sexta-feira, junho 12, 2026

Agro

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Tratamento de sementes é fundamental para alta produtividade agrícola


O tratamento de sementes é considerado a primeira linha de defesa contra pragas, doenças e nematoides, protegendo as plantas antes mesmo de entrarem em campo. Em um sistema agrícola cada vez mais intensivo, é crucial não apenas tratar, mas garantir que as plantas tenham as condições necessárias para expressar seu potencial desde o início.

Importância do tratamento de sementes

O gerente sênior de tratamento de sementes da BASF, Nilson Caldas, destaca que o tratamento de sementes é essencial para alcançar altas produtividades em diversas culturas, como soja, milho, algodão e arroz. Ele afirma que, embora os materiais genéticos tenham alto potencial produtivo, são suscetíveis a pragas e doenças.

Benefícios do tratamento adequado

  • Proteção do vigor e do potencial de germinação das sementes.
  • Tratamentos específicos para problemas como fungos de solo e nematoides.
  • Melhoria na produtividade ao evitar perdas durante a coleta.

Tratamento industrial versus tratamento na fazenda

O tratamento de sementes industrial é mais preciso, utilizando máquinas que garantem um melhor recobrimento e distribuição dos produtos. Em contraste, o tratamento realizado na fazenda pode apresentar maior probabilidade de erro devido à falta de tecnologia adequada.

Desenvolvimento de soluções robustas

A indústria tem desenvolvido receitas que combinam diferentes produtos para oferecer soluções mais robustas aos agricultores. Um exemplo é o Standac Prime, que mistura produtos químicos e biológicos, visando o manejo eficaz de doenças nas lavouras.

O tratamento de sementes é, portanto, a base para um manejo agrícola de alta produtividade, sendo fundamental para a construção de uma colheita bem-sucedida.

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Secretário da Seagri-DF afirma que prevenção é a principal arma dos sojicultores contra a ferrugem asiática


Produtores rurais do Distrito Federal devem se preparar para o início do vazio sanitário da soja, que estará em vigor entre 1º de julho e 30 de setembro. Durante o período, fica proibida a presença de qualquer planta viva de soja nas propriedades rurais, incluindo aquelas que nascem espontaneamente após a colheita. A medida é coordenada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e tem como principal objetivo prevenir a ferrugem asiática.

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Considerada uma das doenças mais severas da cultura, a ferrugem asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi e pode provocar perdas expressivas de produtividade, além de prejuízos econômicos aos produtores. O vazio sanitário é uma das estratégias mais importantes para interromper o ciclo de sobrevivência do fungo entre uma safra e outra.

Ao eliminar as plantas hospedeiras durante o período determinado, reduz-se a quantidade de esporos presentes no ambiente no início do próximo ciclo produtivo. Com isso, a doença tende a surgir mais tarde nas lavouras, diminuindo a necessidade de aplicações de fungicidas e contribuindo para a redução dos impactos econômicos e ambientais.

“O Distrito Federal se destaca pelas suas características sanitárias, com lavouras de alta qualidade e baixa disseminação de pragas e doenças”, destacou o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. Segundo ele, o vazio sanitário reforça o compromisso do DF com a sanidade vegetal e a produção agrícola de excelência.

Bueno também ressaltou a importância estratégica da cultura para a região. “Cerca de 40% das mais de 390 mil toneladas de soja produzidas no Distrito Federal são destinadas à produção de sementes, que abastecem outros estados e dão origem a novas lavouras em diversas regiões do país”, afirmou. Para o secretário, a manutenção dos elevados padrões sanitários é fundamental para a abertura de novos mercados e para a competitividade do setor.

A Seagri-DF reforça que o cumprimento do vazio sanitário é obrigatório e será fiscalizado ao longo do período. “O vazio sanitário só alcança seus objetivos quando há o comprometimento dos produtores rurais, que são os primeiros interessados em proteger suas lavouras”, afirmou a subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Araújo. O descumprimento da medida pode resultar em sanções previstas na legislação distrital, além de outras responsabilizações administrativas, civis e penais.

As informações são da Agência Brasília.

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Lula veta projeto que beneficiaria trabalhadores safristas e alerta sobre informalidade no campo


O governo federal vetou um projeto que permitiria aos trabalhadores safristas manter benefícios sociais, como o Bolsa Família, durante períodos de contratação temporária no campo. A decisão, segundo o governo, foi motivada por preocupações com o impacto fiscal e a falta de estimativas orçamentárias para a medida.

Consequências do veto

Representantes do setor agropecuário afirmam que o veto pode agravar a falta de mão de obra nas safras e estimular a informalidade. Muitos trabalhadores evitam contratos formais por receio de perder benefícios sociais.

Desafios do setor agrícola

  • O Brasil enfrenta uma alta taxa de informalidade, com cerca de 60% da população ativa nessa condição.
  • A informalidade é exacerbada pela existência de benefícios como o Bolsa Família, que desincentivam a formalização do trabalho.
  • Trabalhadores temporários frequentemente optam por serviços informais, como diaristas, em vez de contratos formais.

Necessidade de soluções

Especialistas alertam para a necessidade de equilibrar a proteção social das famílias de baixa renda com a formalização do trabalho rural. A falta de mão de obra no agronegócio e a dificuldade em atrair trabalhadores para atividades sazonais são questões que precisam ser abordadas.

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ABPA solicita banimento de antibióticos na avicultura para evitar embargo europeu


A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) solicitou oficialmente ao Ministério da Agricultura e Pecuária o banimento de quatro antibióticos utilizados na criação de aves. A medida visa evitar o embargo da União Europeia, que entrará em vigor em setembro.

Antibióticos solicitados para banimento

  • Fosfomicina
  • Enramicina
  • Avilamicina
  • Flavomicina

Motivos da solicitação

A ABPA enfatiza que o veto da União Europeia não se deve a problemas sanitários na proteína brasileira, mas a exigências burocráticas de fiscalização do bloco internacional. O objetivo do banimento é:

  • Alinhar as regras brasileiras aos padrões internacionais
  • Fortalecer o posicionamento regulatório
  • Aumentar o poder de negociação do governo federal
  • Proteger as exportações da proteína animal do Brasil

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Alta tecnologia na nutrição das plantas garante produtividade e rentabilidade na produção de soja


Divulgação

A safra de soja 2025/26 desponta com projeções otimistas no volume de produção. A estimativa nacional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é alcançar um recorde de 180,1 milhões de toneladas. Para manter números positivos, porém, o sojicultor enfrenta um cenário complexo para proteger a margem de lucro em um momento de preços pressionados e alta nos custos de produção.

A resposta para esse desafio passa necessariamente pelo incremento na produtividade por hectare, sem a necessidade de aumentar a área de cultivo. Como os valores das sementes, insumos, maquinário e mão de obra estabelecidos, o investimento em fertilizantes de alta performance é um meio para diluir custos fixos da fazenda e elevar a rentabilidade do produtor. Uma nutrição adequada contribui para ampliar o volume colhido na mesma área.

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Para que a planta consiga expressar todo o seu potencial produtivo e entregar esse volume extra, a busca pela máxima eficiência nutricional torna-se um ponto-chave de sobrevivência. Considerando, principalmente, as sucessivas safras recordes, o cuidado com o solo é fundamental. A reposição dos nutrientes contribui para essa eficiência na produção, evitando, sobretudo, desperdícios.

Com base em ciência e pesquisa, Yara, líder mundial em nutrição de plantas, conta em seu portfólio com uma inovação de alto desempenho para o manejo das lavouras: o YaraBasa FULL. A tecnologia foi testada e comprovada em mais de 25 pesquisas de campo e mais de 100 lavouras demonstrativas distribuídas em regiões estratégicas de produção de soja no Brasil.

Plantação em Tocantins utiliza solução YaraBasa FULL

Do ponto de vista financeiro, o retorno sobre o investimento é altamente atrativo. Análises demonstram que, em média, o produtor que faz um investimento adicional equivalente a 1 ou 1,5 saca de soja por hectare no pacote tecnológico obtém um retorno médio de 4,5 sacas — uma proporção de 1 para 3 em apenas seis meses de ciclo.

Para os produtores que buscam o chamado “teto produtivo”, a aplicação do YaraBasa FULL associado ao programa nutricional “Super Soja”, que engloba soluções foliares e bioinsumos, pode elevar esse ganho para até 7,2 sacas adicionais por hectare. Considerando a produtividade média nacional de 70 sacas por hectare, isso representa um ganho real de cerca de 10%. “Após a aplicação da solução, alcancei um bom arranque inicial no cultivo de soja. Mesmo passando por uma estiagem ao terminar de granar, consegui nove sacas por hectare”, conta Amaral Mendonça, produtor rural da Fazenda Cachoeira, em Santana do Itararé (PR).

Tecnologia melhora a exploração do solo e a absorção de água e nutrientes

O YaraBasa FULL é a evolução natural da já consagrada linha YaraBasa, sendo a marca mais reconhecida pelos agricultores e carro-chefe em vendas por sua alta performance. A solução inovadora integra macronutrientes (NPK), micronutrientes e bioinsumos no mesmo grânulo.

Utilizando uma tecnologia patenteada, o fertilizante conta com o recobrimento YaraAmplix OPTIBMZ, que une micronutrientes de alta eficiência com substâncias húmicas. Esse revestimento permite estabilizar o produto e manter a sua estrutura física, garantindo uma aplicação mais segura e contínua, melhorando ainda mais o desempenho do fertilizante.

Na prática agronômica, o impacto dessa combinação é imediato desde a base da planta. Os nutrientes bem-posicionados estimulam diretamente o sistema radicular. Com raízes mais profundas e bem desenvolvidas, a soja consegue absorver mais água e nutrientes, o que garante maior resistência para enfrentar condições adversas e estresses abióticos, como o estresse hídrico.

“Uma planta bem nutrida resulta em uma estrutura vegetal mais aprimorada, com maior formação de ramos e, consequentemente, mais posições para a formação e fixação de flores e vagens. O resultado direto pode ser visto na balança: os grãos ficam consideravelmente mais pesados. Em nossas lavouras demonstrativas, já foi possível registrar o aumento do peso de mil sementes (PMS) de 140 gramas para 180 gramas”, comenta Leonardo Soares, Gerente Agronômico da Yara Brasil.

Sustentabilidade e eficiência de mãos dadas

Além do ganho econômico direto, a nova tecnologia dialoga com a urgência climática global. Aumentar a produtividade otimizando o uso de cada nutriente adicionado ao solo é, por si só, uma prática sustentável.

Plantas nutridas com o YaraBasa FULL produzem mais biomassa e apresentam lavouras mais uniformes, o que eleva a capacidade de captura de carbono. Essa dinâmica melhora a saúde do solo e reduz consideravelmente a pegada de carbono por saca de soja produzida, atendendo às exigências de um mercado global cada vez mais atento à sustentabilidade.

Essa nova solução da Yara é produzida inteiramente no Brasil, com formulação nas unidades de Rio Grande (RS) e Ponta Grossa (PR) – a estrutura fabril recebeu investimento de R$20 milhões para trabalhar com o novo produto. “O produtor que adota uma nutrição correta e tecnológica no momento de plantio, evita desperdícios, protege sua rentabilidade e lidera a agricultura do futuro”, ressalta Leonardo Soares.

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Governo Lula veta projeto dos safristas e setor agro se mobiliza


Nesta quinta-feira, o governo federal vetou integralmente o projeto de lei número 715 de 2023, conhecido como projeto dos safristas. A proposta permitia que trabalhadores contratados temporariamente para as safras agrícolas mantivessem benefícios sociais durante o período de trabalho formal e garantissem o retorno ao programa após o fim do contrato, caso continuassem atendendo aos critérios de renda.

Na justificativa do veto, o governo argumentou que a proposta geraria impacto fiscal sem apresentar estimativas de custos e fontes de financiamento.

Reações do setor agro

Entidades do agronegócio se posicionaram contra a decisão. A Abrafutas, que representa produtores e exportadores de frutas, afirmou que a medida ajudaria a ampliar a formalização e reduzir a falta de trabalhadores nas safras. O Conselho Nacional do Café criticou a decisão, destacando que muitos trabalhadores deixam de aceitar vagas temporárias por medo de perder benefícios sociais.

Próximos passos

O veto será analisado pelo Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar a decisão presidencial. Representantes do setor agro expressaram preocupação com os impactos da decisão, afirmando que a falta de trabalhadores pode encarecer alimentos e prejudicar a população.

  • Veto ao projeto dos safristas foi integral.
  • Proposta visava garantir benefícios sociais a trabalhadores temporários.
  • Setor agro se mobiliza para reverter a decisão.
  • Congresso Nacional analisará o veto.
  • Impactos na oferta de alimentos são uma preocupação central.

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América Latina responde por quase 30% da produção mundial de frango


O Instituto Latino-Americano do Frango (ILP) divulgou a edição 2026 do relatório Latino-Americano de Carne de Frango, que apresenta dados relevantes sobre a produção, comércio e consumo de carne de frango em 25 países da América Latina e do Caribe. Segundo o documento, a região produziu 31,5 milhões de toneladas de carne de frango em 2025, representando 29,4% da produção mundial.

Dados de produção e comércio

O relatório, que se consolidou como a referência oficial da Associação Latino-Americana de Avicultura, traz informações detalhadas sobre a evolução do setor nos últimos 10 anos. Os principais pontos incluem:

  • Produção total de 31,5 milhões de toneladas em 2025
  • Participação de 57,6% da produção de carne de frango nas Américas
  • Exportações de 5,74 milhões de toneladas, equivalentes a 39,4% das exportações mundiais
  • 64,6% dos embarques de carne de frango realizados pelas Américas

Papel estratégico do relatório

A diretora executiva da Associação Latino-Americana de Avicultura, Dânia Ferreira, destacou a importância da publicação para o planejamento e a integração da avicultura regional. O relatório fornece uma análise abrangente que auxilia na tomada de decisões estratégicas para o setor.

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AgroNewsPolítica & Agro

Volume de exportações de carne de frango é recorde



Volume de embarques de carne de frango brasileira foi o terceiro maior da história


Foto: Pixabay

Em maio, o volume de embarques de carne de frango brasileira foi o terceiro maior da história, considerando-se a série da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997.

As exportações totalizaram 509,9 mil toneladas no mês, elevações de 4,8% frente a abril e de fortes 29,6% na comparação com o mesmo período de 2025. O total registrado em maio deste ano fica atrás apenas do de março de 2024 e do de dezembro de 2025, com volumes de 514,6 e 510,9 mil toneladas, respectivamente.

Segundo o Cepea, os envios têm se mantido aquecidos ao longo de 2026, com elevações frente ao ano passado, reforçando a maior demanda externa, especialmente de países do Oriente Médio.

O Centro de Pesquisas destaca a relevância dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita para as exportações brasileiras do produto nacional nos últimos anos. Em maio, os Emirados Árabes compraram volume 68,8% maior que em abril, atingindo 32,3 mil toneladas, e o segundo país, 9% a mais, alcançando 39 mil toneladas. Assim, as duas nações representam, o quarto e o terceiro (respectivamente) principais parceiros nacionais no período.





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EUA confirmam ressurgimento da mosca-da-bicheira após 60 anos


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou a detecção da mosca-da-bicheira em um bezerro de três semanas no Texas, após 60 anos sem registros dessa praga. O ressurgimento da mosca, considerada uma ameaça significativa à cadeia produtiva de carne bovina, levanta preocupações sobre os impactos econômicos e a necessidade de medidas de controle.

Contexto da detecção

A mosca-da-bicheira, conhecida cientificamente como Cochliomyia hominivorax, é uma praga que causa feridas nos animais e pode levar a complicações sérias. O governo dos EUA investiu milhões de dólares desde a década de 1960 para erradicar essa praga, estabelecendo um cordão de isolamento que se estendia até o Panamá. O afrouxamento das medidas de vigilância e controle é apontado como um dos fatores que contribuíram para o ressurgimento.

Impactos na pecuária

  • Previsão de aumento nos custos de produção devido à necessidade de erradicação e controle.
  • Preocupação com a saúde do rebanho e a possibilidade de novas infestações.
  • Importância do manejo adequado das feridas para prevenir infecções.

Cuidados necessários

Os pecuaristas devem estar atentos a alguns sinais que indicam a presença da mosca-da-bicheira:

  • Feridas novas nos animais, especialmente após partos ou cirurgias.
  • Necessidade de cuidados neonatais, como a limpeza do umbigo do bezerro.
  • Monitoramento constante do comportamento dos animais após transporte.

Embora a situação nos Estados Unidos seja preocupante, especialistas afirmam que o Brasil não corre risco imediato de infecção, dado que o país já enfrenta a bicheira comum e possui estratégias de manejo consolidadas.

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Cooperativas de SC impulsionam exportações e lideram mercado global de alimentos


As cooperativas de Santa Catarina desempenham um papel crucial nas exportações do agronegócio catarinense, contribuindo significativamente para a competitividade do estado no mercado internacional de alimentos.

Importância das cooperativas

As cooperativas participam de diversas etapas da cadeia produtiva, que incluem:

  • Produção
  • Processamento
  • Comercialização

Esse envolvimento tem sido fundamental para a organização da produção e para o aumento das exportações, permitindo que os produtos catarinenses cheguem a diferentes mercados ao redor do mundo.

Resultados das exportações

Os resultados das exportações refletem a capacidade do cooperativismo em gerar desenvolvimento econômico, aliado à:

  • Organização produtiva
  • Competitividade global

As cooperativas levam qualidade, eficiência e confiança aos mercados mais exigentes, mantendo a essência colaborativa que caracteriza o setor.

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