sábado, abril 11, 2026

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Goiás mantém alta produtividade no milho safrinha



Goiás é o segundo estado mais produtivo no milho



Foto: Canva

De acordo com a edição de outubro do informativo mensal “Agro em Dados”, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), a produtividade do milho safrinha vem apresentando avanços desde a safra 2022/23. Nesse período, Goiás consolidou-se como o segundo estado mais produtivo do país, com média de 6,4 toneladas por hectare na safra 2024/25. A segunda safra tem papel estratégico para o estado, com destaque para Rio Verde (Goiás) e Jataí (Goiás), que ocupam a terceira e quinta posição no ranking nacional de produção e área colhida.

Com a colheita concluída no país, os produtores mantêm cautela nas negociações diante da pressão baixista sobre as cotações, influenciada pela ampla oferta global decorrente de safras satisfatórias nos principais países produtores. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estoque final da safra 2024/25 alcançou 12,8 milhões de toneladas, frente a 1,9 milhão registrado na safra 2023/24.

Segundo o boletim, “é importante equilibrar as comercializações para garantir condições adequadas de armazenamento da soja que será colhida na primeira safra de 2025/26”. A publicação destaca ainda que, diante desse cenário, estratégias de proteção de preços e avaliação de diferentes possibilidades de venda tornam-se necessárias. A expectativa é de menor produção na próxima safra, mesmo com aumento na área plantada.

No mercado externo, o acumulado de janeiro a agosto de 2025 apresentou retração no faturamento e volume exportados pelo Brasil para o milho e seus derivados. Em sentido oposto, Goiás registrou crescimento de 49,1% em valor e 44,6% em volume exportado. Esse desempenho foi impulsionado pela ampliação das aquisições por Irã (+1.104,2%), Vietnã (+47,9%), Bangladesh (+149,3%), China (+24,3%) e pela entrada do Egito como novo comprador.





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Mercados reagem a temor de fraudes em bancos dos EUA


No morning call desta sexta-feira (17), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que notícias de fraudes em bancos regionais nos EUA reavivaram temores de crise, elevando a aversão ao risco e derrubando bolsas de NY.

O dólar manteve queda global, fechando a R$ 5,44, com real pressionado pela baixa do petróleo e incertezas fiscais locais. O Ibovespa caiu 0,28% a 142 mil pontos. Hoje, destaque para o IGP-10, Monitor do PIB e dados do setor imobiliário americano.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Mato Grosso bate recorde nas exportações de carne



Chile ultrapassa EUA nas compras de carne de MT



Foto: Canva

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (13), mesmo com a redução nas exportações dos Estados Unidos, Mato Grosso registrou recorde no volume exportado.

O estado embarcou 98,98 mil toneladas em equivalente carcaça em setembro de 2025, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). “Esse foi o maior volume já exportado por Mato Grosso, representando aumento de 10,37% em relação a agosto de 2025”, informou a análise. Em comparação ao mesmo período de 2024, o crescimento foi de 48,07%.

Outro ponto destacado foi a participação do Chile, que ultrapassou os Estados Unidos na participação das exportações totais e respondeu por 4,66% de toda a carne bovina exportada por Mato Grosso em 2025.

O boletim também apontou que, mesmo com a menor demanda norte-americana, a expectativa é de manutenção no ritmo das exportações. Segundo a análise, “o fim do ano apresenta maior demanda internacional, o que reforça a perspectiva de novos recordes no volume exportado em 2025”.





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Frente fria muda o tempo no fim de semana e provoca chuva e queda de temperaturas



A aproximação de uma nova frente fria muda as condições do tempo a partir desta sexta-feira (17) e provoca chuva em várias regiões do país. O sistema deve reforçar áreas de instabilidade no Sul e, ao longo do fim de semana, avançar para o Sudeste e parte do Centro-Oeste, trazendo também queda nas temperaturas e ventos fortes.

Sul

Uma área de baixa pressão sobre o Paraguai e a formação de um cavado meteorológico reforçam as instabilidades sobre a região Sul nesta sexta-feira (17). As pancadas de chuva ganham força no Rio Grande do Sul ainda pela manhã, com intensidade moderada a forte e risco de raios e trovoadas. Durante a tarde, a chuva avança para Santa Catarina e o Paraná. Há alerta para temporais isolados, com chance de granizo e rajadas de vento.

O sábado (18) segue instável, especialmente na metade norte gaúcha, em Santa Catarina e no Paraná, com pancadas fortes e risco de novos temporais. À noite, as chuvas diminuem e ficam mais restritas ao litoral. No domingo (19) , a massa de ar frio associada à frente fria avança sobre a região, provocando queda nas temperaturas e sensação de frio, enquanto a chuva enfraquece e se concentra apenas na faixa litorânea.

Sudeste

O calor e a umidade favorecem pancadas de chuva no interior de São Paulo e Minas Gerais nesta sexta-feira (17). No sul e oeste paulista, além do Triângulo Mineiro, há risco de chuva localmente forte com raios e ventos.

No sábado, com o avanço da frente fria, as pancadas se espalham por São Paulo, Rio de Janeiro, centro-sul e oeste de Minas Gerais, Triângulo Mineiro e sul do Espírito Santo, podendo ocorrer temporais em algumas áreas. No domingo, as instabilidades se deslocam para Minas, Rio e Espírito Santo. Em São Paulo, a chuva se concentra no norte e no litoral, e a temperatura cai com a entrada do ar frio.

Centro-Oeste

O fluxo de umidade que vem do Norte mantém as condições para pancadas de chuva nesta sexta-feira (17) em parte do Centro-Oeste. A instabilidade se intensifica no Mato Grosso do Sul, especialmente na metade sul do estado, onde há risco de temporais. Em Mato Grosso e no sul de Goiás, a chuva ocorre de forma isolada e irregular.

No sábado, o avanço da frente fria estimula novas pancadas de chuva em Mato Grosso do Sul, centro-sul de Mato Grosso e Goiás, com risco de temporais e queda de temperatura. No domingo, o tempo melhora no sul-mato-grossense, mas as instabilidades persistem em Mato Grosso e Goiás.

Nordeste

a entrada de ventos marítimos favorece a formação de nuvens carregadas na faixa leste do Nordeste, com chuva fraca e irregular entre o litoral da Bahia, Alagoas e Pernambuco nesta sexta-feira (17).

No sábado, o tempo segue semelhante, mas no domingo o avanço da frente fria estimula pancadas de chuva mais fortes no sul e oeste da Bahia, com possibilidade de temporais localizados. Também pode chover no interior do Piauí e Maranhão. O calor predomina em toda a região.

Norte

A sexta-feira segue com pancadas de chuva no Amazonas, Acre e Rondônia, de forma irregular, mas com risco de temporais isolados.

No sábado, as chuvas ficam mais concentradas no norte do Amazonas, Roraima, sul de Rondônia, oeste do Pará e norte do Tocantins. No domingo, as instabilidades persistem e ganham força em Rondônia, Acre e no centro-sul do Pará, com chuva mais intensa em alguns pontos. O tempo segue abafado em toda a região.

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Sebrae Minas destaca cafés de qualidade no Vale do Jequitinhonha


O Sebrae Minas, em parceria com o Instituto do Café da Chapada de Minas (ICCM), realizará, no dia 24 de outubro, a 4ª edição do Prêmio de Qualidade da Chapada de Minas. A iniciativa tem o objetivo de reconhecer e valorizar cafés de excelência produzidos em 22 municípios do Vale do Jequitinhonha.

O prêmio divide-se em duas modalidades: Tradições, para propriedades acima de 20 hectares, e Origens, para propriedades menores. Na Tradições, os cafés concorrem nas categorias Café Natural e Café Cereja Descascado, conforme os métodos de secagem e descascamento.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Além de troféus, os três melhores lotes de cada categoria ganham oportunidade de comercialização em leilão promovido pelo Sebrae Minas, aumentando a visibilidade e o valor de mercado dos cafés premiados.

Vale do Jequitinhonha | Foto Divulgação: Sebrae Minas

Apoio à produção de cafés de alta qualidade

A Chapada de Minas, região delimitada pelos rios Doce, Mucuri e Jequitinhonha, reúne cerca de 5,8 mil produtores que produzem em média 400 mil sacas de café por ano. O Sebrae Minas, por meio do programa Educampo, oferece consultorias, capacitações e acesso a tecnologias, incentivando maior produtividade, competitividade e rentabilidade nas propriedades.



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Controle biológico de lagartas ganha força no milho


O mercado brasileiro de controle biológico para lagartas do milho vive um momento de consolidação e crescimento acelerado, impulsionado pela adoção de tecnologias mais sustentáveis e eficazes no manejo de pragas. Dados do levantamento FarmTrak milho 2025, da consultoria Kynetec Brasil, mostram que o uso de bioinseticidas no país alcançou uma nova escala, refletindo a transição de produtores para soluções baseadas em microrganismos naturais, em resposta à resistência crescente de pragas às moléculas químicas tradicionais.

Segundo o estudo, a área tratada com produtos voltados ao controle de lagartas na safrinha — o segundo ciclo do milho — aumentou 86% em apenas um ano, passando de 22,5 milhões para 42 milhões de hectares em 2025. Mesmo com a área cultivada praticamente estável, entre 16 e 17 milhões de hectares, o avanço expressivo indica uma clara mudança na estratégia de manejo adotada pelos agricultores. O segmento biológico, que representava apenas 2% do valor total do mercado de inseticidas para lagartas em 2022, já responde por 7% em 2025 — um crescimento quase quatro vezes maior em apenas três safras.

A pressão de pragas lepidópteras, especialmente da Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho), continua sendo um dos principais desafios nas lavouras de milho. Com a redução da eficácia de tecnologias transgênicas e de inseticidas químicos, produtores têm recorrido cada vez mais a soluções biológicas à base de vírus e bactérias específicas, que atuam de forma seletiva e segura, preservando inimigos naturais e reduzindo resíduos no ambiente.

O levantamento da Kynetec também revela diferenças regionais importantes. O estado de Mato Grosso concentra 62% das vendas totais de inseticidas — biológicos e químicos — voltados ao controle de lagartas, seguido por Goiás (12%) e Maranhão (7%). O aumento do número de aplicações, que chegou a dobrar em algumas regiões, reforça a necessidade de programas integrados de manejo, combinando diferentes ferramentas de controle.

Um exemplo prático

Entre as empresas que mais se destacam nesse avanço está a AgBiTech, que alcançou 50% de participação no mercado de biocontrole de lagartas do milho em 2025, segundo a Kynetec. O desempenho é impulsionado pelo bioinseticida Cartugen®, à base de baculovírus, que se consolidou como o produto biológico mais utilizado na safrinha e o oitavo entre todos os inseticidas do mercado. 

Segundo Pedro Marcellino, diretor de marketing da AgBiTech Brasil, a liderança da companhia reflete a eficiência de suas soluções e o fortalecimento do Brasil como referência global em tecnologias sustentáveis para o manejo de pragas agrícolas. “Até cerca de 2020, o manejo de lagartas dependia principalmente do uso de inseticidas em pequena escala”, comenta. 

“Mas, à medida que as características biotecnológicas e os produtos químicos convencionais perderam eficácia, as ferramentas biológicas tornaram-se estratégicas para os produtores. Nossa posição reflete a confiança construída ao longo do tempo por meio de resultados tangíveis no campo”, conclui.





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Nova joint venture integra satélites e dados de mercado



A iniciativa surge em momento estratégico


A iniciativa surge em momento estratégico
A iniciativa surge em momento estratégico – Foto: Divulgação

O agronegócio brasileiro ganha um novo hub de inteligência e tecnologia com a joint venture entre a Datagro e a SpotSat, combinando mais de 40 anos de experiência em mercado com tecnologia de monitoramento por satélite e inteligência artificial, segundo as empresas. A parceria abrangerá mais de 600 milhões de hectares e integrará dados de oferta e demanda global, políticas públicas, precificação internacional e imagens de satélite de alta precisão, oferecendo rastreabilidade e segurança para produtores, indústrias, instituições financeiras e governos.

O empreendimento terá impacto direto na operação do setor. Produtores rurais poderão planejar plantio, colheita e comercialização com base em relatórios orbitais e inteligência de mercado integrada. Bancos e fundos contarão com lastro científico e mercadológico para reduzir riscos ao liberar crédito. Projetos de carbono e ESG terão rastreabilidade confiável, desde a floresta até o mercado global de créditos ambientais. Governos e órgãos internacionais terão dados estratégicos para decisões de política agrícola e ambiental.

A iniciativa surge em momento estratégico: a partir de 2026, o Banco Central suspenderá crédito rural para propriedades com apontamentos do PRODES. A nova empresa poderá validar laudos do INPE, corrigir falsos positivos e restituir acesso ao crédito a milhares de produtores. O satélite Odail Spot One, primeiro 100% brasileiro, permitirá imagens a cada 90 minutos com resolução de até 3 metros, reduzindo custos e eliminando dependência cambial.

Segundo José Renato da Costa Alberto, fundador e CEO da SpotSat, a missão é transformar ciência e tecnologia em poder de mercado, elevando o agro brasileiro a um novo patamar de credibilidade, produtividade e sustentabilidade, consolidando o país na vanguarda mundial em tecnologia e inteligência agroambiental.

“Estamos construindo o que pode ser o maior hub de inteligência agroambiental do mundo. A união entre a visão global de mercado da Datagro e a capacidade científica e tecnológica da SpotSat é única. Vamos mudar o jogo e abrir um novo capítulo para o agronegócio brasileiro.”

 





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Licitação indiana pressiona preços internacionais de ureia



O movimento indiano ocorre em um momento de forte demanda


O movimento indiano ocorre em um momento de forte demanda
O movimento indiano ocorre em um momento de forte demanda – Foto: Canva

A nova licitação de Ureia conduzida pela estatal indiana Rashtriya Chemicals and Fertilizers (RCF) atraiu grande interesse global, com aproximadamente 3,7 milhões de toneladas ofertadas por 25 fornecedores diferentes. Segundo relatório diário da StoneX, divulgado nesta quarta-feira (15), a disponibilidade real pode ser menor que o total informado, já que há possibilidade de dupla contagem de cargas oferecidas por diferentes traders. A Índia busca adquirir 2 milhões de toneladas nesta negociação, e os preços mais competitivos deverão ser divulgados nos próximos dias, o que tende a influenciar as cotações internacionais do insumo.

O movimento indiano ocorre em um momento de forte demanda por fertilizantes no mercado brasileiro. As entregas ao produtor seguem em ritmo acelerado e superam os volumes observados no mesmo período de 2024, assim como as importações, que continuam em patamares elevados. Esse cenário reflete a antecipação das compras para a safra de verão, em meio a condições climáticas favoráveis e à necessidade de garantir abastecimento antes da intensificação das operações de campo.

Enquanto isso, o mercado internacional de ureia apresenta estabilidade. Na terça-feira (14), poucas variações foram registradas nos preços futuros. Nos Estados Unidos, o contrato com vencimento em novembro de 2025 encerrou o dia a US$ 419 por tonelada, após uma alta de US$ 6. No Oriente Médio, o mesmo contrato foi negociado a US$ 406/t, subindo US$ 3. Analistas apontam que o setor deve seguir em compasso de espera até a definição do resultado da licitação indiana, que poderá definir o rumo das próximas negociações globais.

 





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Futuros do café sobem com recuperação do real



Na última semana, os preços do café haviam recuado


Na última semana, os preços do café haviam recuado
Na última semana, os preços do café haviam recuado – Foto: Pixabay

Depois de uma semana de queda influenciada por fatores climáticos e geopolíticos, os futuros do café voltaram a subir impulsionados pela valorização do real frente ao dólar. Segundo relatório da StoneX, a recuperação da moeda brasileira trouxe alívio temporário ao mercado, após a pressão exercida pela forte alta do dólar e pelas incertezas no cenário internacional.

Na última semana, os preços do café haviam recuado com a melhora nas previsões de chuva nas principais regiões produtoras do Brasil e pelo sinal de reaproximação diplomática entre os governos brasileiro e americano. Essa mudança política elevou as expectativas de uma possível suspensão das tarifas impostas pelos Estados Unidos às importações de café brasileiro, o que poderia favorecer o fluxo comercial do produto.

Ao mesmo tempo, a intensificação das tensões entre Estados Unidos e China provocou um movimento global de aversão ao risco, fortalecendo o dólar e pressionando as commodities agrícolas. A escalada da guerra comercial levou a China a endurecer as regras sobre exportações de terras raras, enquanto os EUA cogitam impor tarifas de até 100% sobre produtos chineses. Com isso, o índice DXY — que mede o desempenho do dólar frente a outras moedas — subiu 1,2%, para 98,61 pontos, enquanto o dólar avançou 3,5% em relação ao real, encerrando a semana a R$ 5,52.

Em Nova Iorque, o contrato de café mais negociado, com vencimento em dezembro, caiu 1.770 pontos, ou 4,5%, para US¢ 373,05 por libra-peso. Já em Londres, o contrato de janeiro recuou US$ 131 por tonelada, ou 2,9%, para US$ 4.391. Apesar disso, a leve recuperação do real no início desta semana traz esperança de estabilização no curto prazo, à medida que o mercado monitora o câmbio e o avanço das negociações comerciais globais.

 





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