segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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Super Quarta e desaceleração chinesa mexem com os ânimos: ouça os destaques do mercado


PODCAST Diário Econômico

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que, em clima de cautela antes da Super Quarta, o Ibovespa subiu 0,03% com apoio do petróleo.

Enquanto isso, o dólar avançou a R$ 5,70 e investidores reagiram à desaceleração chinesa, ao déficit dos Estados Unidos, à expectativa de manutenção dos juros pelo Fed e alta da Selic no Brasil.

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Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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Dia começa com temporais motivados por frente fria; veja onde



Uma frente fria deve trazer temporais para o Rio Grande do Sul, partes de Santa Catarina e da Bahia nesta quarta-feira (7). Confira a previsão do tempo para todo o Brasil:

Sul

A chuva se espalha por mais áreas do Rio Grande do Sul devido ao avanço de uma nova frente fria. Alerta de temporal com altos acumulados no oeste, centro e sudoeste gaúchos e pancadas fortes na região do Chuí. Porto Alegre ainda vai ter um dia de sol, com chuva aumentando durante a tarde. Chove de forma mais isolada no sul de Santa Catarina, enquanto as demais áreas do estado permanecem com tempo firme. Dia de sol, sem chuva em todo o Paraná e com temperaturas em elevação.

Sudeste

Vento úmido sopra do mar em direção ao continente, favorecendo um pouco de chuva no norte do Rio de Janeiro e em todo o litoral do Espírito Santo. Devido à atuação de uma alta pressão na região central do Brasil, as demais áreas do Sudeste terão tempo estável e seco. Umidade baixa no noroeste, Triângulo de Minas e no interior paulista – valores que podem ficar abaixo de 30%.

Centro-Oeste

A chuva continua concentrada em forma de pancadas no norte de Mato Grosso por conta da influência dos ventos úmidos que vêm do norte do país, enquanto o ar seco continua chamando atenção nas demais áreas da Região, que recebem ventos secos do interior do Nordeste. Dia de tempo firme e mais aberto em Mato Grosso do Sul, com temperaturas elevadas no interior do estado. Atenção com umidade relativa do ar abaixo de 30% no leste e oeste sul-mato-grossense, em todo o estado de Goiás e na região de Brasília.

Nordeste

Os temporais continuam no litoral centro-norte da Bahia e entre Sergipe e Alagoas – devido à permanência da frente fria, dia mais nublado em Aracaju e Maceió com chuva a qualquer momento. Pode chover de forma moderada no interior e litoral de Pernambuco. A Zona de Convergência Intertropical ainda mantém a condição de pancadas entre o litoral do Maranhão, Piauí e Ceará. Ar mais seco no interior do Rio Grande do Norte e da Paraíba.

Norte

O risco de temporais segue elevado entre o norte do Amazonas, o interior do Pará e o estado de Roraima – com alerta para Boa Vista. A chuva diminui no Acre e no sul do Tocantins. A atuação da ZCIT mantém o tempo mais instável e com risco de pancadas fortes em Belém, capital do Pará.



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AgroNewsPolítica & Agro

Menor oferta pressiona preço da arroba no Mato Grosso



Indústrias enfrentam margem menor em abril




Foto: Pixabay

O indicador do Equivalente Físico (EF) em Mato Grosso fechou abril em -7,86%, segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (5). O resultado ficou 2,33 pontos percentuais abaixo da média histórica para o mês, que é de -5,53%.

“O recuo no indicador reflete a redução da margem das indústrias frigoríficas, impactada pelo aumento no preço da arroba”, informou o Imea. Em abril, o preço médio da arroba do boi gordo subiu 7,13% em relação a março, passando de R$ 295,96 para R$ 317,07. Segundo o instituto, a alta foi impulsionada pela menor oferta de animais prontos para abate, o que gerou pressão sobre os preços.

Por outro lado, os preços da carne com osso no atacado permaneceram estáveis no mês, sustentados pela demanda interna consistente e pela competitividade das exportações.

“No curto prazo, com o início do período seco e o ajuste da lotação nas propriedades, a expectativa é de queda nos preços da arroba”, avaliou o Imea. Apesar disso, os preços no atacado tendem a permanecer firmes, o que pode contribuir para a recuperação das margens das indústrias frigoríficas.





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AgroNewsPolítica & Agro

Compensação de carbono é destaque no Canela Light Fest



Empresa garante a compensação das emissões de carbono do consumo de energia elétrica


Foto: Pixabay

A Tereos, uma das empresas líderes na produção de açúcar, etanol e energia do país, será a responsável pela compensação das emissões de carbono provenientes da energia elétrica consumida ao longo do evento Canela Light Fest, realizado em Canela (RS), entre os dias 1 e 4 de maio, contribuindo diretamente para a redução da pegada ambiental do evento.

A compensação é feita por meio de créditos de energia renovável, obtidos com a certificação I-REC (da sigla em inglês International Renewable Energy Certificate). A ferramenta é reconhecida internacionalmente e comprova a geração de energia limpa a partir da rastreabilidade de sua origem. A certificação foi obtida pela Tereos em 2021 e garante que a energia elétrica gerada pela empresa é proveniente de fonte renovável — no caso, a biomassa da cana-de-açúcar.

“Essa é mais uma parceria que reforça nosso compromisso com a agenda ESG não só dentro da Tereos, mas contribuindo com práticas mais sustentáveis em eventos e festivais culturais. Seguiremos investindo em iniciativas que impulsionem a transição energética e o envolvimento de todos na construção de um futuro mais verde”, comenta Gustavo Segantini, diretor comercial da Tereos.

O grupo já firmou parcerias com eventos como João Rock, Coala Festival e Oktoberfest de Blumenau e de São Paulo. Com os acordos, a Tereos já compensou a emissão de aproximadamente 18 mil toneladas de CO2, o equivalente ao plantio de mais de 130 mil árvores.  

O Açúcar Guarani, marca de varejo da Tereos, também estará presente no evento por meio de ativações especiais.

O Canela Light Fest é uma exposição de arte noturna que visa aliar cultura, turismo e conscientização ambiental em ruas e praças públicas, focado em discutir sustentabilidade e o envolvimento de povos tradicionais. A parceria com a Tereos marca um passo importante para tornar o festival cada vez mais sustentável, alinhado ao seu objetivo em fomentar a conscientização sobre mudanças climáticas e seus efeitos para a população.





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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo de inverno dos EUA supera média de 5 anos



Safra de trigo avança com qualidade




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que 39% da safra de trigo de inverno do país já foi semeada até o dia 4 de maio. O dado, divulgado nesta terça-feira (6) no boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, representa um atraso de 2 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado, mas está 6 pontos à frente da média dos últimos cinco anos.

O relatório também apontou que 51% da safra foi classificada como em boas a excelentes condições. O número supera em 2 pontos percentuais o registrado na semana anterior e está 1 ponto acima do índice observado no mesmo período do ano passado.

No Kansas, principal estado produtor de trigo de inverno, 47% das lavouras foram avaliadas como em boas a excelentes condições.





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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas fora de época ameaçam trigo na Índia



Índia anunciou planos ambiciosos para triplicar sua capacidade de armazenamento



Em resposta, o governo indiano anunciou planos ambiciosos para triplicar sua capacidade de armazenamento
Em resposta, o governo indiano anunciou planos ambiciosos para triplicar sua capacidade de armazenamento – Foto: Agrolink

De acordo com dados oficiais divulgados pelo Times of India, cerca de 5,5 milhões de toneladas de trigo adquirido no estado de Punjab ainda não foram colhidas ou armazenadas adequadamente, o que representa aproximadamente 45% do volume total. O mau tempo, com chuvas fora de época, elevou a preocupação entre agricultores e comerciantes, diante da falta de infraestrutura moderna de armazenamento e do risco crescente de perdas por umidade.

Até o dia 4 de maio, cerca de 12,2 milhões de toneladas de trigo chegaram aos mercados de grãos da região. Deste total, o governo adquiriu 11,1 milhões de toneladas, enquanto o setor privado comprou outras 971 mil toneladas. No entanto, apenas 6,7 milhões de toneladas — cerca de 55% do total — foram efetivamente armazenadas. A taxa de retirada do produto dentro de até 72 horas após a aquisição atingiu 63%, apontando para um gargalo logístico preocupante.

A safra nacional de trigo da Índia, segundo relatório recente do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA, deve alcançar 113,2 milhões de toneladas no ano comercial 2024-25, cultivadas em 31,8 milhões de hectares. Como segundo maior produtor mundial de trigo, atrás apenas da China, a Índia enfrenta o desafio de garantir condições adequadas para conservar sua produção.

Em resposta, o governo indiano anunciou planos ambiciosos para triplicar sua capacidade de armazenamento de trigo, passando dos atuais 2,8 milhões para 9 milhões de toneladas em três anos, conforme informou o Financial Express. O projeto integra um investimento de US$ 15 bilhões para criar uma capacidade adicional de 70 milhões de toneladas de armazenamento nos próximos cinco anos, por meio da construção de milhares de armazéns e silos em todo o país. O objetivo é armazenar 100% da produção nacional de grãos, melhorando a eficiência da cadeia de suprimentos e evitando perdas provocadas por falhas logísticas e climáticas.

 





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Produção de café pode cair 4% em 2025


O brasileiro é apaixonado por café, que é uma das bebidas mais consumidas no país. Como segmento econômico, a cafeicultura desempenha papel importante na economia nacional. “O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, e a produção local é vital para equilibrar o suprimento global. Contudo, em anos de baixa bienalidade, como 2025, a plantação tem sido afetada pela restrição hídrica e pelas altas temperaturas durante a floração”, explica Vanessa Amorim, analista de mercado agro da Belgo Arames. Ela destaca que a bienalidade é um fenômeno natural do café, caracterizado pela alternância de altas e baixas produções. 

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a combinação de fatores climáticos desfavoráveis está impactando a produtividade do café. A estimativa para a produção nesta safra é de 51,8 milhões de sacas, o que representa redução superior a 4% em relação a 2024. Nesse contexto, para garantir a qualidade dos grãos, os produtores precisam estar atentos ao manejo do solo e aos tratos culturais. Uma das etapas mais importantes para a qualidade do café é o processo de secagem. “Se não realizado de maneira eficaz, esse processo pode prejudicar o produto final”, alerta a analista da Belgo Arames. 

Vanessa explica que a secagem pode ser feita de diferentes maneiras, como em terreiros ou secadores mecânicos. O terreiro suspenso tem se mostrado particularmente eficiente nesse processo. “Ao optar por esse método, o produtor utiliza uma estrutura de tela hexagonal com malhas finas sustentada por arames lisos esticados sobre pilares de cimento ou madeira. O terreiro suspenso permite que os grãos sequem lentamente, evitando o contato direto com o chão”, acrescenta. 

Esse método oferece uma secagem mais uniforme, o que reduz o risco de fermentações indesejadas e resulta em produto final mais “limpo”. Para atingir a excelência na produção, o terreiro suspenso deve ser projetado de forma personalizada para atender às necessidades específicas de cada propriedade. Os cafeicultores também devem prestar atenção à qualidade do arame e da tela utilizados. 

 “Nesse aspecto, a Belgo Arames tem muito a contribui com suas tecnologias avançadas, presente em todas as fases de produção do café, desde a produção do produto até no preparo final, com o arame de produção do coador de pano. Recomendamos o uso do arame ovalado Belgo ZZ-700 Bezinal, que se destaca pela sua alta resistência à corrosão”, afirma Vanessa Amorim. 

“Com a adoção de tecnologias mais eficientes, a cafeicultura mantém sua tradição e excelência. Os produtores fortalecem sua presença no mercado nacional e internacional, garantindo um café diferenciado e contribuindo para a sustentabilidade econômica e social do setor”, conclui a analista da Belgo Arames, empresa referência no mercado brasileiro de aço. 





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JBS investe R$ 216 milhões em quatro unidades da Seara 



A JBS vai investir R$ 216 milhões em quatro unidades da Seara, em Santa Catarina. O anúncio foi feito nesta terça-feira (6) pelo presidente do negócio, João Campos. Os investimentos resultarão na geração de 278 empregos diretos no estado.

De acordo com a companhia, os recursos serão destinados à modernização e ampliação da unidade de processamento de suínos em Itapiranga, de uma granja de aves em Bom Retiro e das unidades de processamento de aves de Itaiópolis e Nova Veneza.

Com investimento de R$ 98 milhões, a unidade de Itapiranga terá a capacidade de processamento ampliada em 600 suínos por dia. Já em Bom Retiro serão investidos R$ 89 milhões para a construção de uma nova granja para produção de matrizes.

Na unidade de Itaiópolis, a Seara investirá R$ 15 milhões na modernização da planta de aves, com foco na melhoria do mix de produção. Já em Nova Veneza, a unidade de aves receberá R$ 14 milhões para aumento da velocidade de processamento, ampliando a capacidade em 38 mil aves por dia.

O anúncio foi feito em evento com o governador do Estado, Jorginho Mello, sobre a política de incentivos à indústria implementada pelo governo estadual.

“É um prazer enorme poder estar aqui, poder fazer parte do desenvolvimento, da criação de empregos e de um trabalho extremamente importante. O estado de Santa Catarina já é um estado bastante importante para as operações da Seara e esse projeto nos ajuda a continuar investindo ainda mais no estado”, afirmou João Campos.



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Sicredi Serrana intensifica apoio a 76 vinícolas na Wine South America


O enoturismo tem sido uma grande alavanca do desenvolvimento cultural e sócio-econômico da Serra Gaúcha porque movimenta diversos setores, fortalecendo a região com experiências enoturísticas que atraem milhares de visitantes todos os anos. Parceira do setor vitivinícola em diversas frentes, a Sicredi Serrana tem atuado lado a lado dos empreendimentos e rotas turísticas para fortalecer ainda mais uma vocação que se tornou o sustento de milhares de famílias e que vem desenvolvendo as comunidades, através da cooperação. Este ano, intensificando o apoio, a Sicredi Serrana está ajudando 76 vinícolas gaúchas e cinco associações de produtores, além de empresas no espaço do Sebrae, viabilizando a participação na Wine South America, que acontece de 6 a 8 de maio, em Bento Gonçalves. Quatorze destas empresas estão estreando na feira.

Mais do que movimentar a economia, o turismo cria oportunidades. Ele fortalece os empreendimentos presentes na cadeia, gera empregos e ajuda a manter famílias em suas comunidades de origem, além de promover o destino e o crescimento sustentável”, destaca Odair Dalagasperina, Diretor de Negócios da Sicredi Serrana, que desde 2018 já injetou mais de R$ 21 milhões em crédito na região da Serra Gaúcha.

O enoturismo, que une a cultura do vinho à gastronomia e à experiência, é um dos pilares estratégicos de atuação da Sicredi Serrana. Por meio de parcerias estruturais, programas de fidelidade, apoio à organização de roteiros, capacitações, sinalização turística e soluções financeiras, a cooperativa vem transformando a relação entre o turismo e o desenvolvimento local. “O turismo do vinho é o grande responsável por promover a nossa região, nossa gente, nossos atrativos. Cooperar com a comunidade, promovendo o desenvolvimento dos associados e da sociedade, através de um relacionamento próximo e de soluções financeiras personalizadas, é nosso grande propósito. Nestes 7 anos, cada vez mais perto de nossos associados, descobrimos lindas histórias e ajudamos a criar novos capítulos para que as futuras gerações deem continuidade a este legado”, destaca.

Ao participar da Wine South America os empreendimentos terão a oportunidade de abrir novos canais de venda, fortalecer parcerias já existentes e promover seus vinhos e espumantes, além de seus atrativos turísticos. Isso porque a feira, uma das mais importantes do setor da América Latina, reúne compradores nacionais e internacionais, importadores, distribuidores, atacadistas, varejistas, sommeliers e jornalistas especializados. Integrando roteiros enoturísticos, estas vinícolas fazem parte de diversas associações de produtores – Aprovale, Asprovinho, Altos Montes, Afavin e Aprobelo, contemplando oito municípios da Serra Gaúcha. A maioria delas é de pequeno porte e 14 estão vivendo esta experiência pela primeira vez com a expectativa de fazer novos contatos que gerem novos negócios.

A ação na Wine South America destaca não só a força da vitivinicultura regional, mas também a visão cooperativa da Sicredi Serrana, que mantém um compromisso global que beneficia mais de 20 rotas, além de entidades parceiras como o SEGH (Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria Região Uva e Vinho), Consevitis-RS (Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul), ABE (Associação Brasileira de Enologia) e ABS-RS (Associação Brasileira de Sommeliers). A Sicredi Serrana está presente em 28 municípios na Serra Gaúcha e Vale do Caí e na região metropolitana do Espírito Santo. São mais de 200 mil associados e 847 funcionários.

SICREDI SERRANA NA WINE SOUTH AMERICA

Associações e vinícolas beneficiadas

  • Aprovale – 08 (Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul)
  • Asprovinho – 05 (Pinto Bandeira)
  • Altos Montes – 16 (Flores da Cunha e Nova Pádua)
  • Afavin – 07 (Farroupilha)
  • Aprobelo – 06 (Monte Belo do Sul)

Outros espaços Área compartilhada om a Wine South America – 09 vinícolas

Espaço Vinhos Gaúchos do Sebrae – 25 vinícolas





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Em dia ‘parado’, apenas uma região registra queda nas cotações de soja; saiba qual



O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira marcada por estabilidade nas cotações e ritmo lento de negociações. A ausência de novidades relevantes, somada à pressão vinda da Bolsa de Chicago e à leve valorização do dólar, manteve os preços praticamente inalterados no país.

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Segundo Rafael Silveira, consultor da consultoria Safras & Mercado, o produtor brasileiro está mais cauteloso após boas vendas realizadas em abril. “Agora ele solta a oferta aos poucos. Já o comprador, que antes vinha mais agressivo na exportação, agora está mais tranquilo e bem antecipado. As indicações não estão tão firmes”, comenta. A diferença entre o que o produtor pede e o que o comprador oferece é um dos principais entraves no momento.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 127,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 131,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam o dia em baixa. As cotações foram pressionadas pelas incertezas nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos e pelo bom avanço do plantio da safra norte-americana.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), até 4 de maio, o plantio da soja nos Estados Unidos havia atingido 30% da área prevista, frente aos 24% no mesmo período do ano passado. A média dos últimos cinco anos é de 23%. Na semana anterior, o índice era de 18%.

Contratos futuros

O contrato da soja em grão para julho encerrou com perda de 4,25 centavos de dólar, a US$ 10,41 1/4 por bushel. A posição novembro caiu 4,50 centavos, negociada a US$ 10,35 3/4 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 2,50, a US$ 295,70 por tonelada. Já o óleo fechou a 48,35 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,38 centavo.

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,36%, vendido a R$ 5,7103 e comprado a R$ 5,7083. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,6930 e R$ 5,7380.



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