quarta-feira, maio 27, 2026

Autor: Redação

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Chuva em excesso pode atrapalhar o desenvolvimento da soja em algumas regiões; saiba onde a água ‘cai’



As regiões produtoras de soja no Brasil seguem afetadas por um clima com muita umidade. Nos próximos dias, a previsão indica que o impacto no setor agrícola pode ser tanto positivo quanto negativo, dependendo do local e do estágio das lavouras.

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Chuva pelo Brasil: aliada ou desafio para a soja?

Na região Norte, os estados de Rondônia, Pará e Amazonas devem registrar acumulados superiores a 70 milímetros em cinco dias. A condição favorece a manutenção da umidade do solo, beneficiando áreas ainda em desenvolvimento, mas continua dificultando o avanço da colheita da soja.

No Matopiba, os volumes previstos para as lavouras de soja variam entre 50 e 80 milímetros. A chuva começa a se espalhar de forma mais abrangente pela Bahia, o que pode contribuir com o desenvolvimento das lavouras nas áreas produtoras.

Já no Centro-Oeste, o estado do Mato Grosso segue com tempo instável, prejudicando os trabalhos de colheita. Em contrapartida, a volta da umidade em Mato Grosso do Sul e Goiás traz alívio para os produtores que iniciaram o plantio do milho segunda safra.

Nas lavouras de soja localizadas no Sul do país, destaque para o Paraná, que deve receber acumulados superiores a 50 milímetros em cinco dias, o que representa uma boa notícia para os produtores locais.

Para o período de 17 a 21 de abril, a tendência é de continuidade da umidade nas regiões Centro-Oeste, Rondônia e sul da Bahia. Além disso, os estados de São Paulo e Minas Gerais devem receber volumes , superando os 80 milímetros em cinco dias.

Por outro lado

A Região Sudeste apresenta um cenário diferente: em São Paulo, o tempo mais seco acentua a restrição hídrica já sentida nas lavouras de milho. No entanto, a previsão indica o avanço de um sistema de baixa pressão nos próximos dias, com retorno das chuvas em São Paulo e Minas Gerais.



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VRK Consultoria Ambiental e Florestal

ANGELA DE FATIMA PETRY LTDA (TORNEARIA ROMEIRO), inscrita no CNPJ: 54.846.771/0001–23, torna público que requereu junto a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente – SMAMA, a Licença de Prévia – LP, Licença de Instalação – LI e Licença de Operação – LO para atividade de serviço de usinagem, tornearia e solda, localizada Travessa Poconé, n° 22, Quadra02, bairro Vale do Sol, município de Campo Verde/MT. Não foi determinado EIA/RIMA.

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‘O Brasil segue como protagonista mundial na venda de soja’, afirma analista da Safras & Mercado



O Soja Brasil conversou com Rafael Silveira, analista de mercado da consultoria Safras & Mercado, sobre o cenário das exportações brasileiras de soja em meio às tensões comerciais globais. Silveira explicou os impactos econômicos no país e os desafios estruturais que precisam ser superados.

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Guerra comercial

Com a intensificação da guerra comercial entre China e Estados Unidos, o Brasil tem se consolidado ainda mais como um fornecedor estratégico de soja. O impacto dessas tensões fortalece as exportações brasileiras de commodities, especialmente a soja. A China, maior comprador do Brasil, tem importado volumes superiores a 70 milhões de toneladas por ano. Rafael destaca que, além da disponibilidade, a soja brasileira é reconhecida internacionalmente por sua alta qualidade.

Apesar do crescimento nas exportações, os efeitos positivos sobre outros setores da economia brasileira ainda são limitados no curto prazo. O dólar elevado e o custo mais alto da soja no mercado físico brasileiro impactam a indústria de processamento, tornando os derivados mais caros.

No entanto, Rafael aposta em um cenário mais favorável no médio e longo prazo. A tendência, segundo ele, é de um fluxo maior de entrada de dólares no Brasil e de uma relação comercial mais próxima com a China, o que pode trazer ganhos em tecnologia e desenvolvimento.

A soja no Brasil: protagonismo

Para Rafael, o agro é a grande marca do Brasil no mundo. Segundo ele, o país é eficiente em produzir e alimentar o mundo. Com comércio livre e incentivos adequados, a prosperidade acontece naturalmente. Ele defende que os ganhos gerados pelo agronegócio devem ser aproveitados para fortalecer também setores como a indústria de transformação. Isso reduz a dependência de commodities e gera um ciclo de crescimento mais equilibrado e sustentável.

Rafael também faz uma análise crítica do modelo econômico brasileiro, que, segundo ele, ainda é excessivamente dependente do Estado. Altos impostos, burocracia e transferências forçadas de renda freiam o desenvolvimento. Para mudar esse cenário, é necessário simplificar o sistema tributário, reduzir entraves e valorizar o empreendedorismo. Rafael afirma que o país precisa permitir que o mercado floresça, e que ele não pode ser tratado como inimigo.

O que esperar do mercado da soja?

O ano promete ser novamente de destaque para a soja brasileira. A estimativa, segundo Rafael, é de uma safra recorde. O Brasil deve atingir algo em torno de 107 milhões de toneladas exportadas, mantendo-se como protagonista mundial. No entanto, ele chama atenção para os gargalos logísticos. Mesmo com uma boa malha portuária, será necessário melhorar a infraestrutura para acompanhar o ritmo de crescimento da demanda. Nesse ponto, Rafael acredita que o Estado pode, e deve, contribuir.



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Cerrado Summit será o único evento da pré-COP30 realizado fora de uma capital brasileira


O Cerrado Summit, será o único evento da pré-COP30 realizado fora de uma capital brasileira, com foco exclusivo nos tratados e desafios do Bioma Cerrado. O encontro será realizado nos dias 15 e 16 de abril, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

A programação será aberta no dia 15, às 9h, apenas para convidados, no auditório da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), no Complexo Bahia Farm Show.

O evento colocará a região como palco de um dos encontros mais estratégicos da agenda da agricultura regenerativa em paisagens no Cerrado brasileiro.

Junto com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Aiba é a entidade co-organizadora do encontro.

“A escolha de Luís Eduardo Magalhães para sediar este evento não foi por acaso. Não se discute o futuro do Bioma Cerrado fora de onde ele efetivamente está. Por isso, articulamos com o Ministério da Agricultura para que o Cerrado Summit acontecesse aqui, no coração do bioma. Queremos mostrar ao mundo que o agronegócio praticado nesta região é comprometido com a sustentabilidade e vem adotando, cada vez mais, práticas de agricultura regenerativa para garantir o equilíbrio e a preservação do Cerrado”, afirma o presidente da Aiba, Moisés Schmidt.

Foto: Natashi Pilon/Unicamp

Cerrado Summit

Sediado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o evento contará com a presença confirmada do Ministro Carlos Fávaro, e a cerimônia de abertura prevê a participação do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, o secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Mapa, Pedro Alves Corrêa Neto, além dos prefeitos de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, de Barreiras, Otoniel Teixeira, do presidente da Aiba, Moisés Schmidt, e da presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa, como também, de líderes de governos.

O Cerrado Summit será o primeiro Acelerador de Paisagens promovido pela Aliança para Ação Regenerativa nas Paisagens (AARL), com foco em construir um plano de ação concreto até a COP30, que será realizada em Belém no segundo semestre.

O encontro tem como pilares o financiamento da transição, métricas de monitoramento e avaliação (MMRV) e políticas públicas voltadas ao Cerrado.

O primeiro dia contará com painéis de discussão, mesas redondas e discussões em grupo, nos quais os participantes terão a oportunidade de:

  • Revisar oportunidades globais e locais em paisagens regenerativas e o contexto atual;
  • Discutir estratégias para a transição em escala via financiamento, métricas e políticas públicas;
  • Decidir sobre ações coordenadas para acelerar paisagens regenerativas
    produtores, líderes globais e nacionais do setor financeiro, e sociedade civil.

Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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Restaurante é fechado por servir pombo no lugar de pato e carne estragada



Um restaurante chinês foi interditado pela polícia da Espanha após uma inspeção revelar que o estabelecimento servia aos clientes pombos assados como se fossem patos. Além disso, as autoridades encontraram carnes estragadas penduradas em varais, a cozinha infestada de baratas, e ratoeiras espalhadas pelo chão do local, colocando em risco a saúde pública.

O The Jin Gu está localizado no distrito de Usera, em Madri. Os fiscais que estavam na operação, realizada em 25 de março, também se depararam com oito freezers defeituosos e enferrujados, repletos de produtos sem identificação ou data de validade.

Além da carne de pombo…

No depósito de lixo do restaurante foi encontrado um recipiente plástico com mais de 100 litros de gordura acumulada, sem tampa nem sistema de descarte. A polícia espanhol também informou que os utensílios de cozinha estavam em condições precárias.

As geladeiras não tinham monitoramento da temperatura dos alimentos armazenados, e havia itens alimentos proibidos por leis ambientais da União Europeia.

O dono do restaurante está sob investigação do Ministério Público de Madri por suspeita de crimes contra a saúde pública. Ele não teve a identidade revelada.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tarifa zero para milho acende alerta no setor


A recente decisão do governo federal de zerar as tarifas de importação de milho para todos os países acendeu o alerta no setor agrícola e gerou debates sobre os impactos da medida no mercado interno. Embora o Brasil seja um país superavitário na produção do grão, a importação é prática recorrente para suprir demandas regionais, especialmente no Sul e, mais recentemente, no Nordeste.

Tradicionalmente, o milho importado chega ao Brasil de países do Mercosul, como o Paraguai, que já contavam com isenção de tarifas em razão dos acordos comerciais do bloco. Com a nova decisão, o leque de origens se amplia e traz incertezas quanto à competitividade do milho nacional.

Segundo estimativas da Biond Agro, o milho importado pode entrar no mercado brasileiro com valores entre R$ 85 e R$ 91 por saca. Em caso de maior competitividade, isso pode exercer pressão nos preços internos. “Se esses preços se confirmarem, a maior oferta pode ancorar os valores próximos a R$ 80 por saca”, analisa Felipe Jordy, gerente de inteligência e estratégia da Biond Agro.

Para Jordy, os efeitos da medida ainda são incertos e exigem acompanhamento constante. “A medida do governo pode ser uma faca de dois gumes. Se, por um lado, ela pode ajudar a controlar os preços internos, por outro, é uma ameaça para aquele produtor que espera melhores preços. É fundamental que se acompanhe de perto a evolução dos custos de importação e a reação dos produtores brasileiros”, avalia.

O cenário climático também se apresenta como fator decisivo no comportamento do mercado. Problemas durante o desenvolvimento da safrinha podem reduzir a oferta interna e ampliar a necessidade de importação. “O clima é sempre uma variável importante, mas em um ano como este, com tantas incertezas no mercado internacional, ele se torna ainda mais crucial. Se tivermos problemas climáticos, a importação será uma válvula de escape para garantir o abastecimento interno e evitar uma alta excessiva nos preços do milho”, acrescenta Jordy.

Enquanto isso, o mercado adota uma postura de cautela, à espera dos próximos desdobramentos que envolvem variáveis políticas, econômicas e climáticas.





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Estados Unidos seguem dependendo do mercado brasileiro



As exportações brasileiras de ovos, tanto In natura quanto processados, atingiram 8,65 mil toneladas no primeiro trimestre de 2025. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e compilados e analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o Cepea, um dos principais fatores que justificam o grande aumento nos embarques foi o surto de gripe aviária nos Estados Unidos. O país já importou, de janeiro a março, quantidade 28% superior que a exportada ao longo de todo o ano de 2024.

O volume comercializado da proteína representa um crescimento de 97% no comparativo com o mesmo período de 2024. O crescimento expressivo demonstra que o setor segue em ritmo acelerado no Brasil. 

Os Estados Unidos já se tornaram o principal destino das exportações brasileiras de ovos. O surto de gripe aviária, que aumentou o preço do produto no mercado interno americano, torna pouco provável uma mudança de cenário, mesmo com o recente anúncio da aplicação de uma tarifa de 10% sobre os produtos brasileiros importados pelo país.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Restaurante é fechado por servir pombo e carne estragada



Um restaurante chinês foi interditado pela polícia da Espanha após uma inspeção revelar que o estabelecimento servia aos clientes pombos assados como se fossem patos. Além disso, as autoridades encontraram carnes estragadas penduradas em varais, a cozinha infestada de baratas, e ratoeiras espalhadas pelo chão do local, colocando em risco a saúde pública.

O The Jin Gu está localizado no distrito de Usera, em Madri. Os fiscais que estavam na operação, realizada em 25 de março, também se depararam com oito freezers defeituosos e enferrujados, repletos de produtos sem identificação ou data de validade.

Além da carne de pombo…

No depósito de lixo do restaurante foi encontrado um recipiente plástico com mais de 100 litros de gordura acumulada, sem tampa nem sistema de descarte. A polícia espanhol também informou que os utensílios de cozinha estavam em condições precárias.

As geladeiras não tinham monitoramento da temperatura dos alimentos armazenados, e havia itens alimentos proibidos por leis ambientais da União Europeia.

O dono do restaurante está sob investigação do Ministério Público de Madri por suspeita de crimes contra a saúde pública. Ele não teve a identidade revelada.



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Tempo não ajuda e safra de laranja tem o pior resultado em quase quatro décadas



O fechamento da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgado pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), foi confirmada como a segunda menor dos últimos 37 anos.

A produção desta temporada atingiu 230,87 milhões de caixas de 40,8 kg e foi 0,65% menor em comparação com à projeção inicial, de 232,38 milhões de caixas, divulgada em maio de 2024, e 24,85% inferior à safra anterior, que totalizou 307,22 milhões de caixas.

O resultado, considerado atípico, ocorreu devido às condições climáticas adversas e à emissão extremamente tardia e expressiva da quarta florada. “Clima mais seco e temperaturas mais elevadas, além da incidência do greening, foram os principais fatores pela baixa produção dessa temporada, reduzindo a quantidade e o peso dos frutos”, informou a Fundecitrus.

Porém, a entidade destaca que a expressiva e tardia quarta florada atenuou a quebra que poderia ter sido maior.

“Embora as previsões meteorológicas apontassem para pouca chuva na época de desenvolvimento dos frutos, o impacto das condições climáticas de maio a agosto de 2024 foi muito mais intenso do que o previsto. O volume de chuvas ficou 31% abaixo do previsto, enquanto as temperaturas máximas registraram médias de 3 ºC a 4 ºC acima da média histórica”, disse o diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres.

Doenças e pragas

A Fundecitrus também destacou que a intensidade de greening no cinturão citrícola também foi determinante para a redução da laranja. Em nota publicada no site da instituição, a entidade explica que a combinação dos fatores resultou na antecipação da colheita e na produção de frutos menores do que a estimada.

O greening foi responsável por 9,05% e 25 milhões de caixas perdidas, o bicho-furão e as moscas-das-frutas responsáveis por 4,11% e 12 milhões de caixas, além de outros motivos, como queda natural e mecânica, pinta preta, leprose e cancro cítrico.

Queda e tamanho dos frutos

Por causa da situação, o peso médio das laranjas foi de 159 gramas. Os frutos de primeira, segunda e terceira floradas atingiram 162, e os da quarta florada 146 gramas.

O ritmo mais acelerado de colheita contribuiu para diminuir a taxa de queda de frutos e as perdas na produção. A taxa média de queda no cinturão citrícola foi de 17,8% no acumulado geral desde o início da safra, sendo a menor taxa registrada nos últimos cinco anos.

As perdas estimadas com a queda foram de 50 milhões de caixas ao longo da safra.

Safra da laranja 2025/26

A estimativa da safra de laranja e o inventário de árvores serão divulgados no dia 9 de maio de 2025, em evento presencial no Fundecitrus.

A Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) é realizada pelo Fundecitrus em parceria com o Departamento de Ciências Exatas da Unesp (FCAV), FCAV/Unesp Campus Jaboticabal.



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Estados Unidos segue dependendo do mercado brasileiro



As exportações brasileiras de ovos, tanto In natura quanto processados, atingiram 8,65 mil toneladas no primeiro trimestre de 2025. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados e compilados pelo Cepea.

De acordo com o Centro de Estudos, um dos principais fatores que justificam o grande aumento nos embarques foi o surto de gripe aviária nos Estados Unidos. O gigante norte americano já importou, de janeiro a março, quantidade 28% superior que a exportada ao longo de todo o ano de 2024.

O valor comercializado da proteína representa um crescimento de 97% no comparativo com o mesmo período de 2024. O crescimento expressivo demonstra que o setor segue em ritmo acelerado no Brasil. 

Os Estados Unidos já se tornaram o principal destino das exportações brasileiras de ovos. O surto de gripe aviária, que aumentou o preço do produto no mercado interno americano, torna pouco provável uma mudança de cenário, mesmo com o recente anúncio da aplicação de uma tarifa de 10% sobre os produtos brasileiros importados pelo país.



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