domingo, junho 14, 2026

Agro

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Fiscais interditam abatedouro clandestino e apreendem meia tonelada de carne


polícia
Foto: divulgação/ Polícia Cível do Espírito Santo

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (Depma), realizou, na última quarta-feira (3), uma operação para apurar denúncia de poluição ambiental em uma carvoaria localizada no bairro Vista Linda, em Cariacica, no Espírito Santo.

Durante a fiscalização, os policiais identificaram um abatedouro clandestino de suínos operando sem condições higiênico-sanitárias adequadas e sem autorização legal para o exercício da atividade.

No local, foram encontrados animais abatidos em ambiente insalubre, sem acondicionamento adequado e em desacordo com as normas de manipulação e armazenamento de produtos de origem animal. Aproximadamente meia tonelada de carne sem controle sanitário foi apreendida. Também foram apreendidos quatro suínos.

Um homem de 28 anos assinou um Termo Circunstanciado (TC) por maus-tratos e fazer funcionar atividade potencialmente poluidora sem licença ambiental. Durante a ocorrência, o suspeito informou que os produtos eram comercializados em uma feira livre do município.

Os quatro suínos apreendidos foram entregues a um responsável, que ficará encarregado de garantir os cuidados necessários aos animais durante a tramitação dos procedimentos administrativos e judiciais.

Multa

A ação contou com o apoio da Prefeitura de Cariacica, que realizou a interdição do estabelecimento. O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) também participou da operação e efetuou a autuação administrativa. O valor da multa será definido após a pesagem e avaliação técnica do material apreendido.

A carne recolhida será destruída conforme os protocolos sanitários vigentes, por se tratar de produto sem inspeção oficial e impróprio para consumo ou doação.

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Arroba do boi inicia a semana em alta, mas tende a diminuir; veja as cotações


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo teve uma segunda-feira de preços mais altos. Contudo, o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias pontua que algumas indústrias já sinalizam para mudanças do perfil de abate, reduzindo a produção destinada à China, com mudanças importantes no programa de bonificação.

“Nos próximos dias, tende a sair o alerta por parte do governo chinês de que 80% da cota brasileira foi preenchida, o que pode levar outras indústrias a adotarem a mesma postura”, ressalta, em referência à cota de 1,1 milhão de toneladas concedida pelo gigante asiático às exportações de carne bovina brasileira para lá.

Iglesias ainda destaca que o mercado acompanha atentamente os desdobramentos em torno da proibição da importação de produtos de origem animal do Brasil por parte da União Europeia e a questão sanitária nos Estados Unidos, com mais casos da mosca-da-bicheira (Cochliomyia hominivorax).

Média da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 358,50
  • Goiás: R$ 336,96
  • Minas Gerais: R$ 335,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 354,89
  • Mato Grosso: R$ 359,26

Mercado atacadista

O mercado atacadista, por sua vez, apresentou preços firmes durante o dia. De acordo com Iglesias, esse movimento está lastreado na boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês.

“Além disso, a expectativa de consumo em junho permanece favorável em função dos jogos da seleção brasileira. A carne bovina ainda perde em competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, principalmente em relação com a carne de frango”, diz.

  • Quarto dianteiro: R$ 21,70 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 19,70 por quilo
  • Quarto traseiro: R$ 27,00 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,50%, sendo negociado a R$ 5,1802 para venda e a R$ 5,1782 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1332 e a máxima de R$ 5,1947.

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Projeto que limita alíquotas do IOF avança em comissão da Câmara


Dólar fecha acima de R$ 5,05 e acumula alta de 3,55% na semana

A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou, neste domingo (8), o Projeto de Lei 3371/25, que altera os limites legais do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A proposta redefine os tetos de cobrança em diferentes modalidades e impõe restrições aos aumentos anuais feitos pelo Poder Executivo por decreto. O texto segue em análise, em caráter conclusivo, nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Pela proposta, o teto do IOF no crédito passa a ser de 0,0041% ao dia, com adicional fixo máximo de 0,38% sobre o valor liberado. Nas operações de câmbio, a alíquota máxima será de 0,38%, com exceções de até 6% para liquidações referentes a empréstimos externos com prazo médio mínimo de até 180 dias e de até 1,10% para compra de moeda em espécie e transferência de recursos ao exterior.

O projeto também fixa alíquota máxima de 7,38% para seguro, de 1% ao dia para títulos e valores mobiliários, de 1% sobre o preço de aquisição do ouro como ativo financeiro e de 10% sobre operações com derivativos. Hoje, a legislação permite tetos amplos, como até 25% em câmbio e 1,5% ao dia em crédito, e autoriza alteração por decreto com efeito imediato.

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O texto aprovado estabelece ainda limites anuais de majoração sobre a alíquota vigente em 1º de janeiro: 10% para câmbio, 7% para crédito e 2,5% para seguro, títulos, valores mobiliários e ouro ativo financeiro ou instrumento cambial. Quando a alíquota começar o ano zerada, o primeiro aumento ficará limitado a 50% da maior alíquota aplicada à mesma modalidade, ou a uma assemelhada, nos cinco anos anteriores.

Segundo o relator, deputado Mauricio Marcon (PL-RS), a proposta busca ampliar a previsibilidade tributária. Para o setor agropecuário, o tema tem relação com operações de crédito e câmbio usadas no financiamento, na importação de insumos e em negócios de exportação. O texto, porém, não apresenta estimativas específicas de impacto sobre produtores rurais, cooperativas ou cadeias agroindustriais.

A tramitação ainda depende de análise em outras comissões da Câmara e, depois, do Senado. Como o projeto ainda pode ser alterado, não há base técnica suficiente neste momento para dimensionar efeitos práticos definitivos sobre o crédito rural, o custo das operações financeiras ou o comércio exterior do agronegócio.

Fonte: camara.leg.br

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Insumos agrícolas sobem 9,1% na França em abril, aponta Agreste


Insumos agrícolas sobem 9,1% na França em abril, aponta Agreste

Os preços dos insumos usados na atividade agrícola na França subiram 9,1% em abril na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (8) pelo serviço de estatística do Ministério da Agricultura francês (Agreste). Na comparação mensal, o índice avançou 1,7% sobre março. O movimento foi influenciado principalmente pelo encarecimento de energia e fertilizantes em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio.

De acordo com o levantamento, o grupo de energia e lubrificantes registrou alta anual de 55,8% em abril. Dentro desse segmento, o óleo diesel não rodoviário teve salto de 91%, enquanto o gás subiu 6,1%. A eletricidade, por outro lado, recuou 1% no período.

Os fertilizantes também aceleraram, com avanço anual de 18,0%. O destaque ficou para a ureia, que subiu 46,2%, e para as soluções nitrogenadas, com alta de 24,8%. O resultado indica pressão concentrada em insumos relevantes para o custo de produção de lavouras intensivas em adubação.

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Em sentido oposto, alguns grupos seguiram em queda. Os alimentos para animais recuaram 4,6% na comparação anual, influenciados pela baixa de 5% nos alimentos compostos. Os produtos de proteção de cultivos caíram 2,3%, enquanto sementes e mudas tiveram redução de 0,7%.

Por atividade, os custos avançaram 12,7% em um ano para produtores de cereais e oleaginosas. Na horticultura, a alta chegou a 14,6%. Na viticultura, o aumento foi de 7,8%, e na fruticultura, de 9,4%.

Na pecuária, os insumos subiram 8,7% para bovinos de corte e 7% para bovinos de leite. O setor de aves teve alta de 2,8%. Já as granjas de suínos registraram leve recuo anual de 0,6%.

Os dados mostram que a pressão de custos permanece disseminada em parte relevante da agropecuária francesa, com maior intensidade nos segmentos mais expostos ao uso de energia e fertilizantes.

Até o momento, os dados de abril indicam manutenção da pressão sobre o custo de produção agrícola na França, sobretudo nos itens energéticos e nitrogenados. O Agreste não informou, no material disponível, uma projeção consolidada para os próximos meses.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Presidente da ABPA defende Brasil em relação a antimicrobianos na carne


O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reafirmou que o Brasil não apresenta problemas sanitários relacionados à utilização de antimicrobianos na produção de carnes, em resposta à retirada do país da lista de nações que cumprem os requisitos da União Europeia.

Rastreabilidade e fiscalização

Segundo o presidente, a produção de carne de frango no Brasil é totalmente rastreada e não utiliza antimicrobianos na carne destinada à exportação para a União Europeia. Ele destacou que:

  • A produção de carne bovina também segue os mesmos padrões de rastreabilidade.
  • O Brasil já cumpre os requisitos exigidos pela UE.
  • Não há qualquer violação sanitária nas carnes brasileiras.

Expectativas para o futuro

O presidente da ABPA mencionou que o governo brasileiro está realizando uma fiscalização oficial para garantir a conformidade com as normas sanitárias. Ele espera que, até 13 de setembro, o ministro André de Paula e o embaixador Pedro Miguel apresentem análises de risco que comprovem a fiscalização das produções de carne no Brasil. O comércio de carnes representa um valor significativo para o país, próximo de 1,8 bilhões de dólares, e é crucial para a economia brasileira.

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AgroNewsPolítica & Agro

Panamá pode reforçar a logística de fertilizantes



Canal do Panamá reforça conexão com rotas globais



Foto: Mapa

Durante missão oficial ao Panamá, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) avançou na construção de parcerias voltadas à segurança no abastecimento de fertilizantes para o Brasil. A agenda, realizada com apoio institucional do IICA, também abriu espaço para cooperação em bioinsumos, tecnologia agrícola e comércio agropecuário entre os dois países.

A logística de fertilizantes foi o principal eixo estratégico da missão brasileira ao Panamá. Segundo informações divulgadas pelo Mapa, a agenda permitiu identificar oportunidades de cooperação em insumos agrícolas, especialmente diante da necessidade do Brasil de diversificar rotas logísticas e fortalecer o fornecimento de produtos essenciais à produção agropecuária.

Um dos pontos centrais da programação foi a visita técnica a três terminais portuários do complexo de Cristóbal, administrados por uma das maiores operadoras portuárias do Panamá. No local, a comitiva conheceu a estrutura usada para recepção, movimentação, armazenamento e transbordo de cargas.

Durante a visita, foram apresentados procedimentos relacionados ao transporte de fertilizantes, grãos, gás natural e matérias-primas utilizadas na fabricação de fertilizantes. De acordo com o Mapa, a agenda permitiu avaliar o potencial do Panamá como plataforma logística estratégica para abastecer o mercado brasileiro. A localização geográfica do Panamá foi tratada como um diferencial para futuras iniciativas de cooperação. Segundo o Mapa, a conectividade do país com os principais corredores marítimos internacionais, por meio do Canal do Panamá, reforça sua relevância para cadeias de suprimentos do agronegócio.

A delegação também visitou o Centro de Visitantes de Água Clara, no lado atlântico do novo Canal do Panamá. A comitiva acompanhou o funcionamento das eclusas e a passagem de embarcações de grande porte, aprofundando o conhecimento sobre a importância da via para o comércio marítimo internacional e para a logística global de cargas.

 





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Silagem de milho é suficiente para engordar o gado? Veja resposta de especialista


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O produtor Roque Zeniar dos Santos, do município de Feliz, localizado na Serra Gaúcha (RS), está planejando fechar o seu gado no cocho e trouxe um questionamento comum na região, onde há uma forte tradição de lavouras. Ele pergunta: é possível obter eficiência produtiva e rentabilidade fornecendo exclusivamente silagem de milho na calha do cocho para terminar os animais?

Ao quadro “Giro do Boi Responde”, do programa Giro do Boi, o doutor em zootecnia e consultor Rogério Coan foi categórico ao afirmar que essa prática deve ser evitada. Segundo ele, por melhor que seja a qualidade do volumoso produzido na fazenda, apostar em uma dieta exclusiva de silagem é uma armadilha que resulta em prejuízo financeiro.

Confira:

A resposta do especialista

De acordo com Rogério Coan, o erro do pecuarista é acreditar no mito da autossuficiência do volumoso. Muitas vezes, o produtor observa uma silagem de milho de alta qualidade e assume que ela é suficiente para engordar o gado. Essa crença, no entanto, é um equívoco biológico, visto que a silagem sozinha não consegue atender às exigências nutricionais de um animal em alta performance.

Para que um boi atinja um Ganho Médio Diário (GMD) superior a 1,5 kg ou 1,6 kg no confinamento, o rúmen necessita de um equilíbrio adequado entre energia e proteína, o que a silagem isolada não possui. A silagem de milho é predominantemente energética e fibrosa, mas seu teor de proteína é extremamente baixo, variando entre seis e sete por cento de proteína bruta (PB).

Consequências de uma dieta desbalanceada

Quando o animal consome uma dieta desbalanceada, com excesso de amido proveniente do milho e pouca proteína verdadeira, ocorre um grave erro metabólico. O animal não consegue desenvolver tecido magro e acaba ganhando peso de forma ineficiente, resultando no que os especialistas chamam de “boi sapo” ou “tijolo”. Isso leva a um aumento no tempo de cocho e, consequentemente, ao aumento dos custos da arroba produzida.

Para que Roque Zeniar aproveite ao máximo o milho plantado em sua propriedade, ele deve utilizar a silagem como fonte de fibra e complementá-la com ração concentrada. Rogério Coan orienta que o produtor estruture a mistura com componentes que garantam um equilíbrio nutricional adequado.

Orientação prática para o produtor

O especialista enfatiza que ter uma boa silagem de milho é um trunfo para reduzir os custos do volumoso, mas que o boi não engorda com saúde e velocidade apenas consumindo silagem. Ele recomenda que os produtores procurem um técnico ou uma fábrica de rações parceira na Serra Gaúcha para desenvolver um concentrado proteico e mineral que complemente a dieta da boiada.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Line-up projeta embarques de 12,886 milhões de t de soja pelo Brasil em junho


Embarque soja Paranaguá
Foto: Claudio Neves/ Portos do Paraná

O line-up dos portos brasileiros, que reúne a programação de embarques para exportação, indica que o Brasil deverá exportar 12,886 milhões de toneladas de soja em grão em junho de 2026, de acordo com levantamento da Safras & Mercado.

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O volume projetado para o mês é inferior ao registrado em junho de 2025, quando as exportações somaram 13,931 milhões de toneladas, conforme estimativas do setor.

Para julho de 2026, a programação aponta embarques de 263 mil toneladas. Já em maio deste ano, o line-up previa exportações de 15,304 milhões de toneladas da oleaginosa.

No acumulado do primeiro semestre de 2026, a previsão é de embarque de 71,735 milhões de toneladas de soja em grão pelos portos brasileiros. O volume supera o registrado no mesmo período do ano anterior. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), entre janeiro e junho de 2025 foram embarcadas 64,947 milhões de toneladas.

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Ceagesp recebe 49 toneladas de arroz e feijão comprados da agricultura familiar


Conab distribui 2 mil cestas a indígenas de Dourados em ação emergencial

A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) recebeu 49 toneladas de arroz e feijão adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). As entregas ocorreram na segunda-feira (1º) e na terça-feira (2), no Banco Ceagesp de Alimentos, na capital paulista. Segundo as informações divulgadas pela Conab, os produtos serão destinados a organizações atendidas pelo Programa Cozinhas Solidárias.

De acordo com a Conab, foram entregues 35 toneladas de arroz na segunda-feira (1º), com investimento superior a R$ 228 mil. O fornecimento foi feito pela Cooperativa Comercialização e Reforma Agrária Avante (Coana). Na terça-feira (2), chegaram mais 14 toneladas de feijão carioca, com investimento de R$ 300 mil, fornecidas pela Cooperativa da Terra de São Paulo. As duas organizações são vinculadas à agricultura familiar.

Ainda conforme a companhia, a Ceagesp já recebeu 230 toneladas de alimentos em 2026. Além de arroz e feijão, também foram encaminhados farinha de mandioca, fubá e leite em pó. Os produtos ficam disponíveis no Banco de Alimentos da Ceagesp e são liberados de forma escalonada, conforme a capacidade de retirada das cozinhas solidárias atendidas.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A operação integra parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Conab e a Ceagesp. Em 2025, segundo os dados informados no material oficial, a iniciativa fez chegar 436 toneladas de alimentos a quase 5 mil pessoas no estado de São Paulo, além de abastecer mais de 240 cozinhas solidárias e entidades cadastradas.

Do ponto de vista do setor, o PAA funciona como instrumento de compra institucional para alimentos produzidos por agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais. A política combina escoamento da produção com destinação a equipamentos públicos e entidades socioassistenciais, o que cria demanda para cooperativas e amplia os canais de comercialização. O material divulgado não detalha, porém, o número de produtores beneficiados nesta etapa nem o volume por município de origem.

Com os dados disponíveis, a medida reforça o papel das compras públicas no abastecimento de programas sociais e na comercialização da produção da agricultura familiar. Uma avaliação mais precisa sobre alcance econômico e regional da operação depende da divulgação de informações adicionais sobre origem dos alimentos, quantidade de fornecedores e distribuição por entidade recebedora.

Fonte: gov.br

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Frente fria e chuva de 150 mm para duas regiões: confira a previsão da semana


tempo - nuvens carregadas - inmet frente fria - chuva
Foto: Inmet/Reprodução

O informativo semanal do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê o volume de chuva e as temperaturas máximas e mínimas para todo o Brasil entre esta segunda-feira (8) e a próxima (15). Muita chuva em algumas áreas e temperaturas altas em outras. Acompanhe:

Sul

  • Chuva: O Inmet indica que há previsão de chuvas para todo o período, com acumulados previstos de 150 mm no noroeste do Rio Grande do Sul. Para esta terça-feira (9), a umidade que está concentrada em território gaúcho e catarinense se desloca para o norte, atingindo o estado do Paraná. Na quarta-feira (10), a passagem de uma frente fria instabiliza novamente o tempo na região.
  • Temperatura: as mínimas devem permanecer estáveis ao longo da semana, mantendo a característica de frio mais intenso. No Rio Grande do Sul, os valores mínimos devem ficar próximos de 12°C, enquanto no norte do Paraná não devem ultrapassar 20°C. As temperaturas máximas devem permanecer abaixo de 22°C até quinta-feira (11), com destaque para as regiões serranas entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde são previstos valores próximos de 16°C.

Sudeste

  • Chuva: há previsão de chuvas para todo o estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro entre quinta (11) e sábado (13), devido a passagem de uma frente fria. Nas demais regiões a previsão é de tempo estável, com chances reduzidas de chuva.
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  • Temperatura: o início da semana será marcado por temperaturas mínimas mais baixas, especialmente no sul de Minas Gerais, onde os valores devem ficar em torno de 12°C. Ao longo dos dias, os termômetros tendem a se elevar gradualmente, alcançando cerca de 16°C até sexta-feira (12). As máximas devem permanecer acima de 26°C na maior parte da região, com destaque para o norte mineiro, onde são previstos valores próximos de 30°C. Entretanto, a passagem de um sistema frontal entre quinta e sexta-feira deve provocar redução das máximas, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nestas áreas, as máximas podem ficar em torno de 18°C em São Paulo e próximas de 24°C no Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

mapa de chuva
Foto: Reprodução Inmet
  • Chuva: a previsão do Inmet indica chuvas pontuais com baixos acumulados no período. Há condições para ocorrência de precipitação no noroeste do Mato Grosso e centro sul de Mato Grosso do Sul. Para Goiás e Distrito Federal, predomina o tempo mais firme ao longo da semana.
  • Temperatura: as mínimas mais baixas devem ocorrer no Distrito Federal, com valores entre 14°C e 15°C. Nas demais áreas da região, as mínimas devem variar entre 22°C e 24°C. Já as máximas devem atingir entre 34°C e 36°C no norte de Mato Grosso, enquanto grande parte da região deverá registrar valores superiores a 30°C. Entre quinta e sexta-feira, há previsão de elevação das temperaturas, favorecendo máximas próximas de 36°C em áreas mais abrangentes.

Nordeste

  • Chuva: o Inmet aponta que há condições favoráveis à ocorrência de chuva ao longo de toda a faixa litorânea do Nordeste. Os maiores acumulados são previstos entre os dias 10 e 12 no Rio Grande do Norte, na Paraíba e em Pernambuco, enquanto no Ceará, Piauí e Maranhão os volumes mais significativos são esperados para o domingo (14). No litoral da Bahia, a previsão indica chuva isolada durante todo o período.
  • Temperatura: o comportamento das temperaturas também deve apresentar pouca variação ao longo da semana. As mínimas permanecem predominantemente acima de 24°C, com exceção do interior da Bahia, onde os menores valores previstos variam entre 14°C e 16°C. Já as máximas devem permanecer elevadas em grande parte da região, sem mudanças significativas ao longo dos dias, com máximas previstas de 36°C entre o Maranhão e o Piauí.

Norte

  • Chuva: os estados do Acre, Amazonas, de Roraima, do Amapá e o centro-norte do Pará devem concentrar os maiores acumulados de precipitação, com volumes que podem ultrapassar, pontualmente, os 150 mm ao longo da semana, especialmente no noroeste paraense e norte amapaense. No Amazonas e em Roraima são previstos acumulados de até 100 mm em áreas isoladas. Já no Acre, centro-norte do Pará e Rondônia, as precipitações devem ocorrer de forma mais irregular, com acumulados de até 40 mm. No Tocantins, o tempo permanece firme ao longo da semana.
  • Temperatura: deve permanecer relativamente estável durante toda a semana. As menores mínimas são previstas para o sul do Tocantins, com valores entre 20°C e 22°C. No restante da região, os menores valores tendem a variar entre 22°C e 24°C. O Inmet prevê que as máximas mais elevadas devem ocorrer no sudeste do Pará e no centro-norte do Tocantins, iniciando a semana em torno de 34°C e alcançando valores próximos de 36°C até o final do período.

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