quinta-feira, março 12, 2026

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Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho



Área de sorgo chega a 5 mil hectares na região de Bagé



Foto: Pixabay

A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.





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Produção de melancia cresce, mas mercado preocupa


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), o cultivo de melancia e melão apresenta cenários distintos nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul, influenciados por condições climáticas, manejo e comportamento do mercado.

Na região administrativa de Pelotas, produtores de melancia ampliaram a área plantada após os bons preços registrados na safra anterior e intensificaram investimentos em tecnologia, com melhorias na adubação e no uso de irrigação. O plantio das cultivares Manchester e Arriba foi concluído de forma escalonada, estratégia adotada para otimizar o uso da mão de obra durante a colheita e os demais manejos. Segundo o informativo, “as chuvas das últimas semanas favoreceram a cultura”, que apresenta bom desenvolvimento e sanidade. A colheita está prevista para iniciar por volta de 10 de janeiro.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita de melancia e melão segue em andamento, com frutos que, conforme o levantamento, apresentam boa qualidade.

Já na região de Soledade, o excesso de chuvas tem impactado negativamente as lavouras de melancia. Embora as plantas apresentem vigor, há necessidade de intensificação do manejo fitossanitário para evitar doenças fúngicas e bacterianas. A baixa luminosidade também tem provocado falhas no pegamento dos frutos e redução do sabor e do grau Brix. Em Rio Pardo, ocorre a colheita dos plantios mais precoces, que não são uniformes e apresentam, em parte das áreas, frutos menores, reflexo da primavera mais fria. Ainda assim, o relatório aponta que “a remuneração é satisfatória neste período”, com preços variando de R$ 1,10 a R$ 1,40 por quilo, chegando a R$ 2,00 por quilo na venda direta ao consumidor.

Os plantios intermediários, segundo a Emater/RS-Ascar, apresentam bom potencial produtivo e devem compensar o desempenho dos cultivos precoces. Em algumas áreas, essas lavouras iniciam a colheita com indicadores mais favoráveis. No entanto, o informativo registra ocorrência de abortamento de frutos tanto na melancia quanto no melão. O mercado interestadual, especialmente para São Paulo, segue indefinido, com baixa demanda no momento, cenário que preocupa os produtores, já que o Rio Grande do Sul depende desse canal para o escoamento da produção.





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Produção de feijão deve cair e exportações recuam 53,8%


O ano de 2026 deve marcar a consolidação dos acompanhamentos de preços de feijão realizados pelo Cepea/CNA, com ampla divulgação de preços médios diários em diferentes estados e regiões do Brasil, segundo dados que foram divulgados pelo Cepea. A iniciativa tende a ampliar a transparência e a leitura do mercado para produtores, compradores e agentes da cadeia.

Com esses boletins, as divulgações seguem permitindo compreender melhor as dinâmicas de comercialização. Segundo dados que foram divulgados pelo Cepea, os levantamentos ajudam a comparar o comportamento entre diferentes tipos de feijão e também a identificar como as regiões ofertantes e compradoras influenciam a formação de preços.

Além do feijão, o Cepea, em parceria com a CNA, busca ampliar os acompanhamentos de preços de outros produtos. Entre eles está o caupi, que, conforme referência citada no próprio material, corresponde a pouco mais de 20% da oferta nacional segundo a Conab.

No campo da produção, a Conab estima a temporada 2025/26 em 3 milhões de toneladas, volume 1,8% menor que o registrado na safra anterior. Segundo dados que foram divulgados pelo Cepea, esse recuo entra no cálculo do abastecimento nacional ao longo de 2026.

Considerando os estoques iniciais de janeiro de 2026, projetados em 106,8 mil toneladas, e as importações previstas entre janeiro e dezembro de 2026, de 21,6 mil toneladas, a disponibilidade interna deve alcançar 3,13 milhões de toneladas. Esse total reúne o produto colhido no ciclo e o volume disponível para comercialização no mercado doméstico.

Do lado da demanda, a estimativa é de consumo interno de 2,8 milhões de toneladas em 2026 e exportações de 214,4 mil toneladas. Pesquisadores do Cepea reforçam, segundo dados que foram divulgados pelo Cepea, que o consumo permanece no mesmo nível de 2025.

Já as exportações, ainda conforme pesquisadores do Cepea, devem ser 53,8% menores em 2026. Esse ajuste ocorre após um ano de 2025 com números recordes de embarques, o que muda a referência de comparação para o setor.

Com esse balanço, o estoque final projetado é de 118,4 mil toneladas, semelhante ao observado em 2020/21 (122,4 mil toneladas). Segundo dados que foram divulgados pelo Cepea, esse volume seria suficiente para atender a demanda nacional por apenas 2,2 semanas, sinalizando um nível apertado de cobertura.

Mesmo com esse quadro, pesquisadores do Cepea destacam dois desafios centrais para 2026. O primeiro é encontrar formas de alavancar o consumo interno, que acumulou redução superior a 11% nos últimos seis anos.

O segundo desafio é sustentar um volume expressivo de exportações, especialmente depois do desempenho histórico registrado em 2025. Segundo dados que foram divulgados pelo Cepea, equilibrar mercado doméstico e presença externa deve seguir como ponto-chave para a cadeia do feijão ao longo do ano.





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Safra de cebola confirma produção, mas frustra preços


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), a colheita da cebola avança nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com bom desempenho produtivo, mas preços abaixo do esperado para os agricultores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o ciclo da cultura ocorreu de forma mais tardia em relação às safras anteriores. A colheita foi concluída, e o produto apresentou calibre e produtividade considerados satisfatórios. No entanto, o valor pago ao produtor voltou a frustrar as expectativas. Segundo o levantamento, “o preço pago ao produtor ficou muito aquém do esperado, prejudicando a viabilidade econômica”. Os valores variam de R$ 0,80 a R$ 1,10 por quilo para cebola classificada como caixa 3, sem beneficiamento.

Ainda na região, em Caxias do Sul, a colheita segue em ritmo acelerado, mas os preços permanecem baixos, com remuneração em torno de R$ 1,00 por quilo ao produtor. Na Ceasa, a cebola é comercializada por cerca de R$ 2,00 o quilo.

Na região de Pelotas, os principais municípios produtores são São José do Norte, com 1.440 hectares, Tavares, com 225 hectares, e Rio Grande, com 200 hectares, totalizando 1.865 hectares cultivados. Em São José do Norte, a colheita alcança aproximadamente 90% da área plantada, confirmando boa produtividade. A comercialização está em andamento, com cerca de metade da produção já vendida. O Informativo aponta, contudo, queda nos preços e variações entre as praças de comercialização, atribuídas a fatores locais, como acesso aos mercados, tipo de venda e volume disponível.

Já nos municípios de Herval e Pedras Altas, as lavouras destinadas à produção de sementes encontram-se em plena floração, com desenvolvimento e sanidade adequados. A expectativa é de rendimentos satisfatórios ao final do ciclo.





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SP inicia primeira etapa da vacinação contra brucelose


A primeira etapa de 2026 da Campanha de Vacinação contra a Brucelose no Estado de São Paulo teve início nesta quinta-feira, 1º de janeiro, conforme o calendário estabelecido pela Resolução SAA nº 78/24 e pelas Portarias 33/24 e 34/24. A informação foi divulgada pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), que orienta que, até 30 de junho, devem ser imunizadas bovinas e bubalinas com idade entre três e oito meses.

A Defesa Agropecuária, vinculada à SAA, destacou que a vacinação deve ser realizada exclusivamente por médico-veterinário cadastrado, uma vez que se trata de vacina viva, com risco de infecção para quem a manipula. Além de aplicar o imunizante, o profissional é responsável pela emissão do atestado de vacinação ao produtor. A relação dos médicos-veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do Estado de São Paulo está disponível em https://www.defesa.agricultura.sp.gov.br/credenciados/.

Segundo a Secretaria, o médico-veterinário deve cadastrar o atestado no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (Gedave) em até quatro dias após a aplicação, respeitando o período oficial da campanha, procedimento que valida a imunização dos animais.

Desde outubro de 2024, está em vigor no Estado de São Paulo um modelo alternativo de identificação dos animais vacinados contra a brucelose, o primeiro do país aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A alternativa consiste no uso de bottons auriculares, de adoção facultativa, em substituição à marcação a fogo. De acordo com a SAA, a medida visa ampliar o bem-estar animal, melhorar o manejo e aumentar a segurança de produtores e profissionais responsáveis pela vacinação.

Conforme as portarias que regulamentam a campanha, o botton amarelo identifica fêmeas vacinadas com a vacina B19, enquanto o botton azul é utilizado para as vacinadas com a RB51. Antes da mudança, a identificação era feita por marcação a fogo, com o algarismo do ano corrente ou com a marca em “V”, conforme o tipo de vacina aplicada. Em casos de perda ou dano do botton, a Secretaria orienta que seja solicitada nova identificação ao médico-veterinário responsável ou à Defesa Agropecuária. Quando não for possível a utilização do botton, a identificação deve seguir as normas do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose.

A Defesa Agropecuária também informou que o uso do botton é válido apenas dentro do território paulista e que não é permitido o trânsito interestadual de animais identificados por esse modelo alternativo.





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Mercado do boi gordo inicia ano com estabilidades nos preços; confira


pecuária bovina, boi gordo, Nigéria
Foto: Ministério da Agricultura e Pecuária

O mercado físico do boi gordo iniciou 2026 com fluxo inexpressivo de negociações e manutenção das indicações de preços na maior parte do país. A baixa movimentação ainda reflete o período de feriado, que reduziu a presença dos agentes nas praças pecuárias.

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No dia 31 de dezembro, a China anunciou salvaguardas para a importação de carne bovina, estabelecendo para o Brasil, em 2026, uma cota de 1,106 milhão de toneladas. O volume é inferior aos embarques registrados em 2025, quando as exportações brasileiras ao mercado chinês tendem a alcançar cerca de 1,7 milhão de toneladas.

Segundo analistas, a mudança exige maior cautela do mercado brasileiro, diante da possibilidade de redução no volume total de carne bovina embarcada ao longo de 2026, o que pode impactar a formação de preços no mercado interno.

No mercado atacadista, o cenário é de acomodação neste início de ano. O padrão de consumo projetado para o primeiro trimestre aponta para maior demanda por proteínas mais acessíveis, como carne de frango, ovos e embutidos, comportamento considerado típico do período, marcado por despesas tradicionais como IPTU, IPVA e compra de material escolar.

Preços do boi gordo no atacado

  • Quarto dianteiro: manteve-se em R$ 17,85 por quilo
  • Quarto traseiro: segue precificado em R$ 25,40 por quilo
  • Ponta de agulha: permanece no patamar de R$ 17,50 por quilo

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Custos, juros e crédito pressionam mandiocultura


Depois de dois anos de forte expansão da área cultivada com mandioca no Brasil, o setor deve entrar em um período de ajuste em 2026, segundo dados que foram divulgados pelo Cepea. O movimento foi mais intenso justamente em estados com maior concentração de indústrias processadoras, o que elevou a disponibilidade de matéria-prima para o parque industrial.

Pesquisadores do Cepea apontam que, ao longo de 2025, o avanço da colheita de raízes de primeiro ciclo em determinados períodos ajudou a redesenhar o equilíbrio do mercado. Somada à expectativa de produtividade mais baixa, essa dinâmica tende a alinhar melhor a oferta de mandioca à demanda das indústrias em 2026.

Com a oferta mais ajustada ao consumo industrial, a tendência é de menor volatilidade nas cotações ao longo do ano. Segundo dados que foram divulgados pelo Cepea, esse novo desenho pode reduzir as oscilações de preços que marcaram períodos anteriores, quando a disponibilidade de raiz variou de forma mais abrupta.

No campo da produção, estimativas preliminares do IBGE indicam que a colheita brasileira de mandioca deve totalizar cerca de 20 milhões de toneladas em 2026, queda de 2,5% em relação ao ano anterior. Essa projeção reflete, conforme os dados, ajustes tanto em área quanto em produtividade.

Ainda de acordo com as estimativas preliminares, a área a ser colhida deve recuar 1,7%, para 1,26 milhão de hectares. A produtividade média nacional também tende a diminuir, com retração de 0,8%, ficando em 15,7 toneladas por hectare, segundo dados que foram divulgados pelo Cepea com base nas informações citadas.

Além do lado produtivo, mudanças na relação comercial entre produtores e fecularias ganham força a partir de 2026. Pesquisadores do Cepea destacam que um número crescente de indústrias deve exigir colheita realizada exclusivamente com mão de obra formalizada, alterando rotinas e custos na origem.

A exigência de formalização implica aumento de custos para o produtor, ainda que parte desse impacto possa ser parcialmente compensada por bonificações no preço pago pela raiz. Segundo dados que foram divulgados pelo Cepea, a adesão ao novo modelo ainda é limitada, o que pode intensificar tensões na comercialização.

Nos últimos anos, a rentabilidade da mandiocultura vem sendo pressionada pela alta dos custos de produção. Pesquisadores do Cepea indicam que juros elevados e maior restrição ao crédito também tendem a afetar negativamente a atividade, reduzindo investimentos em tecnologia e manejo e trazendo possíveis reflexos sobre produtividade e, no médio prazo, sobre a área cultivada.

Para 2026, os institutos citados no material sinalizam condições climáticas mais equilibradas, sem influência direta de El Niño ou La Niña. Segundo dados que foram divulgados pelo Cepea, esse cenário climático pode contribuir para um ambiente menos extremo, embora os desafios econômicos e comerciais permaneçam no centro das decisões do setor.





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Primeira ‘superlua’ de 2026 já tem data; saiba como acompanhar


superlua
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A primeira Lua Cheia de 2026 ocorre neste sábado (3), às 07h03, no horário de Brasília. O fenômeno é popularmente conhecido como “superlua”.

Apesar do nome, astrônomos explicam que o termo técnico correto é Lua Cheia de Perigeu. Isso ocorre quando a Lua Cheia coincide com o ponto de sua órbita mais próximo da Terra.

Segundo especialistas, nesse momento a Lua parece um pouco maior e mais brilhante no céu. Ainda assim, a diferença dificilmente é percebida a olho nu pela maioria das pessoas.

O que caracteriza a Lua Cheia de Perigeu

O astrônomo Rodolfo Langhi, coordenador do Observatório de Astronomia da Universidade Estadual Paulista, explica que a Lua não muda de tamanho. O efeito visual ocorre apenas pela variação da distância entre a Lua e a Terra.

Todo mês, a Lua passa pelo perigeu, ponto mais próximo da Terra, e pelo apogeu, o mais distante. Quando o perigeu coincide com a fase cheia, o fenômeno recebe o nome de Lua Cheia de Perigeu.

No início de janeiro, a Lua esteve a pouco mais de 362 mil quilômetros da Terra. Já a menor Lua Cheia de 2026, prevista para o fim de maio, estará a mais de quatrocentos e seis mil quilômetros.

Essa diferença faz com que o diâmetro aparente da Lua de janeiro seja considerado relativamente maior em comparação à chamada microlua, mas a variação é sutil.

Diferença é difícil de notar a olho nu

Langhi destaca que apenas observadores acostumados a acompanhar o céu com frequência conseguem notar alguma variação. Mesmo assim, a percepção não é evidente.

Para explicar o efeito, o astrônomo compara a Lua a uma bola observada de diferentes distâncias. Quanto mais próxima, maior ela parece, ainda que o tamanho real não mude.

Ele avalia que o termo superlua pode criar expectativas equivocadas, já que muitas pessoas imaginam uma Lua visivelmente gigante, o que não acontece.

Fenômeno não tem impacto astronômico

O físico e astrônomo João Batista Canalle, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, afirma que a Lua Cheia deste sábado não apresenta nenhuma diferença relevante do ponto de vista científico.

Para ele, o fenômeno é apenas uma coincidência orbital, sem efeitos físicos observáveis. Canalle reforça que a Lua não cresce nem diminui, apenas varia sua distância em relação à Terra.

O especialista também critica termos como superlua e microlua, que, segundo ele, podem induzir interpretações erradas. Mesmo no ponto mais distante, a Lua continua sendo uma Lua Cheia comum.

Assim, a observação deste sábado tem valor principalmente contemplativo, sem alterações significativas para a astronomia.

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Saiba os preços de soja na primeira sexta-feira de 2026


Soybean pods on soybean plantation, on farmer open palm hand background, close up.

O mercado brasileiro de soja encerrou o dia sem registro de negócios, com preços apenas nominais, utilizados como referência. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário foi de baixa participação dos agentes e ausência de ofertas firmes ao longo da sessão.

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Segundo o analista, o mercado começa a atravessar uma transição gradual entre preços da safra velha e da safra nova. “Hoje isso ficou claro: nos portos, as ofertas já são relativas à safra nova, enquanto no interior ainda aparecem referências da safra velha”, explica.

No ambiente externo, Silveira destaca que a Bolsa de Chicago vem acumulando recuos nas últimas semanas, movimento que voltou a se repetir nesta sessão. Além disso, o dólar apresentou forte queda nas duas últimas sessões, enquanto os prêmios permaneceram relativamente estáveis.

“Esse conjunto de fatores acabou pressionando os preços, sobretudo nos portos”, observa o analista.

Ele ressalta ainda que poucos players estiveram ativos ao longo do dia, reflexo do período de férias de parte dos agentes do mercado. “Foi um dia bastante esvaziado, sem reporte de ofertas firmes”, resume.

Preços de soja no mercado físico

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00 por saca
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 139,00 para R$ 137,00 por saca
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00 por saca
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 123,00 para R$ 110,00 por saca
  • Dourados (MS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00 por saca
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00 por saca
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 141,00 para R$ 128,00 por saca
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 143,00 para R$ 132,00 por saca

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sessão com preços mais baixos para o grão e o farelo, enquanto o óleo registrou alta. O mercado segue pressionado pela expectativa de entrada de uma safra volumosa no Brasil, cuja colheita tem início neste mês.

As exportações líquidas norte-americanas de soja da temporada 2025/26, iniciada em 1º de setembro, somaram 987,1 mil toneladas na semana encerrada em 18 de dezembro. Para a temporada 2026/27, o saldo ficou negativo em 4,8 mil toneladas, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Contratos futuros de soja

O contrato da soja em grão com entrega em janeiro de 2026 fechou em US$ 10,29 1/2 por bushel, com queda de 1,00 centavo ou 0,09%. A posição março de 2026 recuou 1,75 centavo, ou 0,16%, para US$ 10,45 3/4 por bushel.

Entre os subprodutos, o farelo para março de 2026 caiu US$ 3,40, ou 1,13%, para US$ 296,00 por tonelada. Já o óleo de soja com vencimento em março de 2026 avançou 0,74 centavo, ou 1,52%, fechando a 49,30 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,24%, cotado a R$ 5,4198 para venda e R$ 5,4178 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,4170 e R$ 5,4765. Na semana, o dólar acumula desvalorização de 2,25%.

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Terremoto de magnitude 6,3 atinge o México


Imagem gerada por IA

Um terremoto de magnitude 6,3 atingiu o estado de Guerrero, no sul do México, na manhã desta sexta-feira (2), informou o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ).

De acordo com o órgão, o tremor ocorreu a uma profundidade aproximada de 10 quilômetros e foi sentido em diversas regiões do país, incluindo a Cidade do México.

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Até o momento, não há registros de danos graves ou de vítimas em Guerrero. A informação foi confirmada pela presidente do México, Claudia Sheinbaum, em publicação na rede social X, após contato com a governadora do estado.

Durante uma coletiva de imprensa, os alarmes sísmicos foram acionados, levando a presidente e os jornalistas a se retirarem do local de forma tranquila. A agenda oficial foi retomada normalmente após o episódio.

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