quarta-feira, março 11, 2026

Agro

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Semana começa com chuva forte e risco de temporais em algumas regiões do país


A previsão do tempo para esta segunda-feira indica um cenário de instabilidade em boa parte do Brasil. Segundo boletim da Climatempo, a atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém o risco de temporais, volumes elevados de chuva e transtornos, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Enquanto isso, o Sul do país começa a semana com tempo mais firme em grande parte da região, temperaturas amenas e possibilidade de frio mais intenso nas áreas de serra.

Sul: tempo firme predomina, com frio pela manhã

No Sul, ainda há registro de chuva fraca durante a madrugada no leste e litoral do Paraná, condição que pode persistir ao longo do dia. Também chove de forma isolada no litoral norte e leste de Santa Catarina.

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Nas demais áreas da região, a atuação de uma massa de ar seco associada a um sistema de alta pressão favorece o tempo firme, com sol ao longo do dia. Pela manhã, as temperaturas ficam mais baixas na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense, com chance de geada isolada em pontos mais elevados.

Durante a tarde, o calor ganha força no noroeste do Rio Grande do Sul, além do oeste e norte do Paraná, enquanto as temperaturas seguem mais amenas nas demais áreas.

Sudeste: atenção para volumes elevados e alagamentos

No Sudeste, a frente fria avança e a ZCAS segue influenciando o tempo. Há previsão de chuva frequente e de moderada a forte intensidade em grande parte de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Em São Paulo, a chuva se concentra no norte, litoral e leste do estado. O alerta maior é para o centro-leste de Minas Gerais, interior do Espírito Santo e sul capixaba, onde os volumes podem ser elevados ao longo do dia, aumentando o risco de alagamentos, enxurradas e transtornos urbanos.

As temperaturas sobem pouco na região, devido à maior presença de nuvens e à chuva persistente.

Centro-Oeste: instabilidade continua em MT e GO

No Centro-Oeste, a ZCAS mantém o tempo instável em Mato Grosso e Goiás desde a madrugada. Ao longo do dia, há previsão de pancadas de chuva moderada a forte, com risco de temporais e descargas elétricas.

Em Mato Grosso do Sul, o cenário é diferente. O dia deve ser de tempo mais firme, com predomínio de sol e chance apenas de chuva fraca no extremo norte e leste do estado. O calor predomina em boa parte da região, enquanto Goiás registra temperaturas mais agradáveis.

Nordeste: chuva intensa no interior da Bahia

No Nordeste, a chuva ocorre desde a madrugada no interior da Bahia, com intensidade moderada a forte. Ao longo do dia, as instabilidades avançam para áreas do sul do Maranhão e do Piauí.

O risco de temporais é maior no sul da Bahia. Nas demais áreas da região, o tempo segue mais aberto, com sol aparecendo em vários períodos. As temperaturas permanecem elevadas e o tempo segue abafado.

Norte: temporais em áreas influenciadas pela ZCAS

No Norte, a ZCAS favorece pancadas de chuva em Rondônia, Acre, sul e oeste do Amazonas, sul do Pará e Tocantins. Nessas áreas, há risco de temporais ao longo do dia.

No restante do Amazonas e no nordeste do Pará, as pancadas aumentam principalmente à tarde. Já em Roraima e no noroeste do Pará, o tempo permanece mais aberto, com períodos de sol e menor chance de chuva.

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Pressão de custos reduz margem do produtor rural



A redução nos custos diretos está associada à normalização da oferta de fertilizantes


A redução nos custos diretos está associada à normalização da oferta de fertilizantes
A redução nos custos diretos está associada à normalização da oferta de fertilizantes – Foto: Pixabay

A rentabilidade do produtor rural brasileiro segue pressionada na safra 2024/25, em um contexto marcado por custos operacionais elevados e margens mais apertadas. Segundo análises da Céleres, embora os custos diretos da produção agrícola tenham apresentado estabilidade a leve queda nominal em 2025, o alívio não foi suficiente para compensar outras despesas que continuam em trajetória de alta.

A redução nos custos diretos está associada à normalização da oferta de fertilizantes e a um ambiente geopolítico mais estável, além de mudanças no mercado de defensivos, que passou a registrar maior participação de produtos genéricos e ainda convive com estoques elevados ao longo da cadeia de distribuição. Esse movimento contribuiu para conter parte das despesas no campo, mas não alterou de forma significativa o cenário de pressão sobre as margens.

Do lado dos custos operacionais, o produtor enfrenta um ambiente mais adverso. As despesas logísticas acompanharam a alta dos combustíveis, enquanto o cenário de pleno emprego pressionou a oferta de mão de obra, resultando em aceleração da inflação dos serviços. Soma-se a isso o impacto das taxas de juros elevadas, que têm afetado negativamente os produtores com algum grau de alavancagem financeira, reduzindo a rentabilidade das operações.

Esses fatores resultaram em margens mais estreitas na safra 2024/25, ainda que superiores às observadas na temporada anterior. Nas condições analisadas, um produtor em terra própria, com cultivo de soja na primeira safra e milho na segunda, alcançou margem EBITDA de 16,6 sacas de soja por hectare. Para a safra 2025/26, no entanto, a perspectiva é de intensificação da pressão sobre os custos de produção. 

 





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Relatório aponta crescimento das agtechs no país



O relatório também evidencia o fortalecimento de negócios voltados ao meio ambiente


O relatório também evidencia o fortalecimento de negócios voltados aos impactos ambientais
O relatório também evidencia o fortalecimento de negócios voltados aos impactos ambientais – Foto: Canva

A agricultura brasileira passa por um processo contínuo de modernização, impulsionado pela adoção de novas tecnologias, pelo avanço da inteligência artificial e pela automação das atividades no campo. Segundo o relatório Radar Agtech Brasil 2025, da Celeres, esse movimento tem se refletido na expansão do ecossistema de startups e no aumento do volume de investimentos direcionados ao setor.

O levantamento aponta um crescimento de 75% no número total de agtechs mapeadas entre 2019 e 2024, acompanhado por uma maior descentralização geográfica dessas empresas pelo país. Em 2025, os aportes em startups e fundos ligados ao agronegócio somaram mais de R$ 520,6 milhões, evidenciando o interesse de investidores por soluções tecnológicas aplicadas à produção, à gestão e à sustentabilidade do campo.

Entre os destaques estão empresas que atuam com automação agrícola e uso de IA, como no desenvolvimento de robôs para operações no campo, plataformas digitais para negociação de grãos e sistemas inteligentes voltados à otimização de compras e integração de cadeias produtivas. Também ganham espaço iniciativas focadas em monitoramento da qualidade de sementes, análise e previsão climática e soluções para antecipação de recebíveis, ampliando o acesso a serviços financeiros no agro.

O relatório também evidencia o fortalecimento de negócios voltados aos impactos ambientais e climáticos, incluindo projetos de restauração de áreas degradadas e geração de créditos de carbono. O segmento de bioinsumos aparece como outra frente relevante, com investimentos destinados à recuperação e melhoria da saúde do solo e à ampliação da capacidade produtiva.

Além das startups, fundos de venture capital especializados em agronegócio têm direcionado recursos para empresas em estágios iniciais, com foco em inovação, redução de impactos climáticos e segurança alimentar. O conjunto de dados reforça a consolidação de um ambiente cada vez mais tecnológico e diversificado, no qual a inovação se torna um dos principais vetores de competitividade da agricultura brasileira.

 





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Mercado de terras mantém ritmo lento em 2025


O mercado institucional de terras manteve baixo dinamismo ao longo de 2025, com volume limitado de negócios e concentração das operações em poucos grupos estratégicos. Dados da Céleres mostram que as aquisições estiveram focadas principalmente na ampliação de escala e na consolidação de áreas já exploradas pelos compradores, enquanto os agentes financeiros atuaram majoritariamente na ponta vendedora.

Entre as principais transações do ano, destaque para os movimentos da SLC, que anunciou em março a compra da Fazenda Paladino, em São Desidério, na Bahia, com quase 40 mil hectares, e da Fazenda Pamplona, em Unaí, Minas Gerais, com pouco mais de 7,8 mil hectares. Ambas as propriedades já eram arrendadas pela companhia desde 2021 e passaram a integrar definitivamente seu portfólio. Ainda no recorte de grandes áreas, a Amaggi adquiriu duas propriedades localizadas em Mato Grosso pertencentes à Proterra, que somam 43 mil hectares, sendo 28,5 mil hectares agrícolas, em uma transação estimada em R$ 1,8 bilhão, com pagamento à vista. 

O levantamento também aponta operações relevantes envolvendo fundos ligados ao agronegócio. O FIAGRO RZEO11 anunciou a venda de um bloco de 20 fazendas no Tocantins, totalizando 39,2 mil hectares, enquanto o FIAGRO RZTR11 realizou a venda de diferentes grupos da Fazenda Clarão da Lua, também no Tocantins, além de uma operação de sale & leaseback no Maranhão. Já a Brasil Agro vendeu a Fazenda Preferência, em Baianópolis, na Bahia, com 17,8 mil hectares, evidenciando ganhos expressivos de valorização ao longo do período de detenção do ativo. 

No mercado de capitais voltado ao agro, o ano foi marcado por baixo nível de atividade, sem lançamentos relevantes de novos fundos FIAGRO. O cenário refletiu o redirecionamento de capital para investimentos em renda fixa e o aumento da percepção de risco associada ao setor, limitando a liquidez e a intensidade das negociações de terras ao longo de 2025.

  





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Cenário desafiador redefine estratégias no agronegócio



Na distribuição de insumos agrícolas, o setor vive uma das fases mais desafiadoras


Na distribuição de insumos agrícolas, o setor vive uma das fases mais desafiadoras
Na distribuição de insumos agrícolas, o setor vive uma das fases mais desafiadoras – Foto: Divulgação

O ambiente de negócios em diferentes elos do agronegócio brasileiro atravessa um período de ajustes, marcado por revisão de estratégias, margens pressionadas e expectativas cautelosas para a retomada de investimentos. Levantamento da Celeres aponta que os setores de distribuição de insumos agrícolas, distribuição agropecuária e nutrição animal enfrentam dinâmicas distintas, mas conectadas por um cenário de crédito mais restritivo, inadimplência elevada e movimentos de consolidação ainda limitados.

Na distribuição de insumos agrícolas, o setor vive uma das fases mais desafiadoras de sua história recente, após anos de expansão acelerada. Estoques obsoletos e caros, combinados com aumento da inadimplência, levaram empresas relevantes a processos de recuperação judicial ou extrajudicial. Mesmo com a área plantada mantendo crescimento inercial, as últimas safras evidenciaram uma desconcentração do mercado, favorecendo distribuidores regionais mais seletivos na concessão de crédito. O processo de consolidação foi interrompido em 2025, com foco das companhias na reorganização das operações, fechamento de lojas e venda de ativos, o que deve manter a retomada lenta ao longo de 2026, embora oportunidades estratégicas ainda existam no médio prazo.

Na distribuição agropecuária, a expectativa para 2026 é de redução no abate de fêmeas e leve queda no abate total de bovinos, reflexo do esgotamento do estoque de matrizes. Esse movimento tende a sustentar a recuperação dos preços do boi, em um contexto internacional favorável, com restrições de oferta em países concorrentes. Apesar disso, 2025 foi marcado por poucas operações de consolidação, impactadas por margens apertadas, inadimplência elevada e juros altos, fatores que limitaram o apetite por aquisições.

Já o segmento de nutrição animal deve se beneficiar da melhora na relação de troca entre ração e boi gordo, estimulando a intensificação da produção pecuária. A demanda tende a se manter aquecida até o fim de 2026. Embora a cadeia já tenha passado por consolidações relevantes, especialmente em aditivos e ração, o baixo volume de transações na distribuição ainda reflete um mercado cauteloso. Com a expectativa de melhora do cenário econômico e redução dos juros, a tendência é de aumento gradual das transações, acompanhando a reorganização dos demais elos da cadeia.

 





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Mercado de biodefensivos mantém ritmo de expansão



O segmento passa por um processo contínuo de consolidação


O segmento passa por um processo contínuo de consolidação
O segmento passa por um processo contínuo de consolidação – Foto: Divulgação

O mercado de biodefensivos vive um momento de expansão no Brasil, impulsionado por mudanças regulatórias, avanço tecnológico e maior demanda por soluções sustentáveis no campo. De acordo com análise da Céleres, o setor apresenta perspectivas positivas, embora ainda enfrente desafios ligados à regulamentação e à dinâmica competitiva.

A aprovação do Marco Nacional de Bioinsumos, pela Lei nº 15.070 de 2024, representou um passo importante ao centralizar a legislação e ampliar o conceito de bioinsumos. Apesar de a lei já estar em vigor, a ausência de normativas complementares limita a plena regulamentação e gera insegurança jurídica, com prazo final previsto para dezembro de 2025. Ainda assim, a expectativa de mercado segue favorável, com crescimento médio ponderado estimado em 20% ao ano.

A queda nos preços das matérias-primas e a entrada de genéricos de defensivos químicos reduziram parcialmente o ritmo de expansão dos produtos biológicos. Mesmo nesse cenário, a projeção indica que o mercado pode alcançar R$ 14,4 bilhões em 2030, com bioinseticidas e biofungicidas respondendo por cerca de 72% do total. Iniciativas voltadas à ampliação da inserção internacional das empresas brasileiras também contribuem para fortalecer o setor.

O segmento passa por um processo contínuo de consolidação, com 2025 marcado por operações relevantes de fusões e aquisições, envolvendo empresas com portfólios diversificados de biodefensivos. O volume de transações registrado no período figura entre os mais expressivos desde 2021, refletindo o interesse estratégico de investidores e grupos internacionais.

Para 2026, a expectativa é de continuidade desse movimento, apoiada pelo alto nível de investimento em pesquisa e desenvolvimento e pela ampliação da capacidade instalada. A clareza regulatória será determinante para destravar novos aportes, enquanto a busca por práticas mais sustentáveis e a eficiência das soluções biológicas tendem a sustentar o crescimento do mercado.

 





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Confinamento próprio ou terceirizado: o que escolher para a pecuária?


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

Pecuaristas enfrentam uma decisão crucial: optar por um confinamento próprio ou terceirizado. Essa escolha impacta diretamente a rentabilidade da pecuária intensiva e envolve diversos fatores, além do espaço físico para os animais.

O zootecnista Maurício Scoton, professor da Universidade do Agro de Uberaba (Uniube), discutiu esse tema no quadro “Dicas do Scoton” do programa Giro do Boi. Ele destacou três pontos principais que os pecuaristas devem considerar na hora de decidir.

Confira:

Investimento e custos

O primeiro ponto a ser avaliado é o investimento em estrutura. A montagem de um confinamento completo vai além de cercados e coxos, incluindo custos que variam de R$ 4.000 a R$ 8.000 por animal instalado. O tempo de retorno desse investimento (payback) depende da quantidade de giros de animais que o produtor consegue realizar por ano.

Por essa razão, muitos confinamentos funcionam tanto na seca quanto nas águas para diluir os custos fixos. A operacionalidade do sistema é outro diferencial significativo; Scoton afirma que, em condições semelhantes, um confinamento com melhor operacionalidade pode proporcionar um ganho de peso diário de 150 a 200 gramas a mais.

Equipe e dieta

Para alcançar o sucesso, é essencial formar uma equipe eficiente, um processo que leva cerca de dois anos de treinamento. Além disso, a dieta é o principal componente do custo no confinamento, e a capacidade de compra de ingredientes impacta diretamente os resultados.

Scoton sugere que, para garantir maior eficiência, é necessário trabalhar com uma variedade de ingredientes, como dois proteicos e três energéticos, a fim de criar um “efeito associativo” nutricional que melhore o desempenho e reduza o custo da dieta. No entanto, um confinamento menor pode ter custos diários semelhantes aos de um boitel, mas com resultados inferiores devido à menor eficiência operacional.

O especialista sugere que o tamanho mínimo ideal para construir um confinamento próprio e ter lucratividade é de cerca de 2.500 animais. Para quem engorda até 100 bois por ano, a opção mais vantajosa é, sem dúvida, um boitel.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Exportações de massa ganham força no Norte da África


A massa vem ganhando espaço na alimentação cotidiana do Marrocos, impulsionada pela diversidade culinária do país e pelo avanço da indústria de moagem. Segundo informações de Wafiq Mpayimana é gerente de vendas da Mühlenchemie, o produto apresenta forte potencial tanto no consumo interno quanto nas exportações, beneficiando produtores de massa e moinhos locais.

Conhecido pela riqueza de aromas, especiarias e sabores, o país reúne essa diversidade de forma intensa nos souks tradicionais, onde pães, doces, tajines, frutas secas, peixes e carnes dividem espaço com diferentes tipos de massa. O alimento tornou-se parte relevante da dieta diária, especialmente nas áreas urbanas, levando empresas de moagem a investir em instalações modernas e integração direta com a produção industrial de massas.

Entre os formatos mais consumidos estão massas curtas, como penne e fusilli, além do vermicelli utilizado em sopas. Combinadas a temperos regionais, essas massas aparecem com frequência em refeições do almoço e do jantar. O avanço da urbanização, que concentra cerca de 65% da população em cidades, sustenta um mercado interno amplo e estável.

Além do consumo doméstico, Marrocos consolidou-se como exportador para países da África Ocidental, como Mauritânia, Senegal e Costa do Marfim. As exportações devem alcançar 54 milhões de dólares em 2026, frente a 45 milhões em 2021, com crescimento médio anual de 3,3%.

A produção depende parcialmente de trigo importado, já que secas recorrentes afetam as colheitas locais. Mesmo assim, a estabilidade de oferta e preços é garantida por acordos de importação e pela atuação do órgão nacional de cereais. Com foco em qualidade e eficiência, fabricantes recorrem a soluções tecnológicas para manter padrão de firmeza, cor e desempenho da massa, atendendo às exigências do consumidor marroquino.

 





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Conab divulga calendário de 2026 para levantamentos das safras e do mercado hortigranjeiro; confira


Foto: Pixabay.
Foto: Pixabay.

Produtores, sindicatos e cooperativas rurais, agentes de mercado e demais interessados já podem consultar o calendário de 2026 com as datas dos levantamentos e divulgações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O cronograma reúne os anúncios das safras de grãos, café e cana-de-açúcar, além das informações de comercialização do mercado hortigranjeiro nas Centrais de Abastecimento (Ceasas).

Programação do ano

O primeiro anúncio do ano está previsto para 15 de janeiro, com a divulgação do 4º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26. Ao longo do ciclo, a Conab realiza 12 levantamentos mensais, desde o início da produção até o encerramento do ano agrícola.

O último levantamento da safra 2025/26 está marcado para 15 de setembro, enquanto o primeiro levantamento do ciclo 2026/27 será divulgado em 15 de outubro. A Companhia acompanha 16 culturas, entre grãos e fibras.

Ainda em janeiro, no dia 22, será divulgado o 1º Boletim Prohort de 2026. A publicação mensal apresenta dados sobre preços e volumes comercializados de hortigranjeiros nos mercados atacadistas do país, além de informações sobre exportações.

Café e cana de açúcar

O Levantamento da Safra de Café 2026 será divulgado em 5 de fevereiro, abrindo uma série de quatro anúncios ao longo do ano. As atualizações seguintes estão programadas para 21 de maio, 24 de setembro e 7 de janeiro de 2027, com pesquisas realizadas nas principais regiões produtoras.

No caso da cana-de-açúcar, o 4º e último levantamento da safra 2025/26 será apresentado em 16 de abril. As divulgações referentes à safra 2026/27 estão previstas para 28 de abril, 20 de agosto e 22 de dezembro.

O calendário também inclui as datas de publicação do Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), elaborado em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam). O boletim reúne informações agrometeorológicas e análises do comportamento das lavouras a partir de imagens de satélite e dados de campo. A primeira edição de 2026 será publicada em 29 de janeiro.

Confira aqui o Calendário de Divulgação de Safras e do Prohort, divulgado pela Conab.

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China reforça estratégia para ampliar produção de grãos



O governo chinês defende ganhos de eficiência e capacidade produtiva


O governo chinês defende ganhos de eficiência e capacidade produtiva
O governo chinês defende ganhos de eficiência e capacidade produtiva – Foto: Canva

A China reforçou nesta semana sua estratégia de segurança alimentar ao sinalizar que seguirá ampliando a produção de grãos, em meio a desafios internos e à forte dependência externa em algumas culturas. A diretriz foi apresentada durante a Conferência Central de Trabalho Rural, principal fórum do país para definição de políticas agrícolas, e indica que o tema seguirá no centro das prioridades do governo.

Segundo comunicado divulgado pela agência estatal Xinhua, a orientação é manter uma postura de nenhum relaxamento no esforço para elevar a produção, combinando políticas de apoio à agricultura, desenvolvimento das áreas rurais e aumento da renda dos agricultores. A estratégia também inclui a busca por preços considerados razoáveis para grãos e outros produtos agrícolas essenciais, de forma a equilibrar estímulos à produção e estabilidade do mercado interno.

O governo chinês defende ganhos de eficiência e capacidade produtiva por meio da integração de terras agrícolas, sementes, máquinas e técnicas consideradas avançadas. Dados oficiais mostram que a produção total de grãos cresceu 1,2% em 2025, alcançando o recorde de 714,9 milhões de toneladas. A meta estabelecida é ampliar a capacidade em mais 50 milhões de toneladas até 2030.

Em fevereiro de 2025, o país divulgou o chamado Documento Central nº 1, que reforça o compromisso com a segurança alimentar nacional e abre espaço para a adoção de cultivos geneticamente modificados, antes proibidos. Embora o país produza internamente mais de 90% do milho, trigo e arroz que consome, a soja segue como um ponto sensível.

Mesmo com crescimento contínuo da produção doméstica, estimada em um recorde de 21 milhões de toneladas neste ano, a China permanece fortemente dependente de importações. Para a safra 2025/26, as compras externas devem atingir 112 milhões de toneladas, com o Brasil consolidado como principal fornecedor. Apesar de um acordo para aquisições relevantes de soja americana no fim de 2025, parte desse volume ainda não teria sido efetivamente comprada.

 





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