domingo, junho 14, 2026

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Entrega do PAA em Colatina destina 125 quilos de alimentos à Apaee


Entrega do PAA em Colatina destina 125 quilos de alimentos à Apaee

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) acompanhou, no distrito de São Pedro Frio, em Colatina (ES), a entrega de 125 quilos de alimentos produzidos pela agricultura familiar à Associação de Pais e Amigos de Colatina (Apaee). A operação foi realizada no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), e contou com fornecimento da Associação de Produtores Rurais de São Pedro Frio.

Segundo a Conab, 33 produtores participaram desta etapa da proposta, com o envio de 75 quilos de pão, 30 quilos de bolo e 20 quilos de doce de banana. Os alimentos serão destinados a cerca de 900 pessoas atendidas pela entidade no município.

A iniciativa faz parte de uma proposta com vigência de dois anos. Nesse período, a previsão é de entrega total de 22,1 toneladas de alimentos em diferentes etapas. O valor global estimado é de R$ 330 mil, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

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O PAA é uma política pública federal voltada à compra de alimentos da agricultura familiar, com dispensa de licitação, para atendimento de pessoas e entidades em situação de insegurança alimentar e nutricional. Na prática, o modelo combina escoamento da produção de pequenos agricultores com abastecimento de instituições sociais.

No caso de Colatina, a operação envolve produtos processados por agricultores locais, o que amplia o alcance comercial da produção da associação fornecedora. Além da entrega imediata, a proposta cria uma referência de volume e valor para os produtores incluídos na ação, com cronograma previsto para novas remessas ao longo da vigência do projeto.

A Conab informou ainda que a operação foi acompanhada por representantes da Superintendência Regional do Espírito Santo. O material divulgado não detalha a divisão de cotas por produtor nem o calendário completo das próximas entregas.

Os dados informados indicam continuidade do fornecimento nos próximos meses, dentro do volume total contratado de 22,1 toneladas. Sem divulgação do cronograma detalhado das próximas etapas, a evolução da proposta dependerá das entregas programadas e da execução dos recursos previstos no PAA.

Fonte: gov.br

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Recurso da EPP leva Aneel a reavaliar inabilitação de usinas em leilão


Recurso da EPP leva Aneel a reavaliar inabilitação de usinas em leilão

A Comissão de Leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta segunda-feira (8) que recebeu recurso contra a inabilitação de consórcios liderados pela Evolution Power Partners (EPP) no leilão de reserva de capacidade. A decisão original, formalizada em despacho no fim de maio, foi desfavorável a nove centrais termelétricas após análise dos requisitos de habilitação econômico-financeira.

Segundo a Aneel, o despacho atingiu as usinas Altos I, Teresina EPP, Amarração EPP, Portinho BEP, Sergipe V, Aracati, Porto Norte Fluminense II C, Porto Norte Fluminense I B e Santa Clara. As empresas haviam negociado disponibilidade de potência por meio de consórcios com a EPP na condição de integrante e líder.

De acordo com a nota técnica citada pela reguladora, a inabilitação ocorreu por ausência de preenchimento dos requisitos econômico-financeiros exigidos no certame. A agência é responsável por examinar a documentação dos vencedores de leilões de geração e venda de energia, além de conduzir diligências para sanar falhas ou complementar informações quando necessário.

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No recurso apresentado, a EPP defendeu a habilitação dos projetos. Como alternativa, a empresa pediu a possibilidade de habilitação individual de cada consórcio, limitada à respectiva capacidade econômico-financeira. Também solicitou que o tema seja analisado pela diretoria colegiada da Aneel.

O leilão de reserva de capacidade é um instrumento usado para contratação de potência com o objetivo de reforçar a segurança do suprimento elétrico. Embora a Aneel tenha confirmado a apresentação do recurso, o material disponível não informa prazo para julgamento, nem detalha a capacidade em megawatts das usinas envolvidas ou eventuais efeitos sobre o cronograma do certame.

Para o setor produtivo, decisões sobre contratação de capacidade e habilitação de empreendimentos integram o ambiente regulatório da energia, insumo relevante para irrigação, armazenagem refrigerada, processamento e agroindústria.

O desfecho dependerá da análise administrativa da Aneel sobre os argumentos da empresa e sobre o atendimento às exigências econômico-financeiras do edital. Sem decisão final da diretoria colegiada e sem informação adicional sobre prazos, não é possível definir, neste momento, eventual mudança no resultado do leilão.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Conab apresenta propostas do PAA 2026 durante a Expo Ubatã, na Bahia


Paraná terá evento sobre PAA com R$ 62 milhões em projetos contratados

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou, no sábado (6), propostas para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) em 2026 durante a 2ª Expo Ubatã 2026, realizada entre os dias 3 e 7 de junho em Ubatã, no sul da Bahia. A atividade integrou a programação técnica da feira e foi conduzida pelo gerente de operações da Superintendência Regional da Bahia (SUREG/BA), Francisco Lopes. O foco da exposição foi esclarecer regras, instrumentos da companhia e possibilidades de participação de agricultores familiares no programa.

A palestra ocorreu no período da manhã, entre 10h30 e 12h, com o tema “Programas Conab – Propostas PAA 2026”. Segundo a Conab, a apresentação abordou ações ligadas ao abastecimento alimentar e ao apoio à comercialização da produção da agricultura familiar por meio do PAA, em articulação com organizações locais.

De acordo com Francisco Lopes, a participação no evento buscou ampliar a divulgação dos instrumentos operados pela estatal e orientar o público sobre oportunidades previstas para 2026. A companhia informou que o programa atende agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e outros públicos enquadrados na política, com compra direta de alimentos e posterior destinação a entidades socioassistenciais, restaurantes populares, cozinhas solidárias e equipamentos públicos de segurança alimentar.

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A Expo Ubatã 2026 foi organizada pela Prefeitura Municipal de Ubatã, por meio da Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural, em parceria com instituições do setor produtivo regional. A programação reuniu palestras, oficinas, treinamentos e atividades culturais ao longo de cinco dias, com foco na agricultura familiar e na cadeia produtiva do cacau.

Além da Conab, participaram do painel órgãos estaduais, instituições federais e entidades ligadas à pesquisa, assistência técnica e comercialização. Entre os temas discutidos estiveram crédito fundiário, educação ambiental, gestão de resíduos, associativismo, cooperativismo, defesa sanitária vegetal, piscicultura e manejo do cacaueiro.

Para o setor rural, o PAA tem função operacional relevante porque cria um canal institucional de comercialização para pequenos produtores, especialmente em territórios com organização coletiva. O texto divulgado, porém, não detalha valores, volume de compras ou cronograma de execução do programa para 2026.

A participação da Conab na feira reforçou a orientação técnica sobre acesso ao PAA e sua conexão com a comercialização da agricultura familiar. Como ainda não foram informados números de orçamento, metas ou quantidade de produtores a serem atendidos em 2026, o alcance operacional do próximo ciclo do programa dependerá de detalhamentos posteriores da política pública.

Fonte: gov.br

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Edital destina R$ 4 milhões a projetos de adaptação climática em comunidades


Edital destina R$ 4 milhões a projetos de adaptação climática em comunidades

O Instituto Clima e Sociedade (iCS) lançou um edital com R$ 4 milhões para financiar projetos de adaptação às mudanças climáticas em comunidades indígenas, quilombolas, rurais, urbanas periféricas e costeiras. As inscrições seguem até terça-feira (1º), com apoio previsto para iniciativas em Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Pernambuco. Cada proposta poderá receber entre R$ 200 mil e R$ 700 mil, com execução de até 18 meses.

Segundo o iCS, a chamada pública deve selecionar entre oito e dez propostas voltadas ao fortalecimento da resiliência climática em territórios considerados vulneráveis. A definição dos sete estados levou em conta dados da plataforma Adapta Brasil, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que identifica exposição a riscos climáticos e vulnerabilidade socioeconômica.

De acordo com o edital, os projetos precisam ser construídos com participação das comunidades e considerar efeitos já observados nos territórios, como secas prolongadas, ondas de calor, enchentes, alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra e incêndios florestais. A chamada também prevê apoio a iniciativas com potencial de replicação em outras localidades.

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Podem concorrer organizações da sociedade civil e associações comunitárias. Universidades e instituições públicas de pesquisa poderão atuar apenas como parceiras técnicas, com suporte científico, metodológico ou de implementação.

Em nota divulgada pelo iCS, a gerente de Engajamento, Agentes de Mudança e Governança Climática, Tatiana Lobão, afirmou que a adaptação também ocorre nos territórios mais expostos aos eventos extremos. O edital ainda informa que a iniciativa busca contribuir para o debate sobre a Meta Global de Adaptação, compromisso estabelecido no âmbito do Acordo de Paris.

O edital estabelece prazo de inscrição até terça-feira (1º), mas o material disponível não detalha, no conteúdo informado, os critérios completos de seleção ou o cronograma posterior de análise das propostas. Esses pontos tendem a ser determinantes para a execução local das ações de adaptação climática.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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Ibovespa fecha em queda, com dólar a R$ 5,18 e CDI em 14,40%


Juros futuros sobem com tensão no Oriente Médio, dólar forte e tarifas dos EUA

O mercado financeiro encerrou esta segunda-feira (8) com queda de 0,21% no Ibovespa, aos 168.668,72 pontos, após oscilar entre máxima de 169.646 pontos e mínima de 168.130 pontos. No câmbio, o dólar comercial no balcão subiu 0,45%, com venda a R$ 5,1803. Nos juros, o CDI permaneceu em 14,40% ao ano, mesmo nível da taxa over.

O volume financeiro do Ibovespa somou R$ 20,75 bilhões. No acumulado de 2026, o índice ainda registra alta de 4,68%, mas no mês apresenta recuo de 2,95%. Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,16%, aos 50.786,01 pontos, enquanto o Nasdaq avançou 0,86%, aos 25.929,66 pontos. O Ibovespa futuro encerrou com baixa de 0,17%, aos 169.230 pontos.

Entre as ações de maior peso, Petrobras PN subiu 0,66%, a R$ 41,16, e Petrobras ON avançou 0,42%, a R$ 45,90. Vale ON e Vale PNA recuaram 0,89%, ambas a R$ 78,00. No setor de alimentos, MBRF ON caiu 1,46%, a R$ 15,53. Itaú Unibanco PN perdeu 0,8%, a R$ 38,52, e Bradesco PN recuou 1,55%, a R$ 17,20.

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No câmbio, além do dólar comercial, o dólar futuro para julho avançou 0,46%, a R$ 5,2240. O euro comercial subiu 0,52%, com venda a R$ 5,9750. O dólar Ptax teve alta de 0,88%, com venda a R$ 5,1695.

Nos juros, o CDB prefixado de 30 dias foi indicado em 14,35% ao ano. As taxas de capital de giro e hot money não foram informadas no fechamento disponível. O ouro fechou praticamente estável, com baixa de 0,04%, cotado a US$ 4.363,4 por onça-troy.

Para o agronegócio, a combinação de dólar mais alto e juros domésticos em patamar de 14,40% ao ano mantém no radar dois vetores centrais: receitas de exportação e custo financeiro. Ainda assim, o fechamento informado não detalha efeitos imediatos por cadeia produtiva, praça ou commodity.

Os indicadores do dia mostram uma sessão de ajuste em bolsa, valorização do dólar e manutenção de juros elevados. Sem dados setoriais adicionais no fechamento disponível, a leitura técnica para o agro permanece concentrada no comportamento do câmbio e do custo do dinheiro, variáveis que seguem relevantes para exportadores, cooperativas e produtores dependentes de crédito.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Juros futuros sobem com piora no Oriente Médio e nova reprecificação da Selic


Mercadante defende atuação do Estado contra choque do petróleo

Os juros futuros fecharam em alta firme nesta segunda-feira (8), após um pregão marcado por mudança de direção ao longo do dia. Pela manhã, houve recuo técnico depois da disparada de sexta-feira, com alívio momentâneo após o anúncio de suspensão de ataques do Irã a Israel. À tarde, a piora na percepção sobre o conflito no Oriente Médio e a continuidade da revisão das apostas para a taxa básica reverteram o movimento.

No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subiu para 14,515%, ante 14,295% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2028 avançou para 14,89%, de 14,37%. Já o contrato para janeiro de 2029 encerrou em 14,94%, ante 14,82%, enquanto o DI para janeiro de 2031 passou de 14,44% para 14,82%.

Segundo a economista-chefe da Mirae Asset, Marianna Costa, o recuo da manhã refletiu apenas uma devolução parcial do movimento de sexta-feira. Na avaliação dela, a combinação de incerteza externa e ceticismo em relação à política monetária sustenta a pressão de alta na curva de juros.

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Rodrigo Franchini, especialista de Soluções de Investimentos da Monte Bravo, afirmou que rumores e declarações sobre a continuidade das tensões entre Israel e Irã elevaram a volatilidade no mercado. O movimento ocorreu mesmo após sinais iniciais de trégua antes da abertura da B3.

Nos vencimentos mais curtos, a pressão foi mais intensa. De acordo com o economista-chefe do BMG, Flávio Serrano, a curva passou a apontar Selic terminal de 14,80% em 2026. Os contratos indicavam ainda chance maior de manutenção da taxa em junho e aperto monetário entre setembro e março, com projeção de até 15,10%.

Para o setor agropecuário, juros mais altos ampliam o custo do crédito, influenciam a rolagem de dívidas e podem encarecer capital de giro, estocagem e investimentos em máquinas, armazenagem e tecnologia. O ambiente também tende a afetar o câmbio e os preços de insumos atrelados ao mercado internacional, como combustíveis e fertilizantes.

O comportamento da curva seguirá condicionado ao cenário externo e à leitura do mercado sobre inflação e política monetária. Sem mudança consistente nesses fatores, permanece a sinalização de crédito mais caro e maior cautela financeira para produtores, cooperativas e agroindústrias.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Ministro argentino divulga aporte de US$ 400 milhões no agro



A unidade será voltada à moagem de sementes


A unidade será voltada à moagem de sementes
A unidade será voltada à moagem de sementes – Foto: Pixabay

Luis Caputo, ministro da Economia da República Argentina, divulgou na rede social X que recebeu uma carta de Michael Gelchie, diretor executivo da Louis Dreyfus Company, informando a decisão da empresa de realizar um investimento de US$ 400 milhões no país. O anúncio feito pelo ministro colocou em evidência um novo projeto agroindustrial previsto para Bahía Blanca, na província de Buenos Aires.

Segundo a comunicação divulgada por Caputo, a companhia decidiu avançar com a construção de uma planta de processamento de girassol. A unidade será voltada à moagem de sementes e terá capacidade estimada de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas por ano. No documento, a Louis Dreyfus Company afirma que a futura instalação estará entre as maiores do mundo nesse segmento.

A carta enviada ao ministro indica que a conclusão do projeto está prevista para o fim de 2027. A empresa também associa a decisão ao potencial de longo prazo da Argentina e à relevância do país no fornecimento global de produtos agrícolas. O texto menciona ainda a existência de um diálogo com autoridades argentinas e com representantes empresariais antes da confirmação do investimento.

Ao divulgar a informação, Caputo destacou que se trata de um investimento estratégico da companhia e que a decisão foi tomada para que o projeto seja realizado na Argentina. A comunicação da empresa aponta que a nova planta deverá ampliar a capacidade de processamento de oleaginosas e contribuir para fortalecer cadeias industriais ligadas ao agronegócio.

O documento também relaciona o investimento à geração de empregos, à modernização da infraestrutura agroindustrial e à possibilidade de exportações com maior valor agregado. A Louis Dreyfus Company afirma que o anúncio formal da iniciativa será feito posteriormente.


 





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Dólar sustenta os preços de soja, mas por que os negócios seguem travados?


preço soja cotação
Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com preços entre estáveis e mais altos, mas sem registro de volumes expressivos negociados. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, houve momentos de melhora nas cotações ao longo da sessão, principalmente quando o dólar se aproximou do patamar de R$ 5,20.

Os prêmios passaram por ajustes ao longo do dia e também contribuíram para a formação dos preços. Nos portos, foram registrados negócios pontuais, mas a movimentação ficou distante de um ritmo mais intenso de comercialização.

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De acordo com Silveira, houve alguma atividade nos portos, porém sem grandes destaques em termos de quantidade negociada. O resultado foi uma abertura de semana marcada por sustentação dos preços, impulsionada pelo câmbio, mas sem aceleração significativa dos negócios.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 125,50
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 126,50
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 121,00 para R$ 121,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 111,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 114,50 para R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 113,50 para R$ 114,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 132,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram o pregão desta segunda-feira em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). O mercado segue pressionado pela perspectiva de uma safra norte-americana robusta na temporada 2026/27, favorecida pelas boas condições climáticas no cinturão produtor dos Estados Unidos.

Os agentes também aguardam a divulgação dos dados de evolução do plantio e das condições das lavouras, com expectativa de números positivos. Além disso, o mercado se posiciona para o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para ser divulgado nesta quinta-feira (11).

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 264 mil toneladas de soja para destinos não revelados, com entrega prevista para a temporada 2026/27.

As inspeções de exportação dos Estados Unidos totalizaram 398.186 toneladas na semana encerrada em 4 de junho, abaixo das 505.109 toneladas registradas na semana anterior.

Contratos futuros de soja

Entre os contratos negociados em Chicago, a soja para julho fechou cotada a US$ 11,15 3/4 por bushel, com queda de 5,75 centavos de dólar, ou 0,51%. O vencimento agosto encerrou a US$ 11,21 1/4 por bushel, com baixa de 4,75 centavos, ou 0,42%.

No mercado de derivados, o farelo de soja para julho caiu US$ 5,80, ou 1,88%, encerrando a US$ 302,70 por tonelada. Já o óleo de soja para julho avançou 0,59%, fechando a 74,56 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,50%. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,1802 para venda e R$ 5,1782 para compra. Durante o pregão, a divisa oscilou entre a mínima de R$ 5,1332 e a máxima de R$ 5,1947.

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Dólar fecha a R$ 5,1803 com tensão no Oriente Médio e juros altos nos EUA


Dólar fecha acima de R$ 5,05 e acumula alta de 3,55% na semana

O dólar à vista fechou em alta de 0,45% nesta segunda-feira (8), cotado a R$ 5,1803, no maior nível desde 30 de março de 2026. O movimento ocorreu após a retomada da busca por proteção no mercado, diante da avaliação de que o cessar-fogo no Oriente Médio segue frágil. Também pesou a leitura de que os Estados Unidos podem manter juros elevados por mais tempo, após o payroll de maio vir acima do esperado na semana passada.

Depois de abrir em queda e tocar a mínima de R$ 5,1335, a moeda americana inverteu o sinal ao longo da manhã e alcançou R$ 5,1951 na máxima do dia. No fim da tarde, o contrato futuro para julho avançava 0,19%, a R$ 5,2100. O movimento ocorreu mesmo com leve baixa de 0,06% do índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a divisas fortes.

Segundo Guilherme Souza, economista da Ativa Investimentos, parte relevante do estresse cambial está ligada ao conflito no Oriente Médio. O mercado voltou a operar com maior cautela após novos relatos de ataques entre Irã e Israel no fim de semana, o que elevou a percepção de incerteza internacional.

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Beto Saadia, economista-chefe da Nomos, afirmou que o mercado segue pessimista mesmo com a possibilidade de acordo diplomático, diante do poder de barganha do Irã em torno do Estreito de Ormuz. Nesse ambiente, o petróleo Brent para agosto subiu 1,25%, para US$ 94,25 por barril.

Além do fator geopolítico, o payroll forte dos Estados Unidos reforçou a expectativa de juros elevados pelo Federal Reserve. Souza e Saadia avaliam que esse cenário reduz o apetite por operações de carry trade e favorece a migração de recursos para títulos do Tesouro americano.

Para o agronegócio, a alta do dólar tende a alterar a formação de preços no mercado interno. A valorização da moeda americana pode dar sustentação às receitas de exportadores de soja, milho, carnes, café e açúcar. Em contrapartida, também pode elevar custos de fertilizantes, defensivos, combustíveis e outros insumos atrelados ao mercado externo.

O comportamento do câmbio nos próximos dias deve continuar condicionado à evolução do conflito no Oriente Médio e às expectativas para os juros nos Estados Unidos e no Brasil. Sem mudança nesses vetores, o mercado deve seguir sensível ao aumento da aversão ao risco e à revisão das posições em moedas de países emergentes.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Fiscais interditam abatedouro clandestino e apreendem meia tonelada de carne


polícia
Foto: divulgação/ Polícia Cível do Espírito Santo

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (Depma), realizou, na última quarta-feira (3), uma operação para apurar denúncia de poluição ambiental em uma carvoaria localizada no bairro Vista Linda, em Cariacica, no Espírito Santo.

Durante a fiscalização, os policiais identificaram um abatedouro clandestino de suínos operando sem condições higiênico-sanitárias adequadas e sem autorização legal para o exercício da atividade.

No local, foram encontrados animais abatidos em ambiente insalubre, sem acondicionamento adequado e em desacordo com as normas de manipulação e armazenamento de produtos de origem animal. Aproximadamente meia tonelada de carne sem controle sanitário foi apreendida. Também foram apreendidos quatro suínos.

Um homem de 28 anos assinou um Termo Circunstanciado (TC) por maus-tratos e fazer funcionar atividade potencialmente poluidora sem licença ambiental. Durante a ocorrência, o suspeito informou que os produtos eram comercializados em uma feira livre do município.

Os quatro suínos apreendidos foram entregues a um responsável, que ficará encarregado de garantir os cuidados necessários aos animais durante a tramitação dos procedimentos administrativos e judiciais.

Multa

A ação contou com o apoio da Prefeitura de Cariacica, que realizou a interdição do estabelecimento. O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) também participou da operação e efetuou a autuação administrativa. O valor da multa será definido após a pesagem e avaliação técnica do material apreendido.

A carne recolhida será destruída conforme os protocolos sanitários vigentes, por se tratar de produto sem inspeção oficial e impróprio para consumo ou doação.

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