quarta-feira, abril 1, 2026

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Moratória da Soja: Aprosoja MT celebra decisão do STF em defesa do produtor rural



A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) comemorou a formação de maioria no Supremo Tribunal Federal (STF) para validar a lei estadual que proíbe a concessão de benefícios fiscais e doações de terrenos públicos a empresas participantes da Moratória da Soja.

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Em nota, a entidade afirmou que a decisão representa “um marco importante ao reconhecer a validade da lei aprovada pelo estado de Mato Grosso e reafirmar que a Moratória da Soja é um instrumento ilegal, excludente e contrário aos princípios da livre concorrência e da isonomia entre produtores”.

A Aprosoja MT também lembrou que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) já suspendeu a Moratória da Soja a partir de janeiro de 2026, após identificar indícios de infração à ordem econômica. Na avaliação da entidade, a sintonia entre STF e Cade “reforça a soberania nacional e a correta aplicação da legislação brasileira, garantindo segurança jurídica, concorrência leal e liberdade de produção no campo”.

O julgamento é visto como uma vitória para o setor produtivo e para o governo de Mato Grosso, que questionam o pacto firmado por tradings e indústrias processadoras. O relator, ministro Flávio Dino, foi acompanhado por outros cinco ministros, um deles com ressalvas, enquanto dois foram contrários. Para ele, o poder público não é obrigado a conceder incentivos fiscais a empresas que adotam critérios ambientais mais rígidos do que os previstos na legislação nacional.

Durante o julgamento, o ministro Dias Toffoli chamou atenção para os efeitos do acordo sobre produtores de menor porte. Segundo ele, o acordo acabou impondo exigências que “impactaram, de maneira relevante e negativa, o trabalho agrícola e o sustento de médios, pequenos e microprodutores rurais, bem como as comunidades e economias locais e regionais”.



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Corte de recursos reduz área coberta pelo seguro rural para 2% em 2025



A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) revisou as projeções para o setor de seguros e confirmou queda nas operações de seguro rural em 2025. Segundo o presidente da entidade, Dyogo Oliveira, a retração é consequência direta da redução dos recursos públicos destinados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

De acordo com o balanço divulgado pela CNseg, o ramo rural arrecadou R$ 8,7 bilhões até agosto, o que representa queda de 6,7% em relação ao mesmo período de 2024. A projeção atualizada para o fechamento de 2025 indica retração de 2,7% no volume total arrecadado com a modalidade.

A entidade aponta que o orçamento para o programa caiu de cerca de R$ 1 bilhão em 2024 para menos de R$ 500 milhões neste ano. O resultado, de acordo com o setor, é o menor nível de cobertura já registrado: a taxa caiu para 2,3% da área plantada, a mais baixa desde o início da série histórica, em 2006.

“Já chegamos a ter mais de 16% da área plantada coberta por seguro rural. Este ano, a estimativa é de apenas 2%”, afirmou Oliveira.

Além disso, o dirigente ressaltou que mais de 90% das apólices do seguro rural atendem pequenos e médios produtores, que dependem da subvenção federal para contratar as apólices. “Sem o apoio do governo, esses produtores acabam assumindo o risco sozinhos, o que aumenta a vulnerabilidade no campo”, destacou.

Cenário geral do setor

Mesmo com a retração no seguro rural, outros ramos do mercado segurador seguem em expansão. O segmento de danos e responsabilidades acumula alta de 6,5% até agosto, com destaque para os seguros patrimoniais (+12,6%), garantia (+21,2%) e riscos financeiros (+15,9%).

Já o setor de saúde suplementar mantém ritmo forte, com crescimento de 12,3% no acumulado até junho. Em sentido oposto, os produtos de previdência aberta, afetados pela incidência do IOF sobre aportes em VGBL, apresentam queda de 15,2%, puxando para baixo o resultado do setor de coberturas de pessoas (-8,9%).

Com isso, o setor segurador sem saúde teve retração de 2,8% até agosto, enquanto o mercado total (incluindo saúde) cresceu 4,2% no mesmo período.

Diálogo com o Congresso

O presidente da CNseg afirmou que há expectativa de normalização do seguro rural a partir de 2026, com avanços nas discussões legislativas. Segundo ele, tramita no Congresso Nacional o projeto de lei de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que traz duas medidas estruturais para o setor.

A primeira propõe tornar os recursos do seguro rural “incontingenciáveis”, assegurando que o valor aprovado no orçamento seja efetivamente aplicado aos produtores. A segunda cria um fundo de estabilização, que funcionará como reserva técnica para amortecer perdas em anos de maior sinistralidade, reduzindo oscilações de custo.

“O fundo vai permitir uma dinâmica mais estável do seguro rural ao longo do tempo. Os produtores terão mais previsibilidade e isso tende a ampliar a adesão”, afirmou Oliveira.

Se aprovado, o projeto pode abrir espaço para uma recuperação gradual do seguro rural em 2026, com cenário mais previsível de preços e maior participação de produtores no programa.



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Segunda superlua do ano poderá ser vista no Brasil; saiba quando



A segunda superlua de 2025 será nesta quarta-feira (5) e poderá ser vista em todo o Brasil e no exterior. O fenômeno ocorre quando a lua cheia está a menos de 360 mil quilômetros da Terra, parecendo maior e mais brilhante do que o normal. A superlua do Castor, a maior e mais brilhante deste ano, permanecerá visível por três dias consecutivos.

O fenômeno poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil, desde que as condições meteorológicas sejam favoráveis. Ele poderá ser observado sem a necessidade de telescópios ou equipamentos especiais.

A lua cheia coincide com o perigeu, ponto de sua órbita em que está mais próxima da Terra. O resultado é um satélite cerca de 14% maior e até 30% mais brilhante do que o normal.
Embora o termo superlua não seja usado oficialmente por astrônomos, ele se popularizou por traduzir de forma simples esse efeito visual que chama a atenção a cada ocorrência.

Horários

A melhor hora para apreciar o espetáculo será logo após o pôr do sol. Em São Paulo, o nascer da lua deve ocorrer por volta das 18h45; em Belém, às 18h14; e no Recife, às 17h28 — horários aproximados, que variam conforme a região e o fuso local.

Para aproveitar o momento, basta procurar um local com boa visibilidade do horizonte e torcer por um céu limpo. Nessa condição, será possível observar a lua a olho nu, mais próxima, brilhante e detalhada.

De acordo com a astrônoma do Observatório Nacional, Josina Nascimento, o termo superlua é reconhecido “apenas quando ocorre durante a fase cheia, mas sempre que a lua percorre sua órbita em torno da terra, completando seu ciclo de fases, em algum momento ela estará no perigeu”.

Um mês depois, no dia 4 de dezembro, aparecerá a terceira e última superlua de 2025.

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Após semanas em queda, preços do mamão voltam a subir



Após semanas em baixa, os preços médios do mamão reagiram entre 27 e 31 de outubro, nas principais regiões produtoras do País, apontam levantamentos do Hortifrúti/Cepea.

No Norte do Espírito Santo, o havaí 12-18 foi comercializado a R$ 2,06/kg, alta de 89% frente ao período anterior. Para o formosa, no Sul da Bahia, a valorização foi de 36%, a R$ 1,50/kg.

Segundo pesquisadores do Hortifrúti/Cepea, o avanço nas cotações d mamão reflete a desaceleração da produção, devido a baixas temperaturas e chuvas em ambas as praças.

Para a primeira semana de novembro, além da menor oferta no ES e na BA, o típico aquecimento da demanda em início de mês deve resultar em novos aumentos de preços.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Brasil plantou 47,1% da área de soja 25/26, aponta Conab



O plantio de soja da safra 2025/26 alcançou 47,1% da área prevista no Brasil até sábado (1), segundo boletim semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ritmo representa avanço de 12,7 pontos percentuais em relação à semana anterior, porém segue atrasado. Na comparação com a temporada 2024/25, o plantio está 6,2 pontos percentuais mais lento. Frente à média dos últimos cinco anos, o atraso é ainda maior: 7,6 pontos percentuais.

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Entre os principais produtores, Mato Grosso continua liderando os trabalhos, com 80,1% da área semeada, seguido por Mato Grosso do Sul (73%). Paraná e São Paulo vêm na sequência, com 71% e 60%, respectivamente. Também há avanço em outras regiões: Bahia (21%), Tocantins (19%), Goiás (29%), Minas Gerais (17,5%), Santa Catarina (12%) e Rio Grande do Sul (9%).



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Clima favorece lavouras de trigo no final de outubro



Depois de chuvas terem atingido regiões produtoras de trigo do Sul do País e preocupado agricultores, o clima mais firme no encerramento de outubro deixou agentes mais otimistas. Isso é o que apontam os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, as condições climáticas recentes têm favorecido o desenvolvimento das lavouras de trigo, que já caminham para a fase de maturação. Quanto aos preços, levantamento do Cepea mostra que os valores seguem em queda, pressionados pelo avanço da colheia e pelas boas perspectivas de produtividade no Brasil, além disso da safra volumosa na Argentina, as cotações internacionais e dólar mais baixos.

Em outubro/25, a média do trigo negociado no Rio Grande do Sul foi de R$ 1.138,41/t, queda de 9,6% em relação a setembro/25 e de 11,7% sobre outubro/24, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). No Paraná, foi de R$ 1.216,53/t, recuos de 9,7% e 15,6% nas comparações mensal e anual, nesta ordem – o menor valor desde outubro/23. Em São Paulo, as variações foram negativas em respectivos 7,5% e 24,9%, com a média passando para R$ 1.161,58/t, o patamar real mais baixo desde novembro/16. Em Santa Catarina, a média de R$ 1.263,26/t caiu 7% no mês e 13,4% no ano, sendo a menor desde abril/18.



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo mantém boa qualidade, mas preço tem leve queda



Lavouras de trigo mantêm sanidade e bom desempenho



Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), a colheita do trigo avançou de forma acelerada em todas as regiões produtoras do Rio Grande do Sul. O relatório aponta que “a predominância de condições meteorológicas secas e ventos constantes favoreceu a redução da umidade dos grãos, a trilha e o desempenho das máquinas no campo”.

Segundo a Emater/RS-Ascar, aproximadamente 27% da área cultivada já foi colhida, enquanto 42% das lavouras estão em maturação, 28% em enchimento de grãos e 3% em floração. As produtividades variam entre 2.100 e 4.200 quilos por hectare, de acordo com o regime de chuvas, o nível tecnológico e o manejo adotado.

O informativo destaca que, de modo geral, “a cultura apresenta bom desempenho, especialmente nas áreas implantadas dentro do período de zoneamento e onde as plantas mantiveram a sanidade”. A baixa incidência de doenças fúngicas é atribuída tanto ao manejo adequado quanto às condições ambientais desfavoráveis à disseminação de patógenos.

Nas lavouras em maturação, a qualidade dos grãos é considerada satisfatória, com peso hectolitro (PH) variando entre 78 e 84 pontos, dentro do padrão comercial. No entanto, a Emater/RS-Ascar observa que “a ocorrência de chuvas excessivas em algumas localidades tem provocado redução pontual no rendimento e no PH, especialmente onde a colheita foi retardada”.

O levantamento também aponta heterogeneidade entre talhões, com produtividades mais elevadas em áreas de maior investimento e redução em cultivos que utilizaram menos insumos, produtos de menor qualidade ou sementes não certificadas.

A área total cultivada com trigo no Estado é estimada em 1.141.224 hectares, com produtividade média de 3.261 quilos por hectare. Em relação à comercialização, o preço médio da saca de 60 quilos apresentou queda de 2,29% na comparação semanal, passando de R$ 61,50 para R$ 60,09.





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Aumento na produção de carne suína na China pode beneficiar produtores de soja do Brasil



A produção de carne suína na China cresceu 7% no terceiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano passado, somando quase 14 milhões de toneladas. O aumento ocorreu após o governo chinês incentivar o abate de animais para equilibrar a oferta e reduzir os preços internos.

De acordo com Vitor Moura, analista de mercado e diretor de marketing da Câmara Brasil-China, o crescimento reforça a liderança chinesa na produção global. “A China detém cerca de metade do plantel de suínos do mundo e mantém uma diretriz de segurança alimentar muito rígida, tratando a produção de proteína animal como pilar da segurança nacional”, afirma Moura.

Cenário de preços e autossuficiência

Mesmo com o aumento da produção, o excesso de oferta tem pressionado os preços no mercado interno chinês. O governo busca garantir autossuficiência em alimentos estratégicos, como arroz, milho e carnes suína e de frango, priorizando produtividade e menor dependência de importações.

Para o Brasil, o impacto vem de forma indireta: o país não é um dos principais fornecedores de carne suína para a China, mas se destaca como grande exportador de soja, usada na alimentação do gigantesco rebanho chinês.

“A suinocultura é um dos pilares da segurança alimentar chinesa. Isso limita o espaço para importações, mas mantém forte demanda por insumos, o que beneficia o agronegócio brasileiro”, avaliou o analista.

Fonte

Com informações de: interligados.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Preços do açúcar reagem no encerramento de outubro



Os preços médios do açúcar cristal branco negociado no mercado spot de São Paulo reagiram no encerramento da última semana de outubro. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro De Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o Indicador Cepea/Esalq (cor Icumsa de 130 a 180) chegou a operar na casa dos R$ 111,00 por saca de 50 kg na segunda-feira, 27, o menor patamar nominal desde abril de 2021, mas, na sexta-feira 31, subiu para R$ 113,65/sc.

Pesquisadores explicam que a recuperação foi impulsionada pela maior concentração das negociações envolvendo o açúcar cristal de melhor qualidade, o Icumsa 150. Usinas seguiram firmes nas posições de venda, apoiadas na restrição de oferta – boa parte dessa qualidade tem sido direcionada ao mercado externo ao longo desta safra (2025/26).

Já para o tipo cristal Icumsa 180, algumas usinas adotaram uma postura mais flexível, buscando escoar estoques e garantir vendas nos preços vigentes. De modo geral, houve pressão de compradores por valores mais baixos, o que reduziu a liquidez, conforme levantamento do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Preços médios do etanol se sustentam em outubro



Os preços dos etanóis se sustentaram em outubro no mercado spot de São Paulo, com o hidratado operando na casa dos R$ 2,70/litro e o anidro, de R$ 3,10/l. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o suporte aos valores veio da postura firme de vendedores nas negociações, sobretudo diante do encerramento da moagem da safra 2025/26 em algumas poucas unidades do estado de SP.

Já quando comparadas as médias de setembro e outubro, dados do Cepea indicam queda, devido ao maior volume de etanol comercializado no último mês, que resultou em negócios pontuais a cotações menores.

Em outubro/25, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado teve média de R$ 2,7371/litro, baixa de 0,77% frente à de setembro/25. No caso do anidro (modalidade spot e contratos), o recuo foi de 1,02%, a R$ 3,0683/litro. Em relação às médias de um ano atrás, porém, registra-se valorização real de 7% (deflacionamento pelo IGP-M de outubro).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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