sábado, maio 23, 2026

Agro

News

Prêmio Planeta Campo 2025 está com inscrições abertas



Você faz parte do agro que produz com responsabilidade ambiental e impacto positivo na sociedade? Então chegou a hora de mostrar o valor do seu trabalho.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Planeta Campo 2025, uma iniciativa do Canal Rural que reconhece produtores rurais e agroindústrias que aliam produtividade, inovação e sustentabilidade no campo.

A premiação é um dos destaques do projeto Planeta Campo, o primeiro programa diário da TV brasileira dedicado exclusivamente à sustentabilidade no agronegócio.

Todas as informações e o edital completo estão disponíveis no site oficial, dentro do próprio formulário de inscrição.

Premiação

As categorias do prêmio Planeta Campo incluem agricultura, pecuária e agroindústria, com reconhecimento para produtores de pequeno, médio e grande porte, além de agricultores familiares.

Os vencedores terão uma reportagem sobre a fazenda sendo exibida na tela do Canal Rural e também vão ganhar uma bolsa de estudos para estudar na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), uma das mais reconhecidas do país.

Garanta sua chance: inscreva-se agora – clique aqui! As inscrições serão aceitas até o dia 11 de julho.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho recua na B3 e em Chicago


O mercado futuro de milho apresentou resultados mistos na B3 ao longo da semana, refletindo a volatilidade entre os vencimentos mais próximos e os de prazo maior. Na sexta-feira, o contrato de julho/25 encerrou cotado a R$ 63,16, com leve alta de R$ 0,09 no dia, mas acumulando baixa de R$ 0,13 na semana. Já o contrato julho/25 registrou queda de R$ 0,19 no dia e de R$ 0,52 na semana, fechando em R$ 63,52. O vencimento setembro/25, por sua vez, finalizou em R$ 67,24, com baixa de R$ 0,44 no dia e de R$ 0,71 na semana.

De acordo com a TF Agroeconômica, o milho na B3 segue lateralizado nas últimas semanas, contrastando com as exportações brasileiras, que ainda não alcançaram o ritmo dos anos anteriores. No cenário internacional, o milho negociado na bolsa de Chicago (CBOT) também apresentou quedas no acumulado da semana, influenciado pelo clima favorável nos Estados Unidos e por vendas técnicas de traders. Apesar das chuvas recentes impulsionarem a produtividade, as previsões de calor e seca na região central do país mantêm o mercado em alerta.

Na CBOT, o contrato de julho, referência para a safra de verão brasileira, recuou -1,10% no dia, fechando a $ 428,75/bushel, enquanto o contrato de setembro, referência para a safrinha, caiu -0,82%, cotado a $ 425,50/bushel. No acumulado da semana, a queda foi de -3,54% para o contrato de julho/25, equivalente a $ -15,75 cents/bushel, e de -0,70% para o contrato de setembro/25, com recuo de $ 3,00 cents/bushel.

No cenário externo, destaca-se a previsão da consultoria ucraniana Barva Invest, que estima a produção de milho da Ucrânia em 26 milhões de toneladas. Na França, o FranceAgriMer classificou 83% da safra de milho 2025 como boa ou excelente até 16 de junho, dois pontos abaixo da semana anterior, evidenciando que o clima continua sendo um fator decisivo para o mercado global de milho.


 





Source link

News

Após ataque do Irã, petróleo despenca mais de 12% com anúncio de paz de Trump


Nesta segunda-feira (23), os preços do petróleo despencaram mais de 12% nos mercados internacionais, em resposta a dois fatores-chave: a resposta calculada do Irã aos bombardeios norte-americanos e o anúncio do presidente Donald Trump de que “os Estados Unidos não têm interesse em uma guerra prolongada no Oriente Médio e estão abertos a um cessar-fogo imediato”.

O movimento de queda foi impulsionado pela percepção de que o risco geopolítico extremo, que vinha pressionando o mercado nas últimas semanas, começou a ceder. Embora o Irã tenha retaliado com mísseis contra bases militares americanas no Catar e no Iraque, não houve danos a infraestruturas críticas nem ao tráfego no Estreito de Ormuz — por onde transitam cerca de 20% do petróleo global.

A declaração de Trump reforçou a leitura de que os ataques iranianos foram simbólicos, com alvos militares escolhidos para evitar perdas humanas em grande escala e, principalmente, preservar os canais de exportação de petróleo.

“Este é um momento para a diplomacia. Mostramos força, mas não queremos uma nova guerra”, declarou o presidente norte-americano em pronunciamento no fim da tarde.

Com isso, investidores passaram a ajustar rapidamente suas posições, devolvendo os prêmios de risco que haviam inflado os preços da commodity nas últimas semanas.

Impacto no mercado

  • Brent: queda de mais de 9%, fechando abaixo de US$ 69 o barril.
  • WTI: recuo semelhante, com contratos futuros operando no menor patamar desde abril.
  • Mercados acionários: leve alta nas bolsas globais, puxada pelos setores industriais e de transporte.

Allívio para o agro brasileiro, o recado é claro

A queda nos preços do petróleo pode ter reflexos positivos de curto prazo para o setor agropecuário brasileiro, principalmente na redução de custos com frete e combustíveis. No entanto, especialistas alertam que a instabilidade geopolítica permanece como um risco estrutural.

O Brasil, altamente dependente de fertilizantes e combustíveis importados, deve permanecer atento a qualquer nova mudança na rota diplomática entre Washington e Teerã.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Source link

News

ministério confirma bloqueio de R$ 445 milhões



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta terça-feira (24) o bloqueio de cerca de R$ 445 milhões previstos para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

O contingenciamento ocorre para que o governo federal consiga cumprir suas metas fiscais. O ministério informa que “esse cenário deve ser temporário”.

“Vamos trabalhar para reverter esse bloqueio o mais rápido possível, para não prejudicar as contratações da safra de verão. Por se tratar de uma despesa discricionária, o orçamento do PSR está sempre sujeito a esse tipo de situação”, disse o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, em nota publicada no site do Mapa.

Também nesta terça, o ministério publicou uma resolução do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural aprovando a distribuição PSR até o mês de agosto.

A partir de junho, serão disponibilizados aos produtores mais R$ 280 milhões contratações de apólices para culturas de inverno; R$ 36 milhões para frutas; R$ 7,5 milhões para a modalidade de pecuário; R$ 1,5 milhão para florestas; e R$ 35,5 milhões para as demais culturas.

“Com esses recursos, estimamos que conseguiremos atender praticamente toda a demanda dos produtores para as culturas de inverno e sinalizamos mais valores para as demais atividades”, afirmou Campos.



Source link

News

maior oferta pressiona as cotações



Os preços da melancia graúda, superior à 12 quilos, recuaram novamente na semana passada. É isso que mostram os levantamentos do  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo agentes consultados pelo Hortifrúti/Cepea, as sucessivas quedas têm sido registradas desde o início do mês. De acordo com o instituto elas  se devem ao aumento de oferta tanto em Uruana (GO) quanto no Tocantins. 

Além disso, termômetros mais amenos no Sul e no Sudeste têm enfraquecido a demanda, reforçando as baixas nos valores. Levantamento do Hortifrúti/Cepea mostra que os preços das melancias de calibres médio e miúdo em Uruana (GO) foram de R$ 0,33/kg e de R$ 0,26/kg, respectivamente. Segundo produtores, estes patamares são insuficientes para cobrir os principais custos de produção. 

Para a melancia de maior calibre (>12kg), os preços recuaram 26%, com a média semanal a R$ 0,44/kg. Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea indicam que a disponibilidade da fruta deve seguir crescendo, devido ao avanço da colheita em Goiás. 

Assim, caso a demanda não volte a se aquecer, as cotações devem seguir enfraquecidas, pressionando ainda mais os resultados financeiros dos produtores em junho.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

cotações do grão estabilizam e do farelo sobem



Os preços do trigo estão estáveis no mercado spot nestes últimos dias, como mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

As médias vem operando na casa dos R$ 1.500 a tonelada no Paraná e na dos R$ 1.300/t no Rio Grande do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário pode estar atrelado à redução da área da atual temporada e às condições climáticas extremas no Sul do País.

Quanto aos derivados, os preços do farelo estão avançando, impulsionados pelo aumento na demanda para consumo de ração animal. 

No mercado externo os valores do estiveram elevados na semana passada. este fato se deu por conta das fortes chuvas na região das Grandes Planícies dos Estados Unidos. Somado a isso , houve também a piora nas condições das lavouras norte-americanas de trigo de inverno e o atraso na colheita daquele país.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

semana começa com bom ritmo de negócios



A semana começou com interesse comprador e bom ritmo de negócios no mercado de boi gordo no Brasil. Apesar disso, de acordo com análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a maioria dos negócios ainda saiu pelos mesmos patamares de preço da semana passada.

A exceção teria sido São Paulo, onde a resistência dos pecuaristas aos valores atuais limitou os fechamentos. Eles estariam à espera de preços mais altos, preferindo aguardar para negociar. Isso levou a um volume de comercialização relativamente pequeno no estado nesta segunda-feira (23).

O indicador do boi Cepea/Esalq mostrou uma média de R$ 314,40 por arroba em São Paulo, representando uma variação positiva de 2,71% dentro do mês. Já na B3, o cotação futura com base junho/2025 foi de R$ 317,95/arroba.

Segundo a entidade, a maior parte das compras de balcão se deu a preços estáveis; em alguns casos, boi e novilha tiveram reajuste de R$ 5 por arroba.

Aos poucos, aumenta a oferta de lotes de confinamento. De acordo com pesquisa do Cepea, as escalas estão entre 7 e 14 dias na maioria dos casos. No geral, a demanda dos frigoríficos por animais para abate seguem em bom ritmo, porque há interesse pela carne. A exportação continua crescendo em volume e preços.

A carne no atacado ainda se mantém estável, com mínimos recuos, informa o Cepea. A carcaça casada de boi teve média de R$ 22,21/kg no atacado da Grande Sâo Paulo nesta segunda-feira.



Source link

News

preços voltam a subir após cinco semanas em queda



Depois de recuarem por cinco semanas consecutivas, os preços do etanol hidratado subiram no mercado spot do estado de São Paulo de 16 a 20 de junho. Isso segundo os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo os pesquisadores do instituto, a postura firme do vendedor e os estoques menores de etanol deram sustentação ao valor do hidratado. Vendedores abriram preços mais altos no começo da semana, e as cotações se sustentaram ao longo do período. 

A forte valorização externa do barril do petróleo foi um fator que influenciou essa postura de agentes. Do lado comprador, alguns estiveram ativos, mas negociaram de forma pontual. 

Assim, no mercado spot do estado de São Paulo, entre 16 e 20 de junho, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado fechou em R$ 2,5696 o litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). Valor este que representa uma alta de 1,15% frente ao do período anterior.

Similarmente, o Indicador Cepea/Esalq do etanol anidro fechou a R$ 2,9134/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins), elevação de 0,39% no mesmo comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços do café caem em junho no Paraná


Os preços recebidos pelos produtores de café no Paraná registraram queda em maio e apresentam nova retração em junho, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na última quarta-feira (18) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com o levantamento, os valores pagos pela saca de café beneficiado recuaram 1% em maio, alcançando média de R$ 2.361,33. A cotação diária de 18 de junho indica novo recuo, com o preço sendo negociado a R$ 2.083,57, o que representa redução de 13% em relação aos valores praticados em meados de maio.

Apesar da desvalorização recente, os analistas do Deral destacam que os preços atuais estão “muito superiores em relação à safra anterior”, chegando a quase o dobro da média registrada em junho de 2024, que foi de R$ 1.151,55. Outro fator relevante é a margem positiva em relação aos custos totais de produção, estimados em R$ 1.186,69 por saca em maio.

Com 36% da colheita concluída sobre uma produção estimada de 713 mil sacas para 2025, os produtores começam a comercializar volumes maiores e a capturar parte da valorização acumulada durante a entressafra. Segundo o Deral, o pico de preços ocorreu em fevereiro, quando cerca de dois terços da safra de 2024 já haviam sido vendidos. Muitos cafeicultores não tinham produto disponível para comercializar naquele período.

Até maio deste ano, apenas 1% da nova safra havia sido comercializada. A expectativa é que o percentual suba significativamente em junho, superando os 11% registrados no mesmo período da safra anterior.

O impacto da alta de preços também já aparece no Valor Bruto da Produção (VBP) regional. Carlópolis, responsável por um quarto da produção estadual de café, apresentou o maior aumento absoluto de VBP no Paraná em 2024, saltando de R$ 513 milhões para R$ 763 milhões, impulsionado especialmente pela cafeicultura.

O levantamento do Deral indica ainda que o VBP do café no Paraná ultrapassou novamente a marca de R$ 1 bilhão. O resultado estadual subiu de R$ 563 milhões em 2023 para R$ 1,1 bilhão em 2024. Parte desses recursos deve ser reinvestida na renovação do parque cafeeiro paranaense. Os dados preliminares do VBP foram divulgados no dia 16 de junho.





Source link

News

preços seguem em queda com baixa liquidez no mercado



A liquidez no mercado spot de açúcar cristal branco está baixa no estado de São Paulo. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, a semana passada, apresentou movimentação reduzida por conta do feriado de Corpus Christi na quinta-feira (19). O cenário contribuiu para reduzir o volume das negociações, fazendo com que compradores não adquirissem grandes quantidades no spot. 

Apesar disso, os pesquisadores do Cepea ressaltam que a demanda tem sido limitada desde o início da atual safra 2025/26 (abril/25). Aparentemente, o volume de açúcar recebido por meio dos contratos se mostra suficiente para o andamento da produção, reduzindo, desta forma, a necessidade de compras adicionais no spot. 

Dessa forma, os preços seguem em queda. Na segunda-feira, 16, o Indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal branco até mostrou sinal de reação, quando fechou a R$ 128,22/saca de 50 kg. O valor representa uma alta de 2,14% frente ao período anterior. 

Porém, ao longo da semana, os valores voltaram a cair, e na sexta-feira, (20), o Indicador Cepea/Esalq encerrou a R$ 123,02/saca. No acumulado da parcial de junho (até o dia 20), a retração do Indicador é de quase 8%.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link