terça-feira, maio 26, 2026

Autor: Redação

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Faltam 4 dias: vote no Prêmio Personagem Soja Brasil!


Foto: Site Prêmio Personagem Soja Brasil

A votação do Prêmio Personagem Soja Brasil se encerra na próxima segunda-feira, 7 de abril. Isso significa que ainda dá tempo de escolher seu pesquisador e produtor favorito e ajudar a reconhecer os profissionais que impulsionam o crescimento e a sustentabilidade da soja no Brasil. Para participar, basta clicar neste link, preencher seus dados e votar. O processo é rápido e fácil!

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Conheça os indicados ao Prêmio Soja Brasil

Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, alia tradição e inovação no cultivo da soja. Sua família suíça se estabeleceu no Brasil em 1921, e ele segue investindo no crescimento sustentável da produção.

Já Anderson Cavenaghi, professor e doutor em proteção de plantas no Mato Grosso, se especializou no controle de plantas daninhas e no uso de herbicidas, promovendo maior produtividade e sustentabilidade nas lavouras do Cerrado.

Outro personagem é Cecilia Czepak, professora na Escola de Agronomia da UFG, em Goiás, é referência no manejo integrado de pragas, desenvolvendo estratégias eficazes para o controle de pragas na soja.

Claudia D’Agostini, produtora em Sabáudia, Paraná, assumiu a fazenda da família ao lado da irmã e busca inovações para aumentar a produtividade e fortalecer a sucessão familiar na agricultura.

Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja no Paraná, é especialista em manejo de solos, e seus estudos impactam diretamente a produtividade e a sustentabilidade das lavouras.

Por fim, Oliverio Alves de Melo, produtor rural em Balsas, Maranhão, atua no desenvolvimento agrícola desde 1995 e participa do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado.



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Carlos Fávaro destaca desenvolvimento do agro durante evento em Brasília



Em palestra durante o One Agro Summit, que aconteceu na última quarta-feira (2) em Brasília, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou o potencial para uma safra recorde no Brasil e as novas oportunidades abertas para o país frente ao avanço no desenvolvimento.

De acordo com o ministro, o Brasil está prestes a atingir a maior produção agropecuária de sua história. “Estamos próximos de concluir uma safra de 328 milhões de toneladas de grãos, mas, somando toda a produção agropecuária, o Brasil chega a 1,23 bilhão de toneladas”, afirmou.

Fávaro ainda destacou que esse desenvolvimento só é possível graças à eficiência dos produtores agropecuários brasileiros. Citou também uso de tecnologias e a capacidade de inovação do setor.

Além disso, a sustentabilidade também foi tema de discussão com ênfase para o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD). Nos próximos 10 anos a previsão é deque se transformem até 40 milhões de hectares de pastagens degradadas em áreas próprias para o plantio. 

O ministro Fávaro mencionou também a COP30 ereafirmou o compromisso do Brasil com a sustentabilidade. No discurso assegurou que o país se mostrará como uma referência mundial em produção sustentável e segurança alimentar.

*Com supervisão de Thiago Dantas



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra mista em Chicago



O mercado operou de forma cautelosa



O mercado operou de forma cautelosa
O mercado operou de forma cautelosa – Foto: Pixabay

A soja encerrou o pregão desta quarta-feira em movimento misto na Bolsa de Chicago (CBOT), com queda nos contratos até maio de 2026 e leve alta nos vencimentos mais distantes, segundo a TF Agroeconômica. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, caiu 0,46%, cotado a US$ 1.029,50 por bushel. Já o contrato de julho recuou 0,41%, também para US$ 1.029,50 por bushel. O farelo de soja para maio registrou baixa de 1,74%, encerrando a US$ 287,20 por tonelada curta. Em contrapartida, o óleo de soja para maio subiu 2,23%, alcançando US$ 48,50 por libra-peso.

O mercado operou de forma cautelosa devido às incertezas relacionadas ao chamado “Dia da Libertação”, que levou investidores a uma postura defensiva. Além disso, o anúncio das tarifas de importação foi feito apenas após o fechamento da sessão, o que aumentou a falta de clareza ao longo do dia. O óleo de soja, no entanto, continua sua trajetória de valorização, impedindo quedas mais expressivas para o grão. Esse movimento tem sido impulsionado pela perspectiva de maior uso do biodiesel no corte obrigatório de combustíveis fósseis.

Um levantamento divulgado pela CropLife Brasil e pela Celeres Consultoria revelou que 11% da área cultivada com soja no Brasil utiliza sementes pirateadas. Esse problema gerou um prejuízo de US$ 1,75 bilhão para as empresas de sementes no ano passado. O impacto da pirataria de sementes levanta preocupações sobre a sustentabilidade e inovação no setor agrícola.

Enquanto isso, o óleo de soja mantém uma trajetória independente e altista, refletindo diretamente a possibilidade de aumento no uso de biodiesel. Desde a última quarta-feira, o contrato de maio valorizou 13,74%, subindo de US$ 940,04 para US$ 1.069,22 por tonelada. Esse movimento reforça o interesse crescente por alternativas renováveis em meio às discussões sobre combustíveis fósseis.

 





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Frente fria traz frio, risco de chuva extrema e ressaca em São Paulo



Uma frente fria prevista para os próximos dias vai provocar mudanças expressivas nas condições do tempo em áreas do estado São Paulo. A passagem do sistema deve trazer chuva forte, ventos intensos, risco de ressaca no mar e queda acentuada de temperatura, especialmente nas regiões sul e leste do estado.

Segundo projeções meteorológicas, esta quinta (3) e sexta-feira (4) devem concentrar volumes de precipitação equivalentes à média histórica do mês inteiro. A estimativa é de até 90 mm de chuva em apenas 48 horas, superando a média de 87 mm registrada para abril pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

As regiões com maior volume acumulado devem ser o litoral de São Paulo e áreas próximas à serra do Mar, onde os totais podem variar entre 150 mm e 350 mm até domingo (6). Locais como Ubatuba, por exemplo, têm potencial para registrar os maiores acumulados. A Climatempo alerta que esse volume excessivo pode gerar alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra e queda de barreiras em áreas de encosta.

Nas demais regiões, como Grande São Paulo, Campinas, Sorocaba e divisas com Minas Gerais, a expectativa é de chuva entre 50 mm e 100 mm. Já Vale do Paraíba, serra da Mantiqueira, Baixada Santista e o litoral sul também devem receber precipitações acima da média, com acumulados variando de 100 mm a 250 mm.

Além das chuvas, o avanço da frente fria será acompanhado por uma massa de ar frio de origem polar, responsável por derrubar as temperaturas. A previsão indica mínimas próximas de 15 °C e máximas ao redor dos 20 °C durante o fim de semana. Esses valores representam as menores temperaturas registradas desde novembro do ano passado em diversas localidades da região.

No litoral paulista, os impactos não se limitam à chuva e ao frio. Há risco de ressaca e agitação marítima intensa, especialmente na sexta-feira e no final de semana, devido à intensificação dos ventos e à instabilidade atmosférica.

O alerta meteorológico em São Paulo é reforçado pelas condições oceânicas, com o Atlântico Sul apresentando temperatura acima da média, o que intensifica a formação de nuvens carregadas e favorece precipitações mais volumosas.



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Carlos Fávaro destaca desenvolvimento em evento do agro



Em palestra durante o One Agro Summit, que aconteceu na última quarta-feira (2) em Brasília, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou o potencial para uma safra recorde no Brasil e as novas oportunidades abertas para o país frente ao avanço no desenvolvimento.

De acordo com o ministro, o Brasil está prestes a atingir a maior produção agropecuária de sua história. “Estamos próximos de concluir uma safra de 328 milhões de toneladas de grãos, mas, somando toda a produção agropecuária, o Brasil chega a 1,23 bilhão de toneladas”, afirmou.

Fávaro ainda destacou que esse desenvolvimento só é possível graças à eficiência dos produtores agropecuários brasileiros. Citou também uso de tecnologias e a capacidade de inovação do setor.

Além disso sustentabilidade também foi tema de discussão com ênfase para o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD). Nos próximos 10 anos a previsão é deque se transformem até 40 milhões de hectares de pastagens degradadas em áreas próprias para o plantio. 

O ministro Fávaro mencionou também a COP30 ereafirmou o compromisso do Brasil com a sustentabilidade. No discurso assegurou que o país se mostrará como uma referência mundial em produção sustentável e segurança alimentar.

*Com supervisão de Thiago Dantas



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Tarifas e retaliação definirão mercado da carne suína, diz analista



O analista de Safras & Mercado, Allan Maia, avalia que os impactos das novas tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos no mercado mundial de carne suína estarão subordinados às retaliações que vierem a ser impostas pelos outros países.

“O principal player mundial é a China. Temos de avaliar se estes países irão colocar novas tarifas sobre os produtos suínos norte-americanos”, comentou Maia.

O analista destaca que os Estados Unidos exportam cerca de 20 mil toneladas mensais de carne suína à China, volume que em parte poderia ser absorvido pelo Brasil. “É preciso lembrar que Brasil e Estados Unidos são concorrentes nas exportações mundiais de carne suína”, avalia.

Falando diretamente sobre a tarifa imposta de 10% ao Brasil, que antes não existia, Maia
ressalta que seu efeito seria bastante limitado, uma vez que o nosso país exporta pouca carne suína ao mercado estadunidense.

Em termos globais, Maia acredita que é preciso aguardar como a União Europeia, Canadá e México irão reagir frente às novas tarifas e se irão estabelecer algum tipo de retaliação.
“O mesmo vale para o Japão, que é um mercado consumidor bastante importante e que poderia direcionar compras ao Brasil após as tarifas impostas por Trump”, pontua



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os fatores que minimizaram os impactos na safra



A safra de soja 2024/25 na Bahia já atingiu 90% da área colhida. De acordo com um levantamento da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), realizado em mais de 130 locais de monitoramento, também foram revisadas as estimativas de área e produtividade do milho e do algodão, considerando os impactos climáticos ao longo do ciclo.

O presidente da Aprosoja do estado, Darci Américo, destaca que a safra atual representa um marco histórico para o estado, evidenciando tanto o avanço da produção quanto a resiliência dos produtores diante dos desafios climáticos.

”De acordo com as informações fornecidas por nossos diretores, estimamos que a produtividade na Bahia ultrapasse as 63 a 64 sacas por hectare, reforçando a eficiência e o crescimento do setor agrícola no estado”, afirma.

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Chuva como desafio para os produtores

Apesar do avanço da colheita, as chuvas registradas recentemente interromperam temporariamente as operações em algumas áreas. O levantamento confirma uma tendência observada desde o início da safra: lavouras semeadas dentro da janela ideal (outubro e novembro) apresentaram melhor desempenho, enquanto o plantio tardio sofreu com o déficit hídrico de fevereiro, principalmente nos municípios de Formosa do Rio Preto e São Desidério.

Segundo Américo, antes de fevereiro, a projeção era de 70 sacas por hectare. No entanto, a produtividade variou entre as regiões, com algumas apresentando resultados superiores e outras ficando abaixo do esperado. “Ainda restam entre 10% e 15% das lavouras a serem colhidas, e em algumas áreas que receberam chuvas recentes, os resultados têm sido razoáveis. No entanto, também registramos algumas perdas. Somente com o fim da colheita teremos um número mais preciso”, explicou.

Pela primeira vez, a Bahia alcança a maior média de produtividade da soja na história, com 68 sacas por hectare, segundo consenso do Conselho Técnico. O presidente do Conselho Técnico da Aiba, Orestes Mandelli, afirmou que ainda há cerca de 10% da área a ser colhida, e os números finais serão revisados na próxima reunião, em maio. Ele também ressaltou que o retorno das chuvas trouxe um alívio importante para a cultura do algodão, evitando perdas em áreas que estavam próximas do limite de estresse hídrico.

Previsão nas lavouras de soja

Nesta quinta-feira (3), o sol aparece em todo o estado da Bahia. Em Salvador, dia abafado, com períodos de sol e pancadas que podem ser moderadas a fortes. Pelo interior, o predomínio é do tempo quente e seco.

Na sexta-feira (4), as condições do tempo não se alteram muito. O sol aparece em todo o estado da Bahia e só tem previsão de pancadas de chuva pelo litoral. Pelo interior, atenção para a baixa umidade relativa do ar.

No sábado (5) e domingo (6) há previsão de pancadas no oeste e sudoeste da Bahia, na divisa com Minas Gerais e pelo litoral sul baiano. Há risco de raios. Nas demais áreas baianas, predomínio de tempo firme e seco.

A Aiba reforça a importância do acompanhamento técnico contínuo da safra, garantindo que os dados reflitam com precisão o cenário agrícola da Bahia. O monitoramento realizado pela equipe técnica do Núcleo de Agronegócio e validado pelo Conselho Técnico serve como referência para produtores, agentes do mercado e tomadores de decisão do setor.



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como a soja tem se comportado


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a colheita está paralisada devido às chuvas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega abril e pagamento fim de abril na casa de R$ 134,00. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 132,00 Cruz Alta – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. 30/04, R$ 132,00 Ijuí – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento meados de maio. O preço da pedra, em Panambi, caiu para R$ 126,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Enquanto isso, a estiagem prejudica a segunda safra de soja em Santa Catarina. “No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 132,47, valor que incorpora as preocupações do mercado com o cenário climático adverso. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 132,47, valor que incorpora as preocupações do mercado com o cenário climático adverso”, completa.

No Paraná, mais especificamente no porto de Paranaguá, o preço chegou a R$ 134,63. “Em Ponta Grossa foi de R$ 125,36 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 123,01. Em Maringá, o preço foi de R$ 122,15 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 125,36 por saca FOB, sem negócios reportados. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 125,00”, indica.

A safra de soja 2023/24 em Mato Grosso do Sul está quase concluída, com 93% da colheita finalizada até 28 de março, atingindo 14,686 milhões de toneladas, um crescimento de 11,4% apesar do estresse hídrico. A produtividade média subiu para 54,4 sc/ha, e a área plantada aumentou 6,8%, chegando a 4,5 milhões de hectares. Os preços da soja no mercado spot ficaram em R$ 118,04 na maioria das praças, exceto Chapadão do Sul, que registrou R$ 103,04.

Colheita recorde de soja pressiona fretes e eleva custos logísticos em Mato Grosso. “Campo Verde: R$ 115,22, Lucas do Rio Verde: R$ 110,51 Nova Mutum: R$ 110,51. Primavera do Leste: R$ 115,22. Rondonópolis: R$ 115,22. Sorriso: R$ 110,51”, conclui.

 





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CitrusBR avalia os impactos do tarifa americana no mercado de suco de laranja



O diretor executivo da Associação Nacional de Sucos Cítricos (Citrus BR), Ibiapaba Netto, disse que a entidade ainda “está avaliando os impactos” do tarifaço de importação anunciadas pelos Estados Unidos. 

No caso do Brasil, foi anunciada uma tarifa uniforme de 10% para todos os produtos, mas há dúvidas sobre se a tarifa será cumulativa às atualmente aplicadas ou vão ser uniformizadas. “Ainda vamos ler a ordem executiva do governo dos EUA para avaliar”, diz Netto, que representa a indústria exportadora de suco de laranja no Brasil.

Atualmente, os Estados Unidos aplicam uma tarifa de US$ 415 por tonelada de suco de laranja brasileiro exportado para lá. Netto diz que, considerando-se o preço futuro do suco de laranja de hoje na Bolsa de Nova York, isso daria uma tarifa em torno de 11% a 12%. Mas, quando o preço do suco está mais baixo, esta tarifa pode alcançar até 30% por tonelada, como já aconteceu.

Desta forma, Netto diz: “Por enquanto, o posicionamento oficial da Citrus BR é de que estamos analisando, vendo os impactos e aí, assim que tivermos uma posição falaremos”.

No ano passado, o Brasil exportou para os Estados Unidos 1,346 milhão de toneladas de sucos, sendo a maior parte de suco de laranja. Em 2023, havia exportado 2% menos em volume, com 1,34 milhão de toneladas. O faturamento alcançou, no ano passado, US$ 1,193 bilhão (27% mais ante 2023, com US$ 930 milhões), conforme dados do Agrostat, do Ministério da Agricultura.



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Em meio a disputas tarifárias, algodão brasileiro deve ganhar mercado chinês



A disputa comercial entre Estados Unidos e China pode levar a um aumento das exportações brasileiras e também australianas de algodão para o país asiático, disse o Conselho Consultivo Internacional do Algodão (Icac, na sigla em inglês) em relatório mensal.

“Em 2018 e 2019, durante o período de tensões comerciais entre EUA e China, o país asiático redirecionou suas importações de algodão dos Estados Unidos para o Brasil e a Austrália”, afirmou o Icac.

“Esses países são os que mais devem se beneficiar caso a escalada das disputas tarifárias entre EUA e China continue em 2025.”

A China é o maior importador mundial da pluma, enquanto os EUA são o segundo maior exportador. “Qualquer mudança nas políticas comerciais entre esses dois países pode gerar impactos significativos no comércio mundial de algodão”, informou o conselho.

Ontem (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um “tarifaço” global sobre impostos de importação. A data foi nomeada pelo republicano como o “Dia de Libertação”. Ele confirmou uma taxa de 10% para os produtos brasileiros.



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