terça-feira, março 10, 2026

Autor: Redação

News

Morre o pecuarista Edgard Ramos, pioneiro da raça tabapuã no Rio de Janeiro


Edgard Ramos da Silva Rego Júnior
Foto: divulgação/ABCZ

O pecuarista Edgard Ramos da Silva Rego Júnior morreu no último sábado (7). Ele era associado à Associação Brasileira dos Criadores de Zebu desde março de 1998 e foi um dos pioneiros da pecuária zebuína no estado do Rio de Janeiro.

Edgard se tornou o primeiro criador da raça Tabapuã no estado e também se destacou na produção de leite a partir do trabalho de seleção com a raça Gir Leiteiro.

O velório foi realizado nesta segunda-feira (9), na Capela Memorial do Crematório Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro.

Em nota, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu manifestou solidariedade à família e aos amigos.

O post Morre o pecuarista Edgard Ramos, pioneiro da raça tabapuã no Rio de Janeiro apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Colheita de soja é a mais lenta das últimas cinco safras, diz AgRural


Caminhão durante a colheita de soja
Foto: Canal Rural Mato Grosso

A área cultivada com soja no Brasil na safra 2025/26 estava 51% colhida até quinta-feira passada (5) em comparação com 39% uma semana antes e 61% um ano atrás, de acordo com levantamento da AgRural. Mesmo com o bom avanço registrado na semana, a colheita manteve-se como a mais lenta desde a safra 2020/21.

Com março em curso e Mato Grosso entrando na reta final da colheita, as atenções agora estão mais voltadas para a definição da safra nas áreas de calendário mais tardio, que têm sofrido ou com falta de chuva, ou com excesso.

No Rio Grande do Sul, o temor é de que novos cortes de produtividade ocorram por causa da estiagem. No Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia), os grandes volumes de chuva dificultam a colheita e ameaçam a qualidade dos grãos em parte das lavouras.

Plantio do milho

O plantio da safrinha de milho 2026 alcançava na quinta passada 82% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil, em comparação com 66% uma semana antes e 92% no mesmo período do ano passado, segundo dados da AgRural.

Apesar dos esforços dos produtores para acelerar as máquinas e não estender os trabalhos para muito além da janela ideal, o ritmo da região ainda é o mais lento desde 2022. Além disso, existe preocupação em alguns pontos do Paraná e de Mato Grosso do Sul por causa da falta de umidade.

O milho verão 2025/26 estava 42% colhido no Centro-Sul do Brasil até quinta passada, em comparação com 36% na semana anterior e 54% um ano atrás.

O post Colheita de soja é a mais lenta das últimas cinco safras, diz AgRural apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil registra recordes na suinocultura em 2025


O desempenho da suinocultura brasileira em 2025 registrou novos recordes de produção, exportação, importação e disponibilidade interna de carne suína. As informações constam no Boletim Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab).

De acordo com o Departamento de Economia Rural, os resultados consideram os primeiros dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e informações do sistema Agrostat, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Segundo o boletim, “o desempenho da suinocultura brasileira em 2025 foi marcado pelo estabelecimento de novos recordes na atividade”.

Em 2025, a produção nacional alcançou 5,598 milhões de toneladas de carne suína, volume 4,5% superior ao registrado em 2024, que até então detinha o recorde da série histórica iniciada em 1997. O resultado foi obtido a partir do abate de 60,15 milhões de suínos, número 3,4% maior que o do ano anterior e também o maior já registrado.

Do total produzido, cerca de 1,471 milhão de toneladas foram destinadas ao mercado externo, o equivalente a 26,3% da produção nacional. As exportações cresceram 12,7% em relação a 2024, estabelecendo um novo patamar para o setor.

O levantamento também aponta que as importações de carne suína atingiram 22,853 mil toneladas, o maior volume já registrado. O total corresponde a 0,4% da produção nacional e representa aumento de 18,3% em relação ao ano anterior, superando em 1,1% o recorde anterior, alcançado em 2022. Do volume importado, 95,2% corresponderam a miudezas, 4,5% a carne suína in natura e 0,3% a carne suína industrializada.

A disponibilidade interna chegou a 4,150 milhões de toneladas, também o maior volume da série histórica. O resultado representa aumento de 2,0% em comparação com 2024 e de 0,9% frente ao recorde anterior, registrado em 2023.

Segundo o boletim do Departamento de Economia Rural, as perspectivas para 2026 indicam a possibilidade de novos recordes, especialmente na produção e nas exportações de carne suína, mantendo a trajetória de crescimento do setor.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores intensificam colheita de mandioca


A cultura da mandioca segue em desenvolvimento e colheita em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área cultivada soma 6.329 hectares, com produtividade inicial estimada em 17.052 quilos por hectare. Segundo o informativo da Emater/RS-Ascar, “a cultura apresenta bom desenvolvimento, plantas sadias e manejo adequado nas áreas cultivadas”. A colheita avança gradualmente e já alcança cerca de 15% da área.

Ainda conforme o levantamento, a qualidade do produto destinado ao consumo é considerada adequada, enquanto os produtores mantêm o controle de plantas invasoras nas lavouras. As agroindústrias que processam mandioca descascada e congelada operam com estoques considerados satisfatórios, com preços de R$ 7,50 por quilo.

Na comercialização direta ao consumidor, a mandioca com casca é vendida a cerca de R$ 6,00 por quilo. Já o produto descascado varia entre R$ 8,00 e R$ 12,00 por quilo, dependendo do ponto de venda. Também há oferta de produtos congelados oriundos de unidades familiares, com preços entre R$ 5,50 e R$ 7,00 por quilo.

Na região administrativa de Soledade, a cultura encontra-se nas fases de desenvolvimento vegetativo e formação de raízes. O início da colheita já foi registrado em áreas com variedades de ciclo precoce.

Na região de Lajeado, no município de Cruzeiro do Sul, a mandioca está em fase de colheita e comercialização. De acordo com o informativo da Emater/RS-Ascar, houve leve atraso em relação ao ano anterior, e a colheita deve se intensificar ao longo deste mês conforme o ritmo das vendas. O levantamento aponta ainda que as plantas apresentam desenvolvimento regular e sanidade nas áreas cultivadas. O preço recebido pelo agricultor está em torno de R$ 40,00 por caixa de 22 quilos.





Source link

News

Selo federal abre mercado nacional para queijos e ovos de Araçatuba


Queijos
Foto: Divulgação/Mapa

A integração do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) de Araçatuba (SP) ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), abre novos mercados para agroindústrias locais.

A portaria que oficializa a adesão foi publicada na última segunda-feira (2). Com a equivalência ao sistema federal, produtos de origem animal inspecionados pelo município passam a poder ser comercializados em todo o território nacional.

Atualmente, o SIM de Araçatuba conta com 13 empresas registradas, das quais duas já receberam autorização para vender fora dos limites do município: um laticínio e uma granja de ovos.

Segundo o superintendente do Ministério da Agricultura em São Paulo, Estanislau Steck, a integração ao Sisbi-POA tem sido incentivada junto às prefeituras por ampliar oportunidades de mercado para agroindústrias locais, além de estimular geração de emprego, renda e arrecadação municipal.

A auditora fiscal federal agropecuária, Amélia Cristina Cruz da Silva Teixeira, que acompanha os processos de adesão no estado, orientou as equipes envolvidas na estruturação do sistema em Araçatuba.

Processo de adequação

O veterinário do SIM de Araçatuba, Rafael Silva Cipriano, explica que o processo de mobilização para atender às exigências do sistema começou em 2016, com mudanças na legislação municipal.

Pouco antes da pandemia, a prefeitura identificou a possibilidade de integração ao Sisbi-POA, mas o avanço foi interrompido pelas restrições daquele período.

Os trabalhos foram retomados em 2023, com a publicação da lei que instituiu o SIM conforme as exigências do sistema nacional. Equipes do município também visitaram São José do Rio Preto (SP), que já integra o Sisbi, para conhecer o funcionamento do modelo.

A partir disso, foram realizadas as adequações necessárias na estrutura do serviço e nos estabelecimentos que buscavam a certificação.

Expansão das agroindústrias

Uma das empresas habilitadas é um laticínio familiar que produz diferentes tipos de queijos. De acordo com um dos proprietários, a estrutura da unidade passou por adaptações para atender às exigências sanitárias, incluindo a instalação de novas câmaras frias e a reorganização do fluxo de produção.

Hoje, a atividade envolve 13 pessoas, entre familiares e funcionários, desde a produção de leite até a fabricação, venda e entrega dos queijos. A expectativa inicial é ampliar a comercialização para cidades da região.

A outra empresa autorizada é uma granja de ovos. A responsável técnica, Aline Carvalho, afirma que a intenção também é expandir o mercado, embora a produção esteja limitada no momento pela falta de matrizes.

Atualmente, cinco funcionários atuam na produção de ovos, que são vendidos em loja própria e distribuídos para mercados, padarias e restaurantes da cidade. A granja foi fundada na década de 1950 por imigrantes japoneses.

O post Selo federal abre mercado nacional para queijos e ovos de Araçatuba apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Milho segue em alta, apesar de possíveis impactos da guerra no Oriente Médio


De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.
De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.

O preço do milho segue em alta nesse inicio de mês na região de Campinas. Apesar da alta demanda no mercado, alguns produtores não estão com pressa para realizarem vendas no período. Isso ocorre pois suas atenções estão voltadas para a colheita e novo plantio, visto que estamos no fim da primeira safra anual e iniciando a segunda. Indicadores de mercado mostram que valores chegam a R$ 70/saca, valor que não era registrado desde dezembro de 2025.

Pesquisadores do Cepea relatam que em outras regiões os valores também vem de crescentes, principalmente em locais onde o consumo do grão é grande. Zonas em que a produção de soja vem sendo o foco, elevação de cotações também ocorre.

No Sul, a situação é oposta

Na parte mais baixa do país, os preços seguem caindo. O motivo decorre da grande oferta de milho da região. O local ficou marcado no inicio do ano como o maior produtor dessa primeira safra. Outro fator que influencia na queda de valores é fato das colheitas estarem adiantadas no território sulista.

De olho no Oriente Médio

O conflito no Oriente Médio tem deixado agentes consultados pelo Cepea em alerta. Principal importador do milho brasileiro em 2025, o Irã consumiu 9 milhões de toneladas no ano passado. Apesar da preocupação, as exportações do cereal costumas se intensificar apenas no segundo semestre do ano, então os impacto ainda são pequenos nesse momento.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

O post Milho segue em alta, apesar de possíveis impactos da guerra no Oriente Médio apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mercado mantém previsão de inflação para 2026


dinheiro, inflação, salário-mínimo
Dinheiro, Real Moeda brasileira

As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2026, a expansão da economia e o índice de inflação, ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (9) do Boletim Focus. A pesquisa com instituições financeiras é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).

A estimativa para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

Nesta edição do Boletim Focus, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,41 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

Inflação

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ,considerada a inflação oficial do país, permaneceu em 3,91% para este ano. Para 2027, a projeção da inflação passou de 3,79% para 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5%, para ambos os anos.

A estimativa para a variação de preços em 2026 se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o IBGE, o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.

A inflação de fevereiro será divulgada na próxima quinta-feira (12) pelo instituto.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não interferiu nos juros pela quinta vez seguida, na última reunião, no fim de janeiro.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.

A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi elevada nesta edição do Boletim Focus – de 12% ao ano para 12,13% ao ano, até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

O post Mercado mantém previsão de inflação para 2026 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Conflito no Oriente Médio deve fazer demanda por soja brasileira crescer, avalia Cepea


Plano Safra, colheita da soja, grãos. usda, soja, empregos
Foto: Arquivo/Agência Brasil

O mercado da soja nesse inicio de março vem sendo marcado pelo aumento das vendas. Os fatores para essa crescente são vários. Todo ano já é comum neste período a procura pelo produto ser maior, por conta da entrada de safra. Pesquisadores do Cepea afirmam que países que não tem o costume de comprar com o Brasil devem fechar negócios de importação nos próximos dias.

Influência da guerra no Oriente Médio

Os conflitos travados em outra região do mundo podem influenciar na demanda da soja brasileira. Acontecimentos da guerra devem ocasionar a aproximação de outros países ao mercado do Brasil. Segundo o United States Department of Agriculture (USDA), é previsto que 61% da soja comercializada pelo mundo nas próximas semanas devem ter origem de solos brasileiros.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Outro fator relacionado ao Oriente Médio que pode interferir na demanda é o bloqueio que o Irã fez no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo. Esse fechamento pode gerar interferência no aumento do preço de combustíveis, ocasionando no crescimento das tarifas de frete. Diante disso, o valor recebido pelos produtores deve diminuir.

Agentes consultados já apresentam estar mais ativos em suas vendas, na intenção de acelerar o recebimento. O receio é que a valorização do transporte se mantenha nos próximos meses e que seus lucros reduzam ainda mais. Outros pontos que motivam esse adiantamento, é o vencimento de compromissos financeiros estarem próximos e a recuperação cambial recente.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

O post Conflito no Oriente Médio deve fazer demanda por soja brasileira crescer, avalia Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Piloto automático e agricultura de precisão destacam nova Série A de tratores da Valtra


Foto: Gabriel Almeida

A Valtra, referência global na fabricação de máquinas agrícolas, apresentou ao mercado brasileiro a nova geração de tratores de média potência: a Série A5 e a A5 HiTech. Os novos modelos estarão expostos durante a Expodireto Cotrijal 2026, que ocorre de 9 a 13 de março em Não-Me-Toque (RS).

O lançamento foi acompanhado pelo Canal Rural durante o evento Eu Sou + Valtra, realizado na última semana em Londrina (PR), onde a fabricante revelou em primeira mão os detalhes da nova linha.

A quinta geração representa uma evolução da consagrada Série A4 e chega com renovação no design, atualizações no conjunto de motorização e um avanço tecnológico voltado à agricultura de precisão.

Uma das principais mudanças está no visual. A nova Série A5 passa a seguir o premiado design global da marca, desenvolvido na Finlândia. No Brasil, a linha mantém a tradicional cor amarela da fabricante, mas ganha um capô redesenhado e mais moderno, alinhado a conceitos inspirados no design automobilístico.

Segundo Winston Quintas, coordenador de Marketing e Produto de Tratores da Valtra, a identidade visual também evoluiu nos detalhes. “Ela chega com um novo design da Valtra, trazendo conceitos automobilísticos. A gente deixou de usar adesivos e agora utiliza plaquetas de identificação próximas ao farol”, explica.

Outro avanço importante está na motorização. “A nova geração utiliza motores AGCO Power com potência entre 105 e 145 cavalos, projetados para oferecer maior eficiência térmica. Na prática, isso significa mais desempenho no campo aliado a melhor aproveitamento do combustível”, comenta o coordenador.

A linha também amplia o acesso às tecnologias da marca, com soluções de agricultura de precisão embarcadas em todos os modelos. Entre elas está o piloto automático hidráulico, que permite maior precisão nas operações e reduz a necessidade de traçados manuais por parte do operador.

Entre as ferramentas disponíveis estão o Wayline Assist, que auxilia na criação e no gerenciamento de linhas de orientação dentro da área cultivada, e o TaskDoc, sistema que registra automaticamente dados das operações agrícolas e permite o acompanhamento remoto das atividades da máquina.

Para produtores que buscam versatilidade, a versão A5 HiTech ganha destaque com a transmissão PowerShift HiTech4. Reconhecida pela robustez e facilidade de operação, a tecnologia permite trocas de marcha sem o uso da embreagem e oferece diferentes modos de trabalho para aumentar a produtividade.

“A Série A5 HiTech possui uma versatilidade que faz com que ela seja a solução ideal para operações que exigem agilidade e precisão, como preparo de solo, plantio de grãos graúdos e miúdos e diversas aplicações”, afirma Quintas.

A cabine também recebeu melhorias para ampliar o conforto do operador. O espaço interno foi projetado para oferecer mais amplitude e permitir que duas pessoas permaneçam no interior da cabine com comodidade durante as operações no campo.

Outro destaque é a integração com o sistema SmartTouch, interface que simplifica a interação entre operador e máquina. Segundo a fabricante, em apenas sete toques é possível configurar funções e colocar o trator em operação, enquanto outros sistemas podem exigir até 30 comandos. Com isso, a Valtra busca tornar a operação mais intuitiva, reduzir a complexidade no uso da tecnologia e aumentar a eficiência das atividades no campo.

O post Piloto automático e agricultura de precisão destacam nova Série A de tratores da Valtra apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link