sábado, julho 4, 2026

Agro

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China pode reduzir importação de carne brasileira em até 10%


O esgotamento da cota de importação de carne bovina pela China, previsto para o fim de maio e início de junho, pode reduzir em até 10% as exportações brasileiras no segundo semestre. A informação é da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), que destaca que a China é o principal destino das exportações de carne do Brasil, absorvendo quase a metade da proteína brasileira.

Impacto no setor

O setor está preocupado com a situação, uma vez que o Brasil está prestes a atingir o limite de um contrato que sustenta boa parte do agronegócio. Até o fim de abril, o país já havia utilizado 65% da cota de importação. A partir do esgotamento dessa cota, a expectativa é de menos abates e, consequentemente, menor abastecimento interno.

Alternativas para o mercado

Diante do cenário, o setor busca alternativas para compensar a redução nas exportações para a China. Entre as estratégias estão:

  • Aumento do consumo interno no segundo semestre.
  • Ampliação das exportações para os Estados Unidos.
  • Abertura de novos mercados, como Coreia do Sul, Japão e Turquia.

O presidente da BIEC, Roberto Perosa, destacou que o crescimento das apostas online no Brasil tem limitado o consumo de carne. Ele também mencionou a necessidade de uma cota específica para o Brasil nos Estados Unidos, compatível com a capacidade de produção brasileira.

Viagem do presidente da BIEC

Roberto Perosa embarca ainda hoje para a China, com o objetivo de resolver questões comerciais e buscar aumentar as exportações para o país. O presidente Lula também embarca hoje para os Estados Unidos, onde se encontrará com o presidente Donald Trump, em um encontro que pode ajudar a normalizar as relações comerciais entre os dois países.

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Agro brasileiro registra recorde de 28,4 milhões de empregos em 2025


O agronegócio brasileiro encerrou o ano de 2025 com um recorde na geração de empregos, atingindo 28,4 milhões de trabalhadores registrados, conforme levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Dados do setor

  • População ocupada no agronegócio: 28,4 milhões de pessoas.
  • Aumento de 2,2% em relação a 2024.
  • Destaque para o segmento de agrerviços e aumento da presença feminina no mercado de trabalho, que cresceu 2,6% em 2025.

Importância do agronegócio

O agronegócio se destaca como o maior gerador de empregos no Brasil, sendo responsável por um em cada quatro empregos no país. A tecnologia e a qualificação da mão de obra têm sido fundamentais para o crescimento do setor.

Desafios e perspectivas

Apesar dos desafios enfrentados, como custos e preços, o Brasil é visto como um parceiro confiável para a segurança alimentar global. A necessidade de priorização do agronegócio pelo governo é enfatizada, com a expectativa de que políticas agrícolas adequadas sejam implementadas para sustentar esse crescimento.

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Cooperativa promove encontro de caminhoneiros para reforçar segurança no transporte do café


caminhão em estrada fazendo transporte de grãos para silo ou armazém de cooperativa
Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

A Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec) promoverá um encontro de caminhoneiros nesta quinta-feira (7), a partir das 8h, em Franca, São Paulo, voltado à segurança e à saúde dos motoristas durante o transporte de café na região de Alta Mogiana.

A ação pretende fomentar a segurança nas estradas durante o transporte do grão no período mais crítico do calendário do setor. “Em um cenário onde o café se destaca como uma commodity de alto valor agregado, a segurança no transporte dos grãos passa a ser uma prioridade estratégica. Mais do que logística, trata-se de proteger um patrimônio do produtor e preservar vidas”, destaca a entidade, em nota.

Os caminhoneiros são os responsáveis por conduzir cargas, muitas vezes em longas distâncias, enfrentando jornadas intensas e condições adversas, fator que se agrava no Brasil, onde o escoamento pelo modal rodoviário representa até 75% da matriz logística nacional.

Além de conduzir a carga, o motorista de caminhão também precisa estar alinhado aos procedimentos operacionais da cooperativa, respeitando horários, locais de descarga e normas de segurança.

De acordo com o gerente de Comercialização de Café da Cocapec, Willian Cesar Freiria, o objetivo é garantir que o café chegue com qualidade aos armazéns e que o motorista retorne para casa em segurança.

“Eles transportam o bem mais valioso do cooperado, exigindo atenção redobrada a procedimentos como horários de funcionamento, locais de descarga e normas de transporte. Estar bem informado é, portanto, uma medida de segurança, tanto para evitar transtornos operacionais quanto para reduzir riscos durante o trajeto”, reforça.

O encontro busca preparar os motoristas para a rotina da safra, evitando situações como deslocamentos desnecessários, espera prolongada ou pernoites inesperados, condições que podem aumentar a exposição a riscos.

Saúde dos caminhoneiros

Encontro de motoristas - saúde dos caminhoneiros
Foto: Divulgação Cocapec

Além da segurança operacional, a cooperativa também promoverá ações como aferição de pressão arterial e testes de glicemia, com foco em um público majoritariamente acima dos 40 anos, faixa etária que exige maior atenção a doenças silenciosas.

Segundo a técnica de segurança da Cocapec, Márcia Helena Borges Bevilacqua, a iniciativa reforça um cuidado essencial que muitas vezes é negligenciado pelos próprios motoristas. “Eles estão muito focados no trabalho, em cumprir as viagens, e acabam deixando a saúde de lado. Mas a nossa preocupação é que eles estejam bem para dirigir e, principalmente, que voltem para casa com segurança”, afirmou ela.

De acordo com ela, a ação é realizada anualmente pela cooperativa e reforça que proteger o transporte do café e quem está ao volante é garantir não apenas a qualidade do produto, mas a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva.

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Aumento do diesel gera impacto bilionário no agronegócio brasileiro


O aumento do diesel já causa um impacto bilionário aos produtores rurais, afetando diretamente o agronegócio brasileiro. A alta no preço do combustível, que atualmente gira em torno de R$ 7,50 por litro, tem gerado preocupações sobre as margens de lucro dos agricultores e a possibilidade de repasse desse custo ao consumidor final.

Impactos do aumento do diesel

A alta no preço do diesel, que se intensificou nos últimos meses, pode trazer consequências significativas para o setor agrícola. Entre os efeitos observados estão:

  • Redução das margens de lucro dos produtores rurais;
  • Possibilidade de aumento nos preços dos produtos ao consumidor final;
  • Necessidade de ajustes financeiros no agronegócio.

Projeto de lei em discussão

Em resposta a essa situação, um projeto de lei está sendo discutido no Congresso com o objetivo de utilizar receitas extraordinárias para compensar a redução de arrecadação causada pela diminuição de tributos sobre combustíveis, como diesel, gasolina, biodiesel e etanol. A deputada Marussa Boldrin, relatora da proposta, destacou a importância do avanço do texto, que visa:

  • Reduzir o preço dos combustíveis sem aumento de impostos;
  • Utilizar a arrecadação extra proveniente da venda de petróleo no mercado internacional;
  • Ter vigência imediata enquanto durar a alta dos preços do petróleo.

Urgência na análise do projeto

A bancada do agronegócio expressou pressa na análise do projeto, que já teve a urgência aprovada pelos deputados. A proposta seguirá diretamente para o plenário da Câmara, sem passar pelas comissões, e a expectativa é que o texto seja votado nos próximos dias.

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Senado aprova criação da primeira universidade federal indígena do Brasil


O Senado aprovou o projeto que cria a primeira universidade federal indígena do Brasil. A proposta agora segue para sanção presidencial, e a expectativa do governo é que a instituição comece a funcionar a partir de 2027.

Objetivos da universidade

A proposta tem como objetivo ampliar o acesso ao ensino superior para indígenas e reduzir a evasão acadêmica, muitas vezes causada por preconceito e dificuldades de acesso.

Estrutura e cursos oferecidos

A universidade será vinculada ao Ministério da Educação, terá sede em Brasília e contará com um campus distribuído em diferentes regiões do Brasil, respeitando a diversidade cultural dos povos indígenas. Os cursos de graduação e pós-graduação devem priorizar áreas estratégicas, como:

  • Gestão ambiental e territorial
  • Sustentabilidade
  • Saúde
  • Direito
  • Agroecologia
  • Engenharias
  • Tecnologias
  • Formação de professores

Além da valorização e preservação das línguas indígenas.

Gestão indígena

O texto também determina que os cargos de reitor e vice-reitor sejam ocupados por docentes indígenas, reforçando o protagonismo dos povos originários na gestão da instituição.

Avanço histórico

Segundo o relator do projeto, a criação da universidade representa um avanço histórico na inclusão educacional e na valorização das culturas indígenas. Esta universidade não é apenas para ensinar novas práticas, mas para aprofundar o conhecimento de uma cultura milenar, de um povo que estava aqui antes de nós e que tem uma relação com a natureza absolutamente diferente.

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Ana Paula Repesa é a nova presidente da Crop Life Brasil


A Crop Life Brasil anunciou nesta semana a nomeação de Ana Paula Repesa como sua nova presidente. A executiva assume o cargo com o compromisso de ampliar o diálogo institucional e avançar em agendas regulatórias, além de projetar o setor em debates internacionais sobre inovação agrícola.

Trajetória profissional

Ana Paula Repesa é graduada em Administração, com pós-graduação em Comércio Exterior e mestrado em Gestão Internacional com foco em Sustentabilidade. Com 20 anos de experiência na Apex Brasil, ela acompanhou diversas iniciativas do agronegócio, incluindo a abertura de mercados e questões regulatórias.

Expectativas e desafios

Em sua nova função, Repesa destaca a importância de potencializar as forças da Crop Life e ampliar o diálogo com o governo e outras associações do setor. Ela enfatiza a necessidade de melhorar o ambiente regulatório para garantir a competitividade do agronegócio brasileiro.

Foco em sustentabilidade

A nova presidente acredita que a união entre bioinsumos, biotecnologia e defensivos químicos é essencial para a preservação ambiental e a produtividade agrícola. Ela também menciona a importância da regulamentação da nova lei dos bioinsumos, que deve ocorrer ainda este ano, para garantir a qualidade e a segurança dos produtos utilizados pelos agricultores.

Crescimento do setor

  • Em 2024, o setor de bioinsumos no Brasil teve um crescimento de 28% na área tratada.
  • O mercado movimentou cerca de R$ 6,2 bilhões, abrangendo mais de 190 milhões de hectares.
  • A relevância dos bioinsumos como parte do cardápio tecnológico disponível para os produtores está em ascensão.

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AgroNewsPolítica & Agro

Negócios com boi gordo seguem lentos


Os negócios no mercado do boi gordo em São Paulo seguem sem força, segundo análise divulgada nesta terça-feira (5) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria.

De acordo com o relatório, “com escalas de bom tamanho e as vendas de carne devagar, as negociações estavam sem força”. O levantamento aponta que parte da indústria frigorífica não atuava ativamente nas compras, enquanto as que permaneciam no mercado mantiveram as ordens inalteradas em relação ao dia anterior.

As escalas de abate estavam, em média, para 10 dias. Ainda segundo a análise, “as cotações vigentes não agradavam à ponta vendedora”, e o comportamento do mercado nos próximos dias dependeria do volume de negócios e da retomada das vendas de carne no mercado interno.

No Pará, a oferta maior contribuiu para o avanço das negociações e das escalas, que passaram a atender, em média, entre nove e 11 dias. Nesse cenário, houve recuo nas cotações nas principais praças pecuárias do estado.

Na região de Marabá, “a cotação do boi gordo e a da novilha caiu R$3,00/@”, enquanto a vaca permaneceu estável. Já em Redenção, “a cotação da vaca caiu R$3,00/@”, com estabilidade para boi gordo e novilha, além de manutenção no preço do “boi China”.

Em Paragominas, o levantamento indica que “a cotação do boi gordo e do ‘boi China’ caiu R$2,00/@, e a da vaca e a da novilha não mudou”.

No Espírito Santo, o mercado apresentou estabilidade, com manutenção das cotações. As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.





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Nova frente fria traz chuvas e queda acentuada de temperatura no Brasil


A partir desta quinta-feira, uma nova frente fria começa a atuar no Brasil, trazendo chuvas e uma queda acentuada de temperatura em várias regiões, especialmente no centro-sul do país. O fenômeno deve se intensificar durante o primeiro fim de semana de maio, com previsões de temporais e até granizo em algumas áreas.

Impactos nas regiões afetadas

De acordo com o meteorologista Artur Miller, a frente fria já está avançando sobre o Uruguai e áreas de fronteira com o Rio Grande do Sul. As chuvas são esperadas para:

  • Rio Grande do Sul: temporais localizados e possibilidade de granizo.
  • Santa Catarina e sul do Paraná: umidade do solo adequada, mas com previsão de calor e secura antes da chegada da frente fria.
  • Paraná: acumulados de chuva que podem ultrapassar 100 mm em cinco dias, beneficiando a agricultura local.

Queda de temperatura e geadas

A expectativa é que a temperatura caia significativamente, com mínimas chegando a:

  • 5ºC a 4ºC no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
  • 15ºC a 10ºC em São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Além disso, há risco de geadas, especialmente em áreas produtoras de milho na segunda safra, o que pode impactar a produção agrícola. A previsão é de uma sequência de dias frios, com mínimas abaixo de 10ºC em várias regiões do centro-sul do Brasil.

Expectativas para o futuro

O clima deve continuar instável, com a possibilidade de novas massas de ar polar se aproximando, o que pode resultar em mais frio e chuvas nos próximos dias. Os produtores rurais devem estar atentos às condições climáticas, especialmente em relação à proteção de suas lavouras e rebanhos.

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Projeto Santa Catarina e o Agro 5.0 inicia temporada 2026 com debates sobre o futuro do agronegócio


O projeto Santa Catarina e o Agro 5.0 deu início à temporada 2026, promovendo debates sobre o futuro do agronegócio catarinense. A iniciativa, em parceria com o Canal Rural, busca definir os temas que nortearão as discussões ao longo do ano.

Temas em Debate

A pauta de 2026 inclui questões estratégicas que impactam diretamente o setor, tais como:

  • Logística
  • Tecnologia
  • Sucessão familiar
  • Abastecimento de milho

Esses tópicos são considerados essenciais, especialmente em um ano eleitoral, onde as políticas públicas para o setor serão discutidas com maior intensidade.

Objetivos do Projeto

O projeto visa garantir que as discussões atendam às demandas de toda a cadeia produtiva, desde a indústria até as entidades representativas, focando nos desafios diários dos produtores rurais. A proposta é:

  • Oferecer visibilidade às questões do agronegócio
  • Combater a desinformação com informações corretas
  • Contribuir para o desenvolvimento sustentável do setor

O público poderá acompanhar os debates na programação do Canal Rural ao longo de 2026. O projeto é realizado em parceria com diversas entidades, incluindo a FECOAR, Sistema Sesc, Faesc, Senar, Sindicarne e Icasa, além do apoio da Secretaria de Agricultura e Pecuária de Santa Catarina.

Importância do Agronegócio

O agronegócio é fundamental para a economia catarinense, gerando recursos que são essenciais para áreas como saúde e educação. A discussão sobre o futuro do setor é vital para garantir a qualidade de vida dos produtores e a sustentabilidade econômica e ambiental.

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Exportações de carne suína disparam, mas preços no mercado interno recuam


carne suína, suíno, suinocultura - suínos
Foto: Prefeitura de Capão Bonito

Os suinocultores brasileiros enfrentam desvalorização no preço do animal e um aperto na margem de lucro no início deste segundo trimestre de 2026.

Apesar das exportações de carne suína terem atingido volume recorde entre janeiro e março, a demanda externa não foi suficiente para enxugar a oferta no mercado interno, derrubando as cotações e piorando o poder de compra dos produtores frente aos insumos de nutrição.

Os dados compõem o balanço de mercado divulgado pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Avanço nas vendas externas

Os números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pela associação, mostram que as exportações brasileiras de carne suína in natura cresceram 15,3% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O percentual equivale a um acréscimo de 44,5 mil toneladas do produto despachadas para o mercado internacional. O principal destino comercial no período foram as Filipinas. O país asiático absorveu mais de 30% de todo o volume exportado pelo Brasil na categoria.

Cotações em baixa e relação de troca

Apesar do forte ritmo nos portos, os preços pagos ao produtor no Brasil recuaram. Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq) apontaram queda contínua para os indicadores do suíno vivo e da carcaça especial nas principais praças de comercialização até o dia 20 de abril de 2026.

Esse movimento de desvalorização corroeu o poder de compra do criador frente ao custo da ração animal. Segundo a ABCS, a relação de troca (indicador de mercado que mede a quantidade de insumos que pode ser adquirida com a venda do suíno) operou em patamar abaixo de 5,0. O índice não atingia um nível tão desfavorável para a atividade desde dezembro de 2023.

Preço do milho e fatores climáticos

No âmbito dos custos de produção, a atenção do setor está voltada para o desenvolvimento da segunda safra de milho, grão que é a base da alimentação nas granjas. Com o plantio finalizado, a irregularidade das chuvas em abril elevou o risco de perdas nas lavouras.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou a projeção da safra total de milho 2025/2026 para 139,6 milhões de toneladas. No curto prazo, as cotações do grão seguem em queda sob a perspectiva de uma colheita volumosa. Contudo, análises da consultoria Mbagro citadas no relatório indicam que não se descarta uma elevação nos preços dos grãos caso as condições climáticas causem piora na qualidade das lavouras nas próximas semanas.

Competitividade no varejo

Diante do descompasso entre custos e o preço de venda do suíno vivo, o principal alento da cadeia produtiva se encontra nos supermercados. A ABCS ressalta que a carne suína mantém forte competitividade nas gôndolas em relação às carnes bovina e de frango para o consumidor final.

Essa diferença de preços é vista pelo setor produtivo como a principal oportunidade para expandir o consumo doméstico, viabilizando o reequilíbrio da oferta interna e, consequentemente, a estabilização das cotações na ponta produtora.

Fonte: com informações da ABCS

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