quarta-feira, maio 27, 2026

Autor: Redação

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Primeira onda de frio do outono está chegando no Brasil



As primeiras massas de ar frio começam a efetivamente a impactar o Brasil agora em abril. A previsão é que a primeira massa de origem polar chegue na semana que vem – na virada de março para abril.

Segundo a Climatempo, a intensidade deste sistema será fraca no continente e influenciará o tempo no Rio Grande do Sul, mas com leve resfriamento; o maior impacto será sobre a Argentina e sobre o Uruguai.

Além desta, outras duas massas podem atingir o país em abril e algumas mudanças notáveis de temperatura devem ocorrer nos estados do Sul e em algumas áreas do Sudeste e do Centro-Oeste.

Temperaturas

A segunda massa de ar frio de origem polar causará esfriamento moderado na Região Sul, com menor temperatura em Porto Alegre em torno dos 15°C/16°C, em Florianópolis, 19°C/20°C e em Curitiba, 14°C/15°C;

Também haverá leve resfriamento na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, no extremo sul e leste de São Paulo, estado do Rio de Janeiro, Sul de Minas e Zona da Mata Mineira.

A temperatura mínima pode baixar para 16°C/17°C em São Paulo, deve ficar em torno de 20°C no Rio de Janeiro, 18°C/19°C em Belo Horizonte, 21°C/22°C em Vitória, 19°C/20°C em Campo Grande, 22°C/23°C em Cuiabá.

3ª massa de ar frio de origem polar

  • Quando: entre 12 e 16 de abril
  • Intensidade: moderada a forte no continente
  • Influência no Brasil: resfriamento moderado a forte na Região Sul, com menor temperatura em Porto Alegre entre 14°C e 15°C, em Florianópolis de 17°C a 18°C e em Curitiba, de 13°C a 14°C;
  • Queda de temperatura moderada a forte no centro-oeste e sul de Mato Grosso do Sul, no oeste, sul e leste de São Paulo; resfriamento moderado no estado do Rio de Janeiro, Sul de Minas e Zona da Mata Mineira, Grande Belo Horizonte, Espírito Santo, oeste e sul de Mato Grosso;
  • A temperatura mínima pode baixar para 14°C/15°C em São Paulo, 18°C a 19°C no Rio de Janeiro, 15°C a 16°C em Belo Horizonte, 18°C a 19°C em Vitória, 12°C a 14°C em Campo Grande, 18°C a 19°C em Cuiabá;

É o friozinho do outono que está chegando?

A Climatempo informa que isto não quer dizer que abril será um mês frio no centro-sul do Brasil. O alerta vem do meteorologista Vinícius Lucyrio.

“Abril marca esta “virada de chave” na temperatura, com a entrada das primeiras massas de ar frio por algumas áreas do interior do Brasil já na primeira quinzena do mês. Mas os períodos com “ares de outono” serão curtos, de 3, 4 dias, e aí esquenta rapidamente e volta a sensação de calor, até no Sul do Brasil. Claro que não estamos falando do calor tão intenso como fez em fevereiro, por exemplo, mas as pessoas não devem contar com o friozinho do outono por muitos dias. O mês de abril ainda será predominantemente quente em parte do Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste, só com estes breves picos de frio”.

Três massas de ar frio

No decorrer da primeira quinzena do mês, três massas de ar frio de origem polar devem influenciar áreas do Brasil. Porém, só a segunda e a terceira efetivamente vão causar queda de temperatura notável em algumas regiões do país, sendo a terceira a mais forte, no fim da primeira quinzena de abril.

Uma quarta massa de ar frio, com potencial para resfriamento acentuado no centro-sul do Brasil, está prevista para o final de abril.

A Climatempo fez uma estimativa de valores de temperatura mínima na passagem da segunda e da terceira massa de ar frio relevante de abril, mas são previsões iniciais, que vão ser reavaliadas à medida que o ar frio de fato estiver próximo do Brasil.



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Excesso e falta de chuvas impedem a colheita da soja e atrapalham o cultivo do milho


A plantação de milho 2ª safra está quase concluída no estado do Paraná, restando apenas pequenas áreas isoladas que sofreram com a falta ou escassez de chuvas, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral).

Existem situações em que alguns produtores estão arriscando e plantando no pó, enquanto outros estão aguardando melhores condições de umidade para realizar o plantio. Nas regiões onde as chuvas foram adequadas, a recuperação das lavouras é promissora, porém técnicos já alertam para perdas pontuais. Em contrapartida, nas áreas com baixa precipitação, as perdas são significativas.

milho seca paranámilho seca paraná
Foto: Paulo Vinícius Demeneck Vieira

Em função da falta de chuva e das altas temperaturas dos últimos dias, houve prejuízo considerável no processo de germinação em muitas áreas, o que resultará em uma redução no estande e, consequentemente, em uma diminuição das produtividades, que será reavaliada ao longo da safra, informa o Deral.

Decreto de emergência

Diante do cenário, alguns municípios da regional de Toledo no oeste paranaense avaliam a possibilidade de decretar estado de emergência. A perda do potencial produtivo se tornará ainda mais evidente caso as chuvas previstas para os próximos dias não se concretizem.

Segundo o Deral, há relatos de infestação moderada de cigarrinha, além de grande presença de pulgões. As aplicações foram reduzidas nos últimos dias devido ao estresse hídrico e térmico.

Muita chuva impede colheita da soja

Em Mato Grosso do Sul as tempestades atrapalham a colheita da soja. As regiões sudeste, centro, sudoeste, sul-fronteira e sul apresentam condições abaixo do potencial das demais regiões. Nestas áreas, há lavouras com até 48,1% em condições ruins. As condições regulares variam entre 18,6% e 48,3%, e as boas condições estão entre 19,5% e 52,2%. O estádio fenológico nestas regiões está entre R6 e R8.

Apesar disso, segundo informações do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga-MS), até o dia 21 de março, a colheita de soja para a safra 2024/2025 alcançou 86,6% da área total, no estado. A estimativa é que a safra seja 6,8% maior em relação ao ciclo passado (2023/2024), atingindo uma área de 4,501 milhões de hectares.

Caminhão durante a colheita de sojaCaminhão durante a colheita de soja
Foto: Canal Rural Mato Grosso

Após a amostragem de 10,7% da área, novos dados indicaram uma produtividade de 54,4 sacas por hectare, um aumento de 11,4% em comparação ao ciclo passado. Isso gera uma expectativa de produção de 14,686 milhões de toneladas, um aumento de 18,9% em relação à produção anterior (2023/2024). A porcentagem de área colhida na safra 2024/2025, encontra-se inferior em 0,7 pontos percentuais em relação à safra 2023/2024, para a data de 21 de março.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil quer exportar carne e etanol para o Japão


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participaram, na terça-feira (25), de uma reunião com empresários da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). O encontro teve como objetivo discutir a abertura do mercado japonês para a carne bovina brasileira e contou com a presença de ministros do Governo Federal que integram a comitiva oficial.

O presidente destacou que, em 2011, o comércio entre Brasil e Japão alcançou US$ 17 bilhões, enquanto atualmente gira em torno de US$ 11 bilhões. “Significa que, de pronto, a gente tem seis bilhões para recuperar nessa visita”, afirmou. Ele ressaltou que o comércio exterior exige reciprocidade. “A gente tem que vender e a gente tem que comprar”.

Lula mencionou também que a missão busca ampliar parcerias em setores estratégicos, como o aeronáutico e o de transição energética. “Nós estamos percebendo o crescimento da transição energética com o hidrogênio verde, com energia limpa, e o Brasil está dando um salto de qualidade na questão do etanol. A gente está pensando em elevar para 30% a mistura, tanto da gasolina quanto do biodiesel, e vamos conversar com o primeiro-ministro (do Japão, Shigeru Ishiba). Se o Japão usar 10% de etanol na gasolina, é um salto extraordinário, não apenas para que a gente exporte, mas para que eles possam produzir no Brasil”, afirmou.

O ministro Carlos Fávaro reforçou que o encontro com a Abiec tem como meta a abertura do mercado japonês para a carne bovina brasileira. “Nossas indústrias estão aptas a atender às exigências sanitárias e comerciais feitas pelo Japão. O ajuste nos protocolos sanitários de aves e o reconhecimento do Brasil livre de febre aftosa sem vacinação para mais alguns estados amplia também o mercado de carnes suínas, muito importante, porque o Brasil é competitivo”, declarou. Segundo ele, o processo de negociação para exportação da carne bovina ao Japão ocorre há mais de 20 anos. “O último protocolo já está há cinco anos sendo debatido. A gente vai trabalhar para que caminhe agora para a finalização e abertura deste mercado importante. Isso vai garantir mais competitividade aos nossos empresários e fazer com que a carne brasileira ganhe espaço no mundo e seja mais competitiva no mercado interno”, acrescentou.

Fávaro destacou que, nos últimos dois anos, o Brasil abriu 344 novos mercados para produtos agropecuários. “É um recorde absoluto de todos os tempos, mostrando que o Brasil atingiu um patamar de segurança alimentar para o mundo. Em qualquer crise alimentar e sanitária, o Brasil consegue ser suprimento para todos os países”, disse.

O ministro ressaltou ainda o trabalho para impedir a chegada da gripe aviária ao Brasil. “A gripe aviária tomou conta de todos os continentes e o Brasil é um dos pouquíssimos países que não tem gripe aviária nos plantéis comerciais, garantindo o suplemento de quase 40% da carne de frango consumida no mundo, com qualidade, segurança e preços competitivos”.

Para o ministro dos Transportes, Renan Filho, a estrutura logística do país é um diferencial para ampliar exportações. “Nós, ministros da área de infraestrutura, estamos aqui para dizer que toda essa transformação do setor produtivo precisa ter condições logísticas para exportar. E a grande pergunta é: o Brasil tem ou não? Claro que tem! A gente exporta muito mais barato do que outros países. Enquanto o Brasil tem um custo para produzir uma arroba de carne e exportar a 55 dólares, os Estados Unidos têm custo superior a 100 dólares”, afirmou.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou avanços na infraestrutura portuária. “O Brasil, na década de 80 e 90, tinha praticamente 50% do escoamento da produção pelo Porto de Santos. Hoje, estamos em torno de 30% e queremos diminuir cada vez mais para que a gente possa ampliar a logística nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, para que a gente possa fazer um grande plano nacional de escoamento da produção do país”.

Ele acrescentou que o setor portuário registrou crescimento em 2024. “Tivemos um aumento de 5% e o setor de contêineres alcançou o maior volume de movimentação da história, com crescimento de quase 18%. Estamos ampliando investimentos para que a gente possa fazer o melhor escoamento da produção, que vai desde uma ferrovia, de uma estrada, de uma hidrovia ao porto, para que a gente possa dar condições estruturais a esses novos mercados”.

O empresário Renato Costa demonstrou otimismo com os resultados da missão brasileira. “(O Japão) é um mercado importante, o terceiro maior importador. Vejo que é bom para a indústria, para o produtor, para o país. Estamos sim bastante confiantes”, afirmou.





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Brasil poderá exportar até 300 mil toneladas de carne bovina ao Vietnã



Brasil e Vietnã assinaram um Plano de Ação para Implementação da Parceria Estratégica entre os dois países. O documento prevê, entre as várias medidas, a abertura do país asiático à carne bovina brasileira. O texto foi oficializado em Hanói, capital vietnamita, após encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente Luong Cuong.

Segundo o governo, a partir da assinatura, as relações entre os dois países alcançou um novo patamar.

Carne Bovina

A ampliação do comércio entre as duas nações inclui a abertura do país asiático à carne bovina brasileira. “A abertura do mercado vietnamita para a carne bovina brasileira atrairá investimentos de frigoríficos do Brasil para fazer deste país uma plataforma de exportação para o Sudeste Asiático”, afirmou Lula.

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Roberto Perosa, acompanha a comitiva brasileira no Vietnã e disse que o Brasil pode exportar 300 mil toneladas de carne bovina ao país do sudeste asiático.

“O produtor brasileiro, a indústria brasileira da carne bovina terá mais oportunidade de diversificação do envio dos produtos ao exterior, garantindo o abastecimento interno no Brasil e complementando a renda com as exportações para o mercado da Ásia. Um momento muito feliz da indústria da carne bovina”, destacou.

Antes do Vietnã, a delegação brasileira esteve no Japão. Perosa também comentou a possibilidade do nosso país exportar carnes aos japoneses. “Estamos muito esperançosos de que essas verificações do governo japonês ocorrerá brevemente para que o Brasil tenha acesso a esse mercado tão importante e tão significativo na Ásia”.

Perosa reforçou a importância da viagem, destacando a possibilidade do Brasil conseguir novos mercados. “Chegaremos ainda mais longe com a carne bovina brasileira, trazendo renda para o produtor, para o pecuarista, para indústria, para todo o país, em sua balança comercial, gerando frutos através das ações do governo e dos empresários brasileiros”, concluiu.

Sobre o Vietnã

O Vietnã consolidou-se como principal origem das importações brasileiras oriundas da ASEAN, além de ter sido o 14º fornecedor mundial de produtos para o Brasil. O Brasil exporta mais para o Vietnã do que para Portugal, Reino Unido, França ou Paraguai. O Vietnã ocupa a quinta posição entre os países de destino de produtos do agronegócio brasileiro. O Brasil fornece cerca de 70% da soja importada pelo Vietnã, além de ser o principal fornecedor de carne suína (cerca de 37%), o segundo maior de carne de frango e de algodão.



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Mapa proíbe exposição e criação de aves ao ar livre para conter a Gripe Aviária no país



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) estabeleceu medidas preventivas para mitigar o risco de ingresso e disseminação da influenza aviária de alta patogenicidade, também conhecida como Gripe Aviária, na avicultura comercial brasileira. As normas foram publicadas no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (27).

De acordo com o Mapa, a ação visa proteger a sanidade avícola e minimizar os impactos à cadeia produtiva do país, especialmente devido à ameaça iminente de reingresso da doença no território nacional, em função de novos focos de Gripe Aviária na América do Sul.,

Conforme orientações da Secretaria de Defesa Agropecuária, a Portaria nº 782, suspende, em todo o Brasil, a realização de exposições, torneios, feiras e outros eventos com aglomeração de aves.

A medida tem como objetivo prevenir a propagação da doença e poderá ser flexibilizada apenas com a autorização do Serviço Veterinário Estadual, mediante avaliação epidemiológica e plano de biosseguridade aprovado.

O Mapa também informou que a criação de aves ao ar livre, com acesso a piquetes sem telas na parte superior, também está suspensa em estabelecimentos registrados. A medida entra em vigor imediatamente e terá duração de 180 dias, com possibilidade de prorrogação.



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Lagarta-rosada pode reduzir qualidade do algodão


Um artigo publicado no Blog Aegro, produzido pela engenheira agrônoma Bruna Rohrig, alerta para os danos causados pela lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) na cultura do algodão. Segundo o estudo, a praga está amplamente distribuída pelo Brasil e pode comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade da fibra.

A lagarta-rosada, quando adulta, se apresenta como uma mariposa cinza e de asas finas. Em seu estágio larval, possui coloração branca e oito pares de pernas, além de faixas rosadas pelo corpo, característica que lhe confere o nome popular. Seu ciclo de vida pode durar de 21 a 45 dias, dependendo da temperatura.

“O conhecimento sobre as características dessa praga é essencial para evitar prejuízos ao algodoeiro”, afirmam as autoras do artigo. No Brasil, a praga é encontrada em diversos estados, incluindo Alagoas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Os ovos da lagarta-rosada são branco-esverdeados e depositados individualmente ou em grupos de até 20 unidades. Após a eclosão, as larvas passam por quatro fases de desenvolvimento antes de se tornarem pupas. Durante esse período, a praga se alimenta do algodão, prejudicando a formação dos capulhos.

O controle da lagarta-rosada exige a adoção de diferentes estratégias dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Métodos como ajuste da época de semeadura, retirada de capulhos caídos, eliminação de restos culturais e uso de controle químico e biológico são essenciais para reduzir a infestação. Além disso, o monitoramento com armadilhas contendo feromônio sexual feminino auxilia na identificação da presença da praga nas lavouras.

A lagarta-rosada tem hábitos noturnos, o que torna essencial a realização de inspeções em horários que favoreçam sua detecção. “A praga consegue sobreviver mesmo em condições ambientais adversas e sob a palhada ou no solo, o que dificulta o seu controle, especialmente em sistemas de plantio direto”, explicam as pesquisadoras.

O principal impacto econômico da infestação é a redução da produtividade e da qualidade das fibras do algodão. Como os danos ocorrem nos capulhos, há um comprometimento direto no valor comercial da produção. Dessa forma, o manejo adequado é fundamental para minimizar perdas e garantir a sanidade da lavoura.





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dados movimentam mercados no Brasil e EUA; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta do Ibovespa para 133 mil pontos, impulsionada pelo fluxo estrangeiro. O dólar avançou para R$ 5,75, enquanto o PIB dos EUA cresceu 2,4% no 4º tri, reforçando a resiliência da economia.

No Brasil, o IPCA-15 abaixo do esperado ajudou a aliviar os DIs, mas a inflação de serviços segue pressionada.

O Relatório de Política Monetária manteve tom hawkish, reforçando a postura do Banco Central. Hoje, o destaque da agenda é a taxa de desemprego da Pnad.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

PR: Produtor de orgânico certificado pelo Tecpar tem desconto em linhas de…


O Tecpar Certificação foi reconhecido como uma das unidades participantes da Plataforma AgroBrasil+Sustentável, ferramenta que irá fazer a conexão entre propriedades orgânicas certificadas e instituições de crédito

Propriedades orgânicas certificadas pelo Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná) com certificados válidos durante o primeiro semestre de 2025 poderão ter acesso a desconto em taxas de juros nas linhas de financiamento do Plano Safra 24/25.

Isso porque o Tecpar Certificação foi reconhecido, em uma portaria interministerial dos ministérios da Agricultura e Pecuária e da Fazenda, como uma das unidades participantes da Plataforma AgroBrasil+Sustentável, ferramenta que irá fazer a conexão entre propriedades orgânicas certificadas e instituições de crédito.

Pela portaria, que tem validade até 30 de junho de 2025, informações de propriedades de orgânicos certificadas pelo Tecpar serão enviadas pela equipe do instituto à Plataforma AgroBrasil+Sustentável para, com esse registro, os proprietários que adotam práticas produtivas sustentáveis obtenham redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros em linhas de custeio.

De acordo com Fábio Corrales, gerente do Centro de Certificação do Tecpar, ao ser reconhecido, o Tecpar pode oferecer esse benefício extra aos seus clientes, que já contam com a experiência da unidade certificadora que foi a primeira do Brasil a realizar certificação de produtos orgânicos.

“O Tecpar Certificação, ao ser reconhecido pelo Mapa, passa a disponibilizar as informações de seus produtores de orgânicos certificados na Plataforma AgroBrasil+Sustentável e, com esse registro na plataforma, os produtores podem então pleitear esse desconto na taxa de juros de financiamento”, diz.

PLANEJAMENTO – Corrales lembra, porém, que como a portaria tem validade só até 30 de janeiro de 2025, caso haja interesse entre proprietários já certificados nesta redução, é preciso planejamento para aproveitar a janela de oportunidades oferecida pela política pública.

“O desconto na taxa de juros é uma oportunidade para atuais proprietários certificados pelo Tecpar com documentos válidos. Porém, é preciso que haja organização para buscar linhas de financiamento ainda no primeiro semestre, quando encerra o prazo previsto na portaria”, observa o gerente do Centro de Certificação do Tecpar.

A redução de taxa de juros será concedida para operação de custeio destinada à propriedade cujo produto ou atividade tenha certificação válida e ativa no primeiro semestre de 2025.

A portaria elenca três grupos de programas com certificadoras reconhecidas para realizar a certificação das práticas sustentáveis. Na de orgânicos, o Tecpar Certificação é uma das 11 unidades certificadoras reconhecidas pela portaria.

A portaria dos ministérios da agricultura e pecuária e da fazenda, com a lista de instituições reconhecidas, pode ser acessada AQUI

Mais informações sobre o Tecpar Certificação podem ser obtidas no site do Tecpar.





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chegada da frente fria já traz chuva; prepare-se



Veja como ficam as condições do tempo em todas as regiões do Brasil nesta sexta-feira (28) e saiba como atua a nova frente fria, segundo a previsão da Climatempo.

Sul

A chegada de uma nova frente fria combinada com a circulação de ventos nos diferentes níveis da atmosfera volta a deixar o tempo mais instável no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e Paraná.

O sol aparece de manhã e as pancadas de chuva se concentram entre a tarde e a noite, com risco de alguns temporais.

Sudeste

A semana termina com pancadas fortes no Rio de Janeiro, Espírito Santo e centro-leste e noroeste de Minas Gerais.

Dia abafado, com sol pela manhã e pancadas entre a tarde e a noite. A previsão é de pouca chuva na cidade de São Paulo e pancadas de moderada a forte intensidade no litoral e norte paulista.

Centro-Oeste

O ar quente e úmido proveniente da região Norte estimulam a formação de nuvens carregadas no norte e noroeste de Mato Grosso, assim como em áreas do norte e leste de Goiás.

O sol aparece mais pela manhã, e as pancadas seguem concentradas no restante do dia no Distrito Federal e Mato Grosso, podendo vir com força. Há chance de temporais localizados.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical se aproximas mais da região, estimulando temporais no litoral do Maranhão, Piauí e Ceará.

A semana termina com sol entre nuvens e pancadas fortes de chuva.

O tempo segue firme e mais seco no interior de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e centro-norte e nordeste da Bahia. A previsão é de pouca chuva em Salvador.

Norte

Praticamente todas as áreas da região continuam em atenção para pancadas de chuva, entre forte e moderadas – somente o norte de Roraima escapa do aguaceiro. Há risco de raios e venania. Alerta para Acre, Amazonas, Pará, Tocantins e Amapá.



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Escassez de chuvas compromete lavouras de feijão



Produtores de feijão enfrentam baixa umidade no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do feijão de segunda safra no Rio Grande do Sul atingiu 10% da área cultivada, enquanto 8% das lavouras estão em fase de maturação. De acordo com dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (27) pela Emater/RS-Ascar, outras áreas registram 12% das lavouras em enchimento de grãos, 23% em floração e 47% em desenvolvimento vegetativo.

Segundo o boletim, a baixa umidade do solo tem impactado o desenvolvimento das plantas, reduzindo sua estatura para esta época do ciclo. A falta de chuvas também tem dificultado a aplicação de adubos nitrogenados em cobertura, embora algumas áreas já tenham recebido o insumo. A Emater/RS-Ascar estima uma área semeada de 11.913 hectares, com produtividade prevista de 1.527 kg por hectare.

Na região de Erechim, as lavouras seguem em desenvolvimento vegetativo e necessitam de reposição hídrica para manter o potencial produtivo. Em Santa Maria, a escassez de chuvas afetou as lavouras em floração e enchimento de grãos, podendo comprometer a produtividade. No município de Paraíso do Sul, estima-se uma perda de 30% devido à estiagem.

Já na região de Soledade, 80% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 20% iniciaram o florescimento. O controle de tripes e ácaros está sendo monitorado, pois o clima seco favorece a proliferação dessas pragas. A expectativa é de que as chuvas permitam a retomada da adubação nitrogenada em cobertura.

No mercado, a comercialização da saca de 60 quilos do feijão registrou queda de 18,77%, passando de R$ 262,22 para R$ 213,00, conforme levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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