sexta-feira, abril 3, 2026

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10º Congresso Nacional das Mulheres Agro, sucesso mundial!


Terminamos o 10º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), um evento grandioso, reunindo as mulheres do país inteiro. É considerado um dos maiores do mundo e também, ao final dele, produzimos uma carta para a COP-30 que será levada em nome das mulheres.

Na abertura teve um evento extraordinário com a senadora e ex-ministra Tereza Cristina e o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. Personalidades passaram pelo evento, muitos temas foram abordados, inclusive Direito Agrário, tudo isso aconteceu nesse congresso cujo tema central foi “Mulheres que mudam o mundo para melhor”.

Trago um exemplo importante de uma cadeia produtiva que considero a mais exigente sob o ponto de vista de cuidado, de nutrição, de bem-estar animal e que envolve mais de 1 milhão de produtores no país. Conversei com Bárbara Solero, gerente-executiva de Agricultura Regenerativa da Nestlé, que é a maior companhia de alimentos do mundo e de leite do planeta e tem uma novidade que foi lançada nesse congresso.

“A Nestlé vem de uma jornada de assumir o compromisso global da descarbonização das cadeias. O que trazemos de novidade para essa cadeia pulverizada e talvez muito informal, com pequenos e médios produtores e com muita dificuldade as vezes de acesso a informação, a financiamento, o leite é uma fatia importante das nossas emissões porque é uma matéria relevante no Brasil. Nossa operação é a maior de compra de leite da Nestlé globalmente e estamos desde 2022 intensificando as ações junto aos produtores para promover as práticas regenerativas e, ao final, para termos a descarbonização. Já treinamos muitos produtores, intensificamos assistência técnica, mas agora falta, de fato, esse acesso para financiar os próximos investimentos que vão trazer para os produtores maior produtividade e eficiência e o carbono nós falamos que é a consequência. Mas a Nestlé junto com o Banco do Brasil fez uma parceria para dedicar R$ 100 milhões para essa cadeia e para os pequenos e médios produtores, facilitando esse acesso, garantindo esses investimentos que serão direcionados para a melhoria de eficiência e produtividade, dando esse suporte junto ao produtor de planejamento técnico e financeiro da propriedade. Mas que de fato essa parceria quebra uma barreira importante para a escala da agricultura regenerativa que é o acesso a financiamento”.

Esse é um exemplo que tem de inspirar a todos no CNMA. Falamos de cadeias produtivas, da ciência, da genética, até o consumidor final e esses exemplos de investimentos desse tipo, são eles que efetivamente a curto prazo nos levam para mudar o mundo para melhor, o agro brasileiro para melhor, e mudar as pessoas para melhor.

José TejonJosé Tejon

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Preço do cacau pressiona doces no Halloween nos EUA



Os consumidores norte-americanos enfrentam aumento nos preços dos doces neste Halloween, reflexo da alta no custo do cacau. Fabricantes reformularam receitas, mudaram embalagens e reajustaram valores para compensar o encarecimento da matéria-prima, segundo Judy Ganes, consultora de commodities da JGanes Consulting.

Pesquisas indicam que parte da população já sente o impacto. De acordo com o estudo Trick-or-Treat-onomics, realizado pela empresa financeira Empower, 35% dos norte-americanos notaram aumento nos preços, enquanto 57% afirmaram que comprarão menos doces este ano. Ainda assim, 35% pretendem distribuir barras de tamanho tradicional.

Diferença de preços por região

Levantamento do Barron’s mostra variação expressiva entre estados. Em um supermercado da Virgínia, pacote com seis barras de chocolate Hershey de 40 gramas passou de US$ 4,97 em maio para US$ 8,24. Em Phoenix, o mesmo produto subiu de US$ 6,99 para US$ 11,49 no mesmo período.

Apesar de os futuros do cacau terem caído 49% desde o pico de quase US$ 12.565 por tonelada em dezembro passado, os chocolates à venda foram produzidos na primavera, quando o mercado ainda registrava preços mais elevados.

Impacto para fabricantes e tarifas de importação

A Hershey, responsável por marcas como Reese’s, Kisses e KitKat, ajustou seus preços em maio para compensar a chamada “inflação do cacau”. A empresa projeta que os reajustes ampliem margens brutas ajustadas neste ano e alcancem aumento superior a 5% até 2026.

Outro fator que eleva os custos é a tarifa de importação, já que o cacau não é cultivado nos Estados Unidos. A Hershey estimou despesas entre US$ 170 milhões e US$ 180 milhões em tarifas para 2025, podendo atualizar esses números ao divulgar o resultado do terceiro trimestre, previsto para a próxima semana.



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Abiarroz lança campanha para valorizar o arroz brasileiro



A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) lançou nesta segunda-feira (27) a campanha “Arroz Combina”. O objetivo é estimular o consumo do cereal, destacar a qualidade nacional e combater informações equivocadas nas redes sociais. A iniciativa inclui site dedicado, parcerias com influenciadores e ações voltadas ao ambiente digital.

Renato Franzner, presidente da Abiarroz, afirma que a campanha visa reforçar a conexão cultural e afetiva da população com o arroz. “Queremos valorizar o grão e a cadeia produtiva, por meio de ações educativas e engajamento nas redes sociais”, explica.

Papel do arroz na alimentação e na economia

O arroz é considerado um alimento essencial para a segurança alimentar do país, presente em todas as regiões e em diferentes momentos da rotina dos brasileiros. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o consumo médio anual do cereal no Brasil chega a 10,5 milhões de toneladas.

Além de integrar receitas tradicionais, o produto sustenta milhares de produtores rurais. O Brasil se destaca como o maior produtor de arroz fora do continente asiático e mantém padrão de qualidade reconhecido internacionalmente, exportando para mais de 100 países.

Versatilidade e campanha de um ano

O slogan “Arroz Combina” enfatiza a versatilidade do grão, seu papel nas refeições diárias e na promoção de uma alimentação equilibrada. A iniciativa também ressalta a importância do arroz na agricultura nacional e seu valor para quem busca energia para atividades físicas.

A campanha tem duração prevista de um ano e é financiada pelo Fundarroz — Fundo de Promoção, Pesquisa, Inovação e Incentivo ao Consumo de Arroz. Lançado no final do ano passado, o fundo apoia ações de promoção do produto brasileiro e recebe patrocínio de diferentes atores do setor orizícola.



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Qual forma de aprendizado mais te ajuda no dia a dia?


Na interatividade da semana perguntamos: Qual forma de aprendizado mais te ajuda no dia a dia? E o resultado revelou que a maioria dos produtores rurais aposta em cursos e capacitações como principal forma de aprendizado no dia a dia. 63% apontaram que é por meio de treinamentos que conseguem aprimorar as práticas na propriedade e acompanhar as transformações do setor agropecuário.

Enquete realizada pelo Youtube oficial do Canal Rural

Em segundo lugar, 19% destacaram a assistência técnica especializada como essencial para o desenvolvimento das atividades rurais. Já 17% afirmaram que a troca de experiências com outros produtores é a forma mais eficaz de aprendizado no campo.

Esses dados indicam uma tendência clara: o produtor rural está cada vez mais aberto ao conhecimento técnico e à profissionalização. Além disso, o resultado reflete o avanço da inovação e da gestão no agronegócio, áreas que exigem atualização constante e novas habilidades.

Entre as opções mais procuradas, o Sebrae se destaca como uma das principais instituições de capacitação no país. A entidade oferece cursos gratuitos e pagos que ajudam desde o pequeno produtor até o empresário rural a desenvolver uma visão mais estratégica do negócio.

Por exemplo, o curso Agronegócios (online, 24h) aborda oportunidades, riscos e formas de ampliar a rede de contatos no setor. Além disso, o curso Formalização da propriedade rural: por onde começar? ensina o passo a passo para regularizar a atividade e acessar novos mercados. Da mesma forma, o treinamento Associativismo e cooperativismo: a união faz a força mostra como o trabalho coletivo pode gerar mais competitividade e ganhos sustentáveis.

Outro destaque é o Empretec Rural, um seminário intensivo que desenvolve o comportamento empreendedor e incentiva a inovação no campo. Enquanto isso, o curso Mudanças Climáticas e Agricultura Sustentável ajuda produtores a compreender os impactos do clima e aplicar práticas mais responsáveis.



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Mercado prevê inflação e dólar menores em 2025



O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação deste ano, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central. A projeção para o IPCA passou de 4,70% para 4,56%, quinta queda consecutiva.

Inflação e juros

As estimativas para a taxa básica de juros, a Selic, foram mantidas em 15% ao ano, sem alterações nas últimas semanas. Para 2026, o mercado segue projetando Selic de 12,25%.

Já a previsão para o IGP-M recuou de 0,87% para 0,49%, enquanto o IPCA dos preços administrados passou de 4,97% para 4,92%.

Atividade econômica

O PIB brasileiro deve crescer 2,16% em 2025, o mesmo percentual esperado na semana anterior. Para 2026, a projeção de alta passou de 1,80% para 1,78%.

Câmbio e contas externas

O mercado também reduziu a projeção para o dólar, de R$ 5,45 para R$ 5,41 no fim de 2025. A expectativa para o resultado primário segue em déficit de 0,5% do PIB, e a dívida líquida do setor público ficou estável em 65,8%.

Na balança comercial, a projeção subiu de US$ 61,15 bilhões para US$ 61,99 bilhões. Já o investimento direto no país permaneceu em US$ 70 bilhões.

Projeções para os próximos anos

Para 2026, a expectativa é de inflação de 4,20%, PIB com alta de 1,78% e câmbio em R$ 5,50. Em 2027 e 2028, o mercado projeta inflação próxima de 3,8%, com estabilidade nas demais variáveis.



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Brasil precisa estar preparado quando acordo com os EUA sair


Depois de um primeiro dia de negociações sem grandes anúncios, muitos imaginaram que o “tarifaço” de 50% imposto pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros continuaria a travar o comércio entre os dois países por muito tempo. Mas os bastidores mostram o contrário: há um movimento coordenado para resolver o impasse rapidamente, e o agronegócio pode ser o maior beneficiado.

As sobretaxas sobre carnes, café, açúcar e etanol representam perdas anuais estimadas em US$ 5,8 bilhões, segundo a CNA. Só a carne bovina viu as vendas aos EUA caírem quase 50%, e o açúcar, 74%. Esses números explicam por que o tema virou prioridade máxima em Brasília: num cenário de crédito caro e margens apertadas, qualquer barreira extra atinge em cheio milhões de famílias do campo.

O que esperar daqui para frente

Apesar do impasse inicial, o Itamaraty e o Departamento de Estado americano definiram um cronograma de reuniões técnicas para as próximas semanas, com foco nos setores mais afetados. Isso mostra que as negociações não são protocolares: há um roteiro concreto e vontade política dos dois lados.

Tanto Lula quanto Donald Trump já sinalizaram disposição para encerrar a “guerra tarifária”. Trump, em plena corrida eleitoral, vê no Brasil um parceiro estratégico. Lula quer provar que pode destravar barreiras sem abrir mão da soberania nacional.

Os EUA enfrentam inflação persistente em alimentos e precisam de fornecimento estável de carne, café e açúcar. O Brasil, por sua vez, quer o mercado dos Estados Unidos de alto valor agregado e diversificar destinos além da Ásia.

O que muda no campo

O que pesa para o produtor brasileiro também encarece a mesa do consumidor americano.
Esse interesse convergente torna o acordo não apenas possível, mas provável em curto prazo.

Enquanto diplomatas negociam, o setor produtivo precisa se antecipar. Empresas exportadoras devem revisar contratos, ajustar estoques e manter diálogo com autoridades comerciais. Quando o acordo sair, tudo indica que será em breve, quem estiver preparado sai na frente.

O Brasil já redirecionou parte das exportações para outros mercados, como a China, que aumentou em 38% as compras de carne brasileira em setembro. Ou seja, o país negocia em posição de força, não de dependência.

O primeiro dia pode ter sido morno, mas o enredo é promissor. Há vontade política, agenda em andamento e pressão econômica de ambos os lados. O diálogo avança, e com ele vêm a correção da injustiça da qual fomos vítimas. Não se trata de esperar, mas de se preparar. Quando a porteira abrir, quem estiver pronto será o primeiro a atravessá-la.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

EUA e Brasil iniciam tratativas sobre tarifas e sanções


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu neste domingo (26), em Kuala Lumpur, na Malásia, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar das tarifas impostas às exportações brasileiras. Segundo o governo brasileiro, o encontro, descrito por Lula como “franca e construtiva”, teve como foco a busca de soluções para a suspensão das medidas e o fortalecimento do diálogo econômico entre os dois países. “Tive uma ótima reunião com o presidente Trump na tarde deste domingo, na Malásia. Discutimos de forma franca e construtiva a agenda comercial e econômica bilateral. Acertamos que nossas equipes vão se reunir imediatamente para avançar na busca de soluções para as tarifas e as sanções contra as autoridades brasileiras”, afirmou Lula em publicação nas redes sociais.

De acordo com o Palácio do Planalto, o governo brasileiro considera que a imposição das tarifas carece de base técnica e ignora o fato de que os Estados Unidos mantêm superávit na balança comercial em relação ao Brasil. No encontro, Lula renovou o pedido de suspensão das tarifas, propondo um período de negociação. “O presidente Lula começou dizendo que não havia assunto proibido e renovou o pedido de suspensão das tarifas impostas à exportação brasileira durante um período de negociação, da mesma forma a aplicação da lei Magnitsky a algumas autoridades brasileiras, e disse que estava pronto a conversar”, relatou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Segundo Vieira, os dois presidentes tiveram uma conversa “muito descontraída e muito alegre”, aberta à imprensa por alguns minutos. O ministro acrescentou que Trump expressou “admiração pelo perfil da carreira política do presidente Lula, já tendo sido duas vezes presidente da República, perseguido no Brasil, provado sua inocência e vitoriosamente conquistado o terceiro mandato à frente da presidência da República”.

Durante o diálogo, Donald Trump afirmou admirar o Brasil e concordou com a necessidade de revisar as tarifas. “A conclusão final é de que a reunião foi muito positiva, e nós esperamos em pouco tempo agora, em algumas semanas, concluir uma negociação bilateral que trate de cada um dos setores da atual tributação americana ao Brasil”, afirmou o chanceler.

As negociações devem prosseguir ainda neste domingo, em Kuala Lumpur, entre ministros brasileiros e autoridades norte-americanas.

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Rosa, também destacou o caráter transparente do diálogo. “O diálogo foi franco, o presidente Lula deixou claro que a motivação utilizada pelos Estados Unidos para impor a elevação de tarifas para o restante do mundo não se aplica ao Brasil por conta do superávit da balança comercial para os Estados Unidos”, afirmou.

Rosa ressaltou ainda o papel estratégico do país na região. “O Brasil tem um papel muito importante na América do Sul, por isso também nos colocamos à disposição para colaborar com os Estados Unidos nos outros temas que possam ser pertinentes.”

Durante o encontro, Lula também mencionou a Lei Magnitsky, utilizada pelos Estados Unidos para impor sanções a autoridades estrangeiras. Segundo o presidente, a aplicação da lei em relação a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro é “injusta”, uma vez que “respeitou-se o devido processo legal e não houve nenhuma perseguição”.

A reunião contou com a presença do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio; do secretário do Tesouro, Scott Bessent; e do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer.





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Lula prevê solução entre Brasil e EUA nos próximos dias



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (27) que o Brasil e os Estados Unidos estão próximos de um acordo para encerrar as tarifas impostas sobre produtos brasileiros. Segundo ele, as tratativas avançaram após a reunião com o presidente norte-americano, Donald Trump, na Malásia.

“Estou convencido de que, em poucos dias, teremos uma solução definitiva entre Estados Unidos e Brasil”, declarou Lula, em coletiva à imprensa em Kuala Lumpur. O presidente destacou que entregou a Trump um documento com os principais pontos de interesse do governo brasileiro nas negociações.

Avanço nas negociações

Lula afirmou ter insistido que os Estados Unidos mantêm superávit comercial com o Brasil, o que, segundo ele, não justificaria a manutenção das tarifas. O presidente norte-americano, disse Lula, se comprometeu a buscar um acordo de “boa qualidade” entre os dois países.

De acordo com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, equipes técnicas de ambos os governos devem iniciar, nas próximas semanas, reuniões para definir os termos do entendimento. “Vamos construir um acordo satisfatório para as duas partes, com foco nos setores mais afetados pelas tarifas”, afirmou.

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, também avaliou que o diálogo está em ritmo positivo. Segundo ele, a pauta agora é exclusivamente comercial, sem interferências políticas.

Clima, Venezuela e novas parcerias

Durante o encontro, Lula disse ainda ter se colocado à disposição para mediar negociações sobre a crise na Venezuela. “O Brasil não tem interesse em conflitos na América do Sul. Nossa guerra é contra a fome e a pobreza”, afirmou.

O presidente também reforçou o convite para que Trump participe da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em novembro, em Belém. Lula destacou a importância da presença do líder norte-americano no debate climático, mesmo diante de divergências sobre o tema.

Além da agenda com os Estados Unidos, a comitiva brasileira destacou o interesse em ampliar as relações comerciais com países do Sudeste Asiático, como Indonésia e Malásia. Segundo o ministro Mauro Vieira, a região é vista como estratégica para a diversificação de parcerias e atração de investimentos.

Lula completou 80 anos nesta segunda-feira e encerrou a coletiva afirmando estar “no melhor momento da vida”, com disposição para seguir à frente das negociações internacionais.



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Frente fria traz chuva para várias regiões do Brasil



A segunda-feira (27) começa com tempo instável em várias regiões do Brasil. A passagem de uma frente fria e a presença de sistemas de baixa pressão ajudam a espalhar as chuvas, enquanto o calor ainda predomina em boa parte do país. Em algumas áreas, o risco é de temporais isolados; em outras, o destaque é a baixa umidade e as altas temperaturas.

Confira a previsão do tempo em cada região do país:

Sul

As pancadas de chuva seguem restritas entre o norte do Rio Grande do Sul e o Paraná, se espalhando ainda durante a madrugada, entre moderada e forte intensidade. Nos dois estados, não estão descartados eventuais temporais isolados. No decorrer do dia, conforme os sistemas começam a se deslocar, a chuva vai gradativamente perdendo força no estado gaúcho e catarinense.

No Paraná, até o final da noite, ainda haverá condições para pancadas de chuva, que podem cair com até forte intensidade, pontualmente, acompanhada por raios e trovoadas. Na metade sul gaúcha, o tempo segue mais aberto ao longo de todo o dia. 

Sudeste

No Sudeste, as instabilidades associadas ao cavado meteorológico começam a ganhar força a partir do período da tarde em São Paulo. O dia ainda amanhece abafado no estado, mas as temperaturas já não sobem tanto quanto no fim de semana. As pancadas de chuva variam entre fraca e moderada intensidade, mas não está descartada a ocorrência de chuva forte localizada.

Ainda na parte da tarde, as instabilidades ganham força no sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, condicionando a ocorrência de pancadas de chuva com raios e trovoadas. Nas demais regiões do estado mineiro e no Espírito Santo, o predomínio ainda será de tempo firme, com calor intenso presente e alerta para baixa umidade do ar nas áreas interioranas. 

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a presença da frente fria deve continuar orientando o fluxo de umidade sobre parte da região, e as pancadas de chuva seguem avançando sobre o Mato Grosso do Sul, oeste e sul de Mato Grosso. Os temporais podem ocorrer ainda pela manhã, de forma mais localizada, ganhando força e se espalhando no período da tarde.

Nas demais regiões de ambos os estados, além de Goiás e no Distrito Federal, o predomínio ainda será de tempo mais aberto, com sol e calor permanecendo como destaque. Na parte da tarde, a umidade segue em níveis críticos, variando entre limiares de atenção e alerta. 

Nordeste

No Nordeste, a chuva segue associada ao ingresso de umidade marítima sobre áreas da costa leste, e as pancadas devem cair irregularmente, variando entre fraca e moderada intensidade. Entre Alagoas e Pernambuco, pode chover localmente forte em alguns momentos do dia.

Nas demais regiões do interior nordestino, o predomínio será de tempo firme durante o dia. Sendo assim, o destaque deverá girar em torno do calor e do ar seco, que ganham força no decorrer das horas. No período da tarde, a umidade volta a sofrer queda acentuada e os índices devem permanecer em níveis críticos.

Norte

No Norte, a circulação de umidade e algumas perturbações em níveis mais elevados da atmosfera vão continuar sustentando a formação de áreas de instabilidade no Amazonas, Acre e Rondônia. Nessas áreas, há risco de chuva forte ou até mesmo temporais localizados. Pode chover de forma isolada no oeste do Pará.

Nas demais regiões, como no Amapá e no Tocantins, o predomínio será de tempo firme durante o dia, com calor intenso e céu aberto.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Queda da inflação avança e reforça confiança dos investidores; ouça o podcast


No morning call desta segunda-feira (27), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que os mercados globais subiram com balanços fortes e expectativa de novos cortes de juros nos EUA.

No Brasil, IPCA-15 e núcleos de inflação vieram abaixo do esperado, reforçando apostas em cortes já no início de 2026. Destaque para possível redução de 25 pontos-base pelo Fed, manutenção de política pelo BCE e Banco do Japão, além de indicadores de atividade e fiscal no Brasil.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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