quinta-feira, março 12, 2026

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Colheita de mel avança de forma desigual no RS



Chuvas impactam produção de mel em regiões do Estado



Foto: Canva

A colheita de mel avança de forma heterogênea nas diferentes regiões do Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1º). Em Dom Pedrito, na região administrativa de Bagé, os trabalhos estão em fase final. De acordo com o levantamento, áreas de matas e campos nativos com maior diversidade de espécies registraram produtividade mais elevada. Ainda conforme o informativo, o fornecimento de alimentação artificial segue sendo adotado com o objetivo de estimular o crescimento dos enxames capturados durante a primavera.

Na região de Caxias do Sul, as chuvas do período reduziram as atividades de forrageamento das abelhas. Alguns apicultores iniciaram a colheita, mas persistem relatos de ataques de predadores, como iraras e tatus, que causaram tombamento de caixas e perda de enxames. Já na região de Ijuí, não houve colheita no período, com os produtores concentrados no processamento e no envase do mel.

Em Pinheiro Machado, na região de Pelotas, a Associação Pinheirense de Apicultores informa que “a produtividade registrada até o momento varia entre 10 e 11 kg por caixa, com a utilização de uma única melgueira”. Segundo a entidade, os enxames apresentam intensa atividade, explorando floradas nativas, e os resultados superam os observados em safras recentes.

No Vale do Jaguari, na região administrativa de Santa Maria, a maioria dos apicultores realizou revisões nos enxames e instalou melgueiras em função das floradas nativas de espécies como ingá e caraguatá. O informativo aponta, contudo, que as chuvas intensas prejudicaram as floradas e limitaram a atividade das abelhas. Situação semelhante foi registrada na região de Santa Rosa, onde o excesso de precipitações comprometeu o ritmo de trabalho dos insetos e exigiu ajustes no manejo, especialmente quanto à suplementação alimentar e à proteção das colmeias contra a umidade.

Na região de Soledade, a colheita prosseguiu ao longo do período, com produção considerada satisfatória pelos técnicos da Emater/RS-Ascar.





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Aprosoja MT analisa decreto que regulamenta o acordo da Moratória da Soja


Foto: Aprosoja MT

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) acompanha atentamente o decreto estadual que regulamenta o artigo do acordo que estabelece critérios para a concessão de incentivos fiscais e de áreas públicas a empresas que participem de acordos excludentes à produção, nos moldes da Moratória da Soja. A norma foi publicada no Diário Oficial do Estado e passa a organizar, de forma mais objetiva, a aplicação do dispositivo legal.

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Na avaliação da entidade, a iniciativa do Poder Executivo é positiva e necessária, sobretudo após a definição do Supremo Tribunal Federal de que a lei produzirá efeitos a partir de janeiro de dois mil e vinte e seis. A regulamentação contribui para a previsibilidade do ambiente institucional, fortalece a segurança jurídica e formaliza procedimentos administrativos para apuração de eventuais irregularidades, assegurando o contraditório e a ampla defesa.

O decreto traz avanços relevantes ao detalhar conceitos, estabelecer marco temporal, delimitar hipóteses de incidência e estruturar o fluxo administrativo de fiscalização, com definição de instâncias decisórias e deveres declaratórios às empresas interessadas em acessar benefícios fiscais.

Ao mesmo tempo, a Aprosoja MT alerta que a efetividade da lei dependerá de fiscalização contínua. A concentração da vedação nas novas concessões e a necessidade de comprovação da imposição de restrições de mercado para empresas já credenciadas, inclusive quando pertencentes a grupos econômicos signatários de tais acordos, exigem atuação firme dos órgãos competentes para evitar tentativas de burla ao espírito da norma.

Nesse sentido, a entidade defende a adoção de um instrumento adicional, como a criação de um período formal de recredenciamento. A medida permitiria que todas as empresas atualmente beneficiárias confirmassem sua adequação às novas exigências legais, por meio de declaração expressa e compromisso de não adotar práticas comerciais discriminatórias ou restritivas à produção agropecuária legalmente permitida.

A Aprosoja MT informa ainda que estruturou um fluxo próprio de monitoramento, com análise técnica e coleta de evidências sobre possíveis descumprimentos da lei e do decreto nos municípios impactados pela Moratória da Soja. A partir do início da vigência dos efeitos legais, a entidade encaminhará aos órgãos competentes os casos comprovados de práticas vedadas, para adoção das providências administrativas cabíveis.

A associação seguirá em diálogo com o Governo do Estado e acompanhando a implementação do decreto, com o compromisso de contribuir tecnicamente para que a regulamentação alcance seu objetivo central: promover a livre iniciativa, assegurar concorrência leal e estimular o desenvolvimento sustentável dos municípios.

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Embrapa avança no desenvolvimento de bioinsumo multifuncional para diferentes culturas


Foto: Sebastião de Araújo

Pesquisadores da Embrapa Agroenergia e da Embrapa Arroz e Feijão avançam no desenvolvimento de um bioinsumo agrícola multifuncional à base de extratos microbianos vegetais, com aplicação potencial em diferentes culturas. O acordo, firmado com a Carbom Brasil, tem como objetivo criar uma solução biológica capaz de atuar tanto no controle de fungos fitopatogênicos quanto no estímulo ao crescimento das plantas, contribuindo para sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis.

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Os bioinsumos multifuncionais são produtos de origem biológica que exercem mais de uma função no sistema agrícola. Além de auxiliar no controle de pragas e doenças, esses insumos podem favorecer o desenvolvimento vegetal, melhorar a saúde do solo e contribuir para a mitigação de estresses bióticos e abióticos. Na prática, eles podem reduzir a dependência de defensivos químicos ou permitir o uso combinado em doses menores, ampliando a eficiência do manejo agrícola.

O novo projeto dá continuidade às pesquisas conduzidas nos últimos anos, que permitiram identificar extratos microbianos com elevada eficiência no controle de fungos de importância econômica para diversas culturas. Esses extratos também demonstraram capacidade de promover o crescimento das plantas, abrindo caminho para o desenvolvimento de um bioinsumo com dupla função, alinhado às demandas atuais do setor produtivo.

Nesta nova etapa, os pesquisadores irão trabalhar no escalonamento da produção, na validação do sistema produtivo em condições de campo e no desenvolvimento de uma formulação adequada para uso agrícola. O objetivo é avançar na maturidade tecnológica da solução, transformando os resultados científicos em uma tecnologia viável para aplicação prática nas lavouras.

A iniciativa está inserida no contexto da inovação aberta conduzida pela Embrapa, que busca aproximar a pesquisa científica das necessidades do campo. Ao investir no desenvolvimento de bioinsumos, a instituição reforça seu papel estratégico na construção de uma agricultura mais sustentável, baseada em princípios da bioeconomia, da economia circular e na oferta de tecnologias que conciliem produtividade, segurança alimentar e preservação ambiental.

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Ronda no confinamento é essencial para o sucesso na pecuária; saiba por quê


Foto: Reprodução.
Foto: Reprodução.

O segredo para o sucesso no confinamento está nos detalhes. O zootecnista Maurício Scoton, professor da Uniube, apresentou no quadro “Dicas do Scoton”, do Giro do Boi, os principais pontos de um checklist para uma ronda eficiente. Ele afirma que a observação apurada é crucial para o pecuarista que busca alta performance.

A ronda no confinamento deve ser feita com atenção aos mínimos detalhes. É um trabalho que exige um olho treinado para detectar sinais de saciedade, saúde e bem-estar do gado. “A ronda é o elo que conecta a dieta, o manejo e a saúde do gado”, diz Scoton.

Confira:

A importância da observação diária

O confinamento não é uma corrida de 100 metros, mas uma maratona de 100 dias de cocho. Se o pecuarista quer apurar o lucro que desenhou na sua planilha, ele precisa checar o seu operacional. A observação diária é a chave para a excelência e para garantir que o trabalho do confinamento, da fabricação à entrega, seja constante, preciso e eficiente.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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AgroNewsPolítica & Agro

Soja pautada por recuperação produtiva


O mercado da soja do Rio Grande do Sul é pautado pela recuperação produtiva de 57% e foco em manejo fitossanitário intensivo, segundo informações da TF Agroeconômica. “Para pagamento em dezembro, com entrega em dezembro, os preços no porto foram reportados a R$ 144,00/sc semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 133,64/sc semanal em Cruz Alta, salvo por Santa Rosa a R$ 140,00 e Passo Fundo a R$ 139,00. Já em Panambi, o mercado físico apresentou manutenção, com o preço de pedra recuando para R$ 122,00/sc, sinalizando maior resistência local ao ritmo comprador”, comenta.

O cenário agrícola de Santa Catarina é definido por postura de ajuste estratégico. “O mercado catarinense também é impactado pela crise em outras commodities como arroz, cujos preços ao produtor estão 52% abaixo dos níveis do ano anterior, limitando fôlego financeiro dos agricultores para manejo da soja. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,94 (+0,79%)”, completa.

O Paraná apresenta cenário de estabilidade técnica nos indicadores oficiais. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 142,86. Em Cascavel, o preço foi R$ 130,41. Em Maringá, o preço foi de R$ 130,09. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 133,19 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 142,94. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 122,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul vive cenário de queda de braço entre produtores e tradings. “O armazenamento é gargalo mais crítico do estado, com estudo técnico revelando que 73 dos 78 municípios analisados possuem déficit de silos, totalizando defasagem de 11,1 milhões de toneladas. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 126,00, Campo Grande em R$ 124,86, Maracaju em R$ 124,86, Chapadão do Sul a R$ 122,91, Sidrolândia a em R$ 124,86”, informa.

O Mato Grosso inicia efetivamente a retirada dos primeiros talhões de soja das áreas de pivô central. “Campo Verde: R$ 122,26 (+0,02%). Lucas do Rio Verde: R$ 117,23 (-0,07%), Nova Mutum: R$ 117,23 (-0,07%). Primavera do Leste R$ 122,26 (+0,02%). Rondonópolis: R$ 122,23 (+0,00%). Sorriso: R$ 117,31 (+0,00%)”, conclui.

 





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Clima versus soja: quando a lavoura precisa se adaptar para sobreviver


Reprodução Soja Brasil

A Expedição Soja Brasil chegou ao Sul do país e encontrou um cenário que vem se repetindo nas últimas safras, com o clima como principal fator de risco para a produção de soja. Entre estiagens prolongadas e episódios de excesso de chuva, produtores da região têm precisado adaptar o manejo para manter a produtividade.

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Na região de Maringá, no norte do Paraná, a equipe esteve na propriedade do produtor Gustavo Corazza, que nesta safra cultivou 670 hectares de soja. Apesar do período de tempo seco no início do ciclo, não houve necessidade de replantio. Ainda assim, as perdas provocadas por adversidades climáticas nos últimos anos seguem como um ponto de atenção.

“O principal gargalo da produção está concentrado no final do ciclo da soja. Foi nesse período que ocorreram as maiores perdas nas últimas safras. Embora, até o momento, o desenvolvimento esteja dentro do esperado, o resultado final ainda depende das condições climáticas até o encerramento do ciclo”, afirma o produtor.

No Sul do país, as últimas cinco safras foram impactadas por problemas climáticos, seja por estiagens prolongadas, seja por excesso de chuvas. Diante desse cenário, a adaptação do manejo passou a ser uma estratégia essencial para a sustentabilidade da produção.

“Buscamos escalonar o plantio e selecionar variedades com ciclos mais estáveis, especialmente em relação à tolerância à falta de chuva”, explica Corazza.

Além da escolha genética, práticas agrícolas voltadas à conservação do solo vêm sendo intensificadas nas propriedades. “Também adotamos manejos que contribuem para a mitigação do estresse hídrico, como a manutenção de palhada proveniente do consórcio com o milho, o que proporciona maior conforto térmico às plantas de soja”, acrescenta.

De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), o Paraná enfrentou uma das maiores quebras na produção de soja na safra 2022. A expectativa inicial era de uma colheita em torno de 20 milhões de toneladas, mas as condições climáticas adversas reduziram a produção para aproximadamente 12 milhões de toneladas. Para a safra atual, o cenário é mais equilibrado, embora ainda demande cautela.

“Safras mais favoráveis acabaram compensando parcialmente os resultados frustrados desse período. Atualmente, o custo de produção por hectare gira entre 26 e 27 sacas. Considerando uma produtividade média histórica de 57 sacas nos últimos dez anos, a atividade ainda apresenta viabilidade econômica”, avalia Edemar Gervásio, analista do departamento.

Com a previsão de ocorrência de La Niña em intensidade moderada, a atenção às condições meteorológicas deve permanecer elevada. O Paraná está localizado em uma zona de transição climática entre as regiões Sul e Centro-Oeste e também sofre influência de sistemas atmosféricos provenientes de países vizinhos, como o Paraguai, o que pode favorecer a ocorrência de eventos mais extremos.

“O produtor, ao longo de dez safras, tende a perder uma ou duas por fatores climáticos. No entanto, sem investimentos em tecnologia e em métodos de mitigação desses riscos, esse número pode aumentar significativamente, comprometendo a sustentabilidade da atividade no médio e longo prazo”, conclui.

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Bahia confirma sete casos de intoxicação por metanol às vésperas do Ano Novo


bebidas adulteradas metanol
Foto: Pixabay

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou, nesta quarta-feira (31), que sete moradores de Ribeira do Pombal foram intoxicados por metanol após o consumo de bebidas destiladas. A confirmação veio após perícia técnica realizada pelo Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT-BA), que identificou a presença da substância tanto nas bebidas ingeridas quanto nas análises laboratoriais do sangue das vítimas.

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Segundo a Sesab, assim que houve a confirmação, foi adotado o protocolo previsto pelo Ministério da Saúde para casos de intoxicação por metanol, em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde. As sete pessoas receberam atendimento no Hospital Geral Santa Tereza, em Ribeira do Pombal, incluindo a administração de antídoto nos casos em que houve indicação clínica.

De forma simultânea, a Vigilância Sanitária Municipal, com apoio da Polícia Civil, localizou e interditou o estabelecimento responsável pela comercialização da bebida suspeita. As autoridades seguem investigando a origem do produto para apurar responsabilidades.

Orientação à população

Diante do ocorrido, a Sesab reforçou o alerta à população baiana, especialmente neste período de festas, para que redobre os cuidados na compra e no consumo de bebidas destiladas. A orientação é verificar a procedência dos produtos, observar se as embalagens e selos de segurança estão intactos e priorizar estabelecimentos devidamente regularizados.

Casos pelo Brasil

Em âmbito nacional, entre 26 de setembro e 5 de dezembro de 2025, foram registradas 890 notificações relacionadas à intoxicação por metanol no Brasil, com pelo menos 73 casos confirmados. Os estados mais afetados foram São Paulo, Pernambuco, Paraná, Mato Grosso, Bahia e Rio Grande do Sul.

Ao todo, 22 óbitos foram confirmados, enquanto outros nove seguiam em investigação até o início de dezembro. No último dia 8, o Ministério da Saúde anunciou o encerramento da sala de situação criada para monitorar os casos, citando estabilidade epidemiológica e manutenção dos estoques de antídotos em todos os estados.

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Mercado de milho fecha com oscilações entre Brasil e exterior



Na B3, os principais vencimentos encerraram com resultados variados


Na B3, os principais vencimentos encerraram com resultados variados
Na B3, os principais vencimentos encerraram com resultados variados – Foto: Divulgação

O mercado de milho apresentou comportamento misto nas bolsas nesta segunda-feira, refletindo movimentos distintos entre o cenário doméstico e o internacional. Segundo análise da TF Agroeconômica, os contratos negociados no Brasil oscilaram ao longo do dia, influenciados pela valorização do dólar frente ao real e pela queda das cotações em Chicago.

Na B3, os principais vencimentos encerraram com resultados variados, em um ambiente de negócios marcado por cautela. O mercado físico segue lento ou até paralisado em algumas regiões, o que limita o volume de negociações e reduz a disposição dos agentes em assumir posições mais agressivas. Esse cenário acaba se refletindo diretamente na formação de preços futuros, que alternaram leves altas e baixas ao longo da sessão.

O contrato com vencimento em janeiro de 2026 fechou a R$ 70,24, registrando valorização diária, apesar de acumular perda no comparativo semanal. Já o vencimento de março de 2026 encerrou o dia a R$ 74,42, com recuo tanto no fechamento diário quanto no desempenho da semana. O contrato de maio de 2026 terminou cotado a R$ 73,85, praticamente estável no dia, mas também com baixa acumulada na semana. O comportamento misto reflete a falta de direcionamento claro no curto prazo, em meio à baixa liquidez no mercado interno.

No mercado internacional, os contratos de milho negociados na Bolsa de Chicago fecharam em queda, acompanhando o movimento de realização de lucros observado em todo o complexo de grãos. As cotações recuaram após os ganhos da semana anterior, em um ajuste técnico dos preços. Apesar da baixa, a demanda pelo cereal segue consistente, com volumes de embarques acima do esperado pelo mercado, mesmo em uma semana encurtada pelo feriado de Natal.

 





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Produtores de MT recebem orientações técnicas a partir de pesquisas do Centro Parecis


Divulgação Aprosoja MT

O Centro Tecnológico (CTECNO) Parecis, localizado em Campo Novo do Parecis, atua como um polo de geração de conhecimento técnico voltado à realidade das lavouras de soja de Mato Grosso. Por meio de pesquisas de campo, o centro oferece suporte a produtores dos quatro cantos do estado, com foco na melhoria do manejo agrícola, aumento da eficiência produtiva e redução de riscos associados às condições de solo e clima.

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As pesquisas são conduzidas em solos de textura média e arenosa, com teores de argila que variam aproximadamente de 9% a 35%, características comuns em diversas regiões produtoras. Nos experimentos, são avaliadas práticas de correção do solo, adubação, uso de condicionadores, insumos biológicos e estratégias de manejo dos sistemas de produção de soja e milho, sempre a partir de demandas apresentadas pelos próprios agricultores.

Um dos eixos centrais dos estudos é o manejo da palhada e das plantas de cobertura, consideradas fundamentais para a conservação da umidade, proteção do solo e maior estabilidade produtiva. A manutenção de uma boa cobertura vegetal tem mostrado resultados positivos, especialmente em áreas mais arenosas, contribuindo para a mitigação dos efeitos das adversidades climáticas sobre o desenvolvimento das culturas.

Produtores e delegados de núcleos da Aprosoja MT que visitam o CTECNO Parecis relatam a aplicação direta das orientações técnicas nas propriedades, com ajustes no manejo de fertilizantes, na escolha de culturas de cobertura e na adoção de práticas mais adequadas às características locais do solo. As visitas técnicas funcionam como um elo entre a pesquisa e o campo, facilitando a transferência de tecnologia.

As atividades do CTECNO Parecis são desenvolvidas pelo Instituto Mato-grossense de Agronegócio (Iagro MT), em parceria com a Aprosoja MT, que apoia a difusão do conhecimento técnico gerado no centro e incentiva os produtores a utilizarem a pesquisa aplicada como base para decisões mais eficientes e sustentáveis no sistema produtivo.

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