sábado, junho 27, 2026

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Agências reguladoras reagem a bloqueio de R$ 22,1 bilhões no orçamento


Agências reguladoras reagem a bloqueio de R$ 22,1 bilhões no orçamento

Diretores de agências reguladoras manifestaram preocupação nesta sexta-feira (22) com o bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento federal. Durante evento realizado no Guarujá (SP), representantes de órgãos como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) afirmaram que a capacidade operacional dessas autarquias depende de recursos orçamentários.

Segundo os participantes do painel, o valor bloqueado no orçamento, antes em R$ 1,7 bilhão, passou para R$ 23,7 bilhões. O diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio, afirmou que a medida pode afetar a supervisão dos investimentos privados em infraestrutura. De acordo com ele, entre R$ 1,7 trilhão e R$ 1,8 trilhão previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cerca de 60% têm origem na iniciativa privada, cuja atuação é acompanhada pelas agências.

Sampaio declarou que investidores esperam capacidade técnica e institucional dos órgãos reguladores. Já o diretor da ANP, Artur Watt Neto, disse que acompanha o bloqueio com atenção e citou cerca de dez anos de queda contínua de recursos na agência. O histórico recente inclui suspensão de projetos de fiscalização e perda de servidores. Há um ano, a Aneel chegou a informar a possibilidade de reduzir horário de atendimento por restrição orçamentária.

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Para o setor agropecuário, o tema tem relação com áreas reguladas que afetam a atividade produtiva. A atuação da ANTT incide sobre corredores logísticos usados no escoamento de grãos e proteínas. A ANP acompanha segmentos de combustíveis e biocombustíveis, com reflexos sobre custos operacionais no campo e no transporte. ANA e Aneel atuam em temas ligados a recursos hídricos e energia, relevantes para irrigação, armazenagem e processamento agroindustrial.

No campo institucional, o Congresso incluiu na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 um dispositivo para vedar bloqueios e contingenciamentos nas autarquias. O trecho, no entanto, foi vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e as agências passaram a articular com parlamentares a derrubada do veto.

O desdobramento dependerá da execução orçamentária e da tramitação do veto no Congresso. Pelas informações disponíveis, não houve detalhamento individual do impacto financeiro por agência, o que limita uma estimativa mais precisa sobre efeitos operacionais no curto prazo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Excesso de chuva impacta lavouras de canola


O plantio de canola avança dentro da janela preferencial de semeadura no Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (22) pela Emater/RS-Ascar. As lavouras implantadas estão, principalmente, nas fases de germinação, emergência e desenvolvimento vegetativo inicial. Nas áreas mais precoces, as plantas já ingressaram no estágio de roseta, período em que produtores realizam adubação nitrogenada em cobertura e manejo de plantas daninhas.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, as chuvas registradas em 1º de maio, que haviam reduzido o ritmo operacional da semeadura, também causaram problemas de estabelecimento em parte das áreas recém-implantadas. Em algumas lavouras, o excesso de umidade provocou selamento superficial e formação de crosta no solo, comprometendo a emergência das plantas e a uniformidade do estande.

O levantamento aponta ainda uma tendência de expansão da área cultivada com canola no Estado, impulsionada pela busca dos produtores por alternativas mais atrativas economicamente em comparação aos cereais tradicionais de inverno.

A área cultivada em 2026 ainda está sendo levantada pela Emater/RS-Ascar. Em 2025, conforme dados do IBGE, foram cultivados 174.394 hectares de canola no Rio Grande do Sul, com produtividade média de 1.653 quilos por hectare e produção total de 285.481 toneladas.

Na região administrativa de Bagé, o tempo seco favoreceu a semeadura, especialmente na Fronteira Oeste, onde a colheita antecipada da soja permitiu a liberação mais rápida das áreas. Em Maçambará, algumas lavouras apresentam estande abaixo do ideal devido às chuvas intensas registradas entre abril e o início de maio. Também seguem as aplicações de herbicidas para o controle de azevém nas áreas já estabelecidas.

Na região de Ijuí, a Emater/RS-Ascar observa tendência de aumento expressivo da área cultivada. A semeadura alcança cerca de 60% da área projetada, com predominância de lavouras em germinação e emergência. As primeiras áreas implantadas já estão em estágio de roseta e recebem adubação nitrogenada e manejo de plantas daninhas.

Em Santa Rosa, a semeadura atingiu 48% da área prevista. O avanço dos trabalhos depende das condições de umidade do solo, embora ainda esteja dentro da janela recomendada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). Segundo o informativo, os elevados volumes de chuva registrados no início de maio, especialmente em Bossoroca, onde foram acumulados 130 milímetros, causaram selamento superficial e formação de crosta no solo, comprometendo a emergência das plantas, provocando desuniformidade no estande e exigindo replantio pontual em algumas áreas.





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Previsão de chuvas volumosas para Alto Piquiri (PR) até janeiro


Alto Piquiri, no Paraná, deve enfrentar um período de chuvas volumosas entre setembro e janeiro, conforme a previsão climática. A região, que já sofre com a baixa produtividade do milho, pode ter sua colheita ainda mais afetada devido ao excesso de umidade.

Impacto das chuvas na colheita

O agricultor Cristiano Décio questionou sobre as condições climáticas para o cultivo de milho na região. A resposta indica que a primavera trará um aumento significativo nas chuvas, o que pode dificultar as operações de colheita. A previsão é de que as chuvas fiquem acima da média, com volumes entre 250 e 300 mm.

Expectativas para o clima

  • Retorno do fenômeno Elninho, aumentando a intensidade das chuvas.
  • Previsão de chuvas acima da média na região sul do Brasil.
  • Aumento do volume de chuvas a partir de setembro, especialmente em outubro.
  • Temperaturas dentro da normalidade, sem ondas de calor.
  • Excesso de umidade pode atrapalhar as operações em campo.

Com essas condições, a janela para a colheita do milho pode ser curta, e os agricultores devem se preparar para os desafios que as chuvas trarão nos próximos meses.

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Ministro da Fazenda defende fundo garantidor para dívidas de produtores inadimplentes


O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a criação de um fundo garantidor para o pagamento de dívidas de produtores afetados por fatores climáticos. Durante entrevista à CNN Brasil, ele destacou que a proposta de lei 5122, que seria votada no Senado, foi retirada da pauta, mas a votação está prometida para a próxima semana.

Durigan enfatizou que a ajuda do governo para a renegociação de dívidas será direcionada exclusivamente aos produtores inadimplentes, que representam 6% do total, um aumento significativo em relação à inadimplência histórica de 2% no setor. Ele alertou que a aprovação de um texto que inclua todas as dívidas agrícolas poderia gerar problemas no sistema financeiro.

Criticas ao texto alternativo

O ministro criticou o texto alternativo apresentado pelo governo, que está sendo alvo de críticas do setor produtivo. Ele ressaltou a importância de não incluir dívidas adimplentes na renegociação, pois isso poderia restringir o crédito disponível para todos os agricultores.

Proposta de fundo garantidor

Durigan propôs que o fundo garantidor seja financiado pelo setor produtivo e não pelo governo, argumentando que a criação de um fundo público não atenderia à demanda do setor. Ele mencionou a necessidade de estruturar um fundo que ajude o agronegócio em situações de inadimplência e acesso ao crédito.

  • Proposta de lei 5122 foi retirada da pauta do Senado.
  • Inadimplência no agronegócio aumentou para 6%.
  • 94% das operações do agro estão em dia.
  • Fundo garantidor deve ser financiado pelo setor produtivo.
  • Renegociação deve focar apenas em produtores inadimplentes.

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Vale do São Francisco celebra primeiro embarque de uva com tarifa zero para a UE


O Vale do São Francisco comemora um marco histórico para a fruticultura brasileira com o primeiro embarque de uvas frescas com tarifa zero para a União Europeia. O evento, realizado em Petrolina, Pernambuco, representa uma nova fase nas exportações do setor, resultado de mais de duas décadas de negociações.

Impacto do Acordo

O acordo que possibilitou a tarifa zero é considerado um ganho significativo para a região, que é referência na produção e exportação de frutas como uva, manga, melão e limão. Em 2025, as exportações do Vale do São Francisco movimentaram 74,2 milhões de dólares.

Vantagens Competitivas

  • A redução das tarifas coloca o Brasil em condições mais competitivas no mercado internacional.
  • Antes, os produtores enfrentavam impostos de 12 a 14% nas exportações para a Europa.
  • Agora, a uva é um dos primeiros produtos beneficiados pelo acordo, com tarifa zero desde o início.

Expectativas Futuras

O ministro da Agricultura, André de Paula, destacou que a medida deve impulsionar as exportações e reforçar a qualidade das frutas brasileiras no exterior. Estima-se que cerca de 5.000 itens brasileiros serão exportados para a Europa em melhores condições.

Consolidação do Acordo

O presidente da Apex Brasil, Laudemir Miller, acompanhou o fechamento do primeiro contêiner de uvas com destino à Europa, ressaltando que o embarque representa a consolidação do acordo e reforça a imagem do Brasil como fornecedor competitivo e sustentável no mercado internacional.

Ganho para a Região

A tarifa zero é vista como um marco para o negócio da uva do Vale do São Francisco, aumentando a competitividade em relação a outros países. A medida deve gerar novas oportunidades de trabalho e renda para a região, além de estender o período de envio das frutas brasileiras ao exterior.

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Análise sobre o futuro do PL de renegociação de dívidas rurais


O debate sobre o futuro do Projeto de Lei (PL) de renegociação de dívidas rurais ganha destaque com a análise de Daoud, que aponta as dificuldades enfrentadas pelos produtores gaúchos. Segundo ele, o projeto atual é amplo demais e pode não atender às necessidades reais dos agricultores que enfrentam dificuldades financeiras.

Desafios enfrentados pelos produtores

Daoud ressalta que muitos produtores gaúchos estão em situação crítica, tendo que recorrer a empréstimos com altas taxas de juros. Ele destaca que o PL, na forma como está, não contempla adequadamente aqueles que mais precisam de ajuda.

  • Produtores têm contratado recursos com taxas de juros elevadas.
  • O governo busca alternativas, mas a legislação atual pode ser um obstáculo.
  • É necessário um diálogo mais efetivo entre o governo e os representantes dos produtores.

Possíveis soluções e negociações

O especialista acredita que, com boa vontade, o governo pode encontrar soluções viáveis para ajudar os produtores. Ele sugere que o governo deve considerar ajustes nas negociações e buscar formas de aliviar a carga financeira dos agricultores.

  • É fundamental que haja uma contrapartida nas negociações.
  • O governo deve evitar legislações que não considerem a realidade dos produtores.
  • Uma articulação com as cooperativas e bancos é essencial para encontrar soluções.

Conclusão

Daoud finaliza sua análise afirmando que a capacidade de negociação e articulação é crucial para resolver a situação das dívidas rurais. Ele enfatiza que é possível encontrar soluções dentro da legalidade, mas que isso requer um esforço conjunto entre governo e produtores.

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Supremo valida lei que permite construção da Ferrogrão no Pará


O Supremo Tribunal Federal (STF) validou a lei de 2017 que permite a utilização de parte do Parque Nacional do Jamanchim, no Pará, para a construção da Ferrogrão. Este projeto, com 933 km de extensão, é considerado estratégico para melhorar o escoamento da produção agrícola nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil.

Importância da Ferrogrão

A Ferrogrão ligará a cidade de Sinop, em Mato Grosso, ao porto de Miritituba, no Pará, e terá um papel crucial no transporte de grãos, especialmente soja e milho. A expectativa é que a ferrovia:

  • Escoe cerca de 40 milhões de toneladas no ano de início da operação.
  • Substitua pelo menos 400 caminhões em uma única viagem.
  • Reduza a dependência do transporte rodoviário e diminua os custos logísticos em 30 a 40%.

Impactos econômicos e ambientais

Além de melhorar a competitividade das exportações brasileiras pelo Arco Norte, a Ferrogrão também é vista como uma alternativa para reduzir a pressão sobre as ferrovias existentes e os impactos ambientais do transporte rodoviário. Atualmente, cerca de 60% do transporte de cargas no Brasil é feito por caminhões, o que eleva significativamente os custos e gera externalidades negativas, como:

  • Aumento de acidentes no trânsito.
  • Emissão de poluentes.
  • Necessidade maior de manutenção das estradas.

Com a implementação da Ferrogrão, espera-se que os custos de transporte diminuam, permitindo que os produtos cheguem aos consumidores com preços mais competitivos, tanto no mercado nacional quanto internacional.

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Brasil avança nas exportações de miúdos suínos para a China


Nesta semana, o Brasil avançou nas negociações para iniciar as exportações de miúdos suínos para a China, após a visita do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, ao país asiático. O acordo promete trazer impactos econômicos e estratégicos significativos para a suinocultura brasileira.

Benefícios nutricionais dos miúdos suínos

Além dos aspectos econômicos, é importante destacar o valor nutricional dos miúdos suínos e os benefícios que esses alimentos podem trazer para a saúde humana. A nutricionista Fabiana Borrego explica que os miúdos podem ser divididos em internos e externos, sendo que no Brasil o consumo é mais comum dos externos, como:

  • Rabo
  • Orelha
  • Focinho

Os miúdos internos, que incluem coração, rim e fígado, também são ricos em nutrientes e frequentemente utilizados em pratos típicos, como o sarapatel, um prato nordestino que utiliza miúdos de porco.

Oportunidade de mercado na China

A China, com uma população de 1,5 bilhão de habitantes, representa uma grande oportunidade para o Brasil, que atualmente descarta muitos miúdos suínos. A nutricionista ressalta que, apesar do preconceito em relação ao consumo de carne suína, os miúdos são extremamente nutritivos e possuem menor quantidade de gordura em comparação com as carnes nobres.

Riqueza nutricional dos miúdos

Os miúdos suínos são ricos em:

  • Vitaminas do complexo B (B12 e B9)
  • Ferro
  • Zinco
  • Selênio
  • Colágeno

Esses nutrientes são essenciais para a manutenção da saúde cognitiva e do sistema imunológico. A nutricionista destaca que, mesmo após o cozimento, os miúdos mantêm suas propriedades nutricionais, o que os torna uma opção saudável e vantajosa.

O Brasil pode, assim, explorar esse novo mercado e, ao mesmo tempo, promover uma alimentação mais saudável, aproveitando integralmente os recursos da suinocultura.

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Ovos mantêm preços, frango perde competitividade e suinocultor enfrenta custos altos


O mercado de proteínas no Brasil apresenta um cenário misto, com os preços dos ovos se mantendo estáveis, enquanto o frango perde competitividade e os suinocultores enfrentam pressão nos custos. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CPEIA), mesmo com a tradicional queda na demanda por ovos na segunda quinzena de maio, os preços se mantiveram firmes na maioria das regiões produtoras.

Estabilidade nos preços dos ovos

Os preços dos ovos estão sustentados, com a expectativa de desaceleração nas vendas nos próximos dias. No entanto, os estoques controlados nas granjas devem evitar quedas mais acentuadas nos preços. A Frente Fria em regiões produtoras também gera preocupação quanto aos impactos na produção.

  • Em Bastos, São Paulo, a caixa de 30 dúzias de ovos brancos foi cotada a R$ 146,64, alta de 5,4% em maio.
  • Em Santa Maria de Getibá, Espírito Santo, o valor chegou a R$ 153,36, com valorização de 7,2%.

Desafios para o frango

A carne de frango, apesar de apresentar uma leve valorização em maio, perdeu competitividade no mercado paulista. O preço médio do frango inteiro resfriado na grande São Paulo é de R$ 7,31 por quilo, alta de 1,6% em relação a abril. A demanda interna aquecida e o bom desempenho das exportações ajudaram a sustentar esse leve avanço.

  • O frango é comercializado a R$ 1,38 por kg abaixo da carcaça especial suína.

Pressão sobre a suinocultura

Os suinocultores enfrentam uma queda de 8 meses no poder de compra em relação ao milho e ao farelo de soja. A desvalorização do animal vivo superou a dos insumos, comprimindo as margens dos produtores que não operam sob regime de integração vertical.

  • Na região de Campinas, São Paulo, o suinocultor consegue adquirir em média 3,18 kg de farelo de soja e 4,96 kg de milho para cada quilo de suíno vivo comercializado.
  • Os volumes representam uma queda de 6% e 4,9% em relação a abril, respectivamente.
  • O poder de compra caiu 33,2% frente ao farelo de soja e 29,1% em relação ao milho, comparado ao mesmo período do ano passado.

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Nova massa de ar polar pode trazer geadas e afetar lavouras de milho


Uma nova massa de ar polar está a caminho do Brasil, trazendo preocupações para os produtores de milho, especialmente nas áreas produtoras que podem ser afetadas por geadas. A previsão é de que essa nova frente fria chegue no início de junho, após a primeira onda de frio que ainda não se dissipou completamente.

Impactos nas temperaturas

De acordo com o meteorologista Artur Miller, a partir deste final de semana, as temperaturas no Sul e Sudeste do Brasil devem começar a se elevar, mas uma nova massa de ar polar deve trazer novamente o risco de geadas. As temperaturas mínimas podem chegar a:

  • 2 a 3ºC na Serra Catarinense
  • 10ºC na região Sul
  • 16ºC em São Paulo
  • 12ºC em Mato Grosso do Sul

Riscos para as lavouras

A nova massa de ar polar pode impactar negativamente as lavouras de fumo no Rio Grande do Sul e também afetar a produção de milho na segunda safra, especialmente nas regiões do Centro-Oeste e Sul do Brasil. O alerta é para que os produtores estejam atentos às temperaturas que podem zerar em áreas de baixada, o que pode causar danos significativos às plantações.

Previsão de chuvas

Embora o frio traga riscos, também há previsão de chuvas que podem beneficiar as lavouras. A frente fria que avança deve trazer precipitações em diversas regiões, incluindo:

  • Santa Catarina
  • Paraná
  • São Paulo

Essas chuvas são esperadas para os próximos dias e podem ajudar a amenizar os efeitos do tempo seco, especialmente para as lavouras de milho em desenvolvimento.

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