domingo, julho 5, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Startup que reduz em 82% o uso de defensivos na cana-de-açúcar apresenta case na Agrishow


A aplicação excessiva de insumos químicos é um dos maiores gargalos financeiros do agronegócio. Na contramão do desperdício, a GeoIA, agtech fundada dentro da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), desenvolveu uma tecnologia capaz de mapear áreas de cana-de-açúcar e de soja, identificando falhas de plantio, os traçados das linhas, plantas daninhas e anomalias específicas. Com esse diagnóstico, aumentam a eficiência das aplicações de defensivos, reduzindo em 82,29% os custos com pulverização, garantindo uma produção mais sustentável e de alta precisão. A startup estará no pavilhão Agrishow Labs, nesta terça-feira (28), no estande da PwC Agtech Innovation.

Fundada por professores referência internacional em geomática e IA, a empresa ganhou tração de mercado ao incorporar em seu C-Level os fundadores da Routeasy, Pedro Cavalcante (CEO) e Caio Reina (CRO). A fusão entre o rigor científico e a agressividade de mercado transformou a GeoIA em uma referência rápida, sendo comparada nos bastidores como a “OpenAI do Agronegócio” devido à sua capacidade de processamento de dados e aprendizado de máquina adaptável a diferentes culturas e relevos.

A tecnologia da empresa já opera nas maiores usinas do setor sucroenergético do país. A primeira operação ocorreu atendendo uma demanda urgente da Raízen: mapear falhas e linhas de plantio em 60.000 hectares em apenas 10 dias. Hoje, a carteira de clientes inclui nomes como Tereos, Adecoagro, BP Bioenergy e COFCO.

Diferente da pulverização tradicional, que aplica herbicidas em área total mesmo onde não há pragas, a GeoIA utiliza um método cirúrgico e contínuo. O processo começa com o mapeamento de alta resolução, onde drones capturam imagens detalhadas da lavoura para análise. Esse material é processado por uma arquitetura de “Deep Learning” proprietária, treinada com base em mais de 120 artigos científicos publicados pelos fundadores, permitindo que o sistema não apenas visualize, mas compreenda o campo ao diferenciar culturas de diversas classes de plantas daninhas.

A partir dessa leitura inteligente, o algoritmo identifica falhas de plantio e focos exatos de infestação, gerando mapas de aplicação localizada. Esses dados são inseridos diretamente no maquinário agrícola, que executa o “Spot Spraying”, pulverizando o defensivo exclusivamente onde a IA indicou a presença da planta daninha, eliminando o desperdício em áreas sadias.

Para Pedro Cavalcante, CEO da GeoIA e empreendedor serial com êxito no setor de logística, o diferencial está na velocidade de resposta, vital para culturas como a soja. “Entramos no setor percebendo uma carência enorme de empresas capazes de operar IA em larga escala com velocidade. Na soja, por exemplo, o ciclo é curto, de 120 dias. A resposta precisa ser imediata. Nossa arquitetura de IA é proprietária, projetada especificamente para cenários complexos do agro, o que nos permite entregar assertividade científica com a velocidade que o mercado exige”, afirma Cavalcante.

Do ponto de vista financeiro, a eficiência da ferramenta impacta diretamente a planilha das empresas que administram as lavouras. Caio Reina, cofundador e CRO da GeoIA, destaca o Retorno Sobre o Investimento. “Quando comparamos a nossa pulverização localizada com o método tradicional, a economia de insumos supera os 82%. Isso não é apenas sustentabilidade ambiental, é eficiência de caixa. O ROI é elevadíssimo porque transformamos um custo fixo de insumos em um custo variável inteligente. Estamos entregando para o CFO da usina a certeza de que ele só está gastando o necessário, blindando a operação contra desperdícios”, finaliza Reina.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Corteva Agriscience leva soluções para produtividade e rentabilidade de produtores de grãos, citros e cana-de-açúcar à Agrishow 2026


Durante a 31ª edição da Agrishow, a principal feira de tecnologia agrícola da América Latina, realizada entre os dias 27 de abril e 01 de maio, em Ribeirão Preto (SP), a Corteva Agriscience apresentará aos agricultores as principais inovações da empresa em sementes, proteção de cultivos e biológicos, pesquisadas e desenvolvidas nos últimos anos para ajudar a maximizar a produção e a proteção dos produtores, principalmente, os de cana-de-açúcar, citros e grãos. O espaço da Corteva ficará no Shopping Rural Coopercitrus para atender todos os visitantes e cooperados da entidade.

Com o início da safra 2026/27 de cana-de-açúcar, o produtor deve estar preparado para os desafios diários do canavial. Para auxiliá-los, o Time de Especialistas da Linha Cana da Corteva estará no evento tirando dúvidas e apresentando o portfólio em evolução e cada vez mais robusto e inovador.

Entre os destaques da Corteva na Agrishow 2026, o Linear®, herbicida pré-emergente usado para o manejo das principais plantas daninhas de folhas largas e de difícil controle, como Mamona (Ricinus communis) e da Mucuna (Mucuna pruriens). A solução, pesquisada e desenvolvida nos últimos anos para auxiliar os produtores no controle das invasoras que impactam a produtividade e rentabilidade do canavial, é altamente seletiva e flexível. Linear® tem máxima eficiência em pré-emergência, além de um benefício adicional na pós-emergência, pois pode ser aplicado o ano todo e em todas as fases da cultura. Além de uma molécula inédita para a cultura da cana-de-açúcar. Com registro para aplicação tratorizada, costal, via drone ou aeronaves de aplicação.

No manejo das invasoras no canavial, a Corteva ainda conta Coact®️, herbicida seletivo que pode ser aplicado em cana-planta e cana-soca, em pré e pós-emergência da cultura, por isso sua grande flexibilidade de uso. Coact® é eficiente no manejo de folhas largas como a Ipomea e Merremia e em folhas estreitas como Digitarias e Sorgo.

Outra inovação da Linha Cana é o controle da broca da cana: o Revolux®️. O inseticida possui a tecnologia Jemvelva Active TM, atuando com dois modos de ação diferenciados para uma proteção prolongada da cana, com seletividade aos inimigos naturais, e tornando-se uma referência em solução para o manejo integrado de pragas (MIP) ao permitir rotacionar grupos químicos dentro da estratégia do manejo de resistência. Revolux®️ atua na redução inicial da praga devido a sua rápida velocidade de ação sobre as lagartas, sendo uma de suas características exclusivas, sua ação ovicida.

Ferramentas para o controle do inseto transmissor do greening

Na Agrishow, a Linha Citrus da Corteva apresenta suas inovações em constante crescimento com o objetivo de entregar soluções diferenciadas para o agricultor. O destaque para o evento são as suas ferramentas tecnologias para o manejo da principal praga que impacta os citricultores: o psilídeo Diaphorina citri, inseto vetor da bactéria Candidatus Liberibacter spp., que causa o greening, os Inseticidas Delegate® e Verter® SC. Os produtos pertencem aos grupos químicos das espinosinas e sulfoxaminas, que são mais eficientes no controle da doença, segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), com base no estudo do Laboratório de Resistência de Artrópodes da Esalq/USP, realizado em quatro microrregiões do cinturão citrícola do Estado de São Paulo, do Triângulo e do Sudoeste Mineiro.

Delegate® controla o psilídeo e o bicho-furão (Gymnandrosoma aurantianum). Hoje, o produto está registrado para mais de 70 culturas e é reconhecido como uma das tecnologias mais inovadoras e sustentáveis do mundo, tendo conquistado o prêmio de química verde, chancelado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA). O inseticida possui modo de ação único no mercado, composto pela molécula Jemvelva™️ Active, exclusiva da Corteva, e apresenta alto poder de choque, amplo espectro de controle, efeito residual prolongado, seletividade e menor intervalo de segurança, podendo ser colhido um dia após a aplicação. Já o inseticida Verter® SC possui registro para o controle do psilídio e do pulgão e é o único com tecnologia para o controle de Cochonilha Escama farinha (Unaspis citri). Com ação sistêmica e translaminar, o produto tem alto poder de choque e residual, gerando resultados imediatos nas populações de pragas.

Puro suco do Brasil

A Corteva apresentará durante a Agrishow 2026 a campanha digital “Puro Suco do Brasil”. A ação, que teve início em 2025, destaca a citricultura brasileira como símbolo de trabalho, resiliência e eficiência, gerando mais de 200 mil empregos e movimentando US$ 14 bilhões anualmente. A empresa posiciona seus produtos como essenciais para manter o Brasil na liderança mundial de produção de suco. O objetivo é que este ano, a iniciativa saia das telas e vire um comitê de influenciadores, que vai reunir os principais clientes da agroindústria de Citrus, gerando mais valor para a cadeira e ampliando ainda mais o relacionamento com os produtores.

Equilíbrio entre os químicos e biológicos

A Corteva é líder em soluções biológicas. No evento, a Corteva Biologicals destaca o Utrisha® N, fixador biológico de Nitrogênio para as culturas de milho, soja e batata, que possui uma cepa única da bactéria Methylobacterium symbioticum, que converte o Nitrogênio atmosférico que está disponível no ar em amônio, fornecendo nutriente para que a lavoura atinja incremento significativo no seu desenvolvimento e produtividade.

Além disso, na 31ª edição da Agrishow, a Stoller vai mostrar aos produtores os benefícios do programa fisiológico Soja Forte, composto por três produtos (o regulador de crescimento Stimulate, a solução fisiológica Hold e o complexo de micronutrientes mover) que, juntos, atuam em cada etapa do desenvolvimento da cultura de soja, focado no rendimento e produtividade da lavoura. Para isso, leva em consideração o aumento de vagens e número de grãos por vagem, bem como aumento no peso de grãos. Com uma média de incremento de 4 sacas por hectare, o programa Soja Forte tem como objetivo promover mais rentabilidade ao produtor, já que proporciona melhor desenvolvimento da soja.

Para cana, uma das principais culturas da região, o programa Cana Perene combina soluções de manejo ao longo do seu ciclo, atendendo às principais necessidades da cultura, em cada etapa do seu desenvolvimento através de soluções integradas que trazem tecnologia e performance.

Em café, o Café 360º atua tanto em arábica quanto em conilon – incluindo também o arábica de montanha. O programa combina soluções biológicas, nutricionais e de fisiologia vegetal, proporcionando nutrição equilibrada, sanidade, resistência aos estresses hídricos, eficiência fotossintética, pegamento de frutos, uniformidade de maturação, retenção de folhas, condicionamento de solo, controle de nematóides e melhor relação entre sistema radicular e parte aérea, trazendo mais qualidade ao produto final.

Já para a citricultura, o Citros 360º traz estratégias de manejo que auxiliem o produtor na condução do pomar com maior uniformidade, sanidade, aproveitando maior potencial da planta e por fim maior produtividade, por meio de soluções que atuam nos primeiros anos de formação do pomar.

Inovação e tecnologia em Sementes

A Brevant®️ Sementes estará presente no evento para mostrar seu robusto portfólio de milho e sorgo. A marca possui o maior banco de germoplasma do mercado e as mais recentes tecnologias adaptadas às necessidades de cada região.

Já Pioneer®, marca que celebra 100 anos globalmente e mais de 50 anos de presença no Brasil, é líder em milho há mais de duas décadas, segundo a consultoria Kynetec. Com foco no desempenho do produtor, a marca oferece um portfólio robusto de híbridos, desenvolvido para promover ganhos consistentes de produtividade. Na Agrishow, a Pioneer® reforça esse compromisso ao apresentar seu amplo e reconhecido portfólio em milho e sorgo.

Entre as novidades da companhia, para a soja, a recomendação do Time Técnico da Corteva é a dessecação no estádio R7.1, que quando bem-feita, traz diversos benefícios, como: redução da umidade do grão, facilitando a colheita posterior; diminuição do risco dos chamados “grãos ardidos”, o que proporciona rentabilidade, pois a uniformidade de grãos atende os padrões de armazenagem e de mercado. A inovação da empresa que auxilia o produtor rural neste desafio é o Gapper®, lançamento que integra uma nova família de herbicidas para dessecação com a tecnologia RinksorTM active, imbatível no controle de trapoeraba e outras plantas daninhas de folha larga.

A solução atua sem antagonismo com graminicidas. A tecnologia, ideal, sobretudo em momentos de chuvas frequentes que podem dificultar a colheita do grão, é reconhecida como uma das mais inovadoras do mundo, tendo recebido o prêmio de “Química Verde”, chancelado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

Ferramenta de aquisição de insumos

Para auxiliar e dar mais poder de compra ao produtor rural, a Corteva conta com o Programa Lidera. A iniciativa traz mais facilidade, vantagens, autonomia e ajuda a potencializar os negócios ao agricultor. Na compra de soluções da empresa, são gerados pontos, que se transformam em benefícios para o pagamento de futuras aquisições com um voucher de produtos. Outras opções são: um cartão pré-pago para gastar como quiser ou acessar diretamente pelo site o catálogo de prêmios, que conta com mais de 1 milhão de itens. Além disso, o Programa Lidera conta com o serviço de concierge, que auxilia o agricultor com demandas da propriedade: de compra de máquinas a personalização de itens. No evento, o Time da Corteva vai orientar o produtor sobre como fazer o seu cadastro na plataforma.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Trigo recua em Chicago, mas segue sustentado por oferta global restrita


Mesmo com queda nos contratos futuros, fundamentos ainda dão suporte ao mercado; cenário exige atenção do produtor brasileiro à comercialização e custos de importação

Logotipo Notícias Agrícolas

O mercado internacional de trigo encerrou o pregão desta quinta-feira (17), em queda na Bolsa de Chicago, com ajustes técnicos após recentes valorizações. Apesar do recuo, o cenário global ainda é de sustentação nos preços, o que mantém o alerta ligado para o produtor rural brasileiro.

No fechamento, o contrato de maio de 2026 foi cotado a US$ 5,91 por bushel, com recuo de 72 pontos. O vencimento julho de 2026 fechou a US$ 5,99 por bushel, também com baixa de 72 pontos. Para setembro de 2026, o contrato encerrou a US$ 6,11 por bushel, registrando queda de 64 pontos. 

O movimento negativo do dia está ligado principalmente à realização de lucros por parte dos investidores, após sessões consecutivas de alta. Esse tipo de ajuste é comum em mercados futuros e não altera, neste momento, os fundamentos mais amplos da commodity.

Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado, Elcio Bento, o viés do mercado ainda é altista no médio prazo, sustentado por uma oferta global mais apertada e pela forte dependência de importação por países consumidores. Elcio destaca que problemas climáticos em regiões produtoras e limitações na expansão da área seguem no radar.

Para o Brasil, o cenário continua sensível. O país depende de importações, principalmente da Argentina, e qualquer oscilação em Chicago impacta diretamente a formação de preços internos. Mesmo com a queda desta sessão, o nível de preços ainda é considerado elevado.

Outro fator determinante é o câmbio. A valorização do dólar pode anular eventuais quedas externas, mantendo os custos altos para moinhos e pressionando toda a cadeia.

No campo, o produtor brasileiro precisa manter uma estratégia equilibrada. O momento pede atenção tanto às oportunidades de fixação de preços quanto aos riscos associados ao cenário internacional, que segue volátil.

O fechamento desta quinta-feira mostra que, embora o mercado tenha recuado no curto prazo, os fundamentos seguem firmes. Para o produtor rural, acompanhar Chicago continua sendo peça-chave para decisões mais assertivas na comercialização do trigo.





Source link

News

Banco Central reduz Selic para 14,5% ao ano pela segunda vez seguida


Banco Central
Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom. 

O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.

Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Nesta terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por causa do falecimento de um parente de primeiro grau.

Em nota, o Copom não deu pistas sobre a evolução dos juros. O texto informou que está monitorando a guerra no Oriente Médio e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.

“Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados”, destacou o comunicado.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou, de 3,5% para 3,6%, a previsão do IPCA em 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.

As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,86%, acima do teto da meta, de 4,5%. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.

Crédito menos caro

A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.

O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,85% do PIB em 2026.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

O post Banco Central reduz Selic para 14,5% ao ano pela segunda vez seguida apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

CNA solicita redução da burocracia no crédito rural e mudanças em regras ambientais


Plano Safra da agricultura familiar será de R$ 77,7 bilhões; confira detalhes rural
Foto: Ministério da Agricultura

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) encaminhou propostas para o Plano Safra defendendo a redução da burocracia no acesso ao crédito rural e alterações em regras ambientais que, segundo a entidade, vêm dificultando o financiamento aos produtores.

Entre os principais pontos apresentados está a revisão de exigências consideradas entraves na liberação dos recursos, como mudanças recentes no Programa de Regularização Ambiental, que, na avaliação da CNA, têm restringido o acesso de produtores ao crédito.

A entidade argumenta que não é contrária às exigências ambientais, mas considera que obrigações relacionadas à fiscalização e regularização não devem ser transferidas às instituições financeiras, o que acaba ampliando a burocracia e atrasando a concessão de financiamentos.

“A questão do Prodes que recentemente foi alterado, o que tem dificultado o acesso aos produtores. Ninguém aqui é contra as questões ambientais. Só acreditamos que isso não deve ser imputado, um trabalho dos órgãos ambientais aos bancos”, destaca o diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi.

Outro tema levado pela CNA ao governo é a situação de endividamento dos produtores rurais. A confederação defende ajustes em projetos de lei em tramitação para ampliar prazos, garantir fontes de recursos e permitir a recuperação financeira dos produtores.

“Temos aí um projeto de lei que está para ser votado, que precisa de algumas adequações, precisa realmente buscar fontes, adequar prazos para que o produtor possa recuperar a sua saúde financeira e aí sim aproveitar todos os benefícios do Plano Safra”, completa Lucci.

Segundo a CNA, essas medidas são fundamentais para que os agricultores consigam acessar os benefícios do próximo Plano Safra e tenham condições de manter os investimentos na produção.

O post CNA solicita redução da burocracia no crédito rural e mudanças em regras ambientais apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Lista de peixes e invertebrados ameaçados de extinção é atualizada


A Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção para Peixes e Invertebrados Aquáticos foi atualizada nesta terça-feira (28). A revisão iniciada em 2024, incluiu novas 100 espécies e excluiu o mesmo número, mantendo 490 espécies classificadas.

Peixes, arraias, tubarões, estrelas-do-mar e mais centenas de espécies que vivem no continente e no mar brasileiro foram analisados em relação ao risco de extinção e, conforme a atual situação, foram classificados como Vulnerável (VU), Em Perigo (EN) e Criticamente em Perigo (CR).

Segundo o ministro de Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, a atualização é o resultado de uma robusta análise técnica para identificar a efetiva situação da fauna brasileira a partir de um esforço conjunto de governos, academia, sociedade civil e setor econômico.

“O objetivo, a partir desta iniciativa, é mobilizar ações para que as espécies atualmente pressionadas por diversos fatores tenham suas populações recuperadas”, reforça.

A nova lista substitui a versão de 2014 e foi revisada a partir de critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), adotados para a avaliação do tamanho das populações, distribuição geográfica, condições de conservação dos habitats e pressões como captura e poluição.

Além da lista, o Ministério do Meio Ambiente publicou também regras e restrições para proteção das espécies classificadas e recuperação de suas populações. São medidas como a proibição da captura, transporte, comercialização e armazenamento e, ainda, diretrizes para a elaboração de planos de recuperação.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, já estão sendo revisados alguns planos de recuperação de espécies reclassificadas, como o pargo (Lutjanus purpureus), que passou de VU para EN, na lista.

Com o novo enquadramento, a espécie terá as medidas de proteção e manejo intensificadas com o objetivo de reduzir as pressões causadas pela sobrepesca e captura intensiva de indivíduos jovens.

Segundo Capobianco, esse é um esforço que terá gestão compartilhada como o Ministério da Pesca e Aquicultura, objetivando a recomposição das populações e a continuidade da atividade econômica.

“Quando falamos em sustentabilidade na pesca, falamos em garantir equilíbrio: proteger a espécie, respeitar a ciência e assegurar que a atividade pesqueira continue gerando alimento, renda e desenvolvimento para o Brasil. O pargo tem grande importância econômica, mas só haverá futuro para essa cadeia se houver responsabilidade no presente”, reforça o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.





Source link

News

Escalas alongadas e menor capacidade de retenção seguem no foco do mercado do boi gordo


pará, boi, vaca louca - protocolo
Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

O mercado físico do boi gordo voltou a registrar tentativas de compra em patamares mais baixos nesta quarta-feira (29), refletindo a posição mais confortável das escalas de abate por parte dos frigoríficos. O movimento indica uma pressão mais recorrente sobre os preços, em linha com o comportamento sazonal do período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a menor capacidade de retenção dos animais no campo, causada pela perda de qualidade das pastagens, segue como um dos principais fatores de pressão. Essa condição é mais evidente em estados como Goiás e Minas Gerais, enquanto Mato Grosso e regiões do Norte ainda apresentam pastagens mais vigorosas.

Outro ponto que permanece no radar é a progressão da cota chinesa, com expectativa de esgotamento em meados de junho, o que também influencia as estratégias do mercado.

Boi gordo no Brasil (preços):

  • São Paulo (SP): R$ 355,58 (modalidade a prazo)
  • Goiás (GO): R$ 340,89
  • Minas Gerais (MG): R$ 339,88
  • Mato Grosso do Sul (MS): R$ 350,34
  • Mato Grosso (MT): R$ 355,95

Atacado

No mercado atacadista, os preços permaneceram estáveis ao longo do dia. O ambiente de negócios ainda indica menor espaço para reajustes no restante do mês, refletindo o consumo mais fraco típico da segunda quinzena. Além disso, a carne bovina segue com menor competitividade frente a proteínas concorrentes, especialmente a carne de frango.

Os cortes seguem nos mesmos patamares, com o quarto dianteiro cotado a R$ 23,50 por quilo, o quarto traseiro a R$ 28,50 e a ponta de agulha a R$ 21,50 por quilo.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,39%, negociado a R$ 5,0014 para venda e R$ 4,9994 para compra, oscilando entre R$ 4,9793 e R$ 5,0138 ao longo da sessão.

O post Escalas alongadas e menor capacidade de retenção seguem no foco do mercado do boi gordo apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Futuro da alimentação global passa por produção sustentável e protagonismo brasileiro


Dia Mundial da Alimentação, alimentos, segurança alimentar
Foto: Freepik

Garantir alimento suficiente, acessível e produzido de forma sustentável para uma população global crescente é um dos maiores desafios da atualidade. Com cerca de 670 milhões de pessoas em situação de fome e mais de 2 bilhões vivendo algum grau de insegurança alimentar, o debate sobre segurança alimentar ganha cada vez mais urgência.

Além de aumentar a produção, especialistas defendem que será necessário ampliar a eficiência dos sistemas produtivos, reduzir desperdícios e investir em práticas sustentáveis.

Nesse cenário, o Brasil surge como protagonista, tanto pelo volume de alimentos que produz quanto pelo potencial de expandir a produção sem avançar sobre novas áreas.

“São nesses países, nessas nações, onde você tem a maior dependência de alimentos. Portanto, será obrigatório que esses países se desenvolvam também e passem a ter um agronegócio viável e sustentável. Nesse sentido, quem aprendeu a fazer isso no mundo foi o Brasil”, afirma o professor em agronegócio na Fecap, José Luiz Tejon.

Descarte de alimentos

Hoje, quase um terço de tudo o que é produzido no mundo não chega a ser consumido. Segundo estimativas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), 13% dos alimentos se perdem entre a colheita e o varejo, enquanto outros 19% são descartados no consumo, em residências, restaurantes e supermercados.

Para especialistas, reduzir essas perdas é parte essencial da solução. A cadeia produtiva e o consumidor têm papel importante nesse processo, seja por meio da conscientização sobre o aproveitamento de alimentos, seja pela criação de alternativas para reutilizar produtos que perderam valor comercial, mas continuam próprios para o consumo.

“Maior parte desse desperdício, ela tá concentrada no consumidor e principalmente pela falta de conhecimento em relação ao que está se consumindo. Eu acho que também existem oportunidades de reutilização e reaproveitamento de produtos”, professor na Harven Agribusiness School, Vinícius Cambaúva.

De acordo com Cambaúva, algumas redes varejistas já adotam estratégias para reduzir o desperdício de alimentos, ajustando a comercialização conforme o estágio de conservação dos produtos.

Inicialmente, frutas, legumes e verduras são vendidos in natura, mas, à medida que avançam no processo de maturação e perdem atratividade para o consumidor, podem passar por um microprocessamento, sendo cortados e embalados para nova oferta.

Em estágios mais avançados, esses alimentos ainda podem ser aproveitados na produção de sucos, bebidas e outros itens processados, ampliando o aproveitamento e reduzindo perdas ao longo da cadeia.

População mundial

Atualmente, o planeta abriga cerca de 8,2 bilhões de pessoas e deve ultrapassar 9 bilhões nas próximas décadas, o que ampliará ainda mais a demanda por alimentos e a pressão sobre os sistemas produtivos.

Segundo a chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente, Paula Packer, o agro tem dado esses passos, um pouco mais lento em alguns setores e um pouco mais avançado em outros. Técnicas como agricultura de baixo carbono, uso de bioinsumos, sistemas integrados e manejo regenerativo do solo vêm ganhando espaço no campo

“Tudo isso hoje está em jogo para que realmente a agricultura do futuro seja a agricultura do Brasil. Não dá para pensar no verde se você estiver no vermelho, mas também tem um complemento. Se você não pensar no verde, você fica no vermelho”, alerta Packer.

Solo

Mesmo com o avanço da tecnologia, o campo segue com muitos desafios. O produtor lida com cenários de instabilidade que vão desde conflitos geopolíticos que afetam rotas comerciais e o custo de produção até eventos climáticos extremos, como secas e chuvas irregulares. Diante disso, é preciso se adaptar e é no solo que parte dessas soluções se constrói.

“Pela adoção das boas práticas, pela adoção da melhor genética, pela integração de um conjunto de soluções tecnológicas, nós podemos então trabalhar sistemas cujo o balanço de carbono é mais favorável comparativamente a outros sistemas que não adotam na plenitude essas boas práticas e essas tecnologias”, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Clenio Pillon.

O solo é o ativo mais importante, um sistema vivo, dinâmico, onde diferentes organismos interagem e contribuem para uma produção de alimentos mais eficiente.

Agricultura regenerativa

A agricultura regenerativa tem se mostrado uma ferramenta importante para reduzir perdas e aumentar a resiliência das lavouras diante das adversidades climáticas

“A agricultura regenerativa está evitando você de perder no futuro. E isso já é perceptível em uma fazenda que aplica a prática para uma que não aplica. O jeito talvez de engajar o vizinho que não aplica é quando ele vê um veranico e vê que o milho do outro vizinho germinou, não perdeu produtividade e ele perdeu 50% da lavoura”, destaca a head de agricultura regenerativa da Nestlé Brasil, Bárbara Sollero.

Na agricultura regenerativa, cada planta utilizada no sistema desempenha uma função específica que contribui para a saúde do solo e para o aumento da produtividade.

Ao aproveitar essa inteligência natural de forma estratégica, o produtor consegue melhorar a fertilidade do solo, aumentar a resiliência da lavoura e sustentar altos níveis de produtividade, mesmo em cenários desafiadores.

“Temos cinco biomas, diferentes tipos de solo, diferentes tipos de clima. Lá fora, plantio direto, ninguém sabe o que é. Quando você fala de bioinsumos, muito menos. Quando você fala de sistemas integrados, então… nós estamos falando grego. Nós temos que trazer o que nós fazemos, mostrar realmente o que nós fazemos e de forma uníssona”, destaca Packer.

Relações comerciais

O país já ajuda a alimentar quase 1 bilhão de pessoas no mundo e se destaca entre os maiores exportadores globais de soja, milho, carnes, algodão, café, suco de laranja e açúcar.

De acordo com Cambaúva, nós estamos passando por um processo de desglobalização, onde os países que antes focavam muito em exportar relações comerciais estão cada vez mais olhando para si mesmos e para minha autossuficiência e deixando de participar mais ativamente do comércio global.

“Isso porque está ficando cada vez mais claro que esses conflitos têm trazido riscos, para as economias, para os negócios e talvez se proteger seja o melhor caminho. Ou seja, nós precisamos repensar muita coisa e talvez esse seja um grande desafio também” afirma.

Avanço

O Brasil ainda tem espaço para ampliar a produção sem avançar sobre novas áreas. São dezenas de milhões de hectares de pastagens degradadas que podem ser recuperadas e convertidas em áreas produtivas.

Essa transformação tá no centro do plano ABC+, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A meta é produzir mais, com menos recursos e menor impacto ambiental. 

Atualmente, o Brasil possui cerca de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas que podem ser recuperadas e convertidas em áreas produtivas. “Então, a ideia é ampliar a área plantada sem precisar desmatar nada, ou seja, manter todo esse todo esse grande programa que temos hoje intacto”, o professor emérito da FGV Agro, Roberto Rodrigues.

Para o futuro

A expectativa é que o futuro da segurança alimentar mundial dependa da capacidade de produzir mais com menos recursos, aliando inovação, preservação ambiental e eficiência. Nesse processo, o Brasil desponta como peça estratégica para garantir o abastecimento global nas próximas décadas.

“As estimativas do mundo apontam para 2032 o Brasil tendo uma área agrícola superior a dos Estados Unidos. Então, o Brasil no planeta Terra a médio prazo, é o único país que pode crescer de tamanho, não apenas na área, mas com os modelos agroambientais, como por exemplo, integração lavoura pecuária, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF)”, completa Tejon.

O post Futuro da alimentação global passa por produção sustentável e protagonismo brasileiro apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

‘Hoje, não há Plano Safra adequado e nem seguro rural efetivo’, diz Tirso Meirelles, durante a Agrishow


crédito rural, Plano Safra
Foto: Mapa

Em Ribeirão Preto (SP), o presidente da Faesp e comentarista do Canal Rural, Tirso Meirelles, destacou os principais desafios enfrentados pelo produtor rural durante a Agrishow, em meio ao avanço da tecnologia no campo.

Para ele, a feira evidencia uma nova fase da agricultura, impulsionada pela inovação. “Ao longo destes dias, observamos dois pontos centrais, a inovação e a tecnologia no campo. Há tratores movidos a etanol, a biocombustíveis e a biometano, além de soluções que ampliam a produtividade do produtor rural”, afirmou.

Apesar desse cenário, Meirelles alertou para dificuldades econômicas que ainda limitam o desenvolvimento do setor. “O desafio é enfrentar uma taxa de juros elevada em um contexto de endividamento do produtor rural. Hoje, não contamos com um Plano Safra condizente com as necessidades do setor, nem com um seguro rural efetivo.”

Segundo ele, havia expectativa por definições mais concretas durante a abertura do evento, que contou com a presença de representantes do governo federal. O presidente pontuou que eram esperadas diretrizes claras, mas, até o momento, o que se observa são sinalizações ainda incertas sobre seguro rural e política agrícola.

Na avaliação do dirigente, a ausência de medidas práticas pode comprometer diretamente a permanência dos produtores na atividade. “Se não houver uma solução para o endividamento, torna-se difícil a permanência do homem e da mulher no campo”, conclui.

O post ‘Hoje, não há Plano Safra adequado e nem seguro rural efetivo’, diz Tirso Meirelles, durante a Agrishow apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Tirso Meirelles critica falta de plano safra e seguro rural efetivo


Tirso Meirelles, em recente declaração, criticou a falta de um plano safra adequado e de um seguro rural efetivo, ressaltando a preocupação com o endividamento dos produtores rurais.

Inovações no setor agrícola

Meirelles destacou a importância da inovação e da tecnologia na agricultura, mencionando:

  • Uso de tratores movidos a etanol
  • Implementação de biocombustíveis
  • Utilização de biometano

Essas inovações visam aumentar a produtividade do produtor rural, mas a situação financeira dos agricultores ainda é preocupante.

Desafios enfrentados pelos produtores

O especialista questionou como resolver a elevada taxa de juros e o endividamento do homem do campo, enfatizando:

  • A ausência de um plano safra condizente
  • Falta de seguro efetivo para o produtor rural

Meirelles ressaltou que, sem a resolução do endividamento, a permanência dos agricultores na atividade se torna insustentável.

O post Tirso Meirelles critica falta de plano safra e seguro rural efetivo apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link