domingo, julho 5, 2026

Agro

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Tirso Meirelles critica falta de plano safra e seguro rural efetivo


Tirso Meirelles, em recente declaração, criticou a falta de um plano safra adequado e de um seguro rural efetivo, ressaltando a preocupação com o endividamento dos produtores rurais.

Inovações no setor agrícola

Meirelles destacou a importância da inovação e da tecnologia na agricultura, mencionando:

  • Uso de tratores movidos a etanol
  • Implementação de biocombustíveis
  • Utilização de biometano

Essas inovações visam aumentar a produtividade do produtor rural, mas a situação financeira dos agricultores ainda é preocupante.

Desafios enfrentados pelos produtores

O especialista questionou como resolver a elevada taxa de juros e o endividamento do homem do campo, enfatizando:

  • A ausência de um plano safra condizente
  • Falta de seguro efetivo para o produtor rural

Meirelles ressaltou que, sem a resolução do endividamento, a permanência dos agricultores na atividade se torna insustentável.

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Encontro Mulheres do Agro em Ação reúne 600 produtoras e 3 pré-candidatos à Presidência da República


Encontro Mulheres do Agro em Ação
Foto: reprodução

A quarta edição do Encontro Mulheres do Agro em Ação reuniu cerca de 600 mulheres na 31ª Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), nesta quarta-feira (29), de acordo com a organização do evento.

Além de produtoras rurais e de palestrantes, a ação promovids pelo Sistema Faesp/Senar-SP contou com a presença de três pré-candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026: o ex-ministro Aldo Rebelo, do partido Democracia Cristã; o psiquiatra e escritor Augusto Cury, do Avante; e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, do Partido Social Democrático (PSD).

Foto: Canal Rural

Os pré-candidatos abordaram temas como a segurança da mulher e seu papel na produção de alimentos.

“Mais de 80% dos feminicídios acontecem dentro de casa. É importante que a assistente social, que o agente comunitário de saúde, que a defensora pública, que o ministério público possam também avisar as autoridade para que eles tomem providências. Aí sim, você identifica o risco e aí não haverá omissão da polícia”, declarou Caiado.

“Precisamos dobrar a produção de alimentos, até porque, se a FAO [Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura] estiver correta, em 2050 nós precisaremos aumentar em 70% a produção agrícola. isso vai dar mais ou menos ‘seis Brasis’, o que não fecha a conta. Se a FAO estiver correta, vai haver problemas gravíssimos internacionais”, disse Cury.

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Alta em Chicago e dólar impulsionam negócios da soja; confira as cotações do dia


preço soja cotação - preços ao produtor agropecuário
Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve um dia mais aquecido, com avanço nas cotações e maior volume de negócios, especialmente nos portos. O cenário externo foi determinante para destravar as negociações, combinando alta na Bolsa de Chicago e o dólar voltando a operar próximo de R$ 5,00.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a melhora veio, principalmente, da combinação entre câmbio e mercado internacional. Ele afirma que a valorização em Chicago e o dólar mais firme trouxeram sustentação aos preços internos. Os prêmios chegaram a recuar levemente, mas sem impacto relevante, contribuindo até para um ambiente mais favorável às negociações.

Com isso, houve registro de bons volumes ao longo da sessão, ainda que com condições de pagamento mais alongadas. O destaque ficou para os negócios via porto, onde os preços reagiram com mais intensidade diante do cenário externo positivo.

No mercado físico, os preços apresentaram variações regionais:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Cascavel (PR): alta de R$ 120,00 para R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): foi registrada queda de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): os preços permaneceram em R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): a saca passou de R$ 110,00 para R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): aumento de R$ 130,00 para R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): avanço de R$ 130,00 para R$ 131,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja fecharam em alta para o grão e óleo, enquanto o farelo recuou. O mercado encontrou suporte na forte valorização do petróleo, impulsionada por tensões no Oriente Médio. O óleo de soja acompanhou esse movimento, diante da sua utilização na produção de biocombustíveis.

A demanda consistente por esmagamento nos Estados Unidos e atrasos pontuais no plantio por excesso de chuvas também contribuíram para a alta. Ainda assim, os ganhos foram limitados pela ampla oferta da América do Sul.

O mercado também repercutiu declarações do presidente Donald Trump sobre o Irã, aumentando a cautela dos investidores. Além disso, há expectativa em torno dos dados semanais de exportação dos Estados Unidos, com projeções entre 200 mil e 600 mil toneladas.

Contratos futuros

Entre os contratos, o vencimento maio de 2026 subiu 9,25 centavos de dólar por bushel, fechando a US$ 11,82 1/4. Já o contrato julho de 2026 avançou 7,75 centavos, encerrando a US$ 11,97 por bushel. No farelo, houve queda de US$ 3,60, para US$ 323,80 por tonelada. O óleo de soja subiu 1,60 centavo, fechando a 74,12 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,39%, cotado a R$ 5,0014 para venda e R$ 4,9994 para compra, oscilando entre R$ 4,9793 e R$ 5,0138 ao longo da sessão.

As informações são da Safras & Mercado.

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Baixa umidade do ar afeta diversas regiões do Brasil nesta quarta-feira


Uma onda de ar seco atinge diversas regiões do Brasil, incluindo áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Piauí e o interior da Bahia, onde a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30% nesta quarta-feira. O meteorologista Artur Miller, do Canal Rural, alerta para os riscos associados a essa condição climática.

Impactos da baixa umidade

A baixa umidade do ar potencializa o risco de incêndios e aumenta o déficit hídrico, especialmente nas lavouras de milho da segunda safra. As manchas amarelas já começam a aparecer nas plantações, indicando a necessidade de atenção redobrada.

Previsão para os próximos dias

  • Os próximos 10 dias devem ser marcados por tempo quente e seco nas áreas afetadas.
  • O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul, deve receber chuvas mais volumosas, com previsão de até 50 mm nos próximos cinco dias.
  • A virada da quinzena de maio pode trazer um último pulso de chuvas para partes de São Paulo e Brasil Central.

Possíveis mudanças climáticas

Após o dia 10 de maio, as temperaturas devem cair, com mínimas podendo ficar abaixo dos 15ºC no Triângulo Mineiro. A expectativa é de que uma nova frente fria avance, trazendo riscos de geadas em várias regiões, incluindo o sul de Mato Grosso do Sul e partes de São Paulo.

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CNA apresenta propostas para ampliar crédito e reduzir burocracia no campo


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou ao governo um pacote de propostas para o plano Safra 2026/2027, com foco em aumentar o crédito, garantir previsibilidade e oferecer apoio ao produtor rural.

Propostas principais

  • Alterações no orçamento para garantir recursos ao longo da safra.
  • Redução da burocracia no acesso ao crédito.
  • Solicitação de R$ 4 bilhões para recomposição do seguro rural.
  • Aumento do valor total do plano para R$ 623 bilhões, 53% a mais que o anterior.

Seguro rural e riscos climáticos

A CNA destacou a necessidade de reforçar o seguro rural, especialmente diante de um cenário de riscos climáticos e pressão de custos. A última safra registrou apenas 3 milhões de hectares segurados, uma queda significativa em relação aos 14 milhões do ano anterior.

Alterações na legislação

Além do plano, a CNA propôs alterações na renda bruta da agricultura familiar e do médio produtor, assim como a aprovação da lei do agro 3, que busca melhorar o fundo privado do setor agropecuário e modernizar os registros de transações.

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AgroNewsPolítica & Agro

pulgão-do-milho pode causar perdas de até 60% da produção


O desenvolvimento inicial das lavouras de milho tem sido acompanhado pelo surgimento de focos de pulgão-do-milho, praga que pode comprometer a produtividade em curto prazo. Embora as plantas apresentem bom aspecto geral, a presença de pequenos pontos nas folhas indica o início da infestação, que tende a evoluir rapidamente sob condições de temperaturas elevadas e irregularidade de chuvas.

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o ambiente climático favorece a multiplicação do inseto, cuja população pode crescer de forma acelerada e causar perdas de até 60% da produção, sobretudo quando o ataque ocorre na fase vegetativa da cultura.

Veja também: Clima seco pode reduzir estimativas do milho

“O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, o desenvolvimento desacelera e o impacto começa a aparecer na lavoura”, afirmou Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO.

Com a evolução da infestação, os sintomas tornam-se mais visíveis, incluindo clorose nas folhas, que passam a apresentar coloração amarelada e sinais de murcha. Também pode ocorrer a formação de uma camada pegajosa, que favorece o desenvolvimento de fumagina, substância escura que recobre a folha e reduz a capacidade de absorção de luz pela planta.

Segundo especialistas, o monitoramento frequente das lavouras é determinante para a identificação precoce do problema. A adoção de medidas de controle no início da infestação pode limitar o avanço da praga e reduzir os impactos sobre o desenvolvimento das plantas.

“O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, destacou Vilarino.





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Milho fora da janela ideal eleva riscos e acende alerta no campo em MT


Imagem: Paulo Kurtz /Embrapa

O<a href="http://<iframe width="1334" height="750" src="https://www.youtube.com/embed/m_mGnmfqfqI" title="Atraso do plantio do milho em MT já começa a ter reflexos no campo | Mais Milho" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen> atraso no plantio do milho em Mato Grosso já começa a mostrar reflexos nas lavouras. Em diferentes regiões do estado, a falta de chuva compromete o desenvolvimento das plantas, enquanto o aumento dos custos de produção e a queda nos preços ampliam a preocupação dos produtores. A combinação desses fatores acende um alerta para a produtividade e reforça um desafio cada vez mais presente no agro, que é produzir com eficiência, reduzir riscos e manter a sustentabilidade.

Em áreas cultivadas fora da janela considerada ideal, o cenário é preocupante. Talhões desuniformes, falhas no estande de plantas e um grande número de espigas mal desenvolvidas refletem a falta de umidade. Em Nova Mutum, no médio-norte do estado, produtores relatam que entre 35% e 40% das áreas foram plantadas fora do período adequado.

“Trata-se de um desafio, pois seriam necessários pelo menos mais 15 dias de chuva para recuperar parte dessas lavouras. Há regiões em que as precipitações ocorreram de forma irregular, com áreas onde choveu e outras onde a estiagem se antecipou”, explica Paulo Zen, presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum (MT).

As perdas já começam a ser contabilizadas, embora ainda dependam das condições climáticas nos próximos dias. “As estimativas iniciais indicam perdas de seis a sete sacas por hectare em função do atraso no plantio. A evolução da produtividade dependerá diretamente do volume de chuvas nas próximas semanas”, relata. Segundo o sindicato rural, o atraso foi provocado pelo excesso de chuvas durante a colheita de soja, o que comprometeu o calendário do milho.

A irregularidade das lavouras também chama atenção. Em uma mesma propriedade, é possível observar diferentes estágios de desenvolvimento das plantas. “Há áreas com colheita prevista para 35 a 40 dias, enquanto outras ainda apresentam milho em estágio inicial de desenvolvimento. Trata-se de um cenário bastante heterogêneo”, explica Zen.

Produtores já contabilizam prejuízos. Em uma fazenda com 1.600 hectares, cerca de 30% a 40% da área foi plantada fora da janela ideal. “As perdas já se aproximam de 5% e podem atingir ao menos 10%, caso não ocorram chuvas regulares até oa mwel fim de abril”, pontua Marcos Beber.

Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária indicam que mais de 1 milhão de hectares de milho foram plantados fora da janela ideal na safra 2025/26, o que eleva o risco para o desenvolvimento da cultura. Além disso, o cenário de mercado agrava a situação. Com a saca do milho em torno de R$ 43 para os próximos meses, os preços são considerados pouco atrativos.

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Saída dos Emirados da Opep pode impactar preços do petróleo globalmente


Os Emirados Árabes Unidos anunciaram sua saída da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), uma decisão que pode ter repercussões significativas no mercado global de energia. A medida visa aumentar a liberdade de produção do país, que atualmente possui uma capacidade de 4,8 milhões de barris por dia.

Impactos no mercado global

A saída dos Emirados da Opep pode reduzir a coordenação entre os países produtores de petróleo, resultando em:

  • Aumento da produção de petróleo pelos Emirados
  • Impacto nos preços do petróleo
  • Maior volatilidade no mercado energético

Contradições na transição energética

Embora os Emirados estejam ampliando seus planos de produção de petróleo, o país também investe em fontes renováveis e diversificação econômica. Atualmente, setores não petrolíferos representam cerca de 75% do PIB dos Emirados. Essa dualidade levanta questões sobre os rumos da transição energética global.

Justificativas para a saída

Os Emirados Árabes consideram que a participação na Opep limita suas oportunidades econômicas, especialmente em um momento em que os preços do petróleo estão em alta. A decisão reflete uma busca por maior autonomia na produção e a necessidade de equilibrar a sustentabilidade com a demanda global por energia.

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Sicredi vê aumento em linhas de crédito com moeda estrangeira e redução de CPRs


soja preço cotação pib Chicago dólar
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

O Sicredi anunciou na 31ª edição da Agrishow que nos primeiros nove meses do atual ciclo liberou R$ 52,8 bilhões em crédito rural, crescimento de 16,5% em relação ao período anterior.

As linhas em moedas estrangeiras tiveram aumento de 68%, o maior incremento entre as modalidades ofertadas pela instituição, atingindo R$ 4,2 bilhões.

O superintendente de Negócios Agro do banco, Vitor Hugo de Moraes, acredita que a tendência é de continuidade desse movimento nas próximas temporadas por conta da elevação do contingente de produtores com maiores receitas em dólar e que fazem contratos de proteção cambial para exportação.

Ao mesmo tempo, as operações com Cédula de Produto Rural (CPR) tiveram queda de 9,5%, fator atribuído pelo Sicredi à concorrência de mercado em relação à taxa, que parte do atual patamar da Selic, de 14,75%, e atinge cerca de 21% com os encargos administrativos da instituição.

Outro número trazido pelo Sicredi foi o crescimento de 23% nas assinaturas de consórcios, com mais de R$ 3 bilhões em novas vendas para o segmento agro em 2025. Ao todo, a carteira do banco na modalidade chega a R$ 61,8 bilhões.

Da mesma forma que as linhas de crédito crescem, a inadimplência também mostra elevação: cerca de 3% dos adquirentes de produtos agro do banco não estão conseguindo saldar suas dívidas, conforme balanço fechado em março deste ano, ao passo que há dois anos esse índice girava em torno de 0,9%.

“Se não houver uma redução da taxa de juros em uma proporção muito superior a 0,25% ou 0,5% [na Selic], não haverá condições de termos melhora na capacidade de pagamento [do produtor] ou de margens para o agronegócio que é o que faz a produção ser comercializada e o agricultor ter receita para honrar os seus compromissos. Ainda que esse nível de inadimplência nos preocupe, temos um índice de adimplência muito grande, de mais de 97%, o que nos tranquiliza para continuar acreditando no setor”, enfatiza Moraes.

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CNA solicita redução da burocracia no crédito rural e mudanças em regras ambientais


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou um conjunto de propostas para o plano safra 2026/2027, solicitando a redução da burocracia no crédito rural e mudanças nas regras ambientais que, segundo a entidade, têm dificultado o acesso dos produtores ao financiamento.

Propostas da CNA

  • Redução da burocracia no crédito rural.
  • Ajustes nas regras ambientais que impactam o financiamento.
  • Facilitação do acesso ao crédito para os produtores.

Implicações das regras ambientais

A CNA destacou que as exigências ambientais não devem ser transferidas dos órgãos responsáveis para as instituições financeiras, pois isso tem gerado obstáculos adicionais para os agricultores.

Endividamento dos produtores

Além disso, a entidade mencionou um projeto de lei em tramitação que requer adequações para ajudar os produtores a recuperarem sua saúde financeira, permitindo que possam usufruir dos benefícios do plano SFR.

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