quinta-feira, agosto 20, 2026

Agro

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O tempo nas áreas produtoras de soja: onde chove?



O Brasil chega à reta final da semeadura da soja, com 90% da área já plantada, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ritmo está mais adiantado do que no ano passado, o que reflete a boa distribuição de umidade pelo país. No entanto, alguns estados, como Mato Grosso do Sul, ainda enfrentam desafios devido a atrasos nas chuvas, o que tem preocupado os produtores.

Com a distribuição da umidade nas áreas da soja, boa parte do país acelerou os trabalhos no campo. No Mato Grosso do Sul, os produtores estavam aguardando a chuva, que já retornou, permitindo que as atividades fossem retomadas.

De acordo com os dados da Conab, Mato Grosso já finalizou os trabalhos no campo, enquanto Tocantins alcançou 93% de semeadura. Outros estados como Paraná e Minas Gerais também estão em fase final, com menos de 5% para concluir. No Matopiba, a semeadura já está mais de 20% adiantada em relação ao ano passado.

Progresso nas lavouras da soja

A distribuição da umidade do solo tem sido favorável para a aceleração do plantio, com destaque para a umidade em várias regiões produtivas. No Rio Grande do Sul, o quadro de déficit hídrico já foi revertido, e as chuvas chegaram ao sul de Mato Grosso do Sul, mas ainda são necessárias mais precipitações. A previsão é de que a chuva continue avançando para o Matopiba e para o estado do Pará, com até 50 mm de chuva nos próximos dias, o que deve ajudar as lavouras.

Nos próximos cinco dias, o Paraná terá chuvas volumosas, com acumulados entre 80 mm e 100 mm, o que pode atrasar a finalização do plantio. No Centro-Oeste, em estados como Mato Grosso e Goiás, a previsão é de 50 mm de chuva em cinco dias, o que deve garantir o bom andamento das atividades agrícolas.

Para Mato Grosso do Sul, essa chuva é uma ótima notícia, pois ajudará a recuperar a umidade do solo, principalmente nas áreas que estavam mais atrasadas.

O tempo e o impacto no plantio da soja

No período de 9 a 13 de dezembro, a previsão é que a chuva continue avançando no Matopiba, mas com volumes menores, o que ajudará a acelerar os trabalhos no campo, pois essas áreas estão com boa umidade no solo.

O Norte do Pará também deve receber chuvas, enquanto no Sul, as chuvas diminuem no Paraná. No entanto, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul continuam sob alerta, com acumulados de até 150 mm em cinco dias, o que pode causar excessos de umidade no solo, atrasando o plantio e colocando a região sob risco de alagamentos e deslizamentos de terra.

Risco de temporais

A previsão aponta para chuvas volumosas no Centro-Oeste do país, o que pode afetar o andamento das atividades no campo. No entanto, o tempo deve ficar mais firme no Rio Grande do Sul até quinta-feira, e a partir de sexta-feira, uma cavada poderá causar rajadas de vento fortes e risco de granizo, com ventos passando de 100 km/h. Os produtores devem estar atentos a esses eventos climáticos, pois temporais intensos podem prejudicar a produção.

A primavera traz muitos temporais, e os produtores devem estar preparados para as condições climáticas adversas. Quando houver trovoadas fortes, é essencial recolher os maquinários do campo para evitar danos. O risco de granizo e rajadas de vento deve ser monitorado de perto.



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regulamentação dos bioinsumos e a produção sustentável



O Senado aprovou, nesta terça-feira (3), o PL 658/2021, que estabelece o marco legal dos bioinsumos, um avanço para a agricultura sustentável no Brasil. Aprovado na Câmara, o projeto segue para sanção presidencial e representa um avanço para os produtores de soja, que poderão adotar alternativas biológicas aos produtos químicos, aumentando a eficiência e a sustentabilidade das lavouras.

O PL 658/2021 traz uma importante segurança jurídica para o setor agrícola, organizando o mercado de bioinsumos e permitindo o desenvolvimento de tecnologias mais sustentáveis. Para os produtores de soja, isso significa maior acesso a alternativas mais econômicas e ecológicas, que podem reduzir a dependência de produtos químicos importados, melhorar a saúde do solo e aumentar a produtividade das lavouras de forma sustentável.

Fabrício Rosa, diretor-executivo da Aprosoja Brasil, ressaltou a importância do PL 658/2021, destacando que a regulamentação representa um avanço para a agricultura brasileira. Segundo ele, o projeto oferece segurança jurídica, permitindo que os produtores de soja e outros setores possam adotar práticas mais sustentáveis sem enfrentar riscos legais.

O marco legal também reforça a posição do Brasil no mercado agrícola global, aumentando sua competitividade e criando novas oportunidades para atrair investimentos internacionais. Para a soja brasileira, um dos principais produtos de exportação, o projeto traz benefícios diretos, incentivando a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis e tecnologias inovadoras.



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AgroNewsPolítica & Agro

Queda na produção de bezerros preocupa pecuaristas em Mato Grosso



Redução no índice de desmama reforça desafios para a pecuária mato-grossense




Foto: Divulgação

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (2), o índice bruto de desmama em Mato Grosso registrou em 2024 uma redução de 4,83 pontos percentuais (p.p.) em comparação ao ano anterior. Esse resultado representa a quarta maior queda na série histórica iniciada em 2006, fixando a média estadual em 67,65%.

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O desempenho deste ano também marca uma redução de 1,29 p.p. em relação ao índice de 2018, que até então apresentava o menor valor da série. A análise aponta que esses bezerros são oriundos da estação de monta de 2022, considerando o período de gestação e o ciclo de desmame. A queda no indicador é atribuída ao aumento no descarte de fêmeas registrado em 2022. O alto volume de matrizes abatidas nos últimos três anos contribuiu para a redução do potencial reprodutivo no estado, impactando diretamente a produção de bezerros.

A tendência, segundo o Imea, é que o índice bruto de desmama permaneça em níveis baixos nos próximos ciclos, dado o cenário de menor disponibilidade de matrizes no rebanho estadual. Essa redução pode gerar reflexos na pecuária de corte em Mato Grosso, principal estado produtor de carne bovina no país. A menor produção de bezerros pode levar à redução da oferta de animais para engorda, com potenciais impactos na cadeia de abastecimento e na rentabilidade dos pecuaristas.





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sindicatos do Mercosul querem que CEO do Carrefour se desculpe com toda a região



Diversos sindicatos de países do Mercosul solicitaram que o CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, amplie suas desculpas a todos os países do bloco, após ter se desculpado apenas com o Brasil, segundo comunicado da União de Sindicatos da Produção (UGP) do Paraguai.

A controvérsia surgiu depois que o grupo anunciou que deixaria de vender carne do Mercosul, levando empresários brasileiros a suspenderem entregas aos supermercados da rede no Brasil. Em resposta, Bompard enviou uma carta de desculpas.

No entanto, sindicatos do Paraguai e de outros países do bloco afirmaram que o incidente afetou todos os produtores do Mercosul, exigindo uma retratação que contemple toda a região.



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Mesmo na entressafra, preço de arroz recua 14% em novembro



O indicador do arroz em casca Cepea/Irga-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) acumulou forte queda de 13,95% em novembro, encerrando o mês a R$ 102,23 por saca de 50 kg. A média mensal, de R$ 111,66 por saca, ficou 6,39% menor que a de outubro/24 e 1,94% inferior à de novembro de 2023, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de novembro de 2024).

Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) afirmam que o movimento de baixa é considerado atípico para este período de entressafra, quando a menor disponibilidade de cereais, historicamente, sustenta os valores.

Segundo o centro de pesquisas, a comercialização envolvendo arroz em casca no mercado spot do Rio Grande do Sul continua lenta. Produtores têm resistido aos preços oferecidos pelas indústrias, apostando em recuperação nas próximas semanas.

Já a demanda está limitada, com compradores locais mostrando pouco interesse em adquirir o produto e/ou optando por ofertas mais baixas envolvendo sobretudo o arroz depositado e a prazos de pagamento alongados, ainda conforme pesquisas do Cepea.



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acompanhando robusta em Londres, NY registra preços mais baixos



O café arábica opera com preços predominantemente mais baixos na sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) neste momento. O mercado estende as perdas da última sessão, seguindo o movimento baixista do robusta na Bolsa de Londres.

A alta do dólar frente a outras moedas correntes atua como pressão. Já o bom desempenho dos preços do petróleo limita maiores perdas.

Os contratos com entrega em março/25 operam a 295,40 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,1 centavo ou 0,03%.

Na terça-feira (3), o café arábica encerrou as operações com preços moderadamente mais baixos. Em sessão volátil, em que NY trabalhou ora no terreno positivo e ora no negativo, o fechamento foi em ligeira baixa com o mercado dando sequência à correção técnica dos últimos dias.

Há ainda sinais de sobrecompra e os ajustes persistem. O dólar firme em relação ao real, em patamares historicamente elevados, também pressiona a bolsa, dando competitividade às exportações brasileiras.

Por outro lado, também seguem as preocupações com a safra de 2025 do Brasil, o que são um aspecto de suporte aos preços, que recentemente atingiram os níveis mais elevados em 47 anos. Isso tirou o mercado do fundo do poço da sessão desta terça-feira.

Na máxima do dia, março chegou a voltar a trabalhar acima de US$ 30 a libra-peso, batendo em 300,85 centavos. Mas na máxima também chegou a testar a faixa de 290 centavos.

Os contratos com entrega em março/2025 fecharam a 295,50 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 0,55 centavo, ou de 0,2%. A posição maio/2025 fechou a 293,65 centavos, queda de 0,60 centavo, ou de 0,2%.



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Soja opera no vermelho em Chicago com clima favorável na Argentina e safra recorde no Brasil



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado devolve parte dos ganhos da sessão anterior, refletindo a expectativa de uma safra recorde no Brasil.

Além disso, as chuvas no principal cinturão agrícola da Argentina trouxeram a umidade necessária ao solo, favorecendo o plantio.

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 9,82 3/4 por bushel, baixa de 9 centavos de dólar, ou 0,9%, em relação ao fechamento anterior. Na terça (3), a soja fechou com preços mais altos.

Movimentos técnicos determinaram a reação, em meio a um cenário fundamental baixista. Dados recentes de boa demanda pelo produto americano – tanto na exportação como no esmagamento e o bom desempenho dos óleo vegetais – principalmente do óleo de palma na Malásia – ajudaram no movimento de recuperação.

Os ganhos, no entanto, seguem limitados pela expectativa favorável para a safra sul-americana.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 6,5 centavos de dólar, ou 0,65%, a US$ 9,91 3/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,97 1/4 por bushel, com ganho de 6,25 centavos, ou 0,63%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Farelo de soja sobe no Mato Grosso e em Chicago



Óleo de soja apresentou recua no mercado internacional




Foto: Leonardo Gottems

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou nesta segunda-feira (2) a análise semanal sobre o mercado de derivados de soja. O farelo de soja registrou alta de 0,60% na Bolsa de Chicago (CME-Group), alcançando a média de US$ 290,77 por tonelada, impulsionado por uma maior demanda internacional no período. Em Mato Grosso, a cotação acompanhou o movimento global, subindo 0,37% e sendo precificada a R$ 1.957,00 por tonelada.

De acordo com a análise semanal, por outro lado, o óleo de soja apresentou recuo no mercado internacional. Na CME-Group, a desvalorização semanal foi de 4,60%, com a média fixada em US$ 41,52 por libra-peso. A retração reflete as incertezas geradas por declarações do presidente eleito dos Estados Unidos sobre possíveis taxas nas importações, além de uma queda de 1,19% nos preços do petróleo, fator que também impacta o mercado de óleos vegetais.

Em Mato Grosso, o preço do óleo de soja seguiu a tendência de baixa observada em Chicago, com redução de 0,22%, encerrando o período a R$ 6.113,75 por tonelada, conforme o apontado pelo Imea





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Renda do contrato intermitente foi menor que salário mínimo em 2023



Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que 76% dos vínculos intermitentes de trabalho em 2023 tiveram remuneração mensal inferior ao salário mínimo ou não tiveram remuneração.

De acordo com os dados, a remuneração mensal média dos intermitentes foi de R$ 762, ou 58% do salário mínimo (R$ 1.320 em 2023). Entre mulheres e jovens, a remuneração mensal média foi ainda mais baixa, de R$ 661.

A criação do contrato de trabalho intermitente ocorreu em 2017 na chamada reforma trabalhista, do governo Michel Temer. Nessa modalidade de contrato, o trabalhador fica à disposição do patrão, aguardando, sem remuneração, ser chamado. O empregado só recebe quando é convocado. A renda é proporcional às horas efetivamente trabalhadas.

Segundo o Dieese, apenas um quarto (24%) dos vínculos intermitentes ativos em dezembro de 2023 registrou remuneração média de pelo menos um salário mínimo. Somente 6% receberam, em média, dois salários mínimos ou mais.

A entidade ressalta que, se incluídos na média os meses em que os contratos intermitentes estavam vigentes, mas não geraram atividade, a remuneração média mensal recebida pelos trabalhadores cai para R$ 542. Entre as mulheres, é reduzida para R$ 483.

Tempo de trabalho

O levantamento do Dieese mostra ainda que, do estoque de intermitentes ativos no final de 2023, 41,5% não haviam registrado nenhum rendimento ao longo do ano. No setor da construção, mais da metade dos vínculos ficaram o ano todo parados. Segundo os dados, a quantidade de meses em que os vínculos não resultaram em trabalho foi maior do que a de meses trabalhados.

De acordo com o Dieese, quando considerados os vínculos encerrados em 2023, a duração média dos contratos foi de quatro meses e meio. Houve remuneração, em média, em 44% dos meses contratados. Ou seja, em mais da metade dos meses em que os contratos intermitentes estavam vigentes, não houve trabalho efetivo.

“Os dados disponíveis indicam que, na prática, o trabalho intermitente se converte em pouco tempo de trabalho efetivo e em remunerações abaixo do salário mínimo. Dois em cada cinco vínculos do tipo não chegaram a sair do papel em 2023. Em média, os desligados em 2023 passaram mais tempo esperando ser chamados do que efetivamente trabalhando”, diz o texto do levantamento.

O Dieese destaca ainda que não há indícios de que o trabalho intermitente tenha contribuído para o ingresso maciço de pessoas no mercado de trabalho formal, “já que 76% dos que tinham esses contratos ativos em 31/12/2023 já possuíam outro tipo de vínculo formal entre 2018 e 2022. Ou seja, apenas um quarto dos intermitentes estava fora do mercado formal nos cinco anos anteriores”.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de açúcar inicia semana com oscilações



Futuros do açúcar iniciam a semana mistos nas bolsas internacionais




Foto: Pixabay

Segundo dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar apresentaram movimentos mistos nas bolsas internacionais nesta segunda-feira (2). Em Nova York, na ICE Futures, os lotes de maior liquidez encerraram o dia em queda, com exceção dos contratos de longo prazo, que tiveram leve alta. O contrato março/25 do açúcar bruto fechou o dia cotado a 21,07 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 1 ponto em relação à última sexta-feira. Já o vencimento maio/25 recuou 5 pontos, negociado a 19,78 centavos por libra-peso. Outros lotes oscilaram entre quedas de até 6 pontos e altas de 5 pontos.

As chuvas intensas que atingiram a região centro-sul do Brasil no final de semana podem acelerar o encerramento antecipado da moagem em algumas usinas. Esse cenário pode comprometer a reta final da safra 2024/25, gerando incertezas quanto ao volume final de produção, de acordo com o divulgado pela Udop.

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Na ICE Futures Europe, em Londres, o contrato março/25 para o açúcar branco fechou estável a US$ 547,70 por tonelada. Os vencimentos maio e agosto/25 registraram altas de US$ 1,20 e US$ 0,40, respectivamente, enquanto os demais contratos tiveram quedas entre US$ 0,40 e US$ 2,30.

Por outro lado, no Brasil, o mercado doméstico também registrou queda no preço do açúcar cristal. De acordo com o Indicador Cepea/Esalq, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 163,60, uma desvalorização de 0,58% em comparação aos R$ 164,55 da sexta-feira, conforme divulgou a Udop.





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