segunda-feira, agosto 3, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Show Rural Coopavel 2025 bate recorde de público e vendas



A 38ª edição do Show Rural Coopavel já tem data marcada




Foto: Aline Merladete

A 37ª edição do Show Rural Coopavel entrou para a história ao registrar números impressionantes. O evento, realizado entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em Cascavel (PR), recebeu um público recorde de 407.094 visitantes e movimentou R$ 7,05 bilhões, superando em quase R$ 1 bilhão a edição anterior.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, que celebrou o sucesso da feira e agradeceu aos envolvidos. “Estamos muito felizes com o resultado e só temos a agradecer a todos que fazem este grande evento acontecer”, afirmou.

Com 600 expositores do Brasil e do exterior, o Show Rural reafirmou sua posição como um dos maiores eventos do setor agropecuário do país, apresentando inovações e tecnologias voltadas para o agronegócio.

O quinto e último dia de evento recebeu 58.404 visitantes, ultrapassando a marca do ano passado, quando 58.216 pessoas passaram pelo parque tecnológico da Coopavel. O recorde geral de público também superou a melhor marca anterior, registrada em 2024, que havia reunido 391.316 pessoas.

Além do crescimento no número de visitantes, a movimentação financeira de R$ 7,05 bilhões superou os R$ 6,1 bilhões de 2024, consolidando a feira como um motor do agronegócio nacional.

A 38ª edição do Show Rural Coopavel já tem data marcada: o evento acontecerá de 9 a 13 de fevereiro de 2026.





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Gosta de moda de viola? Aqui vai uma lista das 15 mais aclamadas



Domingo é bom para dar aquele vistoriada com calma na fazenda, mas também é perfeito para desanuviar a cabeça, juntar a família e ouvir moda de viola. Além de emocionar o ouvinte, essa expressão artística tão brasileira quanto apaixonante tem a característica de contar histórias.

São “causos” que envolvem saga de boiadeiros e lavradores, o mundo do campo e, também, histórias de amor, em sua maioria trágicas. O gênero tem origem sertaneja e mistura toadas, cururus, guarânias, cateretês, emboladas, marchas e valsas.

Sem a pretensão de eleger as melhores, aqui vai uma lista das 15, digamos, mais aclamadas:

  • Caboclo na cidade – Chitãozinho e Xororó

  • Rei do Gado – Tião Carreiro e Pardinho

  • Tristeza do Jeca – Tonico e Tinoco

  • Menino da porteira – Sérgio Reis

  • Chico Mineiro – Tonico e Tinoco

  • Rancho fundo – Chitãozinho e Xororó



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AgroNewsPolítica & Agro

produtores otimistas, mas irrigação preocupa



Escassez de água ameaça lavouras de arroz




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13), a safra de arroz no Rio Grande do Sul apresenta cenários distintos entre as regiões. Enquanto Pelotas mantém boas condições para o cultivo, com 57% das áreas em fase vegetativa, 28% em floração e 15% em enchimento de grãos, outras regiões enfrentam desafios com a irrigação devido à falta de chuvas.

A produtividade média na região de Pelotas está estimada entre 9 mil e 10 mil kg/ha, sem relatos de escassez de água ou dificuldades na irrigação. No entanto, em Santa Maria, os baixos níveis de mananciais e açudes já impactam o manejo da irrigação por inundação, afetando as lavouras que dependem de arroios e sangas, com possíveis perdas no rendimento.

Situação crítica em Santa Rosa e manejo racional em Soledade

Na região de Santa Rosa, a disponibilidade de água para irrigação é considerada crítica, e os produtores aguardam as chuvas previstas para decidir se será necessário o bombeamento de água dos córregos.

Já em Soledade, a estratégia adotada é o uso racional da água para garantir o suprimento ao longo do ciclo. Em algumas propriedades, a irrigação foi temporariamente suspensa, sendo complementada com a água da chuva. Apesar da escassez hídrica, as lavouras mantêm sanidade e bom estado nutricional.

A comercialização da saca de 50 quilos segue acompanhada pela Emater/RS-Ascar, com preços médios monitorados semanalmente.





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Temporais virão seguidos de muito sol em 3 regiões; veja a previsão de hoje



Não chovia, no Sul, agora caem temporais. As precipitações não davam folga para o Sudeste, agora faz tempo firme. Confira a dinâmica do tempo deste domingo (16) para as cinco regiões brasileiras:

Sul

Os temporais continuam sobre o Rio Grande do Sul e a chuva pode ocorrer em vários períodos na Serra e na região da Grande Porto Alegre. Tempo mais instável com risco de chuva forte no centro-oeste e sul de Santa Catarina e no sul do Paraná.

Sudeste

Tempo aberto, sem previsão de chuva na maior parte da Região. Alguns núcleos mais isolados podem ocorrer na Mantiqueira, no sul de Minas Gerais, em parte do litoral norte de São Paulo e no Triângulo mineiro. Não chove no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.

Centro-Oeste

Pancadas mais irregulares, sol e muito calor em Mato Grosso do Sul e em Goiás. Nesses estados, a maior parte da chuva se concentra entre os períodos da tarde e da noite. Chove com risco de temporais no centro-norte e leste de Mato Grosso.

Nordeste

Pancadas moderadas a forte no leste e litoral da Bahia. Chuva moderada desde Aracaju a Natal. Risco alto para pancadas fortes entre Maranhão, Piauí e o litoral do Ceará.

Norte

O risco de temporal continua elevado em grande parte da região. Dia instável com muita nebulosidade e pancadas fortes no Amazonas, Pará, Tocantins, Acre, Amapá e em Rondônia. Em Roraima, o sol tende a aparecer mais e as pancadas se concentram entre tarde e noite.



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Produtividade do girassol varia no RS; MT diminui plantio



Goiás aposta no girassol como alternativa ao milho




Foto: Divulgação

O quinto levantamento da safra de grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que a colheita do girassol no Rio Grande do Sul está em fase final, enquanto Mato Grosso segue reduzindo sua área plantada e Goiás aposta na cultura como alternativa ao milho.

No Rio Grande do Sul, a colheita do girassol está praticamente concluída, restando apenas 4% das áreas em maturação. A expectativa é que o processo seja finalizado até fevereiro. A produtividade tem variado entre 1.500 kg/ha e 3.000 kg/ha, influenciada pelo nível de investimento tecnológico, uso de insumos e condições climáticas.

A regularidade das chuvas durante o desenvolvimento da cultura e as temperaturas amenas na floração e enchimento de grãos favoreceram a safra. No final do ciclo, o clima seco contribuiu para uma boa maturação e qualidade dos grãos.

Já em Mato Grosso, o cenário não é favorável para o girassol. A cultura tem perdido espaço para milho, feijão-caupi e gergelim, que oferecem melhor retorno financeiro, maior facilidade logística e melhor adaptação ao clima da segunda safra.

Em Goiás, a estimativa de plantio para a safra 2024/25 é de 60 mil hectares. O girassol tem se consolidado como uma opção viável em regiões com histórico de estiagem, devido ao seu sistema radicular profundo, que permite maior tolerância ao déficit hídrico em comparação ao milho.

A rentabilidade e a resistência da cultura à seca têm incentivado produtores a adotá-la como uma alternativa promissora para a segunda safra.





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Paraná colhe 33% da soja



Região sul lidera os trabalhos




Foto: Pixabay

A colheita da soja no Paraná avançou 10 pontos percentuais na última semana, alcançando 33% da área total estimada em 5,77 milhões de hectares. Os dados são do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Departamento de Economia Rural (Deral).

Na semana anterior, o índice de colheita estava em 23%, o que demonstra um ritmo acelerado das atividades no campo. No momento, restam 3,8 milhões de hectares a serem colhidos, com maior concentração nas regiões sul (40%) e norte (35%) do estado.

As condições das lavouras seguem estáveis, com 77% da área classificada como boa, enquanto 20% apresentam condição mediana e apenas 4% são consideradas ruins.

O avanço da colheita ocorre em um momento de expectativa para os produtores, que acompanham os impactos do clima sobre a produtividade e a qualidade da safra.





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Boi gordo encerra a semana com queda



As indústrias frigoríficas seguem com escalas de abate confortáveis




Foto: Canva

De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, oferta elevada de boiadas e o ritmo lento no escoamento da carne bovina pressionaram os preços do boi gordo em São Paulo e Minas Gerais. As indústrias frigoríficas seguem com escalas de abate confortáveis, em média de sete dias, o que reduziu o ritmo das compras.

Com isso, o preço do boi gordo encerra a semana com queda de R$ 2,00 por arroba em São Paulo. Já os preços das fêmeas permaneceram estáveis.

No Minas Gerais, o estado também registrou recuo nos preços, acompanhando a boa oferta de boiadas, principalmente de fêmeas. No Triângulo Mineiro, o boi gordo, a vaca e a novilha caíram R$ 3,00/@.

Em Belo Horizonte, a arroba do boi gordo também teve redução de R$ 3,00, enquanto os preços das fêmeas seguiram estáveis.

Na região Norte, a vaca caiu R$ 3,00/@ e a novilha R$ 2,00/@, enquanto o boi gordo manteve os valores da semana anterior. Já no Sul do estado, as quedas foram mais acentuadas: R$ 4,00/@ para a vaca e R$ 5,00/@ para a novilha.

Na região Sul da Bahia, a boa oferta de animais garantiu escalas de abate confortáveis, chegando a duas semanas. Com isso, o preço da novilha recuou R$ 3,00/@.





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Produção de banana no Paraná cai 30% em dez anos


O Paraná consolidou-se como o 13º maior produtor de bananas do Brasil em 2023, segundo o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral), divulgado na quinta-feira (13). O estado registrou uma produção de 148,2 mil toneladas em uma área de 7,5 mil hectares, gerando um Valor Bruto de Produção (VBP) de R$ 213,3 milhões.

Apesar da relevância da cultura, os dados apontam queda de 30,1% na produção e de 22,2% na área cultivada na última década. Em 2014, a colheita era de 230,2 mil toneladas e a área plantada somava 9,9 mil hectares.

A bananicultura paranaense está presente em 311 municípios, mas é fortemente concentrada no Litoral do estado, que responde por 59% da produção. O município de Guaratuba se destaca com 76,8 mil toneladas colhidas, representando 47,8% da produção estadual. A comunidade de Cubatão é o principal polo produtor.

Outras regiões de destaque são:

Região de Apucarana – 9,8% da produção estadual, com Novo Itacolomi como principal produtor.

Norte Pioneiro – 5,8% da produção, com Santa Amélia liderando na região.

Região Metropolitana de Curitiba – 4,4% da colheita estadual, com destaque para São José dos Pinhais.

Juntas, essas quatro regiões concentram 79,5% da bananicultura do Paraná.

O preço da banana sofreu oscilações nos últimos meses. Em janeiro, o produtor paranaense recebeu R$ 32,48 por caixa de 22 kg, valor 8,3% menor que em dezembro de 2024. Entretanto, comparado a janeiro do ano passado, houve alta de 25,2%.

No atacado da Ceasa de Curitiba, a banana caturra/nanica de primeira caiu 18,1% em um mês e 35,7% em relação a 2024. No varejo, o preço médio do quilo ficou em R$ 5,31, uma alta de 35,6% na comparação anual.

As fortes chuvas no Litoral, especialmente em Guaratuba, causaram alagamentos em 1,5 mil hectares de bananais, sendo 80 hectares com perda total. O impacto deve refletir na qualidade da fruta e no custo de beneficiamento.

Apesar da queda na produção, o Paraná mantém-se como um importante fornecedor de bananas no mercado nacional.





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Alta nos custos preocupa produtores de leite


As altas temperaturas, frequentemente próximas dos 40°C, têm impactado o bem-estar dos rebanhos e a produtividade do leite no Rio Grande do Sul, segundo o Boletim Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13). A sensação térmica elevada e a escassez de forragem agravam o cenário, obrigando os produtores a recorrerem à suplementação alimentar, o que aumenta os custos operacionais.

Apesar da adoção de estratégias como pastoreio em horários mais frescos do dia, a oferta de alimento natural não tem sido suficiente para atender à demanda nutricional dos animais. Com isso, a produção de leite segue em queda, refletindo um momento crítico para a atividade.

Campanha e Fronteira Oeste: A chuva de 5 de fevereiro melhorou a oferta de forragem em algumas propriedades da região de Bagé, mas a necessidade de suplementação com feno e ração continua pressionando os custos. Já em Santana do Livramento, a estiagem provocou perdas de até 30% na produtividade leiteira. Em São Gabriel, as chuvas recentes ajudaram a recuperar as pastagens nativas.

Serra Gaúcha: Na região de Caxias do Sul, a produtividade do leite caiu levemente devido ao estresse térmico. A infestação de moscas foi relatada, mas o estado corporal dos bovinos segue adequado.

Noroeste e Planalto: Em Ijuí, alguns produtores enfrentam problemas reprodutivos, com um número elevado de vacas retornando ao cio. Já em Passo Fundo, a silagem de milho e trigo tem sido essencial para manter a alimentação dos animais.

Região Metropolitana e Centro do Estado: Em Porto Alegre e Santa Maria, a situação segue estável devido à suplementação alimentar. As chuvas das últimas semanas favoreceram o crescimento das pastagens, mas ainda não foram suficientes para normalizar a produção.

Missões e Fronteira Noroeste: Em Santa Rosa, produtores dependem fortemente de alimentos conservados e concentrados para suprir as necessidades nutricionais do rebanho.

Apesar dos desafios climáticos, o estado sanitário do gado leiteiro segue satisfatório, com os protocolos de controle de ectoparasitas sendo mantidos. No entanto, os custos elevados com alimentação e a queda na produção preocupam os pecuaristas.

A expectativa do setor é que a recuperação da oferta de pastagens nos próximos meses reduza a necessidade de suplementação e traga alívio financeiro para os produtores.





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Arroba do boi gordo teve queda de até 4,5% na semana; entenda se o preço deve cair ou aumentar



O mercado físico do boi gordo apresentou queda generalizada de preços para a arroba ao longo da semana.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o avanço da oferta de fêmeas entre os meses de janeiro e fevereiro foi o grande elemento baixista para justificar a pressão de queda.

“As indústrias conseguiram posicionar confortavelmente suas escalas de abate, e a expectativa é que sejam testados patamares mais baixos de preço no curtíssimo prazo”, enfatizou.

As exportações, por sua vez, estão em bom nível e são uma importante variável de suporte. “O mercado doméstico já começa a apresentar fragilidades durante a segunda quinzena de fevereiro, contando com queda das cotações, em especial em alguns cortes de maior valor agregado, como a alcatra, o contrafilé e a picanha”, ressaltou Iglesias.

Variação de preços da arroba do boi

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 14 de fevereiro em comparação com o dia 7:

  • São Paulo (capital): R$ 315, baixa de 4,45% (R$ 330)
  • Goiás (Goiânia): R$ 300, queda de 1,64% (R$ 305)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 305, retração de 3,17% (R$ 315)
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 310, diminuição de 1,59% (R$ 315)
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 320, redução de 1,54% (R$ 325)
  • Rondônia (Vilhena): R$ 280, desvalorização de 0,71% (R$ 282)

Mercado atacadista

O ambiente de negócios no atacado ainda sugere pelo recuo das cotações no curto prazo, de acordo com Iglesias. A análise considera o arrefecimento da demanda ao longo da segunda quinzena do mês.
"Percebe-se que o movimento foi mais acentuado em determinados cortes, a exemplo da picanha, alcatra e do contrafilé. Este movimento se encaixa perfeitamente no perfil de consumo delimitado para o primeiro bimestre, com a preferência da população recaindo sobre proteínas mais acessíveis", ressaltou.
O quarto do dianteiro do boi foi cotado a R$ 17,00 o quilo, queda de 4,49% frente ao valor praticado no fechamento da semana passada, de R$ 17,80 o quilo. Já o quarto do traseiro do boi foi vendido por R$ 25,00 o quilo, alta de 2,04% frente aos R$ 24,50 por quilo registrados na semana anterior.



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