terça-feira, maio 26, 2026

Autor: Redação

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Podridão de ramos tem atingido pomares de laranja



A podridão de ramo, também chamada podridão peduncular


Foto: Fundecitrus

A podridão de ramo, também chamada podridão peduncular, gomose de ramo ou Bot gummosis (em inglês), é uma doença que tem preocupado citricultores devido ao aumento de sua ocorrência nos últimos meses no parque citrícola. O principal motivo para que apareça é o estresse causado sobre a planta de citros, como altas temperaturas, períodos de seca acentuados e ataque de outras doenças, como o greening. 

A doença é causada por fungos da família Botryosphaeriaceae, conhecidos como “fungos Bot”, que incluem Lasiodiplodia e Dothiorella. Eles podem permanecer na planta sem causar danos, mas se tornam patogênicos quando a árvore entra em situação de estresse. Esses fungos não afetam apenas citros, eles têm ocorrido também em outras plantas, como videiras e amendoeiras em diferentes regiões do mundo. 

Os fungos Bot provocam podridões de ramo, pedúnculos e frutos, rachaduras na casca dos ramos e, em casos severos, o secamento de parte da copa ou toda ela. Em meio a esses sintomas de podridões nos ramos, observa-se a exsudação de goma, especialmente em tecidos mais jovens. Essa goma, de aspecto pegajoso e viscoso, é uma substância açucarada liberada pela planta como resposta de defesa ao estresse causado pela infecção dos fungos. “O fungo pode ficar, grosso modo, em dois estágios: endofítico, dentro dos tecidos sem prejudicar a planta, ou patogênico, quando começa a degradar as células para absorver nutrientes e se reproduzir”, explica o pós-doutorando do Fundecitrus Thiago Carraro.





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Massa de ar frio derruba temperaturas e traz muita chuva; veja onde



A prometida massa de ar frio chega com força neste sábado, atingindo o Sul, Sudeste e o Centro-Oeste, trazendo grande volume de chuva e baixas temperaturas. Nem o Norte e o Nordeste ficam impunes e também devem receber elevados índices de precipitação. Confira a previsão para todo o país:

Sul

No sábado, o ar frio avança e o dia começa gelado no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná. Tem possibilidade de geada nos pontos mais altos das serras gaúcha e catarinense e na região de Bagé (RS). Podemos ter as primeiras temperaturas negativas do ano entre São Joaquim e Bom Jardim da Serra. No norte e leste paranaense, ainda pode chover em pontos isolados por conta da circulação de ventos. O dia em Curitiba será nublado, chuvoso e frio.

Sudeste

No sábado, o ar frio avança pelo estado de São Paulo e as temperaturas despencam na capital paulista, com máximas que não passam de 22ºC e mínima invertida. Na Região Metropolitana, região de Campinas, Sorocaba e no Vale do Ribeira, a previsão é de um dia nublado e chuvoso, sem temporais, mas com volumes altos. No litoral paulista, Vale do Paraíba, litoral sul do Rio de Janeiro, região serrana fluminense e Grande Rio, a chuva será frequente e volumosa durante todo o dia. Assim, é alto o risco de transtornos como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra e transbordamentos de rios e córregos. A chuva também aumenta no Sul de Minas e na Zona da Mata Mineira. Em Belo Horizonte, a temperatura diminui e há atenção para chuva moderada. Em Vitória, dia quente e com pancadas de chuva.

Centro-Oeste

Um ar frio avança pelo continente e chega até áreas do sul e oeste de Mato Grosso do Sul diminuindo as temperaturas já no amanhecer. À tarde, as temperaturas continuam amenas entre Eldorado, Amambai e Porto Murtinho. Já em Mato Grosso, as máximas também ficam mais baixas entre Pontes e Lacerda, Cáceres e Poconé. Em relação à chuva, a chance aumenta à tarde e pode chover forte em todos os estados, com temporais no interior mato-grossense e goiano.

Nordeste

No sábado, previsão de pancadas no interior da Bahia e chuva frequente entre os litorais maranhense e cearense. Tem alertas em São Luís e em Fortaleza. Em áreas do Sertão, ar quente e seco, com índices abaixo de 30%.

Norte

O sábado começa com chuva no Amazonas, Roraima e Pará. Ao longo do dia, as instabilidades se espalham por todos os estados, com previsão de temporais isolados. Em Boa Vista (RR) e em Manaus (AM), chove o dia todo.



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Trabalhos para estimativa da safra 2025-2026 já foram iniciados



Agentes estão realizando a derriça das plantas


Foto: Fundecitrus

Os trabalhos do departamento de Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) para anúncio da safra 2025-2026 já começaram. Os agentes estão realizando a derriça das plantas, e os frutos estão sendo enviados para contagem e pesagem.

Fernando Delgado, supervisor da PES, explica que esse é um momento fundamental para a coleta de dados que servirão como base para a estimativa. “Os frutos chegam aqui no barracão, vindos de toda parte do cinturão citrícola, e fazemos todo o processo de separação por florada, contagem e pesagem. Com isso, no dia 9 de maio, poderemos divulgar a estimativa da próxima safra”, detalha.

A pesquisa utiliza imagens de satélite em alta definição, que permitem a identificação dos pomares de citros. As propriedades citrícolas são visitadas por agentes do Fundecitrus, que medem e identificam todos os talhões de citros, coletando dados como quantidade e variedade. As informações sobre cada pomar são mantidas em sigilo. Os dados são contabilizados e agrupados por região, garantindo o anonimato dos participantes.

O trabalho segue um rigoroso protocolo metodológico, assegurando que as informações coletadas sejam precisas e representativas da realidade do setor citrícola.





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Importação de fertilizantes cresce 14,1% no início de 2025



Volume importado cresce no 1º bimestre




Foto: Canva

O volume de fertilizantes importados pelo Brasil no primeiro bimestre de 2025 apresentou um aumento de 14,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo dados do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta segunda-feira (30), entre janeiro e fevereiro, foram internalizadas 5,35 milhões de toneladas, ante as 4,69 milhões de toneladas registradas no mesmo intervalo de 2024.

Os fertilizantes são destinados, principalmente, ao plantio da segunda safra de milho e dos cereais de inverno, com destaque para o trigo. O Porto de Paranaguá recebeu 1,43 milhão de toneladas, volume inferior ao registrado no primeiro bimestre do ano passado, quando foram importadas 1,48 milhão de toneladas.

Nos portos do Arco Norte, a movimentação foi de 0,85 milhão de toneladas, acima das 0,75 milhão de toneladas do mesmo período de 2024. Já o Porto de Santos contabilizou a entrada de 1 milhão de toneladas de fertilizantes, contra 1,06 milhão no ano anterior.





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Safrinha de milho avança com foco no controle da cigarrinha



Colheita do milho para silagem atinge 85% da área no RS




Foto: Divulgação

A colheita do milho para silagem chegou a 85% da área cultivada no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (3) pela Emater/RS-Ascar, o avanço foi moderado devido ao escalonamento do plantio, estratégia adotada para reduzir riscos climáticos e otimizar a operação.

As chuvas registradas em 27 de março favoreceram a recomposição da umidade do solo, beneficiando as lavouras ainda em desenvolvimento e contribuindo para a manutenção da turgescência dos colmos, aspecto essencial para a fermentação e a qualidade nutricional da silagem.

A produtividade média do milho para silagem no estado está estimada em 36.760 kg/ha, uma redução de 6,8% em relação à projeção inicial, impactada pela estiagem.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, a safrinha ocupa 7 mil hectares, sendo que 30% das lavouras estão em fase vegetativa e 70% em florescimento e enchimento de grãos. O manejo cultural tem sido voltado para o controle da cigarrinha, cuja presença foi registrada em algumas áreas.





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Guerra comercial vai derrubar commodities agrícolas e minerais em todo o globo, diz economista



A guerra comercial capitaneada entre Estados Unidos e China teve mais um capítulo nesta sexta-feira: os asiáticos anunciaram tarifas de 34% a todos os bens importados dos norte-americanos, respondendo o tarifaço do presidente Donald Trump na mesma moeda.

Diante deste cenário, o economista Roberto Troster avalia que o movimento natural é que os negócios entre as duas potências diminua e, com isso, a atividade econômica global também tenda a cair.

“Com isso, o preço das commodities [minerais e agropecuárias] vão despencar. Caindo esses preços, a rentabilidade das empresas no Brasil e de todas as empresas industriais do mundo também caem por conta de um nível de atividade menor e de concorrência maior.”

Segundo Troster, a queda das bolsas de valores nesta sexta-feira (4), quando o Ibovespa retraiu 2,96%; Londres e Frankfurt caíram 4,95%; Paris 4,26%; Madri 5,83%; e Milão teve tombo ainda mais acentuado, de 6,53%; é só o primeiro reflexo de uma guerra sem vencedores.

“[Essas quedas] são apenas o primeiro choque de algo que não vai terminar na segunda-feira (7), possivelmente vai ter mais ações e reações. É uma política um pouquinho ‘míope’ do governo norte-americano em que todos vão sair perdendo”, considera.

Novo multilateralismo

Nesta tarde, em entrevista ao UOL, o diretor-executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), André Roncaglia, ressaltou que se todos os países que foram taxados pelos Estados Unidos responderem também com retaliações, o mundo poderá sofrer uma pobreza coletiva. Troster, por outro lado, não acredita neste cenário.

Para ele, o a geopolítica global está caminhando para um novo multilateralismo. “Haverá uma união mais forte entre a Américo Sul e a União Europeia, entre o Brasil e o restante da América Latina, entre América Latina e Ásia, entre Ásia e Europa e a África também nesse meio”, ressalta.

O economista destaca que os Estados Unidos foram muito importantes logo após a Segunda Guerra Mundial e ainda são, em muitos sentidos, a economia mais importante do mundo. “Mas em outros [sentidos] não é [a economia mais forte do mundo], em paridade de poder de compra a China já produz mais, já é uma potência industrial maior. Então o mundo mudou e o eixo está mudando dos Estados Unidos para a Ásia”, acredita.



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Colheita do milho avança 13% na Argentina



Chuvas beneficiam lavouras na Argentina, aponta USDA




Foto: Divulgação

As chuvas registradas nos principais distritos agrícolas da Argentina melhoraram a umidade do solo, favorecendo o desenvolvimento das lavouras no fim do verão, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os volumes de precipitação variaram entre 10 e 100 mm do sul de Buenos Aires até o norte do país. Nas áreas de cultivo de algodão, os acumulados ficaram entre 10 e 60 mm, com alguns pontos isolados ultrapassando 100 mm, o que pode prejudicar a cultura à medida que as cápsulas começam a se abrir.

As temperaturas permaneceram abaixo da média nas regiões ocidentais, com Córdoba registrando até 5°C a menos que o normal. As máximas diurnas oscilaram entre 20°C e 25°C, exceto no extremo norte, onde ficaram entre 30°C e 35°C.

Até 27 de março, 58% das lavouras de girassol haviam sido colhidas, enquanto o milho registrava avanço de 13% na colheita.





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veja como o mercado terminou a semana


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar elevação em seus preços nesta sexta-feira (4). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Allan Maia, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate, bastante encurtadas neste momento.

“Soma-se a isso ao fato de a demanda seguir aquecida neste momento, com a entrada dos salários na economia adicionado ao maior potencial de consumo relacionado ao Domingo de Páscoa. Exportações seguem em bom nível, com expectativa de mais um recorde de embarques para a atual temporada”, disse.

  • São Paulo: preços firmes, com boa propensão a reajustes do boi gordo no curto prazo. Negociações entre R$ 320 e R$ 325
  • Goiás: mais um dia de negociações acima da referência média. Negócios no sudoeste do estado aconteceram na média de R$ 315 a R$ 320
  • Mato Grosso do Sul: preços ligeiramente mais altos no decorrer da sexta-feira. Na região de Campo Grande e Naviraí, indicações ao nível de R$ 310
  • Mato Grosso: preços mais altos durante o dia. Na região de Paranatinga, relatos de negócios em até R$ 315, assim como em Mirassol d’Oeste.

Preços no atacado

O mercado atacadista apresentou alta em seus preços no decorrer da semana, confirmando a expectativa de boa demanda. Assim, a tendência é de continuidade do movimento no curto prazo, considerando o período de aquecimento da demanda.

O quarto traseiro foi precificado na sexta-feira a R$ 25,50 por quilo, o dianteiro ainda é
cotado a R$ 18,50 e ponta de agulha a R$ 17,50.

Exportações de carne bovina

carne bovina - autoembargocarne bovina - autoembargo
Foto: Abiec

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,055 bilhão em março (19 dias úteis), com média diária de US$ 53,299 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 215,427 mil toneladas, com média diária de 11,338 mil toneladas.

O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.898,90. Em relação a março de 2024, houve alta de 40,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 29,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 8,2% no preço médio.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 3,65%, sendo negociado a R$ 5,8351 para venda e a R$ 5,8331 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6981 e a máxima de R$ 5,8466. Na semana, a moeda teve valorização de 1,29%.



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Negócios moderados no mercado da soja; saiba qual região teve aumento nas cotações



O mercado brasileiro de soja viveu uma sexta-feira (4) de volatilidade. Apesar da forte queda na Bolsa de Chicago, os preços internos subiram de forma expressiva, puxados pela disparada do dólar e pela firmeza nos prêmios.

Além disso, os negócios foram moderados, com muitas tradings preferindo se manter fora do mercado diante do cenário de incertezas, segundo a consultoria Safras & Mercado.

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Cotações da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 132,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 124,00 para R$ 128,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 131,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 112,00 para R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 120,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 112,00 para R$ 116,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira em forte baixa, ampliando as perdas acumuladas na semana. A principal causa foi a retaliação da China às tarifas dos Estados Unidos, revivendo temores de uma guerra comercial e pressionando negativamente as commodities agrícolas. No acumulado da semana, a queda foi de 4,5%.

O sentimento de aversão ao risco se espalhou pelo mercado financeiro global, com fortes quedas nas bolsas da Ásia, Europa e dos Estados Unidos. O temor de uma recessão nos EUA derrubou os juros e o preço do petróleo, impactando também outras commodities. O dólar, por outro lado, registrou valorização.

A China anunciou que irá impor tarifas adicionais de 34% sobre todos os produtos importados dos EUA, o que pode abrir espaço para o Brasil ganhar mais participação no mercado chinês. Segundo o analista Fernando Iglesias, da Safras & Mercado, o país pode se tornar a principal origem de importações chinesas de carnes e soja, reduzindo a competitividade norte-americana.

Palavra de especialista

Rafael Silveira, analista de soja da consultoria, acredita que, no segundo semestre deste ano, os embarques dos EUA devem cair, com a China voltando seus olhos ao produto brasileiro.

Iglesias também destaca que a nova tarifa chinesa se soma a uma já existente de 20% sobre diversos produtos norte-americanos, incluindo carnes e soja, o que agrava ainda mais a relação comercial entre os países.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 34,50 centavos de dólar, ou 3,41%, a US$ 9,77 por bushel. A posição julho caiu 33,25 centavos, ou 3,23%, para US$ 9,93 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo (maio) fechou com baixa de US$ 4,90, ou 1,7%, a US$ 283,10 por tonelada. O óleo (maio) recuou 1,22 centavo, ou 2,59%, para 45,84 centavos de dólar por libra-peso.



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Conselho autoriza prorrogação de pagamento para agricultores afetados por seca



Em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN) desta sexta-feira (4), foi aprovada a prorrogação do prazo de pagamento das operações de crédito rural de custeio contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) entre 2 de janeiro e 31 de julho de 2022.

A medida beneficia agricultores familiares, mini e pequenos produtores rurais, especialmente na região de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que segue sofrendo com os efeitos da seca e estiagem no início deste ano.

Devido à persistente crise hídrica que compromete a capacidade de pagamento de diversos produtores na região, o CMN autorizou a extensão do prazo de pagamento do crédito rural de custeio em até 48 meses, incluindo um período de carência de 12 meses.

As operações abrangidas pela medida foram realizadas entre 2 de janeiro e 31 de julho de 2022, nos municípios da área de atuação da Sudene, e estavam com vencimento previsto para o primeiro trimestre de 2025.

Devido ao calendário de vencimento, essas operações não puderam ser renegociadas com base nas Resoluções CMN nº 5.120, de 7 de fevereiro de 2024, e 5.200, de 20 de fevereiro de 2025.

Para os agricultores e produtores beneficiados, a nova formalização do pedido de renegociação deverá ser realizada até 31 de maio de 2025.



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