da área plantada até 20 de outubro, um progresso cinco pontos à frente do mesmo período do ano passado e oito pontos à frente da média dos últimos cinco anos. A colheita de beterraba avançou 40 e 43 pontos percentuais, respectivamente, em Minnesota e Dakota do Norte

Quanto ao girassol, 30% da área total foi colhida, um avanço de sete pontos em relação ao mesmo período de 2023 e três pontos à frente da média de cinco anos. A colheita registrou um crescimento de 28 pontos percentuais no Colorado durante a última semana.





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Cinco pessoas morrem em queda de aeronave no interior de SP


A proprietária da aeronave que caiu em Paraibuna (SP), Abaeté Aviação, confirmou que estavam a bordo cinco pessoas, todos colaboradores da empresa: comandante, piloto, médica, enfermeiro e mecânico. Não houve sobreviventes, informou a empresa.

O voo de traslado retornava de Florianópolis (SC) em direção a Belo Horizonte (MG), decolando às 16h51. A queda do avião modelo Xingu E121, prefixo PTMBU, ocorreu às 18h39 desta quarta-feira (23), na divisa entre as cidades de Paraibuna e Santa Branca (SP).

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“Segundo informações das autoridades locais, a aeronave foi encontrada, sem sobreviventes. A empresa está acolhendo as famílias e oferecendo todo o suporte necessário nesse momento de dor”, diz nota da Abaeté Aviação.

A empresa informou que a causa do acidente ainda é desconhecida e que está trabalhando junto às autoridades de investigação de acidentes.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência de queda de aeronave de pequeno porte, por volta das 19h de ontem, segundo informações são da Secretaria da Segurança Pública (SSP). A área é de mata e considerada de difícil acesso. De acordo com as informações preliminares, a aeronave vinha de Florianópolis e teria colidido contra um morro, pegando fogo em seguida.

“As equipes do Corpo de Bombeiros foram designadas para o local, de difícil acesso, e localizaram os destroços da aeronave. As equipes ainda estão no local e prosseguem com os trabalhos visando à localização das vítimas”, diz nota da SSP.



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Chuva predomina no Sul e Sudeste com alerta para temporais



Saiba como o clima irá se comportar nesta sexta-feira (25) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo continua instável, com destaque para a faixa entre o norte do Paraná e o norte do Rio Grande do Sul, onde são previstas pancadas de chuva. No sul do Rio Grande do Sul, também há previsão de chuva ao longo do dia.

Sudeste

A condição não muda, e o tempo segue instável, com previsão de chuva para os quatro estados da região. Destaque para a faixa oeste de São Paulo e o centro-oeste de Minas Gerais, onde há alerta para temporais.

Centro-Oeste

A chuva continua presente na região central do Brasil, abrangendo os quatro estados. Destaque para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, onde há alerta para temporais.

Nordeste

O tempo segue instável na Bahia, com previsão de pancadas de chuva. No restante da região, o sol predomina e não há expectativa de chuvas significativas.

Norte

Pancadas de chuva permanecem sobre o Amazonas, Acre, Rondônia, sul do Pará e extremo sul do Tocantins. No restante da região, o tempo se mantém firme e sem chuvas.



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Empresa anuncia construção de nova usina de bioetanol no Oeste da Bahia


A Bahia receberá mais um investimento industrial com a construção de uma usina de bioetanol a partir do processamento de milho e sorgo em Santa Rita de Cássia, no Oeste do estado.

O alvará de construção foi assinado pelo prefeito Zezo Aragão no último dia 18 de outubro com representantes do empreendimento.

O Grupo Lida informou que o processo terá um baixo consumo de água contemplando a tecnologia ZLD (Zero Liquid Discharge) e que a bioindústria será autossuficiente em geração de energia elétrica, através da queima de capim, produzido dentro da própria operação.

Além do bioetanol, a usina também produzirá dois coprodutos com alto valor agregado o DDGS – em português, grãos secos de destilaria com solúveis – e o óleo bruto de milho.

O DDGS se destaca como um produto altamente palatável e com alto teor de proteína atingindo excelentes resultados na nutrição animal.

prefeito Zezo Aragão, representantes Lida Bioenergia, bioetanol, santa rita de cássia, oeste da Bahiaprefeito Zezo Aragão, representantes Lida Bioenergia, bioetanol, santa rita de cássia, oeste da Bahia
Prefeito Zezo Aragão e representantes da empresa | Foto: Divulgação/ Lida Bioenergia

O prefeito, Zezo Aragão, escreveu em seu Instagram que a usina representa grande marco de desenvolvimento para o município.

“O alvará de construção para o início desse grande projeto que vai revolucionar nossa cidade, já está assinado”, comemorou Aragão.

Geração de empregos

De acordo com o Grupo Lida, na fase de construção e implementação, a expectativa é que a empresa movimente indiretamente em torno de 300 vagas de empregos, envolvendo diversas áreas, como construção civil, logística, montagem mecânica, elétrica e automação.

Em fase de operação, a Lida Bioenergia gerará aproximadamente 80 empregos diretos e em torno de 20 indiretos, como prestadores de serviços.

Investimentos em bioenergia

Também na região Oeste, a Inpasa anunciou que vai investir R$ 1,3 bilhão em uma usina em Luís Eduardo Magalhães.

A planta utilizará milho e sorgo como matérias-primas de seus produtos, além de diversas biomassas como fonte de energia na geração de vapor e de bioeletricidade. 

Na última segunda-feira (21), a empresa lançou a pedra fundamental da nova unidade do grupo na presença de autoridades municipais e estaduais.

Lançamento pedra Fundamental Inpasa, Luís Eduardo Magalhães, BahiaLançamento pedra Fundamental Inpasa, Luís Eduardo Magalhães, Bahia
Foto: Divulgação/ Inpasa Brasil

O empreendimento terá capacidade de processamento anual de 1 milhão de toneladas de grãos, prevendo a produção de 460 milhões de litros de etanol, 230 mil toneladas de DDGS, 23 mil toneladas de óleo vegetal e 200 GWh de energia elétrica por ano.

Durante a fase de construção, a unidade deverá gerar cerca de 2.500 postos de trabalho. Após o início das operações, previsto para o primeiro trimestre de 2026, serão originados mais de 450 empregos diretos e 1.500 indiretos. 


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AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo e “boi China” registram alta em São Paulo


Preços da vaca e da novilha mantiveram estabilidade





Foto: Sheila Flores

De acordo com os dados do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quarta-feira 23, com a oferta reduzida de gado, especialmente de novilhas, o mercado abriu o dia com alta na cotação do boi gordo em São Paulo, enquanto os preços da vaca e da novilha mantiveram estabilidade. Segundo análises do setor, os frigoríficos têm enfrentado dificuldades para formar escalas de abate, que, em média, estão curtas para seis dias, além de relatarem um escoamento mais lento da carne, o que é comum no final do mês.

Em São Paulo, o preço da arroba do boi gordo subiu R$ 2,00, enquanto as cotações da vaca e da novilha permaneceram inalteradas em relação ao dia anterior (22/10). Já o valor do “boi China” apresentou um aumento mais expressivo, subindo R$ 5,00 por arroba.

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Segundo o informativo, em Paragominas (PA), o mercado local continua registrando altas consecutivas nos preços. A arroba do boi gordo subiu R$ 5,00, enquanto o preço das fêmeas, após os ajustes de ontem, permaneceu estável.

Na região do oeste do Maranhão, o boi gordo também teve alta de R$ 5,00 na cotação da arroba, mas os preços das fêmeas não apresentaram variação.

Já no sul de Minas Gerais, a indústria frigorífica da região reportou estabilidade nos preços e nas escalas de abate. No entanto, há um aumento dos estoques de carne, o que reflete o período de final de mês.





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‘A mulher sempre foi essencial na família, por que não no campo?’, questiona produtora de soja do RS


O contato com animais e vivências no campo moldaram a trajetória de Eliane Bervian, produtora da soja no município de Tapera, Rio Grande do Sul. Há mais de 20 anos na atividade agrícola, ela atua com companheirismo junto a seu marido, Carlos.

”Eu e meu marido tomamos decisões conjuntas, mas o olhar da mulher é muito mais técnico, mais detalhista. Além do trabalho maquinário, também discutimos questões relacionadas às finanças”, diz a produtora do grão. Eliane questiona: “O papel da mulher sempre foi essencial na família, então por que não no campo?”

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Trilhando a produtividade

Foto: lavoura da soja de Eliane

Conforme a produtora, no Rio Grande do Sul a busca por melhores tecnologias é constante. “Durante o plantio da soja, adotamos sistemas de plantio direto, adubação adequada e correção do solo. A escolha da variedade é outro diferencial, sempre buscando alta produtividade associada à sanidade das plantas”, explica.

A sojicultora comenta que a cultura do grão tem trazido mudanças ano após ano. ”Pragas, doenças e ervas daninhas cada vez mais resistentes impactam diretamente na produção”, afirma. Ela reforça que, diante desse cenário, a assistência técnica se torna uma ferramenta imprescindível para os agricultores. Manter-se bem informado e adaptar-se a essas transformações é fundamental para o sucesso na atividade.

Como mulher no campo, percebo que estamos enfrentando menos dificuldades do que antes. Os homens têm aberto mais espaço para as mulheres, e isso é um sinal positivo de mudança. Embora ainda exista algum preconceito, essa realidade está evoluindo de maneira significativa.

Máquinas à frente dos desafios

Entretanto, as maiores dificuldades que enfrentamos estão ligadas ao clima e à falta de subsídios do governo. É fundamental reconhecer que a agricultura sustenta o Brasil e o apoio governamental é crucial para o desenvolvimento desse setor vital.

“Você já imaginou o impacto se os agricultores do Brasil decidissem não plantar por um ano? O resultado seria devastador ara a economia, mas também para a segurança alimentar do país. Essa reflexão é essencial ao discutirmos o futuro da agricultura no Brasil”, conclui.



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Tecnologia e inovação no Fórum SC e o Agro. Inscreva-se!



No dia 31 de outubro, Criciúma recebe o Fórum Santa Catarina e o Agro 5.0. Uma iniciativa do Canal Rural com as principais entidades do agronegócio catarinense, o evento colocará em debate a transformação digital e o futuro do setor no estado.

Com transmissão ao vivo para todo o Brasil, pelo Canal Rural, o encontro será a partir das 14h no auditório da ACIC, a Associação Empresarial de Criciúma. A inscrição é gratuita e deve ser feita através do link abaixo.

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Com a presença de lideranças, produtores, técnicos e comunidade acadêmica, especialistas vão tratar sobre uso das novas tecnologias e as boas práticas que devem ser adotadas em um mundo cada vez mais conectado. A agenda contempla ainda uma mesa redonda com dirigentes e representantes da iniciativa pública e privada para tratar de desafios como sucessão, infraestrutura, eficiência e competitividade.

Com o tema “A jornada do agro rumo à conectividade e inovação tecnológica“, Fernando Gomes de Oliveira, especialista em inovação disruptiva e transformação digital, vai falar sobre a tomada de decisão na era e na velocidade da tecnologia e inovação. “Estamos à beira de uma revolução no agronegócio. A conectividade, ainda em processo de implementação, é a pista de decolagem que permitirá ao agro acelerar sua eficiência e inovação como nunca antes”, defende Fernando, ao ressaltar a importância dessa discussão.

Em um segundo painel, Valder Zacarkim, diretor da vertical agritech da Acate, a Associação Catarinense de Tecnologia vai falar sobre “Tecnologia e inovação que desafiam as novas gerações“. Ele ressalta que a discussão não se resume a tecnologia digital, mas precisa considerar uma transformação cultural, de forma que o produtor rural possa de alguma forma, se conectar. Um ambiente, de acordo com Zacarkim, que tem a ver com as novas gerações e com tecnologias pensadas para as diferentes realidades do campo.

Em sua 7ª edição, o projeto é uma realização do Canal Rural em parceria com as principais de entidades de representação do agronegócio catarinense, como Fecoagro, Ocesc/Sescoop, Faesc/Senar, Sindicarne/ACAV, governo do estado e apoio da Epagri.

Para se inscrever, acesse: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeV-dM8kkCsBH3le29RYtuPtHaqwHkvEo_dW9YV-ZKcfxzR0g/viewform



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Prévia da inflação oficial fica em 0,54% em outubro


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,54% em outubro deste ano. A taxa é superior às observadas nas prévias de setembro deste ano (0,13%) e de outubro do ano passado (0,21%).

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula taxa de 3,71% no ano. Em 12 meses, a taxa acumulada chega a 4,47%, acima dos 4,12% apurados na prévia de setembro.

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Na prévia de outubro, a alta do IPCA-15 foi puxada principalmente pelo grupo de despesas habitação, que teve inflação de de 1,72%, puxado principalmente pelo aumento de 5,29% na energia elétrica residencial. O motivo é a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, a partir de 1º de outubro.

Os alimentos também tiveram impacto importante na taxa do IPCA-15, com um aumento de preços de 0,87%, devido a altas de produtos como do contrafilé (5,42%), do café moído (4,58%) e do leite longa vida (2%), além da alimentação fora do domicílio (0,66%).

Outros grupos de despesa com alta de preços foram saúde e cuidados pessoais (0,49%), despesas pessoais (0,35%), comunicação (0,40%), artigos de residência (0,41%), vestuário (0,43%) e educação (0,05%).

Apenas o grupo de despesas transportes apresentou deflação (queda de preços), de 0,33%. O resultado foi influenciado principalmente pelas passagens aéreas (-11,40%), ônibus urbano (-2,49%), trem (-1,59%) e metrô (-1,28%).



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