domingo, julho 5, 2026

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New Holland e CNH investem mais de R$ 100 milhões para nacionalizar produção de plataformas de colheita Draper


A New Holland, marca da CNH, vai nacionalizar a produção de sua linha de plataformas de corte Draper FD2 by MacDon em um movimento estratégico para reforçar o compromisso com o mercado brasileiro e latino-americano. O anúncio foi feito durante a Agrishow 2026.

Para viabilizar essa iniciativa, foram investidos mais de R$ 100 milhões na unidade da marca em Curitiba (PR), que passará a fabricar plataformas de 25, 50 e 61 pés para toda a América Latina. A iniciativa posiciona a operação local como um hub estratégico para a CNH, ampliando a capacidade industrial e fortalecendo a presença na região.

“As plataformas Draper FD2 New Holland by MacDon desempenham um papel fundamental na eficiência da colheita. Com a produção no Brasil, conseguiremos ampliar a capacidade de atendimento e oferecer um suporte ainda mais próximo e ágil aos nossos clientes. Com mais esta novidade, seguimos trazendo soluções inovadoras e sustentáveis que atendam na medida certa as necessidades dos agricultores, independentemente do perfil da operação”, afirma Eduardo Kerbauy, vice-presidente de Marketing da CNH para a América Latina.

Além do investimento na infraestrutura da fábrica, também foram realizados investimentos na capacitação do time responsável pela produção, garantindo a adoção de processos e padrões globais de qualidade.

De acordo com Kerbauy, a produção nacional traz ganhos diretos para o produtor. Entre os principais benefícios estão a maior disponibilidade dos equipamentos, redução de prazos de entrega e acesso facilitado a peças de reposição e assistência técnica, por meio da ampla rede de concessionários New Holland em todo o país. Esses fatores contribuem para maior eficiência operacional e disponibilidade das máquinas no campo, especialmente em períodos críticos da safra.

Alta tecnologia e eficiência

As plataformas Draper FD2 New Holland by MacDon se destacam pela alta tecnologia e facilidade operacional. Entre os diferenciais estão o chassi articulado com sistema de flexão em três seções, ângulo de ataque ajustável e velocidade de esteira regulável. O novo modelo também apresenta uma área de corte até 25% maior em relação à geração anterior, além de contar com caixa de transmissão de alta velocidade e até 43 centímetros de flutuação nas extremidades, favorecendo a adaptação ao terreno.

Indicadas para as principais culturas de grãos, entre elas soja, trigo, feijão e sorgo, as plataformas são compatíveis com colheitadeiras de classes 5 a 11 e foram desenvolvidas para maximizar a produtividade, reduzir perdas e garantir maior qualidade na colheita.

Outro destaque é a ampliação do portfólio da marca, que passa a oferecer uma das mais completas linhas de plataformas Draper do mercado, incluindo a versão de 61 pés, anteriormente importada e agora produzida localmente.

A produção das plataformas terá início no segundo semestre de 2026, com disponibilidade para os clientes a partir do mesmo período.

Durante a Agrishow, os visitantes poderão conhecer de perto as soluções da New Holland e entender como a nacionalização da linha de plataformas contribui para uma colheita mais eficiente, com maior suporte e disponibilidade no campo.

Novas plataformas para milho

Outra novidade que a New Holland lança na Agrishow 2026 é a linha de plataformas para milho BM+, de 4 a 15 linhas. Desenvolvida em parceria com a MethalC, elas oferecem maior competitividade, eficiência, durabilidade e facilidade de operação no campo. No estande da marca na feira será possível conhecer de perto o modelo 12L x 50cm.

Com visual moderno, as plataformas BM+ estão em sintonia com as linhas de colheitadeiras New Holland. O novo modelo possui regulagem centralizada, permitindo o ajuste simultâneo de todas as linhas, e o piso do deck do despigador é feito de chapa inox. A linha, mais competitiva em preço, atende principalmente pequenos e médios produtores.

Serviço:

31ª Agrishow – de 27 de abril a 1º de maio de 2026

Das 8h às 18h

Local: Rod. Prefeito Antônio Duarte Nogueira, Km 321 – Ribeirão Preto (SP)

Informações: www.agrishow.com.br





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sistemas de armazenagem avançam e reforçam eficiência do agro


A 31ª Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, não apresenta apenas grandes máquinas, mas também soluções para a armazenagem de grãos no Brasil, um segmento que vem evoluindo de forma consistente, acompanhando o protagonismo do país no cenário agrícola global. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país atingiu 231,1 milhões de toneladas de capacidade estática no primeiro semestre de 2025. Na prática, o Brasil consegue armazenar cerca de 60% a 62% de toda a produção nacional.

A expansão não se limita ao volume e, na Agrishow, encontra um dos principais motores de inovação e difusão tecnológica do setor, consolidando-se como uma aliada estratégica do agronegócio. Soluções de monitoramento em tempo real, controle automatizado de temperatura e umidade, além de sistemas de aeração mais eficientes, contribuem para preservar a qualidade dos grãos, além de reduzir perdas ao longo do processo. 

João Carlos Marchesan, presidente da Agrishow, afirma que, na prática, a feira funciona como um ponto de virada no sistema de armazenagem de grãos no Brasil, onde empresas aproveitam o evento para lançar novas tecnologias. “A Agrishow consolida uma visão de futuro para o agronegócio brasileiro ao evidenciar que investir em sistema de armazenagem deixou de ser apenas uma necessidade operacional e passou a ser uma estratégia decisiva para sustentar o crescimento do agronegócio e agregar valor à produção agrícola”, diz.

Armazenagem ganha protagonismo na Agrishow

Na Agrishow, a CASP destaca um portfólio de soluções voltadas à armazenagem de grãos e proteína animal, desenvolvidas sob medida para diferentes realidades no campo. A proposta da empresa é atender desde operações de menor escala até grandes estruturas produtivas, sempre considerando as particularidades de cada cliente. Quem for ao estande da empresa, verá um ambiente de troca de conhecimento, com especialistas das áreas técnicas para orientar produtores e aprofundar discussões sobre as melhores estratégias de armazenagem.

Já a AGI Brasil aposta em inovação acessível ao apresentar uma unidade compacta de silo voltada a pequenos e médios produtores. O sistema conta com transportador de correia para carga e descarga, o que garante mais agilidade, segurança operacional e preservação da qualidade dos grãos. O lançamento reforça o movimento do setor em democratizar tecnologias de armazenagem, ampliando a eficiência dentro das propriedades e contribuindo para a redução de perdas no pós-colheita.





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ANP fará reunião extraordinária para deliberar sobre preços de referência do diesel


ANP fará reunião extraordinária para deliberar sobre preços de referência do diesel

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizará nesta quinta-feira (30), às 9h, a Reunião de Diretoria Extraordinária nº 69. Segundo a agência, o encontro vai deliberar sobre preços de referência no âmbito da subvenção econômica à comercialização de óleo diesel. A sessão será transmitida pela plataforma Teams, e a gravação deverá ser publicada no site da ANP em até 24 horas.

De acordo com a convocação divulgada pela ANP nesta quarta-feira (29), a pauta da reunião está disponível na página “Pautas, atas e calendário de Reuniões da Diretoria Colegiada”, junto com o link de acesso remoto.

O ponto central da reunião é a deliberação sobre preços de referência relacionados à subvenção econômica para a comercialização de óleo diesel. Esses preços funcionam como parâmetro em políticas de compensação ou apoio econômico vinculadas ao combustível. Até o momento, a ANP não detalhou, no comunicado enviado à imprensa, os valores em análise nem o alcance da eventual decisão.

Na prática, a definição desses preços pode afetar a operacionalização da subvenção, mas o impacto sobre agentes do setor dependerá do conteúdo aprovado pela diretoria. Como a agência ainda não divulgou informações complementares sobre critérios, valores ou vigência, não é possível antecipar efeitos econômicos específicos.

A reunião será pública por transmissão online. A gravação, segundo a ANP, ficará disponível em até 24 horas após o encerramento.

O acompanhamento da decisão será relevante para distribuidoras, revendedores e demais agentes ligados ao mercado de combustíveis, uma vez que os preços de referência integram a base técnica da subvenção ao óleo diesel. Novos desdobramentos dependem da publicação formal do resultado da deliberação.

Fonte: gov.br

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Falta 1 dia! Decida para quem vai o Prêmio Personagem Soja Brasil 25/26!


Dedo votando
Foto: Freepik

Falta apenas um dia para o fim da votação do Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26! Até esta quinta-feira, 30 de abril, você ainda pode decidir seu produtor e pesquisador favorito (a). Acesse o link, preencha seus dados e escolha.

Ainda não sabe em quem votar? Relembre os candidatos desta safra:

Pesquisadores

Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.

Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.

Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.

Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.

Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.

Na Embrapa, ele acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.

Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.

Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.

Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.

Produtores

João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.

A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.

Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.

Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.

Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.

A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.

Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão: rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.

Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.

Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.

Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.

Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.

Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.

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Agrishow apresenta soluções para operação agrícola em áreas com baixa conectividade


Agrishow apresenta soluções para operação agrícola em áreas com baixa conectividade

A Agrishow, realizada em Ribeirão Preto (SP), reuniu nesta quarta-feira (29) tecnologias voltadas à operação agrícola em propriedades com sinal instável ou ausência de internet contínua. Entre os destaques estão equipamentos que exigem conexão apenas no início da atividade e sistemas de monitoramento de frota com acesso via satélite. O movimento ocorre em um cenário em que a conectividade rural avançou, mas ainda não alcança a maior parte das áreas produtivas do país.

Um dos exemplos apresentados na feira foi o de uma nova adubadora da Marispan, capaz de ser controlada pela tela do celular. O equipamento permite definir tipo de adubo, volume de aplicação e trajeto de trabalho. Segundo a empresa, após o início da operação, a máquina pode continuar funcionando mesmo sem conexão com a internet.

O recurso chamou a atenção do cafeicultor André Nogueira, de Franca (SP), que cultiva 20 hectares. Ele já utiliza uma adubadora com controle manual e avalia investir no novo modelo. “Com a máquina que tenho, mesmo com operação ainda manual, já consegui otimizar os cuidados com o café. Imagino que, com todas essas adaptações, eu teria um grande avanço na modernização da lavoura”, afirmou.

De acordo com Matheus Tardivo, técnico da Marispan, o sistema foi desenvolvido ao longo de três anos e também permite programar várias máquinas para trabalhar ao mesmo tempo em diferentes pontos da propriedade.

A limitação da conectividade segue como um entrave técnico. Segundo o Indicador de Conectividade Rural (ICR), levantamento da ConectarAgro em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), a cobertura de redes móveis em áreas rurais subiu de 18,7% para 33,9% entre 2024 e 2025. Apesar do avanço, cerca de dois terços das propriedades ainda permanecem sem acesso.

Na avaliação de Paola Campiello, presidente da ConectarAgro, a ampliação da conectividade é fator para elevar produtividade, reduzir custos e ampliar a inclusão digital no campo.

Outro sistema exibido na feira foi o GTFrota, da Excel, voltado ao controle do uso de diesel na frota agrícola. Segundo Carlos Eduardo da Silva, diretor de Receita da empresa, a solução rastreia o combustível desde a entrega na fazenda até o consumo nas máquinas e pode operar com conexão levada à propriedade por parceria com a Starlink.

Os lançamentos apresentados na Agrishow indicam uma estratégia de adaptação tecnológica à realidade de infraestrutura no campo. Enquanto a cobertura rural avança de forma gradual, fabricantes e empresas de gestão buscam ampliar a adoção de ferramentas digitais com operação parcial ou totalmente independente da rede convencional.

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ABPA divulga Relatório Anual 2026 com dados consolidados da avicultura e suinocultura


carne frango e suíno
Fotos: Pixabay

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou nesta terça-feira (28) o Relatório Anual 2026, documento que consolida os dados finais de 2025 da avicultura e da suinocultura brasileiras. A publicação traz informações oficiais sobre produção, exportações, consumo per capita, abates, matrizes e desempenho internacional de cadeias como frango, suínos e ovos.

Na avicultura de corte, o relatório informa produção de 15,289 milhões de toneladas em 2025. As exportações somaram 5,324 milhões de toneladas, com receita de US$ 9,8 bilhões. O Brasil também registrou abate de 5,706 bilhões de cabeças, alojamento de 63,0 milhões de matrizes de corte e consumo per capita de 46,7 quilos por habitante. Com esses resultados, o país se manteve como maior exportador mundial e terceiro maior produtor de carne de frango.

Na suinocultura, a produção chegou a 5,592 milhões de toneladas. Os embarques externos totalizaram 1,510 milhão de toneladas, com receita de US$ 3,6 bilhões. O setor encerrou o ano com 48,5 milhões de cabeças abatidas, 2,247 milhões de matrizes ativas e consumo per capita de 19,1 quilos por habitante. Segundo a ABPA, o Brasil passou a invadir a terceira posição entre os maiores exportadores mundiais de carne suína e a quarta entre os produtores.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

O segmento de ovos registrou produção de 62,3 bilhões de unidades, exportações de 40,9 mil toneladas e receita de US$ 97,2 milhões. O alojamento de comerciais de postura foi de 141,5 milhões de cabeças, enquanto o consumo per capita atingiu 288 unidades por habitante. O país permaneceu na quinta posição global entre os maiores produtores.

Segundo Ricardo Santin, presidente da ABPA, o relatório consolida “a dimensão e a relevância do setor para o Brasil e para o abastecimento global de alimentos”. A entidade também destacou dados por estado sobre exportações, abates e estrutura produtiva. Não há, no material divulgado à imprensa, comparação detalhada com os números de 2024.

De acordo com a ABPA, o relatório serve de base para planejamento setorial, com indicadores ligados à competitividade, sanidade animal, sustentabilidade e promoção comercial. O documento está disponível para consulta pública no site da entidade.

Fonte: abpa-br.org

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Diretor-geral do Cecafé recebe prêmio ‘100 Mais Influentes do Agro 2026’


Diretor-geral do Cecafé recebe prêmio “100 Mais Influentes do Agro 2026”

O diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos, recebeu o prêmio “100 Mais Influentes do Agronegócio 2026” na categoria “Entidades Setoriais”. A condecoração foi entregue nesta segunda-feira (28), em Ribeirão Preto (SP), em iniciativa promovida pelo Grupo Mídia para reconhecer lideranças com atuação em diferentes áreas da cadeia do agronegócio.

Segundo o Cecafé, o reconhecimento considera trajetórias e contribuições de personalidades com influência sobre decisões, transformações e direcionamentos estratégicos do setor. Em manifestação divulgada pela entidade, Matos afirmou que recebe a premiação “com imensa satisfação, senso de responsabilidade e o entendimento que nosso trabalho está no caminho certo”.

Na mesma declaração, o diretor-geral atribuiu o resultado ao trabalho coletivo da instituição e dos associados. De acordo com ele, o reconhecimento também reforça a atuação institucional e técnica do Cecafé na defesa do café brasileiro no mercado interno e externo.

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Esta foi a segunda vez que o Cecafé esteve entre os homenageados da premiação. Em 2025, o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, Márcio Ferreira, foi incluído entre os “100 Mais Influentes do Agronegócio” na categoria “Empresário”.

Criado em 2023, o prêmio é organizado pelo Grupo Mídia e reúne representantes de áreas como tecnologia agrícola, gestão empresarial, indústria, produção rural, entidades setoriais e inovação. Segundo a organização, a edição de 2026 buscou refletir a diversidade de funções que compõem o agronegócio brasileiro.

No caso do café, o reconhecimento ocorre em um segmento com peso relevante nas exportações do agro brasileiro. O texto divulgado sobre a premiação, no entanto, não detalha os critérios quantitativos de seleção nem informa o número total de indicados em cada categoria.

A premiação amplia a visibilidade institucional do Cecafé em um momento de atenção do setor à competitividade, à sustentabilidade e à presença do café brasileiro no mercado internacional, temas que vêm sendo destacados pela entidade em sua atuação técnica.

Fonte: cecafe.com.br

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Bolsas de Nova York abrem em queda antes de decisão de juros do Fed e balanços de big techs


Bolsas de Nova York abrem em queda antes de decisão de juros do Fed e balanços de big techs

As bolsas de Nova York abriram em baixa nesta quarta-feira (29), em um pregão marcado pela expectativa em torno da decisão de juros do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, e pela divulgação de balanços de grandes empresas de tecnologia após o fechamento do mercado. O movimento também ocorre em meio às incertezas relacionadas às tensões entre Estados Unidos e Irã.

Às 10h33, no horário de Brasília, o índice Dow Jones recuava 0,15%, o S&P 500 caía 0,18% e o Nasdaq tinha baixa de 0,46%. O desempenho mostra uma abertura mais cautelosa, com investidores reduzindo posições antes de dois eventos de maior peso para os ativos: a sinalização do Fed sobre os próximos passos da política monetária e os resultados corporativos de companhias de grande capitalização.

No mercado acionário, os papéis de empresas ligadas a tecnologia e consumo estavam entre os destaques do dia. Alphabet caía 0,94%, Amazon cedia 0,20%, Microsoft recuava 1,41% e Meta tinha baixa de 0,58%. Qualcomm subia 1,76% e Ford recuava 0,56%. As empresas divulgam resultados mais tarde.

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Entre as ações já reagindo a balanços, Robinhood caía 12,12% e SoFi perdia 12,91%. Booking recuava 2,88%. Na direção oposta, Visa subia 9,43% e Starbucks avançava 3,93%, apoiada pela recuperação nas vendas, segundo o material informado.

A leitura do mercado é de que a decisão do Fed poderá influenciar o custo do crédito, o dólar e o apetite por risco nos próximos pregões. Esse ambiente tende a afetar fluxos globais de investimento e a formação de preços em diferentes classes de ativos. No conteúdo disponível, não foram divulgadas projeções adicionais de analistas sobre a decisão desta quarta-feira (29).

O foco do mercado seguirá na comunicação do Fed e nos balanços das big techs, dois fatores que devem orientar a direção das bolsas norte-americanas no curto prazo.

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Preço do boi cai e mercado segue lento


A cotação do boi gordo registrou queda em São Paulo nesta terça-feira (28), segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. O mercado abriu com recuo de R$ 2,00 por arroba para o boi gordo e de R$ 1,00 por arroba para a vaca, enquanto os preços do “boi China” e da novilha permaneceram estáveis em relação ao dia anterior.

De acordo com a Scot Consultoria, o mercado apresentou ritmo lento, com pecuaristas resistentes às negociações diante de ofertas de compra mais baixas. Do lado da demanda, compradores operaram com escalas de abate mais confortáveis e reduziram o interesse por novas aquisições, o que pressionou as cotações. As escalas de abate no estado estavam, em média, para dez dias.

No Mato Grosso do Sul, o cenário foi marcado por oferta reduzida de bovinos e ritmo lento de negócios. Parte dos frigoríficos operava com escalas alongadas e menor necessidade de compra imediata, o que resultou em queda nos preços em diferentes regiões do estado.

Na região de Dourados, o boi gordo recuou R$ 2,00 por arroba, enquanto vaca e novilha mantiveram as cotações. As escalas de abate estavam, em média, para sete dias. Em Campo Grande, todas as categorias registraram queda de R$ 3,00 por arroba, com escalas em torno de nove dias.

Já em Três Lagoas, a cotação do boi gordo caiu R$ 4,00 por arroba, enquanto vaca e novilha não apresentaram variação. As escalas de abate também estavam, em média, para nove dias. No estado, o preço da arroba do “boi China” recuou R$ 2,00.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura mantiveram desempenho positivo até a quarta semana de abril. O volume embarcado somou 216,3 mil toneladas, com média diária de 13,5 mil toneladas, alta de 11,9% na comparação com o mesmo período de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$ 6,2 mil, avanço de 23,2% na mesma base de comparação.





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Conseleite-RS projeta valor de referência do leite em R$ 2,5333 para abril


Conseleite/RS projeta valor de referência do leite em R$ 2,5333 para abril

O Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite-RS) projetou o valor de referência do leite em R$ 2,5333 para abril. O número representa alta de 10,47% ante a estimativa de março, de R$ 2,2932. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28), após reunião do colegiado na sede da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).

Além da projeção para abril, o Conseleite-RS informou que o valor consolidado de março ficou em R$ 2,3721. O resultado mostra avanço de 11,67% em relação ao valor final de fevereiro, de R$ 2,1243.

Segundo o conselho, o cálculo é feito pela Universidade de Passo Fundo (UPF), com base em dados fornecidos pelas indústrias e na movimentação dos primeiros 20 dias do mês. Esse indicador é usado como referência para a remuneração do leite no estado e acompanha o comportamento do mercado ao longo da cadeia.

Em nota, o Conseleite/RS afirmou que os indicadores mostram recuperação do mercado de leite no Rio Grande do Sul após um período prolongado de queda e de dificuldades de remuneração no campo e na indústria. De acordo com o colegiado, a sinalização de alta já vinha sendo observada no início do ano, mas ganhou intensidade nos números mais recentes.

O vice-coordenador do Conseleite-RS, Darlan Palharini, disse que o momento é favorável, mas depende de sustentação dos preços. Segundo ele, a manutenção desse movimento passa pelo escoamento da produção brasileira para diferentes mercados. Palharini também citou fatores de demanda, como o baixo poder de compra das famílias e o alto endividamento, e mencionou que a antecipação do 13º de aposentados e a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) podem estimular a economia.

O colegiado também apontou atenção para uma possível recuperação da produção nos próximos meses e para o avanço das importações, especialmente da Argentina. Durante a reunião, o Conseleite/RS deliberou pelo envio de ofícios a ministérios do governo federal para alertar sobre os efeitos do aumento das importações no mercado doméstico.

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