sábado, maio 23, 2026

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com clima favorável nos EUA, Chicago reabre em baixa



Os contratos do milho operam com preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (26), pressionados pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos.

A combinação de chuvas e temperaturas amenas no Meio-Oeste norte-americano deve melhorar a umidade do solo nos próximos dias.

Os contratos com entrega em setembro estão cotados a US$ 4,05 3/4 por bushel, avanço de 0,75 centavo de dólar, ou 0,18%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro operam com baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,05% cotados a US$ 4,22 3/4.

Os investidores mantêm atenção voltada para os relatórios trimestrais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre estoques e área plantada, que serão divulgados na próxima segunda-feira. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2024/25, que tem início no dia 1º de setembro, ficaram em 741.200 toneladas na semana encerrada em 19 de junho.

A Colômbia liderou as compras, com 191.000 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 305.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 650 mil e 1,4 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas.



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Chicago reabre em alta com suporte de exportações



Os contratos da soja operam com preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (26), encontrando suporte na demanda externa e em um movimento de recuperação.

Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,21 1/4 por bushel, avanço de 2,75 centavos de dólar, ou 0,27%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em janeiro de 2026 operam com alta de 3 centavos de dólar, ou 0,29%, cotados a US$ 10,36 3/4 por bushels.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou nesta manhã a venda de 110 mil toneladas de soja para o Egito, com entrega prevista para a temporada 2024/25. Pela legislação norte-americana, operações iguais ou superiores a 100 mil toneladas para o mesmo destino devem ser reportadas oficialmente.

O mercado também reage de forma positiva aos dados semanais de exportação divulgados, que superaram as expectativas do mercado. As vendas líquidas somaram 559.100 toneladas nas duas temporadas, acima do estimado por analistas.

Apesar do impulso, o avanço das cotações ainda é limitado pelas previsões de clima favorável no Meio-Oeste dos Estados Unidos, com tempo quente e chuvas que favorecem o desenvolvimento das lavouras recém-plantadas.

Analistas destacam que o padrão atual cria um efeito estufa benéfico ao crescimento inicial das plantas. Operadores também monitoram a divulgação, na próxima segunda-feira, dos dados trimestrais de estoques e área plantada.



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dólar fraco e recuperação sustentam Chicago antes do intervalo



A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho chegou ao intervalo desta quinta-feira (26) com baixa nos preços. O cereal foi sustentado por um movimento de recuperação diante das perdas recentes.

A desvalorização do dólar frente a outras moedas e a alta do petróleo em Nova York complementaram o quadro positivo.

Além disso, o mercado avaliou os sinais de uma demanda ativa pelo produto dos Estados Unidos. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2024/25, que tem início no dia 1º de setembro, ficaram em 741.200 toneladas na semana encerrada em 19 de junho. A Colômbia liderou as compras, com 191.000 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 305.500 toneladas.

Analistas esperavam exportações entre 650 mil e 1,4 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com vencimento em setembro de 2025 operaram cotados a US$ 4,06 1/4 por bushel, alta de 1,25 centavo, ou 0,30% em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 operaram com recuo de 1,00 centavo, ou 0,23% em relação ao fechamento do último pregão, cotados a US$ 4,23 1/2 por bushel.



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com clima favorável nos EUA, Chicago chega ao intervalo com perdas



A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo nesta quinta-feira (26) com preços mais altos para grão e óleo, e cotações mais baixas para farelo.

O mercado mostrou bastante volatilidade, oscilando entre os territórios positivo e negativo. A previsão de clima favorável às lavouras norte-americanas atua como fator de pressão, limitando uma reação mais expressiva.

Nos últimos negócios, porém, pesaram as exportações semanais norte-americanas, que ficaram acima do esperado.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 402.900 toneladas na semana encerrada em 19 de junho. A Holanda liderou as importações, com 63.400 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 156.200 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 400 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com vencimento em agosto de 2025 tinham preço de US$ 10,33 1/4 por bushel, alta de 3,75 centavos de dólar por bushel ou 0,36%. A posição novembro de 2025 era cotada a US$ 10,21 1/4 por bushel, elevação de 2,75 centavos de dólar por bushel ou 0,27%.

No farelo, dezembro de 2025 tinha preço de US$ 289,70 por tonelada, desvalorização de US$ 1,00 por tonelada ou 0,34%. Já a posição dezembro de 2025 do óleo era cotada a 52,55 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,23 centavo de dólar por libra-peso ou 0,43%.



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Produtores do Tocantins iniciam colheita do milho segunda safra



Os primeiros talhões colhidos da segunda safra de milho iniciada no Tocantins, confirmam o bom resultado produtivo das lavouras neste ano, de acordo com a Associação dos Produtores de Milho e Soja do estado. Segundo dados da Consultoria Pátria, que monitora os avanços da safra a pedido da Aprosoja-TO, até o dia 13 de junho, 2,1% da área cultivada havia sido colhida, volume compatível com o ritmo histórico registrado nos últimos anos.

Com um total de 440 mil hectares plantados nesta segunda safra, 7% a mais que na temporada anterior, a estimativa é que o Tocantins alcance uma produção de 2,390 milhões de toneladas de milho, com produtividade média esperada de 5.420 kg/ha, o equivalente a cerca de 90,3 sacas por hectare.

O desempenho segue a tendência nacional, que prevê recorde na produção agrícola do país, com 336,1 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/2025, segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A segunda safra do milho representa a maior parte desse volume, com expectativa de 101 milhões de toneladas colhidas em todo o território brasileiro.

Para o produtor associado da Aprosoja Tocantins, Jeans Pansera, que produz milho nos municípios de Campos Lindos e Lizarda, a colheita já alcança 25% da área plantada em sua propriedade.

“As produtividades estão boas até aqui. Foi um ano bem regular em termos de clima, com ótimas chuvas. O maior desafio tem sido o controle de pragas como lagartas, já que as tecnologias empregadas nos híbridos nem sempre conseguem segurar os insetos. Mesmo assim, a segunda safra tem papel fundamental na sustentabilidade econômica da propriedade, ajudando no fluxo financeiro e deixando matéria orgânica no solo, o que é benéfico para a próxima safra de soja”, explica.

A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, afirma que o início da colheita representa o resultado do planejamento financeiro e técnico adotado pelos associados e a vocação do estado para produção de milho.

“O Tocantins vem mostrando sua capacidade de crescer. Esse aumento de área e produtividade reflete o esforço dos produtores, que investem em tecnologia e buscam eficiência do plantio à colheita. E nosso trabalho enquanto Associação segue sendo o de apoiar os associados com dados, informações e articulação institucional para fortalecer ainda mais o setor.”

Já o presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, destaca a importância da segunda safra para o abastecimento e a competitividade do país.

“A colheita da segunda safra de milho é estratégica para o Brasil, não só pelo seu peso na balança comercial, mas também pela sua função no abastecimento interno e na renda da propriedade. O trabalho dos produtores do Tocantins contribui diretamente para consolidar o Brasil como uma potência agrícola, e isso precisa ser reconhecido e valorizado por toda a sociedade.”


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Suínos perdem competitividade frente à carne de frango



A carne suína vem perdendo competitividade frente à de frango em junho. É isso que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o Cepea, isso se deve às desvalorizações mais intensas da proteína avícola em relação à suinícola, no comparativo com o mês anterior. 

Recentemente os preços da carcaça especial suína registraram reação no atacado da Grande São Paulo. Apesar disso, as quedas verificadas da segunda quinzena de maio até a primeira semana de junho impediram o avanço da média parcial deste mês. 

Quanto ao frango, pesquisadores do Cepea explicam que há grande quantidade de carne disponível no mercado interno em junho. 

Esse maior volume resultou das restrições às exportações impostas pelos parceiros comerciais do Brasil devido à gripe aviária. Dessa forma, os valores das cotações têm sido fortemente pressionados.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima na Bahia afeta produtividade do algodão



Produção de algodão é reestimada para 3,85 milhões de toneladas




Foto: Pixabay

A safra brasileira de algodão 2024/25 foi reestimada para 3,85 milhões de toneladas de pluma, conforme relatório divulgado pela StoneX, empresa global de serviços financeiros. O novo dado representa uma redução de 0,7% em relação à projeção feita em maio.

De acordo com a consultoria, o principal motivo para a revisão foi a piora nas condições climáticas na Bahia. A região enfrentou um período de clima mais seco durante março, seguido por chuvas nas proximidades da colheita, o que afetou negativamente o rendimento final. “O clima mais úmido nas vésperas da colheita trouxe uma sensibilidade maior no terço inferior dos algodoeiros de algumas regiões, gerando queda de capulhos em alguns casos. Com esse cenário adverso, a produtividade média no estado baiano será de 1,77 ton/ha, um dos menores valores dos últimos anos”, afirma Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

No Mato Grosso, as condições climáticas foram mais favoráveis durante o desenvolvimento vegetativo. As chuvas se estenderam por períodos normalmente secos, favorecendo a segunda safra. Contudo, a continuidade das precipitações em junho pode afetar o ritmo da colheita e a qualidade da fibra.

A previsão para as exportações brasileiras de algodão permanece em 2,9 milhões de toneladas. Apesar do ritmo mais lento dos embarques nas últimas semanas, a expectativa é de que o volume cresça no segundo semestre com a entrada da nova safra.

O cenário internacional, porém, permanece desafiador. A demanda global segue enfraquecida e a valorização do real frente ao dólar tem reduzido a competitividade da fibra brasileira. “No mercado interno, a consultoria revisou para baixo a estimativa de consumo de algodão, que agora é de 700 mil toneladas. O mercado tem tido dificuldade de absorver a pluma e a demanda segue lenta no mercado doméstico”, destaca Bulascoschi.

Com a retração na produção e a revisão para baixo no consumo, os estoques finais foram mantidos estáveis em 2,7 milhões de toneladas.





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com procura elevada em junho preços se sustentam



Os preços do boi, da vaca, novilha e reposição seguem firmes. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, a procura de frigoríficos supera a oferta de animais para abate, que tem passado a contar com lotes de confinamento. Esta variedade de animais tende a atingir um preço mais alto no mercado em comparação com os bovinos criados em pasto.

No mercado atacadista de carne com osso em São Paulo, pesquisas do Cepea indicam que as cotações também vêm se sustentando. Isso, mesmo neste período do mês, onde há certa lentidão nas vendas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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IPCA-15 sobe menos do que o projetado em junho ante maio



O Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,26% em junho na comparação com maio, 0,1 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no quinto mês do ano (0,36%). As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O acumulado no ano ficou em 3,06%, enquanto o acumulado em 12 meses foi de 5,27%. Em junho de 2024, o IPCA-15 havia registrado alta de 0,39%. Tanto o resultado mensal quanto o acumulado de 12 meses ficaram abaixo das projeções de +0,30% e +5,31%, respectivamente, medidas pelo Termômetro Safras.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em junho. A maior variação e o maior impacto vieram de Habitação (1,08% e 0,16 p.p.), seguido de Vestuário com 0,51%. O grupo Alimentação e bebidas, após nove meses consecutivos de alta, apresentou recuo de 0,02%, assim como Educação. Os demais grupos oscilaram entre o 0,02% de Comunicação e o 0,29% de Saúde e cuidados pessoais.

No grupo Habitação (1,08%), destaca-se a energia elétrica residencial (3,29% e 0,13 p.p.), principal impacto individual no índice. Em junho, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, com a cobrança adicional de R$4,46 a cada 100kwh consumidos.

Além disso, foram apropriados os seguintes reajustes tarifários: 7,36% em Belo Horizonte (6,82%), a partir de 28 de maio; 3,33% em Recife (4,58%), a partir de 29 de abril; 2,07% em Salvador (2,30%), a partir de 22 de abril; e redução de 1,68% na tarifa em Fortaleza (3,53%), a partir de 22 de abril. Ainda em Habitação, a taxa de água e esgoto (0,94%) incorpora os seguintes reajustes: 9,88% em Brasília (4,43%), a partir de 1º de junho; 3,83% em Curitiba (3,70%), a partir de 17 de maio 9,98% em Recife (3,33%), a partir de 26 de abril e 6,58% em uma das concessionárias em Porto Alegre (1,95%), a partir de 4 de maio. O gás encanado (0,13%) teve reajuste médio de 0,77% no Rio de



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Café registra queda em NY com redução dos riscos de geadas no Brasil



O café arábica opera com preços mais baixos na sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) neste momento.

Os futuros do café mantêm parte das perdas da última sessão. O mercado temia geadas nesta última madrugada no cinturão cafeeiro do Brasil, com a passagem de uma massa de ar polar. Porém, o frio foi intenso, mas houve apenas geadas pontuais, localizadas, em áreas de baixadas, em elevadas altitudes e beira de rios, de fraca intensidade.

As perdas nas cotações são limitadas pela alta nos preços do petróleo e pelo avanço nas bolsas de valores da Europa. Os contratos com entrega em setembro/25 operam a 303,05 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,45 centavo ou 0,14%.

Na quarta-feira (25), o café arábica encerrou as operações com preços acentuadamente mais baixos. As cotações recuaram aos patamares mais baixos em cinco meses e meio, com o contrato setembro ameaçando romper para baixo a importante linha técnica e psicológica de 300 centavos de dólar por libra-peso, batendo em 300,60 centavos na mínima do dia.

Sul e cerrado de Minas Gerais e a Mogiana paulista, grandes áreas produtoras, saíram ilesas, sem indicações de prejuízos, conforme fontes consultadas. Os riscos dessa massa de ar polar passaram e o mercado monitora as próximas passagens e riscos que podem vir, já que este inverno promete ser mais rigoroso, segundo as informações meteorológicas.

Os contratos com entrega em julho/2025 fecharam a 308,65 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 6,70 centavos, ou de 2,1%. A posição setembro/2025 fechou a 304,50 centavos, com baixa de 6,85 centavos, ou de 2,2%.



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