quarta-feira, abril 29, 2026

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Geopolítica e energia vão nortear preços dos grãos na safra 2026/27


Grãos
Foto: CNA

O mercado de grãos para a safra 2026/27, especialmente soja e milho, será influenciado por fatores externos como geopolítica, energia e fluxos financeiros, que podem manter os preços acima do ponto de equilíbrio.

Segundo análise da Biond Agro, o setor transita para um ambiente menos previsível, no qual o desalinhamento entre a oferta elevada e a demanda moderada abre espaço para novas variáveis na formação de preços.

Em nota, a analista de inteligência e estratégia da consultoria, Yedda Monteiro, explicou que o cenário global é de ampla oferta, com crescimento consistente da produção na América do Sul e avanço moderado da demanda, especialmente na China. “Esse desalinhamento gradual entre oferta e demanda abre espaço para novas variáveis que passam a ganhar relevância na formação de preços”, afirmou Monteiro.

Para ela, o clima aparece como o principal fator de incerteza diante da transição do fenômeno climático La Niña para a neutralidade, com possibilidade de ocorrência do fenômeno climático El Niño no segundo semestre de 2026. “O movimento pode alterar a distribuição de risco entre as regiões produtoras, mas sem consolidar um cenário extremo até o momento.”

Nos Estados Unidos, a competição por área entre milho e soja deve favorecer o cereal em cenários de estoques elevados, o que limita o espaço da oleaginosa. Essa interação regula o sistema agrícola global, com oscilações de preços que redefinem a distribuição de áreas entre as duas culturas.

No início de 2026, as cotações da soja em Chicago avançaram de níveis próximos a US$ 10/bushel para patamares acima de US$ 11/bushel.

O movimento foi sustentado por atrasos pontuais na colheita no Brasil, expectativa de compras chinesas nos Estados Unidos e tensões geopolíticas que elevaram o petróleo e o biodiesel. Segundo Yedda, o suporte veio mais de riscos e energia do que de fundamentos do campo.

Para o ciclo 2026/27, a Biond Agro não projeta um ciclo sustentado de alta, uma vez que não há sinais de redução significativa da oferta global liderada pelo Brasil. A orientação para o setor é dar prioridade à gestão de custos em detrimento da tentativa de prever preços dos grãos.

“A recomendação é focar na gestão de custos, aproveitar oportunidades e construir uma média consistente”, concluiu Yedda.

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Colheita de soja chega a 88,1% de área colhida no Brasil, aponta Conab


Fazenda Brasnorte - Colheita de soja
Foto: Jorge Pires Júnior

A colheita de soja no Brasil alcançou 88,1% da área plantada, conforme o mais recente levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). Na semana anterior, os trabalhos estavam em 85,7%, o que representa um avanço de aproximadamente 2,8% no período.

Apesar da evolução, o ritmo segue abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando a colheita atingia 92,7% da área, uma queda de cerca de 5,0% na comparação anual. Em relação à média dos últimos cinco anos, de 88,7%, o índice atual também apresenta leve recuo, de aproximadamente 0,7%.

Progresso de safra por região

O andamento da colheita varia entre as regiões produtoras do país. Os estados do Centro-Oeste e parte do Sudeste já praticamente concluíram os trabalhos, com destaque para Mato Grosso e São Paulo, que atingiram 100% das áreas colhidas, além de Mato Grosso do Sul e Goiás, com 99%. No Sul, o Paraná também avança com 98%. O estado de Minas Gerais registra 96% e Tocantins, 95%.

Já o Piauí soma 89% da área colhida, a Bahia chega a 78%, enquanto Santa Catarina registra 63%. Maranhão, com 58%, e Rio Grande do Sul, com 51%, apresentam os menores índices até o momento.

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Guerra no Oriente Médio faz ureia disparar e segue pressionando preços dos fertilizantes


ureia
Imagem gerada por IA para o Canal Rural

O mercado global de fertilizantes segue pressionado entre março e início de abril, impulsionado pela escalada do conflito no Oriente Médio, segundo análise do Itaú BBA. A combinação de oferta restrita, custos mais altos de energia e incertezas logísticas tem sustentado a alta dos preços, com destaque para os nitrogenados.

De acordo com consultoria, os fertilizantes nitrogenados lideram o movimento de valorização. No Brasil, a ureia registrou forte alta no período, chegando a cerca de US$ 760 por tonelada CFR em 10 de abril.

A elevação reflete o impacto direto do aumento nos preços do petróleo e do gás natural, além da maior aversão ao risco no cenário internacional. Países do Golfo Pérsico, importantes produtores, enfrentam restrições que afetam a oferta global.

No curto prazo, a tendência é de um mercado ainda ajustado e volátil, diante das incertezas sobre a duração do conflito e a normalização das rotas logísticas.

Os fertilizantes fosfatados também registraram pressão recente. A alta do enxofre, insumo essencial na produção, elevou os custos e impactou o mercado. No Brasil, os preços do produto acumulam forte valorização desde fevereiro.

Com isso, os fosfatados avançaram cerca de 7% no mercado doméstico. O MAP atingiu aproximadamente US$ 890 por tonelada CFR. Apesar da demanda agrícola ainda gradual, o cenário de oferta mais restrita e custos elevados tende a sustentar os preços.

Já o mercado de potássicos apresenta maior estabilidade em relação aos demais nutrientes. Ainda assim, o segmento também é afetado pelas incertezas globais e pelos custos logísticos. A oferta segue mais equilibrada, com Rússia e Belarus mantendo papel relevante no comércio internacional.

Para os próximos meses, a expectativa é de aumento gradual da demanda, com preços sustentados, embora com menor volatilidade em comparação aos nitrogenados e fosfatados.

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AgroNewsPolítica & Agro

Consumo de farinha nos EUA atinge mínima em décadas


O consumo de farinha dos Estados Unidos voltou a perder força e atingiu em 2025 o menor nível em décadas, em um movimento que reforça a trajetória de enfraquecimento observada nos últimos anos. Depois de uma alta modesta em 2024, o indicador recuou novamente, sinalizando um ambiente de demanda mais contida no mercado de alimentos derivados de trigo.

De acordo com dados divulgados em 13 de abril pelo Serviço de Pesquisa Econômica do Departamento de Agricultura dos EUA, o consumo per capita de farinha ficou em 126,6 libras em 2025, queda de 1,8% na comparação com as 128,9 libras registradas em 2024. O volume foi o menor em 39 anos, desde as 125,6 libras anotadas em 1986.

A nova retração mantém uma sequência observada desde 2018, com altas em anos pares e quedas em anos ímpares. No período, o consumo per capita acumulou perda de 6,2 libras. Em relação ao pico mais recente, de 146,8 libras em 1997, o recuo chega a 20,2 libras, ou 14%. O dado projetado para 2025 também ficou mais próximo da mínima histórica de 1971, de 110,5 libras, do que do auge registrado no fim dos anos 1990.

Após relativa estabilidade durante boa parte da década de 2010, o consumo passou a mostrar tendência mais clara de queda a partir de 2018, quando alcançou 132,9 libras. Na média, os primeiros seis anos da década de 2020 ficaram em 129,4 libras, abaixo das 133,5 libras da década passada, das 137,5 libras dos anos 2000 e das 141,4 libras dos anos 1990.

Agentes do setor já vinham relatando pressão sobre as vendas de produtos à base de farinha. Esse cenário foi acompanhado por queda de 1,4% na produção de farinha no quarto trimestre e por recuo de 1,3% tanto na oferta total quanto no consumo interno em 2025. No comércio exterior, as importações ficaram praticamente estáveis, enquanto as exportações de farinha avançaram 3,4%. Ainda assim, a forte baixa nos embarques de sêmola, massa, bulgur e cuscuz mais do que compensou esse avanço.

 





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Falta de animais para reposição preocupa pecuaristas no norte de Mato Grosso, aponta Acrinorte


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O presidente da Associação dos Criadores do Norte de Mato Grosso (Acrinorte), Moisés Debastiani, afirmou, durante a Norte Show 2026, em Sinop (MT), que a pecuária vinha apresentando melhora nos últimos meses. No entanto, a escassez de animais de reposição tem gerado preocupação na região.

Outro fator de atenção, segundo ele, é a decisão de alguns frigoríficos de suspender temporariamente os abates e conceder férias coletivas aos funcionários.

De acordo com Debastiani, a medida pode ser interpretada como uma estratégia comercial para conter a alta da arroba, que vinha em recuperação. “Saímos de um cenário em que os preços estavam abaixo ou próximos de R$ 200 para níveis em torno de R$ 300 ou um pouco acima”, avaliou.

Debastiani destacou que o movimento dos frigoríficos pode trazer impactos nos próximos meses, exigindo maior atenção dos pecuaristas, principalmente em relação à comercialização futura. Segundo ele, o planejamento será essencial ao longo do ano.

Outro ponto de preocupação é a antecipação das compras de carne bovina pela China para preencher a cota destinada ao Brasil, de 1,106 milhão de toneladas. Para Debastiani, esse movimento pode pressionar o mercado no segundo semestre, especialmente para confinadores, que precisarão ajustar a estratégia para evitar vender animais prontos em um cenário de queda nos preços.

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Negociações em ritmo lento faz preço do boi gordo recuar


boi
Foto: Fabiano Marques/Embrapa

O mercado do boi gordo iniciou a semana em ritmo lento, com aumento da pressão baixista por parte dos frigoríficos e redução na liquidez. Na segunda-feira (20), véspera do feriado, vendedores se afastaram das negociações, à espera de novos movimentos nos preços. A expectativa é de retomada das negociações a partir desta quarta-feira (22).

No Norte de Minas, a arroba registrou queda de R$ 5, refletindo o consumo mais fraco de carne e o aumento da oferta de animais. As negociações ficaram entre R$ 340 e R$ 345, com escalas de abate em torno de uma semana.

Em Cassilândia (MS), o cenário também foi de baixa liquidez. Os preços do boi gordo variaram entre R$ 350 e R$ 360 por arroba, com recuo de R$ 5. As escalas de abate estão mais alongadas, em média de 12 dias.

Já em Três Lagoas (MS), frigoríficos ofertaram valores menores, mas encontraram resistência dos pecuaristas. A oferta de animais segue restrita, o que sustentou os preços da arroba. As escalas de abate variam entre 7 e 10 dias.

No estado de São Paulo, a liquidez também foi reduzida. O indicador do boi gordo Cepea/Esalq teve média à vista de R$ 366 por arroba.

No atacado, o mercado de carne com osso apresentou estabilidade. A carcaça casada bovina foi negociada a R$ 25,41 por quilo, equivalente a um boi de R$ 381,15 por arroba.

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AgroNewsPolítica & Agro

O novo plano da China e o alerta para exportadores


A política agrícola chinesa dá sinais mais claros de mudança ao combinar aumento de produtividade com redução gradual da dependência de importações, em um movimento que reforça a segurança alimentar e reposiciona o país no mercado global. Segundo informações de Maria Flávia Tavares, economista e doutora em Agronegócios, com base no relatório Perspectivas Agrícolas da China 2026–2035, divulgado em 20 de abril de 2026 pelo Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China e publicado pelo China Daily, o país vem consolidando um ajuste consistente em sua estratégia para o setor.

A diretriz está alinhada ao Plano Quinquenal e se traduz em metas de produção que sustentam a oferta interna. Para 2026, a estimativa é de que a produção de grãos alcance 716 milhões de toneladas, com alta de 0,2%, enquanto as oleaginosas devem avançar 2,6%. A produtividade média, próxima de 6 toneladas por hectare, aparece como um dos pilares desse processo, ainda que o ganho projetado seja moderado.

Esse avanço já se reflete no comércio exterior. As importações de soja devem recuar 6,1%, interrompendo pelo menos três anos consecutivos de crescimento. O mesmo movimento é observado em outros segmentos, como carne suína, com queda de 8,2%, e laticínios, com retração de 4,1%. A tendência não elimina a participação do mercado internacional, mas reforça seu papel complementar, inclusive com previsão de aumento em itens como aves.

Ao mesmo tempo, a China amplia sua presença exportadora em cadeias específicas. As vendas externas de frutas devem crescer 5%, enquanto as de hortaliças avançam 6,4%, sinalizando ganho de competitividade nesses produtos.

Em um cenário marcado por instabilidade geopolítica e pressão sobre custos de energia, fertilizantes e logística, a estratégia chinesa também busca reduzir a exposição externa. No horizonte mais longo, a produção segue em expansão, enquanto o consumo desacelera e as importações perdem peso relativo, com possíveis impactos sobre o mercado global e sobre países exportadores como o Brasil.

 





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Trump estende cessar-fogo com Irã, mas Estreito de Ormuz permanece fechado


Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell

Trump anunciou nesta terça-feira (21) que vai estender o cessar-fogo com o Irã e continuar negociando um acordo de paz com o país do Oriente Médio. No entanto, o Estreito de Ormuz permanece fechado, mantendo pressão sobre os mercados globais.

Em publicação nas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos afirmou que a reabertura da rota neste momento poderia comprometer um possível acordo com o Irã.

Segundo Trump, o bloqueio do estreito foi imposto pelos próprios Estados Unidos, e não pelo Irã. Ele afirmou que Teerã apenas sinaliza interesse em fechar a passagem para “preservar a imagem”, já que a rota estaria sob controle americano.

O presidente também destacou que o Irã sofre perdas financeiras significativas com a interrupção, estimadas em cerca de US$ 500 milhões por dia.

O Irã, por sua vez, não confirmou a extensão do cessar-fogo. Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, o país se recusou a participar de conversas com negociadores dos EUA no Paquistão, por considerar que as reuniões seriam perda de tempo.

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Combinação de chuva e calorão predomina na maior parte do país nesta quarta-feira


Imagem gerada por IA para o Canal Rural

A quarta-feira (22) será marcada pela combinação de chuva no Sul e calor intenso em boa parte do Brasil. Enquanto a frente fria ainda provoca instabilidades no Rio Grande do Sul e áreas vizinhas, a onda de calor ganha força no Sudeste e Centro-Oeste, com temperaturas elevadas e baixa umidade do ar.

Sul

O ciclone extratropical e a frente fria já se afastam para o oceano, mas ainda influenciam o tempo no Sul do país.

No Rio Grande do Sul, a chuva ocorre de forma isolada pela manhã e ganha intensidade ao longo do dia, atingindo regiões do oeste, interior, noroeste, nordeste e serra.

Em Santa Catarina e no sudoeste do Paraná, há previsão de pancadas moderadas a fortes. Já nas demais áreas da região, o tempo permanece firme.

Outro destaque são as rajadas de vento, que podem variar entre 40 e 50 km/h no litoral gaúcho e no sul catarinense.

As temperaturas sobem na maior parte da região, com calor mais intenso no norte do Paraná. Em contrapartida, áreas do sul seguem com clima mais ameno.

Sudeste

No Sudeste, a previsão indica predomínio de tempo seco. Há apenas chance de chuva fraca e isolada no leste de Minas Gerais e no litoral do Espírito Santo.

Nas demais áreas, o sol aparece entre nuvens e não há expectativa de chuva, devido à atuação de um sistema de alta pressão.

As manhãs seguem mais amenas, mas as temperaturas sobem rapidamente ao longo do dia. O calor será mais intenso no interior paulista, Triângulo Mineiro e regiões do oeste e noroeste de Minas Gerais.

A umidade relativa do ar preocupa e pode ficar abaixo dos 30% em várias áreas.

Centro-Oeste

A chuva ocorre de forma irregular na região.

Há previsão de pancadas moderadas a fortes no norte, noroeste e interior de Mato Grosso, com risco de temporais no extremo noroeste do estado.

Em Mato Grosso do Sul e Goiás, o tempo segue mais firme na maior parte do dia, com possibilidade de chuva fraca e isolada no fim do período.

O calor também se intensifica, principalmente no sul de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. A umidade do ar volta a ficar baixa, especialmente no leste sul-mato-grossense e no sul goiano.

Nordeste

A atuação da umidade marítima e de sistemas atmosféricos favorece a chuva em grande parte da região.

Chove com intensidade moderada a forte no Maranhão, Piauí, Ceará, oeste de Pernambuco e em áreas da Bahia.

Há risco de temporais no norte e oeste do Maranhão, leste do Piauí, sul do Ceará e no litoral entre Sergipe e Alagoas, além da região de Salvador.

Outras áreas, como a Paraíba, registram chuva mais fraca, enquanto o restante da região segue com tempo mais estável.

Norte

A alta disponibilidade de umidade mantém o tempo instável na região.

Amazonas, Pará e Rondônia devem registrar chuva frequente, com intensidade moderada a forte. Também há previsão de instabilidades no Acre, Roraima e Amapá.

O risco de temporais é elevado, especialmente no Amazonas, Pará, Rondônia e no extremo norte do Tocantins.

No sul do Tocantins, o tempo permanece firme. A sensação de abafamento continua predominando em toda a região.

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Impasse nas negociações entre EUA e Irã pressionam mercados globais


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta quarta-feira (22), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o impasse nas negociações entre EUA e Irã recolocou pressão nos mercados. O petróleo subiu mais de 4%, revertendo o alívio da semana passada e elevando riscos para inflação global. Bolsas de NY caíram e o dólar se fortaleceu.

No Brasil, Ibovespa se sustentou nos 196 mil pontos e o real ficou em R$ 4,97, mas a curva de juros avançou com desancoragem do Focus. Hoje, foco nos estoques de petróleo dos EUA e fluxo cambial.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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