quinta-feira, maio 28, 2026

Autor: Redação

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Com o objetivo de abrir mercado da carne, delegação do Brasil se reúne com importadores do Japão



Nesta segunda-feira (24), a delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou de uma reunião com a Japan Meat Trade Association, em Tóquio. O encontro faz parte da agenda oficial da missão presidencial ao Japão e teve como objetivo principal discutir a parceria comercial entre os dois países e os avanços necessários para a possível abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira.

A reunião teve como pauta, ainda, o possível reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) de que o Brasil é livre de febre aftosa sem vacinação.

A Japan Meat Trade Association representa todos os importadores japoneses de proteínas. O encontro foi sede do Banco do Brasil no Japão e contou com a participação do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e de mais de 20 associados.

“Sobre a abertura do mercado japonês para a carne bovina brasileira, já temos avanços previstos a partir desta viagem. Esperamos que as autoridades japonesas anunciem a visita de técnicos especializados ao Brasil para conhecer nosso sistema produtivo, incluindo frigoríficos e medidas sanitárias”, afirmou o ministro da Agricultura Carlos Fávaro.

Fávaro também comentou o possível reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal de que o Brasil é livre de febre aftosa sem vacinação. “Esse reconhecimento deve ocorrer em maio e, com a visita dos especialistas japoneses, estaremos dando um passo decisivo para a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira”, concluiu.

O secretário Luis Rua também destacou a importância da reunião para consolidar o Brasil como um dos principais fornecedores globais de proteínas. “O importante é fazermos do Brasil um importante player no mercado mundial de proteínas. O mercado japonês é um mercado de alto valor agregado, e o Brasil tem trabalhado para que possamos conseguir, em um breve espaço de tempo, acesso a esse importante mercado”, destacou Rua.

Agenda no Japão

Na terça-feira (25), o ministro Carlos Fávaro, juntamente com a comitiva do Mapa, irá se reunir com o ministro da Agricultura, Silvicultura e Pesca do Japão, Taku Etō, para tratar das boas perspectivas de avanço nas questões sanitárias e técnicas, com o pedido de uma visita dos técnicos japoneses ao Brasil para avaliar o sistema sanitário brasileiro.

Durante a viagem, estão previstos encontros com empresários dos setores de alimentos, agronegócio, aeroespacial, bebidas, energia, logística, siderurgia, entre outros. Além disso, devem ser assinados acordos em diversas áreas, tanto no setor público quanto no privado, abrangendo ciência e tecnologia, combustíveis sustentáveis, educação, pesca e recuperação de pastagens, fortalecendo ainda mais a cooperação bilateral.

A comitiva é liderada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja, milho e trigo iniciam semana em queda


De acordo com a TF Agroeconômica, os mercados agrícolas abriram a semana sob pressão, com quedas para soja, milho e trigo na Bolsa de Chicago (CBOT). A soja para maio iniciou o dia cotada a US$ 1007,75 por bushel, recuando 2 pontos, reflexo da entrada da safra brasileira e das incertezas sobre tarifas recíprocas a partir de abril. No Brasil, o preço da soja subiu levemente para R$ 133,38/sc, impulsionado pela quebra da safra gaúcha, que preocupa a indústria local quanto ao abastecimento. No Paraguai, o valor FAS em Assunção foi de US$ 361,04.  

“No Brasil, o preço está levemente maior, devido à forte quebra da safra gaúcha, onde estão localizadas importantes indústrias, que se preocupam com o seu abastecimento”, comenta.

O milho também abriu em baixa, com o contrato de maio em Chicago caindo para US$ 461,00 por bushel (-3,25 pontos), mantendo a tendência de realização de lucros da última sexta-feira. A guerra tarifária nos EUA impacta as exportações para o México e o etanol de milho para o Canadá, gerando incertezas. No Brasil, o milho na B3 caiu 0,90%, para R$ 79,61/sc, enquanto no indicador CEPEA teve leve alta diária de 0,07%, chegando a R$ 90,14/sc. O avanço da safrinha e o início da colheita da primeira safra mantêm o mercado doméstico tranquilo, com compradores pressionando os preços.  

“No Brasil, o bom andamento da Safrinha e a entrada da primeira safra transmitem tranquilidade aos compradores,  que pressionam os preços locais”, completa.

O trigo seguiu a mesma tendência, com o contrato de maio em Chicago recuando 6,75 pontos, para US$ 551,50 por bushel, após lucros da alta na última sexta-feira. A recente valorização foi impulsionada pelos conflitos no Mar Negro e pelos impactos de tufões na Ásia. No Brasil, a escassez do cereal eleva os preços, com o CEPEA apontando alta de 0,35% no Paraná (R$ 1.531,87/t) e de 0,60% no Rio Grande do Sul (R$ 1.431,94/t). A importação de trigo paraguaio também segue em alta, com cotações variando entre US$ 240 e US$ 290.

“No Brasil, a escassez de trigo está elevando sistematicamente os preços nos dois principais estados produtores e a importação de trigo paraguaio”, conclui.

 





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Governo limita gastos dos ministérios em R$ 128 bilhões



Com o objetivo de garantir o cumprimento da meta de resultado primário e o limite de despesas primárias de que trata a Lei Complementar nº 200/2023, o governo editou um decreto (Nº 12.416) para dispor sobre a execução orçamentária dos órgãos, dos fundos e das entidades do Poder Executivo federal até a edição do Decreto de Programação Orçamentária e Financeira (DPOF).

Isso significa que os ministérios e órgãos poderão empenhar, até novembro, somente o limite de um dezoito avos (1/18) por mês. Tal medida representa uma restrição na ordem de R$ 69,5 bilhões até novembro e de R$ 128,4 bilhões até maio.

O decreto alcança a execução provisória do Projeto de Lei Orçamentária PLOA 2025 e o início da execução da Lei Orçamentária (LOA) 2025. Em seu anexo, os limites de empenho estão sendo divididos em três períodos: até maio, até novembro e até dezembro.

Segundo o governo, a meta é adequar o ritmo de execução de despesas ao avanço do exercício e ciclo de avaliação e gestão fiscal do orçamento, como preconiza o § 1º do art. 1º da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O governo também informou, através Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), que não será divulgado o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, previsto inicialmente para o dia 22 de março.

“Para as despesas correntes discricionárias, em geral, é autorizada a execução de 1/12 dos valores inicialmente previstos. Esse regramento na antevigência da LOA tem resultado, até o momento, em significativo controle dos gastos públicos”, informou o governo em uma publicação no site do MPO.



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Ainda dá tempo! Vote no seu Personagem Soja Brasil favorito!



Faltam duas semanas para o encerramento da votação referente ao Prêmio Personagem Soja Brasil. O formulário para a computação dos votos segue aberto até o dia 7 de abril, a fim de escolher os produtores e pesquisadores que tanto contribuem para o desenvolvimento e a sustentabilidade da soja brasileira no cenário global.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

O objetivo do prêmio Soja Brasil é reconhecer os profissionais que impulsionam o crescimento e o protagonismo do grão no Brasil. E votar é simples: basta acessar este link, preencher seus dados e pronto, sua participação já está garantida.

Conheça os personagens do Soja Brasil:

Alberto Schlatter – Produtor Rural (MS)
Produtor em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, Alberto vem de uma família de origem suíça que se estabeleceu no Brasil em 1921. Sua trajetória na agricultura é marcada por tradição e inovação.

Anderson Cavenaghi – Pesquisador (UNIVAG – MT)
Engenheiro agrônomo com doutorado em proteção de plantas (FCA/UNESP – Botucatu-SP), Anderson é especialista em herbicidas e plantas daninhas. Como pesquisador da Univag-MT, ele se dedica a estudos sobre controle de plantas daninhas nas culturas do Cerrado.

Cecilia Czepak – Pesquisadora (UFG – GO)
Professora da Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás, Cecilia tem 26 anos de experiência no ensino e pesquisa. Seu foco é o manejo integrado de pragas.

Claudia D’Agostini – Produtora Rural (PR)
Produtora em Sabáudia, Paraná, Claudia assumiu, junto com sua irmã, a fazenda da família, dando continuidade ao legado da produção rural iniciado por seu pai.

Julio Cezar Franchini – Pesquisador (Embrapa Soja – PR)
Pesquisador da Embrapa Soja, Julio atua na área de manejo de solos, contribuindo para o aumento da produtividade, qualidade e sustentabilidade da cultura da soja.

Oliverio Alves de Melo – Produtor Rural (MA)
Produtor em Balsas, Maranhão, Oliverio tem formação técnica em agropecuária e administração de empresas. Em 1995, integrou o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado.



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EUA aumentam em 90% importação de ovos do Brasil



Diante da escassez de ovos causada pelo surto de gripe aviária, os Estados Unidos aumentaram em 93% a importação de ovos do Brasil em fevereiro. Além disso, o país avalia mudanças nas regras para o uso de ovos de frangos de corte, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A crise já levou à alta de 53,6% nos preços dos ovos no atacado em fevereiro, antes de um leve recuo em março nos EUA.

A gripe aviária dizimou 170 milhões de aves desde 2022, impactando o abastecimento e a inflação alimentar do país. Para enfrentar o problema, o governo Trump lançou um plano de US$ 1 bilhão para reduzir os preços, investindo em prevenção e pesquisa de vacinas. Além do Brasil, os Estados Unidos buscam importações da Turquia, Coreia do Sul e Europa.

Enquanto isso, alguns estados suspenderam leis que exigiam ovos de galinhas livres de gaiolas para tentar reduzir os preços. O estado de Nevada já pausou sua legislação, e o Arizona estuda revogar uma regra semelhante.



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Colheita de soja atinge quase 80% no Brasil



A colheita da safra de soja 2024/25 atingiu 77% da área cultivada no Brasil, na quinta-feira passada (20), em comparação com 70% uma semana antes e 69% no mesmo período da safra anterior, de acordo com levantamento da AgRural.

Os 77% coletados são o índice mais alto para esta época do ano desde a safra 2010/11, quando a AgRural deu início a seus levantamentos semanais por estado. O ritmo é puxado pelo tempo quente e seco que predomina em áreas de calendário mais tardias.

Segundo a AgRural, o tempo quente e seco continua causando danos de meados de fevereiro para cá. Por isso, na semana passada a AgRural fez um novo corte em sua estimativa de produção de soja, que caiu de 168,2 milhões de toneladas para 165,9 milhões.

“O corte desta revisão de março foi puxado pelo Rio Grande do Sul, único Estado do Brasil que vai colher produção menor que na safra passada. Também ocorreram pequenas reduções no Paraná e em Mato Grosso do Sul (ajustes finos de perdas já estimadas em revisões anteriores), além de pequenos cortes na Bahia e no Piauí, que tiveram tempo mais seco desde fevereiro”, destacou a empresa.

Produção de soja

Produtividades mais altas em outros estados, com destaque para Mato Grosso, porém, compensaram parcialmente as reduções ocorridas nos Estados citados acima. Em sua estimativa mais alta para a safra 2024/25, feita em dezembro passado, a AgRural estimou a produção brasileira em 171,5 milhões de toneladas, 5,6 milhões acima da estimativa atual.

Milho

O milho verão 2024/25 do Centro-Sul, por sua vez, foi 77% colhido até quinta passada, ante 72% da semana anterior e 75% um ano atrás, informou a AgRural.

O plantio da safrinha 2025 de milho está encerrado no Centro-Sul do Brasil. “As lavouras se desenvolvem bem em Mato Grosso, onde as chuvas acumulam bons volumes em praticamente todas as regiões produtoras. Nos demais Estados, porém, a irregularidade das precipitações preocupa”, observou.

O destaque negativo fica para o noroeste de Minas Gerais, onde uma área inicialmente planejada não foi completamente semeada, e áreas já em pendoamento no oeste do Paraná e no sul de Mato Grosso do Sul, onde as chuvas foram manchadas.

A produção total de milho na safra 2024/25 do Brasil é estimada pela AgRural em 121,8 milhões de toneladas, com leve incremento sobre os 121,2 milhões de toneladas produzidas em fevereiro por causa de ajustes para cima na produtividade do milho verão e na área da safrinha.

A produção da safrinha é estimada com base em linhas de tendência de produtividade ajustadas, como é tradicional nesta época do ano. Essas linhas serão substituídas por levantamentos de campo a partir de abril, explicou a AgRural.



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Alerta amarelo! Inmet emite aviso de tempestade com perigo potencial


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou na manhã desta segunda-feira (24) um aviso de alerta amarelo informando sobre a possibilidade de chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h), e queda de granizo em vários estados do Brasil.

Alerta para áreas afetadas

Segundo o Inmet, a tempestade pode atingir principalmente os três estados do Sul e parte do Mato Grosso do Sul, confira as regiões afetadas:

  • Serrana, Oeste Catarinense, Noroeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Paranaense, Metropolitana de Porto Alegre, Noroeste Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Sudoeste Paranaense, Oeste Paranaense, Pantanais Sul Mato-grossense, Nordeste Rio-grandense, Sul Catarinense, Centro Oriental Rio-grandense, Centro-Sul Paranaense, Centro Norte de Mato Grosso do Sul
Alerta Amarelo Inmet centro-sul do Brasil
Foto: reprodução Inmet

Atenção para região Norte

Além do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Tocantins (todos no Norte), o Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso (no Centro-Oeste), a Bahia, o Maranhão e o Piauí também estão sob o aviso do alerta amarelo para chuvas.

Alerta Amarelo Inmet centro-norte do Brasil
Foto: reprodução Inmet

Situações de emergência

Em caso de rajadas de vento, o Inmet pede que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Informações também podem ser obtidas junto à Defesa Civil, no telefone 199, e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



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Caravana Sebrae Delas vai estimular o empreendedorismo feminino por meio de capacitação e crédito



Cerca de 10 milhões de mulheres estão à frente de pequenos negócios no Brasil. Elas são mais escolarizadas e buscam mais capacitações, mas quando o assunto é crédito, o acesso entre as mulheres é menor. Estudo do Sebrae realizado a partir de dados do Banco Central mostrou que o tíquete médio de crédito feito para as mulheres é menor e as taxas de juros praticadas são maiores.

Com início em Campo Grande, no Delas Day, o Caravana Sebrae Delas vai levar capacitação e apoiar o empreendedorismo feminino levando agentes bancários ao encontro das mulheres. Para as operações de crédito feita para as mulheres, o Fundo de Amparo a Micro e Pequena Empresa (FAMPE) vai custear 100% das garantias exigidas para a concessão de empréstimos para as mulheres. Normalmente, o Fampe avaliza até 80% dos créditos.

“Esperamos com isso, aumentar a participação das mulheres em soluções de crédito e estimular uma redução da taxa de juros praticadas nas operações concedidas para as mulheres”, afirma Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae.

A iniciativa busca responder a uma realidade revelada pela pesquisa “O financiamento do empreendedorismo feminino no Brasil: um panorama do mercado de crédito” feita pelo Sebrae com base em dados do Banco Central que, enquanto nos financiamentos contratados pelos donos de pequenos negócios a taxa média foi de 36,8% ao ano, para o público feminino fica em 40,6%.

“A realidade é que apenas 29,4% do crédito concedido no país beneficia empresas lideradas por mulheres. E, mesmo quando conseguem obter o empréstimo, elas acabam enfrentando taxas de juros, em média, 4 pontos percentuais mais altas do que as aplicadas a empresas geridas por homens”, justifica a diretora.

Durante a Caravana Sebrae Delas, as participantes poderão ser orientadas pelo Sebrae, participar de palestras e oficinas e aprender sobre educação financeira, crédito e acesso a mercados. O lançamento oficial do projeto ocorre em Campo Grande (MS), no dia 27 de março, durante o Delas Day. Os próximos estados a receber a ação serão Maranhão, Goiás (em maio), Roraima (em junho), Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo receberão a Caravana no segundo semestre.

Delas Day

O Delas Day, que acontece na próxima quarta (26) e quinta-feira (27), no Bosque Expo, em Campo Grande, promete ser uma jornada transformadora para as participantes – com entrada gratuita. A iniciativa é realizada pelo Sebrae em parceria com diversas instituições comprometidas com o desenvolvimento social e econômico do estado.

O evento contará com palestras, painéis, workshops, rodadas de negócios, atrações culturais e networking. Entre as palestrantes convidadas estão a apresentadora e empresária Ana Hickmann, a cantora e atriz Mariana Rios, a comunicadora Maria Cândida e a especialista em saúde mental Elisama Santos.

O mote do encontro será “Jornadas que inspiram novas histórias”. Por essa razão, o Sebrae vai aproveitar o evento para lançar a edição do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2025, que reconhecerá histórias de mulheres empreendedoras nas categorias: pequenos negócios; microempreendedora individual (MEI); produtora rural; ciência e tecnologia; e negócios internacionais. Desde 2004, mais de 100 mil mulheres se inscreveram e mais de 200 foram premiadas. As inscrições estarão abertas em breve.

Serviço – Delas Day
Data: quarta (26) e quinta-feira (27), das 13h às 21h
Local: Bosque Expo, em Campo Grande (Shopping Bosque dos Ipês – Av. Cônsul Assaf Trad, 4796)
Inscrições: delasday.com.br



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Verão 2024-2025 foi o sexto mais quente no Brasil em seis décadas


O verão 2024/2025 foi o sexto mais quente no Brasil desde 1961, com uma temperatura 0,34°C acima da média histórica do período de 1991 a 2020. Os termômetros ficaram acima da média em grande parte do Brasil. As maiores temperaturas máximas foram observadas, principalmente no Rio Grande do Sul, devido à ocorrência de três ondas de calor que atuaram no estado: entre os dias 17 e 23 de janeiro de 2025, 2 e 12 de fevereiro de 2025, e 1º e 8 de março.

Mesmo sob a influência do La Niña, que tende a reduzir a temperatura média global, este verão ficou entre os dez mais quentes da série. Os dados apresentados na Tabela 1 mostram que as temperaturas no Brasil, durante o verão, têm ficado acima da média a partir da década de 1990.

Tabela de temperaturas do verão no Brasil Tabela de temperaturas do verão no Brasil
Foto: reprodução Inmet

Os anos de 2023/2024, 2015/2016, 1997/1998 e 2009/2010 estavam sob influência do fenômeno El Niño, que é o aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial, potencializando o aumento de temperatura em várias regiões do planeta.

Para o Brasil, esta última década foi mais quente que a anterior, conforme alertado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), que enfatiza o aumento da emissão de gases do efeito estufa na atmosfera e o aquecimento global.

Paralelamente às altas temperaturas, o verão 2024-2025 também foi marcado por muitas chuvas no país, principalmente em grande parte da Região Norte, Maranhão e norte do Piauí, com volumes superiores a 700 mm, e muitas localidades ultrapassando a média histórica.

Temporais que atingiram a faixa norte do país durante o verão tiveram como principal responsável o sistema meteorológico Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que é formado pela confluência dos ventos alísios provenientes do nordeste, com origem no Hemisfério Norte, e também de ventos do sudeste, com origem no Hemisfério Sul.

As chuvas superaram os 500 mm no Centro-Norte do país, exceto em Roraima, no centro-leste da Região Nordeste, no centro-sul do Mato Grosso do Sul, no oeste de São Paulo, no norte de Minas Gerais, no Espírito Santo, no Rio de Janeiro, bem como na parte central e oeste da Região Sul, onde foram observados menores volumes.

Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas foram predominantemente abaixo da média, com valores superando os 600 mm no centro-norte do Mato Grosso e em áreas pontuais de Goiás e São Paulo.

Nas demais áreas, os acumulados de chuva foram mais baixos, variando entre 300 e 500 mm. Neste verão, houve a atuação de três episódios da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS): o primeiro entre os dias 27 e 31 de dezembro de 2024, o segundo entre 6 e 15 de janeiro de 2025, e o último entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro de 2025.

Na Região Sul, a passagem de sistemas frontais e áreas de instabilidade resultou em chuvas acima de 500 mm sobre a parte leste do Paraná e de Santa Catarina. Nas demais áreas da região, as chuvas ficaram abaixo da média, principalmente no oeste do Rio Grande do Sul, onde os volumes de chuva durante o verão ficaram abaixo de 250 mm, sendo que a média histórica dessa região nesse período varia entre 400 e 500 mm.



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AgroNewsPolítica & Agro

Expoagro Afubra começa nesta terça em Rio Pardo (RS)


A 23ª edição da Expoagro Afubra tem início nesta terça-feira (25) em Rio Pardo (RS) e segue até o dia 28 de março. O evento, voltado ao setor agropecuário, terá entrada e estacionamento gratuitos.

Criada para apresentar as potencialidades do setor ao produtor rural, a feira promove a diversificação da atividade agrícola, oferecendo informações, inovação e oportunidades de negócios. De acordo com a organização, 73% do público visitante é formado por agricultores.

O coordenador da Expoagro Afubra, Marco Antonio Dornelles, destaca que esta edição será especial. “Por ser um ano especial em que a Afubra completa 70 anos, queremos reunir os convidados num evento festivo. Para isso, estamos convidando prefeitos, secretários municipais de Agricultura, presidentes de Câmaras de Vereadores, chefes de escritórios municipais da Emater e presidentes de sindicatos Rurais e dos Trabalhadores Rurais, além de autoridades regionais, estaduais e nacionais, bem como lideranças do setor e a imprensa. Será um momento de falar sobre a Afubra e a feira e também de agradecer todo o suporte e apoio que recebemos na organização da Expoagro Afubra”, afirmou.

A primeira edição da feira ocorreu em 2001, no formato de um dia de campo. Desde então, a iniciativa expandiu suas atividades e se consolidou como a maior feira brasileira voltada à agricultura familiar.

Na edição de 2024, a Expoagro Afubra recebeu 154 mil visitantes e movimentou R$ 310 milhões em negócios, com a participação de 517 expositores do setor agropecuário.

A Afubra foi fundada com o objetivo de fortalecer o produtor de tabaco. Com o tempo, passou a incentivar a diversificação das propriedades rurais como estratégia para ampliar a renda dos agricultores.

O evento acontece no Parque da Expoagro Afubra, localizado no Rincão del Rey, BR-471, Km 161, em Rio Pardo (RS). As atividades ocorrem das 8h às 18h.





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