terça-feira, março 10, 2026
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como o plano nacional de rastreamento de bovinos pode ajudar o pecuarista



O Brasil, com o maior rebanho comercial do mundo, que conta com 238,2 milhões de bovinos, lançou o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Bubalinos (PNIB). O objetivo é identificar cada cabeça de gado até 2032, uma meta considerada ousada.

Mais do que atender a exigências do mercado internacional, o rastreamento do rebanho, popularmente conhecido como “CPF do boi”, é uma ferramenta de gestão e compliance que pode transformar a pecuária e agregar valor à carne brasileira.

Objetivos do PNIB

Em entrevista ao Giro do Boi, a zootecnista Consolata Piastrella, CEO da Piastrella Rastreabilidade Animal, informou que o PNIB é uma política pública que busca segurança alimentar e padronização dos processos. Segundo ela, “a rastreabilidade traz a garantia de origem” dos animais, assegurando que foram produzidos em fazendas que cumprem as legislações ambientais e trabalhistas.

A implementação do PNIB é essencial para a reputação global do Brasil. Consolata Piastrella utilizou uma analogia para destacar a importância da rastreabilidade: “o Brasil deve deixar de ser apenas o ‘celeiro do mundo’ para se tornar um supermercado” que oferece produtos de alta qualidade, padronizados e certificados.

Confira:

Diferenças entre PNIB e SISBOV

É fundamental que o produtor rural compreenda a distinção entre o PNIB e o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (SISBOV). Enquanto o SISBOV é um protocolo de adesão voluntária e voltado para exportação à União Europeia, o PNIB é um programa de estado com implementação gradual e obrigatória.

A rastreabilidade não só otimiza a gestão do negócio, mas também assegura que os animais sejam produzidos com sanidade, bem-estar e sustentabilidade. Iniciativas como a distribuição de três milhões de tags para pecuaristas do Pará, doadas pela JBS-Friboi e Amazon, demonstram o engajamento da iniciativa privada nesse processo.

Com o rebanho totalmente rastreado, a carne brasileira poderá conquistar maior visibilidade e credibilidade no mercado global.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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