terça-feira, março 31, 2026

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Portal Agrolink lança aplicativo e aproxima ainda mais o produtor rural da informação



App do Agrolink leva credibilidade e agilidade do campo para o seu celular



Foto: Divulgação

O Portal Agrolink lançou seu novo aplicativo, uma plataforma moderna que coloca o agronegócio na palma da mão do produtor rural. Com uma navegação intuitiva e conteúdo atualizado em tempo real, o app reúne as principais notícias do setor, informações sobre o clima, produtos biológicos, ferramentas como o AgrolinkFito, além da cobertura dos grandes eventos do agronegócio.

Segundo Nadia Borges, diretora do Portal Agrolink, o aplicativo reflete o compromisso do Portal em unir tecnologia, agilidade e credibilidade. “O principal objetivo do Agrolink é a credibilidade. Nosso foco é divulgar informação checada, com agilidade e responsabilidade. Queremos que o Agrolink seja aquele amigo fiel do produtor rural, presente todos os dias, sempre pronto para ajudar nas decisões do campo. Nossa missão é conectar o agro, encurtar distâncias e levar inovação diretamente para a palma da mão do agricultor”, destacou Nadia Borges.

O novo app traz uma experiência completa e personalizada, com conteúdo diversificado sobre economia, política, tecnologia, pecuária, meio ambiente e clima, garantindo que o usuário acompanhe tudo o que impacta o agronegócio brasileiro.

O aplicativo está disponível gratuitamente nas principais lojas virtuais:

– Para Android: Clique aqui ou acesse a Google Play Store, procure por “Agrolink” e clique em “Instalar”.

– Para iOS: Clique aqui ou acesse a App Store, busque por “Agrolink” e clique em “Obter”. 

Ative as notificações e receba alertas instantâneos sobre cotações, notícias e os principais fatos do setor.

 


 





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Potencial de produtividade da safra brasileira de soja pode cair, diz consultor americano



O potencial de produtividade da nova safra brasileira de soja pode estar em risco, disse em nota o consultor Michael Cordonnier.

Ele adotou uma postura mais cautelosa em relação às perspectivas para a soja que está sendo plantada agora, devido ao clima excessivamente úmido em algumas áreas e muito seco em outras.

Nas regiões mais ao norte do Brasil que estão enfrentando seca, os agricultores precisam que as previsões de chuva se confirmem, com pouca margem para erro.

“Se a previsão se confirmar, ainda não é tarde para plantar soja nessas áreas do Nordeste e do Norte, mas o clima precisará cooperar no restante da temporada de cultivo para que sejam alcançados rendimentos normais”, disse.



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Lula sanciona lei que transfere capital para Belém temporariamente  



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (4) a lei que transfere, temporariamente, a capital brasileira de Brasília para Belém (PA).

A mudança tem validade durante o período de realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP30), entre 11 e 21 de novembro de 2025. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional. A Lei 15.251 foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

De acordo com o governo, a transferência temporária tem caráter simbólico e político e “reforça a relevância da Amazônia na agenda ambiental internacional”, além de evidenciar o compromisso do país com as questões globais do clima.

Todos os atos e despachos expedidos nesse intervalo, inclusive os do presidente da República e dos ministros, terão o registro da capital paraense. Durante o período, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário poderão se instalar na cidade de Belém para a condução de suas atividades institucionais e governamentais.

Caso semelhante já ocorreu em 1992, quando a capital federal foi transferida para o Rio de Janeiro, durante a realização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92.



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Preço da arroba do boi em Mato Grosso do Sul se aproxima de São Paulo



O Indicador Boi Datagro, adotado pela B3 como referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro, mostra os preços da arroba em elevação nesta terça-feira (4).

Mato Grosso do Sul se aproxima da praça-base São Paulo nas cotações. No estado do Centro-Oeste, a indicação média ficou em R$ 321,11, enquanto em território paulista foi precificada em R$ 322,98.

De acordo com a analista de mercado da Datagro, Beatriz Bianchi, esse movimento é reflexo da maior competição das indústrias e também do reposicionamento das escalas de abate que seguem apresentando quedas cadenciadas.

“A oferta de boi gordo começa a apresentar sinais de retração, com queda na disponibilidade de fêmeas, fator já esperado pelo período do ano com a chegada da estação de monta”, detalha.

Já do lado da demanda, Beatriz ressalta que o mercado interno segue aquecido com o baixo nível de desemprego. “Mesmo com o poder de compra um pouco mais apertado, ainda há fôlego com a chegada do final do ano, com o 13º [salário] e bonificações que tendem a aquecer o consumo.”

Quanto aos embarques de carne bovina, a analista enfatiza que os resultados parciais de outubro seguem positivos, mas o câmbio se mostra um desafio para as margens da indústria exportadora.



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Na COP, o consenso é o verdadeiro protagonista das decisões sobre o clima, diz especialista



A Conferência do Clima, conhecida como COP, pode parecer à primeira vista uma grande feira internacional sobre meio ambiente, mas na prática funciona como uma engrenagem diplomática complexa.

Segundo o Head of Agribusiness, Renato Rodrigues, a COP é um processo contínuo de negociação global, onde cada palavra e vírgula são discutidas para construir acordos que transformem ciência em política e política em ação.

A COP, explica Rodrigues, não é apenas um evento anual, mas um processo de consenso entre os países que integram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.

“O consenso é a sua maior fragilidade, mas também é a sua maior força, porque é com base no sistema multilateral que esse processo de discussão, de debate, de diálogo, ganha muita força e consegue construir uma posição em comum com todos os países que são signatários da convenção”, destaca.

O especialista detalha que o funcionamento da conferência é coordenado por um secretariado sediado em Bonn, na Alemanha, e presidido de forma rotativa pelo país anfitrião. No caso da COP30, que será realizada no Brasil, o país assume também a presidência das negociações até o próximo ano.

Dentro da estrutura, dois órgãos técnicos são responsáveis por apoiar o trabalho diplomático: o SBSTA (do inglês Subsidiary Body for Scientific and Technological Advice), que trata das bases científicas e tecnológicas, e o SBI (do inglês Subsidiary Body for Implementation), voltado à implementação e transparência.

Durante as duas semanas de conferência, plenárias, reuniões e grupos de contato ocorrem simultaneamente para buscar acordos em torno de cada trecho dos textos oficiais.”Diferente de outros fóruns internacionais, a COP não vota. Cada decisão é adotada apenas quando há consenso, ou seja, quando ninguém se opõe explicitamente”, explica Rodrigues.

Equilíbrio de interesses globais

Cada decisão aprovada na Conferência do Clima é fruto de um delicado equilíbrio entre interesses nacionais e globais. Durante as negociações, cada bloco representa dezenas de países, o que exige diálogo constante e muita diplomacia para alcançar um consenso.

Por isso, antes de levar suas propostas à COP, os governos consultam cientistas e especialistas de diferentes áreas, construindo uma posição oficial que reflete suas prioridades e responsabilidades.

A conferência se torna, assim, um verdadeiro exercício de convivência, onde nações com realidades distintas buscam um objetivo comum, preservar o clima e garantir o futuro do planeta.

COP no Brasil

Para o especialista, presidir uma COP representa muito mais do que organizar um grande evento internacional, é liderar o diálogo global sobre o futuro do planeta. “O Brasil tem uma longa trajetória na diplomacia do clima. Foi protagonista na Rio 92, teve papel-chave em Kyoto e no Acordo de Paris. Agora, com a presidência da COP, tem a missão de restaurar a confiança no processo multilateral e conduzir o mundo à etapa da implementação”, destaca.

As negociações da conferência são, acima de tudo, um exercício de humanidade, a demonstração de que, mesmo com interesses diferentes, os países ainda são capazes de dialogar em busca de soluções para o clima global.



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Mercado do boi gordo inicia novembro com cotações estáveis



Boi gordo mantém firmeza nas cotações



Foto: Canva

De acordo com análise divulgada nesta segunda-feira (3) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo iniciou a semana com estabilidade nas praças paulistas. “O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. A oferta contida e a expectativa de melhora no escoamento da carne neste período têm mantido o mercado firme”, informa o boletim.

As escalas de abate nas indústrias paulistas seguem, em média, programadas para sete dias.

No Rio de Janeiro, o cenário é semelhante. A análise aponta que há “pouca oferta e escalas curtas, em média, para cinco dias”. Após as altas observadas nos últimos dias, os preços permaneceram estáveis na comparação diária.

No atacado da carne com osso, o informativo registrou movimentação positiva nas cotações, apesar da desaceleração nas vendas do varejo e do menor giro de estoques. Segundo a Scot Consultoria, “a alta na arroba do boi gordo e a redução na oferta de bovinos reduziram os estoques, o que favoreceu a cotação das carcaças casadas”.

A cotação da carcaça casada do boi capão teve alta de 2,6%, equivalente a R$ 0,55 por quilo. Para o boi inteiro, o aumento foi de 2,7%, também R$ 0,55 por quilo. Entre as fêmeas, a carcaça casada da vaca subiu 2,6%, ou R$ 0,50 por quilo, enquanto a da novilha registrou avanço de 3,3%, o que corresponde a R$ 0,65 por quilo.





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Brasil e Uruguai firmam acordo para cooperação em bioinsumos



Brasil e Uruguai firmaram um acordo de cooperação em bioinsumos. O memorando de entendimento foi assinado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca do Uruguai, Luis Alfredo Fratti Silveira, durante a Conferência de Ministros da Agricultura das Américas 2025, realizada em Brasília.

Em nota, o ministério informou que o acordo objetiva fortalecer a cooperação entre os dois países para o desenvolvimento de políticas, produtos, processos e tecnologias de origem biológica voltadas à melhoria da produção agrícola e pecuária.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

De acordo com o ministério, o acordo prevê um marco legal de referência para que os países desenvolvam atividades de cooperação voltadas ao fortalecimento de políticas, produtos e ações conjuntas no segmento de bioinsumos.

O acordo inclui o intercâmbio de conhecimento técnico e científico e fomento à inovação. “A cooperação entre países vizinhos é essencial para desenvolvermos soluções que unam produtividade, inovação e respeito ao meio ambiente”, disse Fávaro.



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Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura elege novo diretor-geral



O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) elegeu Muhammad Ibrahim, da Guiana, como diretor-geral para o mandato de 2026-2030.

O pleito foi realizado por maioria de votos dos Ministros da Agricultura das Américas durante a 23ª Reunião Ordinária da Junta Interamericana de Agricultura (JIA), órgão máximo de governo do IICA.

A reunião está sendo realizada em Brasília e organizada pelo governo brasileiro em conjunto com a organização hemisférica.

O vencedor concorreu com Fernando Mattos, candidato do Uruguai, que imediatamente parabenizou o eleito.

“Trabalharemos com todas as nações das Américas para forjar um futuro de cooperação. Estou honrado e grato por ter sido eleito para liderar esta grande instituição. Reconheço o notável trabalho realizado pelo Diretor-Geral Manuel Otero”, declarou Ibrahim ao assumir o cargo.

Quem é Muhammad Ibrahim

Ibrahim é engenheiro agrônomo com vasta experiência em gestão internacional e dedicou 35 anos à construção de redes para aumentar a produtividade e a resiliência do setor agrícola nas Américas. Ele foi indicado para liderar o IICA pelo governo da República Cooperativa da Guiana.

O novo diretor-geral assumirá o cargo em 15 de janeiro de 2026, durante uma cerimônia que será realizada na sede do IICA em San José, na Costa Rica. Ele sucederá o veterinário argentino Manuel Otero, que liderou a organização desde 2018, tendo sido reeleito em 2021.



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