sábado, abril 11, 2026

Autor: Redação

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Acordo entre Google e ministério pretende melhorar eficiência do CAR


propriedade rural
Foto: Reprodução Canal Rural

Acordo de cooperação técnica firmado entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Público (MGI) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) com o Google vai tornar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) mais eficiente, afirmou nesta quinta-feira (2), a ministra Esther Dweck.

Segundo a ministra do MGI, a parceria permitiu a disponibilização imediata de imagens de satélite de alta resolução referentes a 2008 dos estados do Maranhão, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins e Pará.

“Vai facilitar muito e vai permitir a todos os agricultores que estão em dia com a legislação terem a vida facilitada, porque o CAR é base para crédito rural, vai ser base para o mercado de carbono e uma série outros benefício”, destacou a ministra.

Em entrevista ao Bom Dia Ministra, programa do CanalGov, Esther Dweck lembrou que a gestão do CAR chegou ao MGI em 2023, para melhorias no sistema criado pelo Código Florestal para que proprietários de terra pudessem declarar tanto as áreas preservadas em suas propriedades, quanto as que já haviam sofrido mudanças no uso da terra.

O Código Florestal, estabelecido em 2012, prevê percentuais de áreas privadas que podem ser desmatadas em cada bioma e cria a ferramenta autodeclaratória, que tem como referência o ano de 2008, para estabelecer o quanto ainda é possível avançar na abertura de áreas verdes para atividades como agricultura, pecuária e outros empreendimentos que exigem grandes extensões de terra.

“Uma das coisas que para a gente era importante eram imagens de alta resolução desse marco temporal de 2008 e desde o início do governo a gente veio conversando e com o Google a gente viu uma possibilidade. Então, eles fizeram uma doação das imagens”, conta.

Segundo a ministra, além das melhorias já realizadas no sistema do CAR, como a integração dos dados de registro de terras, que possibilitou a oferta do serviço de licenciamento ambiental pré-preenchido, também será possível avançar da validação dos dados declarados.

Nessa quarta-feira (1º), o MGI disponibilizou o novo conjunto de imagens para acesso público no catálogo de dados do Google Earth Engine e no Google Earth.

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Preço do boi gordo avança em março e é o mais alto desde 2022, segundo o Cepea


pará, boi, vaca louca - protocolo
Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

Mesmo diante das incertezas e dos impactos do conflito no Oriente Médio sobre os mercados, o setor pecuário brasileiro manteve firmeza ao longo de março, com valorização da arroba do boi gordo.

Levantamento do Cepea mostra que os preços iniciaram o mês sustentados nos níveis de fevereiro, impulsionados pela combinação de oferta restrita de animais prontos para abate e demanda externa aquecida.

Preço médio avança e bate recorde nominal

Em março, o Indicador do boi gordo Cepea/Esalq teve média de R$ 350,18 por arroba, acima dos R$ 342,25 registrados em fevereiro.

No último dia do mês, a arroba foi negociada a R$ 356,00, o maior valor nominal da série histórica do Cepea.

Já em termos reais, considerando os valores deflacionados pelo IGP-DI de fevereiro de 2026, a média mensal é a mais alta desde fevereiro de 2022.

Oferta restrita sustenta valorização

Segundo pesquisadores do Cepea, as chuvas ao longo de março favoreceram as pastagens, permitindo que pecuaristas mantivessem os animais no campo por mais tempo.

Com isso, a oferta de boiadas prontas para abate permaneceu limitada ao longo do mês.

Diante de escalas de abate mais curtas, frigoríficos tiveram que ajustar os preços pagos pela arroba, sustentando o movimento de alta observado no período.

Demanda externa segue como suporte

Além da restrição de oferta, o bom ritmo das exportações continuou dando suporte às cotações no mercado interno.

Mesmo com o cenário externo mais incerto, a demanda internacional pela carne bovina brasileira segue contribuindo para a firmeza dos preços.

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AgroNewsPolítica & Agro

RS colhe 73% da área de milho na safra



Produtividade do milho varia entre regiões



Foto: Pixabay

A colheita do milho alcança 73% da área cultivada no Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (26) pela Emater/RS-Ascar. De acordo com o levantamento, os resultados são considerados satisfatórios na média, embora haja diferenças regionais relacionadas às condições hídricas registradas ao longo do ciclo da cultura.

Conforme o informativo, 14% das lavouras estão em fase de maturação e outros 13% permanecem em estádios anteriores de desenvolvimento. A Emater/RS-Ascar destaca que essas áreas “têm apresentado resposta positiva às precipitações, especialmente no que se refere à manutenção do enchimento de grãos e ao desenvolvimento vegetativo das áreas tardias”.

O avanço da colheita ocorre de forma desigual em diferentes regiões do estado. Segundo o relatório, esse ritmo é influenciado pela umidade dos grãos e pela ocorrência de chuvas recentes, que em alguns locais retardam a perda natural de umidade e dificultam a circulação de máquinas nas lavouras.

A produtividade também reflete o comportamento climático ao longo da safra. De acordo com a Emater/RS-Ascar, áreas que registraram regularidade hídrica e adotaram manejo adequado apresentam os melhores resultados, enquanto regiões que enfrentaram restrição de água em fases críticas do desenvolvimento da cultura tiveram perdas parciais.

As áreas ainda não colhidas correspondem, em grande parte, a plantios tardios ou de safrinha, que apresentam desenvolvimento heterogêneo. O relatório aponta que essa condição está associada à irregularidade das chuvas ocorridas em janeiro e fevereiro, além das diferenças entre ambientes produtivos.

A instituição estima que a área cultivada com milho no estado nesta safra seja de 803.019 hectares, com produtividade média projetada em 7.424 quilos por hectare.

No aspecto fitossanitário, o informativo registra a presença da cigarrinha-do-milho em lavouras do estado. A ocorrência tem intensidade variável e, segundo a Emater/RS-Ascar, não há registros generalizados de danos severos nesta fase final da cultura.





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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil exporta 3,2 mil toneladas de mel no bimestre


O Paraná ocupou a segunda posição no ranking das exportações brasileiras de mel natural no acumulado do primeiro bimestre de 2026. A informação consta no Boletim Conjuntural divulgado na quinta-feira (26) pelo Departamento de Economia Rural, vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Segundo o levantamento, o estado exportou 693 toneladas de mel no período, gerando receita cambial de US$ 2,387 milhões, com preço médio de US$ 3,44 por quilo. No mesmo intervalo de 2025, o Paraná havia exportado 885 toneladas, com faturamento de US$ 2,845 milhões e preço médio de US$ 3,21 por quilo.

De acordo com o boletim, “no ranking das exportações de mel natural, o estado do Paraná ocupou a segunda posição no acumulado do primeiro bimestre de 2026”. Os dados indicam que, apesar da redução no volume embarcado, houve valorização no preço médio do produto.

No cenário nacional, as empresas brasileiras exportaram 3.210 toneladas de mel in natura entre janeiro e fevereiro de 2026, somando receita de US$ 11,204 milhões, conforme dados do Agrostat Brasil. O volume representa queda de 40% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 5.347 toneladas. A receita em dólares também recuou 32,1%, frente aos US$ 16,512 milhões registrados no primeiro bimestre do ano anterior.

Apesar da retração no volume, o preço médio nacional apresentou alta. Conforme o boletim, o valor médio do mel exportado chegou a US$ 3.490,43 por tonelada, aumento de 13% em comparação com o preço médio de US$ 3.088,07 por tonelada no mesmo período de 2025.

Entre os estados exportadores, Minas Gerais liderou o ranking, com receita de US$ 4,159 milhões obtida a partir da exportação de 1.177 toneladas, com preço médio de US$ 3,54 por quilo. No mesmo período do ano anterior, o estado havia exportado 1.827 toneladas, gerando receita de US$ 5,632 milhões.

Na terceira posição aparece Santa Catarina, com receita de US$ 1,068 milhão e exportação de 309 toneladas a um preço médio de US$ 3,46 por quilo. Em seguida está a Bahia, que registrou receita de US$ 834.006 com a exportação de 239 toneladas de mel, comercializadas a um preço médio de US$ 3,48 por quilo.

Os Estados Unidos permaneceram como principal destino do mel brasileiro no primeiro bimestre de 2026. O país respondeu por 55,2% de todo o volume exportado, com 3.210 toneladas adquiridas e receita de US$ 6,204 milhões, a um preço médio de US$ 3,50 por quilo. No mesmo período de 2025, haviam sido importadas 4.519 toneladas, com receita de US$ 13,895 milhões.

Além do mercado norte-americano, outros parceiros comerciais também importaram mel brasileiro no período. Entre eles estão Canadá, Alemanha, Polônia, Filipinas e Reino Unido.

O boletim também destaca mudanças recentes na política tarifária aplicada pelos Estados Unidos. Em 20 de fevereiro de 2026, decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou a tarifa de 50% que incidia sobre produtos brasileiros, conhecida como tarifa recíproca. Com a decisão, setores agropecuários como pescados, mel, uva, tabaco e café solúvel passaram a se enquadrar na tarifa geral de 10%, podendo chegar a 15%.

Segundo o relatório, “somente a partir de março e abril do ano corrente será possível vislumbrar o impacto da queda da sobretaxa de 50% sobre o mel brasileiro”. Ainda assim, o documento ressalta que, no primeiro bimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025, o setor registrou retração de 60,8% no volume embarcado e de 55,3% na receita cambial.

Apesar da queda nas exportações, houve aumento no preço pago pelo produto brasileiro no mercado norte-americano. O valor médio da tonelada de mel adquirida pelos Estados Unidos passou de US$ 3.074,80 em 2025 para US$ 3.503,22 em 2026, crescimento de 13,9%.

De acordo com o boletim, esse cenário pode favorecer uma recuperação das exportações ao longo do ano. “Esse alívio tarifário, somado ao crescimento de 13,9% no valor da tonelada paga pelos EUA, abre uma perspectiva otimista para a recuperação do mel brasileiro ao longo do ano”, aponta o documento.





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‘Com maior potencial de perda, ferrugem asiática é a doença mais severa da soja’, diz pesquisadora da Embrapa


vazio sanitário, ferrugem asiática
Foto: Leila Costamilan/ Embrapa Trigo

Considerada uma das doenças mais agressivas da cultura da soja, a ferrugem asiática segue avançando nas lavouras brasileiras. Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a doença pode provocar perdas de até 90% na produtividade quando não controlada adequadamente, o que reforça a necessidade de manejo preventivo e integrado nas áreas de produção.

De acordo com dados do Consórcio Antiferrugem, já são 374 ocorrências registradas no Brasil, com maior concentração na região Sul e Centro-Oeste. O estado do Paraná lidera com 156 casos, seguido por Mato Grosso do Sul (70), Rio Grande do Sul (61), Bahia (42) e São Paulo (19). Na sequência aparecem Goiás (8), Mato Grosso (7), Minas Gerais (5), Rondônia (3), Santa Catarina (2) e o Distrito Federal (1).

Segundo Cláudia Godoy, pesquisadora da Embrapa Soja, o problema exige atenção constante, especialmente diante do alongamento da janela de plantio. “Hoje a ferrugem não é a principal doença que ocorre nas lavouras, mas ainda continua sendo a doença mais severa da soja, com maior potencial de causar perda”, afirma.

De acordo com a pesquisadora, os primeiros focos da doença costumam surgir na região Sul, principalmente no Paraná, influenciados por fatores climáticos e pelo calendário agrícola de países vizinhos. “Quando a gente observa os dados do consórcio, normalmente a ferrugem começa pelo Paraná, pela região Sul, não só em função do plantio, mas também por causa do Paraguai, que planta antes. O Paraguai começa a plantar já no início de setembro”, explica.

Outro ponto relevante é a sobrevivência do fungo durante o inverno. No Sul, as condições são mais favoráveis à manutenção do inóculo, diferentemente do Cerrado. “No Paraná, como temos chuvas durante o inverno, há maior sobrevivência de esporos de ferrugem em plantas voluntárias, o que mantém o inóculo. Diferente do Cerrado, que é muito seco e não favorece essa sobrevivência”, destaca.

Nesta safra, um dos principais fatores de preocupação é a ampliação da janela de plantio, que aumenta o risco para lavouras semeadas mais tarde. “O que temos observado é que a janela de plantio está se estendendo demais. O principal controle da ferrugem hoje é semear cedo, com material precoce, até para viabilizar a segunda safra de milho. Mas quando você abre essa janela, as lavouras plantadas mais tarde, principalmente em novembro, acabam pegando um inóculo maior vindo das primeiras áreas”, alerta.

Segundo ela, produtores que precisaram replantar, seja por seca ou granizo, devem redobrar os cuidados. “Semeaduras após novembro são muito mais favoráveis para a ocorrência de ferrugem. O produtor que plantou mais tarde precisa ter atenção, porque o risco é maior”, afirma.

O monitoramento das lavouras e das condições climáticas é essencial para o manejo eficiente da doença. “O produtor pode acompanhar as ocorrências pelo site do consórcio de ferrugem ou por aplicativos. Quando surgem os primeiros casos, são emitidos alertas, porque é um fungo que se dissemina pelo vento. A partir do momento em que aparece na região, já existe inóculo”, explica.

Ela reforça que o clima também precisa ser considerado na tomada de decisão. “Não basta só a presença do fungo. É preciso observar o clima. Às vezes está muito seco e não é tão favorável. A doença depende sempre da combinação entre o patógeno, o hospedeiro, que é a soja, e condições climáticas adequadas”, pontua.

Por fim, a pesquisadora destaca que o controle deve ser antecipado, já que a ferrugem apresenta resistência e é difícil de conter após a instalação. “A ferrugem tem bastante resistência hoje. O produtor não pode esperar ela entrar na lavoura para controlar. É fundamental começar com controle preventivo, utilizando produtos eficientes, porque depois que ela se instala é difícil segurar. O objetivo é manter a lavoura limpa para evitar perdas de produtividade”, conclui.

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China registra 219 casos de febre aftosa em rebanhos bovinos


Bovinos da raça Sindi puros de origem (PO) da Embrapa reconhecidos pela ABCZ. Foto: Fernanda Birolo/Embrapa Semiárido
Bovinos da raça Sindi puros de origem (PO) da Embrapa reconhecidos pela ABCZ. Foto: Fernanda Birolo/Embrapa Semiárido

A China confirmou surtos de febre aftosa em rebanhos bovinos nas regiões de Gansu e Xinjiang. Ao todo, 219 animais foram infectados em dois plantéis que somam mais de 6 mil cabeças.

As autoridades locais adotaram medidas sanitárias para conter a disseminação da doença, incluindo o abate dos animais afetados e a desinfecção das áreas.

Segundo analistas do setor, trata-se da primeira ocorrência do sorotipo SAT1 no país. Essa variante preocupa, já que as vacinas atualmente utilizadas não oferecem proteção, o que pode dificultar o controle do surto e gerar impactos no mercado pecuário.

*Com informações da agência Reuters

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Quaresma derruba demanda e mantém preços do suíno pressionados


Foto: Leandro Balbino/ Canal Rural MT

A demanda enfraquecida durante a Quaresma manteve os preços do setor suinícola brasileiro pressionados ao longo de março. Segundo levantamento do Cepea, o período religioso reduziu o consumo de carne suína e limitou o ritmo de negócios no mercado interno.

Além da menor demanda, o setor foi impactado pelo cenário geopolítico internacional. As oscilações do dólar e a forte valorização do petróleo aumentaram a incerteza entre os agentes, afastando parte das negociações.

De acordo com o Cepea, esse ambiente mais cauteloso contribuiu para um ritmo mais lento de comercialização, reforçando a fraqueza observada nos preços.

Primeiro trimestre foi marcado por baixa liquidez

O desempenho mais fraco não ficou restrito a março. Ao longo de todo o primeiro trimestre de 2026, o mercado de suínos já vinha operando com menor liquidez, reflexo do descompasso entre oferta e demanda interna.

A Quaresma intensificou esse cenário, ampliando a dificuldade de escoamento da produção no período.

Expectativas para abril

Para abril, as perspectivas seguem incertas. Parte dos agentes consultados pelo Cepea mantém postura cautelosa, diante do desempenho negativo registrado no primeiro trimestre, tanto em preços quanto em consumo.

Por outro lado, há expectativa de recuperação. O fim da Quaresma e a entrada da primeira quinzena do mês, período em que há maior circulação de renda devido ao pagamento de salários, podem estimular a demanda e favorecer uma reação nos preços.

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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de azeite ganha ritmo no sul do RS


A colheita de azeitonas avança na região administrativa de Bagé, no Rio Grande do Sul, e já alcança cerca de 30% da área em idade produtiva. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (26) pela Emater/RS-Ascar.

De acordo com o relatório, os trabalhos se concentram especialmente nas cultivares Arbequina, Arbosana e Frantoio, presentes em pomares de Bagé e municípios vizinhos.

Segundo a Emater/RS-Ascar, as primeiras cargas encaminhadas para processamento apresentaram rendimento reduzido na extração de azeite. O informativo registra que “as primeiras cargas processadas apresentaram rendimento de azeite bastante baixo, de 4,5% a 5%, onde houve estresse causado pela estiagem na fase final de maturação das azeitonas”.

Com o avanço da colheita, no entanto, os índices de extração passaram a melhorar. De acordo com o documento, “atualmente o rendimento já passou para patamares mais satisfatórios, de 11% a 12%”.

O relatório também aponta expectativa positiva em relação à qualidade do azeite produzido nesta safra. Conforme a Emater/RS-Ascar, as condições sanitárias dos olivais e o clima durante o período de colheita contribuem para esse cenário.

Enquanto a nova produção não chega ao mercado, a oferta do produto na região permanece limitada. Segundo o informativo, o azeite disponível nas lojas e mercados locais está praticamente esgotado desde o início do ano, o que tem aumentado a expectativa dos consumidores pela chegada da nova safra ao comércio. A previsão é de que os primeiros lotes estejam disponíveis apenas no final de abril.

A safra também foi marcada pela realização da 1ª Abertura Oficial da Colheita da Azeitona de Bagé, ocorrida em 18 de março. O encontro reuniu produtores, instituições, autoridades, guias de turismo, representantes da rede hoteleira, restaurantes e profissionais da comunicação.





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Disparada do diesel interrompe queda no preço do frango


indústria processando da carne de frango
Foto : Jonathan Campos/AEN

O movimento de queda nos preços da carne de frango, observado desde o início de 2026, perdeu força nos últimos dias de março. Levantamento do Cepea indica que a reação nas cotações foi impulsionada principalmente pelo aumento dos custos logísticos.

Segundo pesquisadores do Cepea, o encarecimento dos fretes está diretamente ligado ao cenário internacional. O conflito no Oriente Médio elevou os preços do petróleo, o que tem pressionado o valor do diesel no Brasil.

Com isso, empresas do setor de frango de corte passaram a repassar os custos ao longo da cadeia, sustentando a recuperação dos preços no fim do mês.

Preços reagem na última semana

Dados do Cepea mostram que praticamente todos os produtos acompanhados registraram alta entre os dias 24 e 31 de março.

No atacado da Grande São Paulo, o frango congelado, que acumulava queda de 6,2% até o dia 19, encerrou o mês com recuo leve de apenas 0,3%, sinalizando reversão da tendência mais intensa de baixa.

Queda no trimestre ainda é expressiva

Apesar da recuperação pontual no fim de março, o primeiro trimestre de 2026 foi marcado por forte pressão negativa nos preços.

O frango inteiro congelado negociado no atacado da Grande São Paulo acumulou desvalorização de 9,4% entre janeiro e março.

Oferta maior que demanda pesou no mercado

De acordo com o Cepea, o cenário de baixa ao longo do trimestre foi resultado do descompasso entre oferta e demanda interna.

A disponibilidade elevada de produto, sem crescimento equivalente no consumo, manteve as cotações pressionadas na maior parte do período, com alívio apenas nos últimos dias do mês.

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Preço do boi gordo avança e março e é o mais alto desde 2022, segundo o Cepea


pará, boi, vaca louca - protocolo
Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

Mesmo diante das incertezas e dos impactos do conflito no Oriente Médio sobre os mercados, o setor pecuário brasileiro manteve firmeza ao longo de março, com valorização da arroba do boi gordo.

Levantamento do Cepea mostra que os preços iniciaram o mês sustentados nos níveis de fevereiro, impulsionados pela combinação de oferta restrita de animais prontos para abate e demanda externa aquecida.

Preço médio avança e bate recorde nominal

Em março, o Indicador do boi gordo Cepea/Esalq teve média de R$ 350,18 por arroba, acima dos R$ 342,25 registrados em fevereiro.

No último dia do mês, a arroba foi negociada a R$ 356,00, o maior valor nominal da série histórica do Cepea.

Já em termos reais, considerando os valores deflacionados pelo IGP-DI de fevereiro de 2026, a média mensal é a mais alta desde fevereiro de 2022.

Oferta restrita sustenta valorização

Segundo pesquisadores do Cepea, as chuvas ao longo de março favoreceram as pastagens, permitindo que pecuaristas mantivessem os animais no campo por mais tempo.

Com isso, a oferta de boiadas prontas para abate permaneceu limitada ao longo do mês.

Diante de escalas de abate mais curtas, frigoríficos tiveram que ajustar os preços pagos pela arroba, sustentando o movimento de alta observado no período.

Demanda externa segue como suporte

Além da restrição de oferta, o bom ritmo das exportações continuou dando suporte às cotações no mercado interno.

Mesmo com o cenário externo mais incerto, a demanda internacional pela carne bovina brasileira segue contribuindo para a firmeza dos preços.

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